segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Cidadela-escultura: Casapueblo - Uruguai


Ficheiro:Casapueblo.JPG
imagem encontrada em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Casapueblo.JPG
Casapueblo é a antiga casa de verão do artista uruguaio Carlos Páez Vilaró e é agora uma cidadela-escultura que inclui um museu, uma galeria de arte e um hotel chamado Hotel Casapueblo que fica dentro da estrutura. Ele está localizado em Punta Ballena, próximo de Punta del Este, Uruguai.
Construído ao redor de uma casa de lata chamada La Pionera (Da Pioneer), foi o arquiteto Carlos Páez Vilaró, que o desenhou com um estilo que pode igualar as casas da costa mediterrânica de Santorini, mas geralmente o arquiteto refere-se ao Forneiro, um pássaro típico do Uruguai, para descrever o tipo de construção.
No interior é um museu e uma galeria de arte, mas há alguns anos ele construiu um apart-hotel chamado Hotel Casapueblo ou Club Hotel Casapueblo e tem um restaurante chamado Las Terrazas (Os Terraços), que segue o estilo da construção original e oferece um saboroso cardápio internacional.
Tem uma homenagem a Carlos Miguel (filho do artista), um dos dezesseis uruguaios sobreviventes do acidente aéreo daForça Aérea Uruguaia Vôo 571 que caiu nós Andes em 13 de outubro de 1972.
A loja do Museu recebeu algumas das mais importantes personalidades do mundo político e cultural.
O hotel dispõe de vários tipos de quartos, dependendo do conforto, tipo de quarto e a época (alta temporada é de dezembro a fevereiro), mas você pode encontrar quartos, com capacidade de 2 - 8 pack's. O local é de difícil acesso aos deficientes físicos e idosos, possui uma grande quantidade de escadas, e corrimões não existem. https://pt.wikipedia.org/wiki/Casapueblo

domingo, 29 de dezembro de 2013

Ponte Romana de Alcântara - Ponte romana do século II

"Ponte Romana de Alcántara, em Alcántara (Cáceres), na Espanha, é uma ponte construída a mando do Imperador Trajano, executada pelo arquiteto Caio Julio Lacer. Sustenta-se sobre 6 arcos, tendo 194 metros de comprimento, 61 metros de altura e 8 metros de largura. Fica sobre o rio Tejo. Foi construída cerca do ano 106."


Do lado de Portugal o povoado de SEGURA (Castelo Branco) e do lado de
Espanha ALCANTARA e PIEDRAS ALBAS (Cáceres).
Esta ponte, construída pelos romanos, resiste ao passar de mais de
1900 anos e, pasmem, ainda é transitável !!!

imagem conseguida em: www.geocities.ws 

sábado, 28 de dezembro de 2013

"Um dia no ano 2014...", por Concha Caballero


EL DIA QUE ACABO LA CRISIS por CONCHA CABALLERO
Concha Caballero
imagem obtida em: http://teatrevesadespertar.wordpress.com
O Dia em que acabou a crise.

Quando terminar a recessão teremos perdido 30 anos de direitos e salários.

Um dia no ano 2014 vamos acordar e vão anunciar-nos que a crise terminou. Correrão rios de tinta escrita com as nossas dores, celebrarão o fim do pesadelo, vão fazer-nos crer que o perigo passou embora nos advirtam que continua a haver sintomas de debilidade e que é necessário ser muito prudente para evitar recaídas. Conseguirão que respiremos aliviados, que celebremos o acontecimento, que dispamos a atitude critica contra os poderes e prometerão que, pouco a pouco, a tranquilidade voltará à nossas vidas.

Um dia no ano 2014, a crise terminará oficialmente e ficaremos com cara de tolos agradecidos, darão por boas as politicas de ajuste e voltarão a dar corda ao carrocel da economia. Obviamente a crise ecológica, a crise da distribuição desigual, a crise da impossibilidade de crescimento infinito permanecerá intacta mas essa ameaça nunca foi publicada nem difundida e os que de verdade dominam o mundo terão posto um ponto final a esta crise fraudulenta (metade realidade, metade ficção), cuja origem é difícil de decifrar mas cujos objetivos foram claros e contundentes
- Fazer-nos retroceder 30 anos em direitos e em salários.

Um dia no ano 2014, quando os salários tiverem descido a níveis terceiro-mundistas; quando o trabalho for tão barato que deixe de ser o fator determinante do produto; quando tiverem feito ajoelhar todas as profissões para que os seus saberes caibam numa folha de pagamento miserável; quando tiverem amestrado a juventude na arte de trabalhar quase de graça; quando dispuserem de uma reserva de uns milhões de pessoas desempregadas dispostas a ser polivalentes, descartáveis e maleáveis para fugir ao inferno do desespero, então a crise terá terminado.

Um dia do ano 2014, quando os alunos chegarem às aulas e se tenha conseguido expulsar do sistema educativo 30% dos estudantes sem deixar rastro visível da façanha; quando a saúde se compre e não se ofereça; quando o estado da nossa saúde se pareça com o da nossa conta bancária; quando nos cobrarem por cada serviço, por cada direito, por cada benefício; quando as pensões forem tardias e raquíticas; quando nos convençam que necessitamos de seguros privados para garantir as nossas vidas, então terá acabado a crise.

Um dia do ano 2014, quando tiverem conseguido nivelar por baixo todos e toda a estrutura social (exceto a cúpula posta cuidadosamente a salvo em cada sector), pisemos os charcos da escassez ou sintamos o respirar do medo nas nossas costas; quando nos tivermos cansado de nos confrontarmos uns aos outros e se tenham destruído todas as pontes de solidariedade. Então anunciarão que a crise terminou.

Nunca em tão pouco tempo se conseguiu tanto. Somente cinco anos bastaram para reduzir a cinzas direitos que demoraram séculos a ser conquistados e a estenderem-se. Uma devastação tão brutal da paisagem social só se tinha conseguido na Europa através da guerra.
Ainda que, pensando bem, também neste caso foi o inimigo que ditou as regras, a duração dos combates, a estratégia a seguir e as condições do armistício.

Por isso, não só me preocupa quando sairemos da crise, mas como sairemos dela. O seu grande triunfo será não só fazer-nos mais pobres e desiguais, mas também mais cobardes e resignados já que sem estes últimos ingredientes o terreno que tão facilmente ganharam entraria novamente em disputa.

Neste momento puseram o relógio da história a andar para trás e ganharam 30 anos para os seus interesses. Agora faltam os últimos retoques ao novo marco social: Um pouco mais de privatizações por aqui, um pouco menos de gasto público por ali e“voila”: A sua obra estará concluída.

Quando o calendário marque um qualquer dia do ano 2014, mas as nossas vidas tiverem retrocedido até finais dos anos setenta, decretarão o fim da crise e escutaremos na rádio as condições da nossa rendição.

Concha Caballero é licenciada em Filologia Espanhola e professora de literatura num instituto público.

Abandonou a politica dececionada com a coligação eleitoral do seu partido.

Há anos que passou do exercício da politica ativa para analista e articulista, social e politica, de vários meios de comunicação, com destaque para o EL PAÍS.

É uma amante da literatura e firmemente humana com as questões sociais.

Clique no link abaixo e leia o artigo Original em Castelhano

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Bom Natal, Festas Felizes...

Letra da canção de Natal "Natal d'Elvas"

imagem obtida em: http://aagora.blogspot.pt/2012/12/resumo.html
NATAL D'ELVAS 
Hei-de ir ao Presépio 

Eu hei-de m'ir ao presépio 
A assentar-me num cantinho
 A ver com'o Deus Menino 
Nasceu lá tão pobrezinho. 
 Ó meu Menino Jesus,
 Que tendes, por que chorais? 
Deu-me minha mãe um beijo, 
Choro por que me dê mais. 
 O Menino chora, chora, 
Chora por muita razão: 
Fizeram-lhe a cama curta 
Tem os pezinhos no chão.

Natal d'Elvas

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

A consoada...

visao.sapo.pt
















O significado de consoada é:

con·so·a·da (latim consolata, feminino de consolatus, -a, -um, particípio de consolo, -are, consolar) substantivo feminino 1. Pequena refeição que os católicos tomam à noite quando jejuam. 2. Banquete ou refeição festiva na noite de Natal. 3. Presente que se dá pelo Natal. Palavras relacionadas: consolo, , consoar, natalício, consoltório, consoladamente, console. "consoada", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/dlpo/consoada [consultado em 27-12-2013]. http://www.priberam.pt/dlpo/consoada

www.caestamosnos.org 
www.caestamosnos.org 
imagem conseguida em:ericeiravillas.wordpress.com

domingo, 22 de dezembro de 2013

Um texto delicioso...

imagem obtida em: esabelsalazar.pt
Estão na moda as despedidas da escrita antiga, 
agora que o Acordo Ortográfico vai, contra ventos, 
marés e Graças Mouras, entrar definitivamente em 
vigor.

Ontem, chegou-me este delicioso texto:

"Quando eu escrevo a palavra ação, por magia ou 
pirraça, o computador retira automaticamente o 
c na pretensão de me ensinar a nova grafia. 
De forma que, aos poucos, sem precisar de ajuda, 
eu próprio vou tirando as consoantes que, 
ao que parece, estavam a mais na língua 
portuguesa. 

Custa-me despedir-me daquelas letras que tanto 
fizeram por mim. 

São muitos anos de convívio. Lembro-me da forma 
discreta e silenciosa como todos estes cês 
e pês me acompanharam em tantos textos e 
livros desde a infância. 
Na primária, por vezes gritavam ofendidos na 
caneta vermelha da professora: 
não te esqueças de mim! 

Com o tempo, fui-me habituando à sua existência 
muda, como quem diz, sei que não falas, 
mas ainda bem que estás aí. 
E agora as palavras já nem parecem as mesmas. 
O que é ser proativo? Custa-me admitir que, de um 
dia para o outro, passei a trabalhar numa 
redação, que há espetadores nos espetáculos e 
alguns também nos frangos, que os atores 
atuam e que, ao segundo ato, eu ato os meus 
sapatos. 

Depois há os intrusos, sobretudo o erre, que tornou 
algumas palavras arrevesadas e arranhadas, como 
neorrealismo ou autorretrato. 
Caíram hifenes e entraram erres que andavam 
errantes. É uma união de facto, para não errar tenho 
a obrigação de os acolher como se fossem família. 

Em 'há de' há um divórcio, não vale a pena criar uma 
linha entre eles, porque já não se entendem. 
Em veem e leem, por uma questão de fraternidade, 
os és passaram a ser gémeos, nenhum usa chapéu.
E os meses perderam importância e dignidade, não 
havia motivo para terem privilégios, janeiro, fevereiro, 
março são tão importantes como peixe, flor, avião. 
Não sei se estou a ser suscetível, mas sem p algumas 
palavras são uma autêntica deceção, mas por outro 
lado é ótimo que já não tenham.

As palavras transformam-nos. 
Como um menino que muda de escola, sei que vou 
ter saudades, mas é tempo de crescer e 
encontrar novos amigos.

Sei que tudo vai correr bem, espero que a ausência do 

cê não me faça perder a direção, nem me fracione, 
nem quero tropeçar em algum objeto abjeto. 
Porque, verdade seja dita, hoje em dia, não se pode ser 
atual nem atuante com um cê a atrapalhar."

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O texto está muito interessante, mas é pena não se saber quem é o autor...!

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Graça Machel: "A mulher que nem Mandela eclipsou", por Laura Greenhalgh

imagem obtida em: www.konnectafrica.net
Graça Machel é uma mulher inteligentíssima e culta.
Não foi à toa que deslumbrou Mandela!
É bom ler um pouco da sua biografia. 

A mulher que nem Mandela eclipsou, por LAURA GREENHALGH,
  
Comentaristas sublinharam o silêncio no estádio Soccer City, dias atrás, em Johannesburgo, quando Winnie Mandela, de 77 anos, curvou-se diante de Graça Machel, de 68, para lhe dar condolências pela morte de Nelson Mandela, aos 95. O encontro das viúvas titânicas do mesmo homem, o herói sem fronteiras, foi selado por dois beijos na boca, costume africano, e por iniciativa daquela que se curvou.
"Mas estas mulheres não se falam", exclamou uma radialista incrédula, ao vivo. Seria mais uma cena inusitada numa cerimónia com direito a aperto de mão entre Barack Obama e Raúl Castro, auto retrato de governantes pelo celular da primeira-ministra da Dinamarca e um atrapalhado tradutor para surdos-mudos, que jura ter visto anjos no palco.
No entanto, o beijo de Winnie na rival não se explica por ousadia ou deslize de protocolo. Tem-se ali o reconhecimento público de uma grande líder africana: a "mama" Graça, como é chamada não só em Moçambique, onde nasceu, e na África do Sul, onde vive, mas nos países onde sua voz ecoa - Etiópia, Sudão, Índia, entre outros.
Graça Machel casou-se com Mandela em 1998, dois anos depois do turbulento divórcio do líder negro. Uma separação marcada por casos de corrupção, autoritarismo desmedido e infidelidade vindos da parte de Winnie. Já em 2010, quando veio a São Paulo receber o título de doutor honoris causa conferido pela USP a Mandela, Graça anunciaria numa entrevista ao Estado a decisão de fechar sua agenda para compromissos externos, terminar com a ponte aérea semanal entre Maputo e Johannesburgo (fica na capital de Moçambique a Fundação para o Desenvolvimento da Comunidade, que ela criou e preside), só para se dedicar a Madiba. "Meu marido está com 92 anos. Tem todo o conforto de que necessita. Nada lhe falta. Mas ele me quer a seu lado", disse.
Discreta quanto à vida privada, não se negou a explicar como e quando o romance começou. Viúva do presidente moçambicano Samora Machel, morto em 1986 num suspeito acidente de avião em espaço aéreo sul-africano, Graça Machel procurou o presidente Mandela para cobrar dele empenho nas investigações. "Era o décimo aniversário da morte de Samora e não se avançava na investigação sobre o envolvimento de elementos ligados ao apartheid. Madiba ouviu, acolheu minha revolta e assim tudo começou", contou. Teria sido amor à primeira vista? "Creio que estávamos, ambos, muito sozinhos naquele momento". A partir daí, o que se viu foi um Mandela feliz, exaltando "a maravilha de estar apaixonado".
Mas a personalidade solar do líder não eclipsou Graça Simbine Machel. Nem a transformou em peça de cerimonial. "Conheci Graça por intermédio de Ruth Cardoso. Eram amigas, Graça queria Ruth como irmã. Em comum, tinham a capacidade de se reinventar, ao mesmo tempo em que reinventavam o papel de primeira-dama", analisa a cientista política Lourdes Sola. E assim foi: mulher de dois presidentes, primeira-dama em dois países, comprometida com o fim do colonialismo, Graça desembarcou na África do Sul dos anos 90 já a bordo de uma sólida biografia pessoal. Nascida em família pobre e numerosa, estudou com apoio de organizações religiosas até doutorar-se em filologia da língua alemã pela Universidade de Lisboa. Fez-se poliglota.
Voltaria à pátria para actuar na Frente de Libertação de Moçambique, a Frelimo, incluindo a fase das armas. Independência conquistada, foi por 14 anos a primeira ministra da Educação de um país livre, mas com índice de analfabetismo de 93%.
O pan-africanismo é marca de seu pensamento e acção. "Depois de décadas lidando com a ruptura do colonialismo, só agora as nações africanas começam a definir seu destino", avalia. Graça saltou do front político para o activismo social, no campo dos direitos humanos, tendo a sabedoria de actualizar as suas causas. Por exemplo, em Darfur, jogou o peso de sua influência ao denunciar a violência de género, em particular o estupro de mulheres e meninas. Em países como Etiópia e Índia, enfrentou tradições culturais arraigadas ao condenar o casamento imposto a crianças, como prática natural e socialmente aceita. "Tira-se a menina da escola, isolam-na grávida em casa, não lhe dão serviços médicos adequados. É devastador".
Outro momento de alta performance de Graça acontece nos anos 90, quando a ONU a convoca para conduzir um amplo levantamento sobre a situação da infância em zonas de conflito. Liderou um batalhão de especialistas ao compor o célebre Relatório Machel, numa época em que havia perto de 30 conflitos armados em curso. Denunciou a morte de 2 milhões de crianças no espaço de uma década. O triplo em termos de portadores de sequelas. Tratou do problema em todos os seus vieses: crianças como alvo preferencial em combates, recrutadas como soldados, aliciadas para a prostituição, amputadas em minas terrestres, órfãs, sem lar nem escola. "É impressionante. Já pude vê-la em fóruns com personalidades incríveis. Assim que Graça começa a falar, vê-se que está num nível superior de inteligência, carisma e clareza", declarou recentemente John Carlin, biógrafo de Mandela.
"Não é a origem social que determina o que és, nem o que virás a ser", costuma repetir a ex-ministra da Educação que sonhava transformar um país numa grande escola. Semanas antes de o marido morrer, extenuada com o lento definhar e com o clima de disputa entre os Mandelas, meteu-se numa videoconferência de Johannesburgo, para dar um puxão de orelhas no presidente de seu país. Cobrou medidas para conter a onda de sequestros de crianças, algo que atemoriza a sociedade moçambicana. "Ela se manteve à frente de tudo nesse período difícil", comentou o advogado George Bizos, companheiro de Mandela na luta contra o apartheid. Assessores de Graça acreditam que, daqui para frente, ela vai se voltar ainda mais para o social. A política não a seduz. O activismo, sim.
Josina, uma das filhas com Samora Machel, faz outra previsão: Graça deve se recolher, para elaborar a perda do homem que lhe deu toda a beleza de um amor crepuscular: "Hoje o que ela sente é dor". 

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Escultor chinês passa 4 longos anos a esculpir uma incrível obra prima em madeira!


"A China tem uma longa tradição em esculturas de madeira. Há séculos os seus mestres do cinzel vem transformando pedaços de madeira bruta em obras de arte inspiradoras, mas nenhuma tão impressionante como a criação alucinante de Zheng Chunhui. Este talentoso artista chinês passou os últimos quatro anos meticulosamente esculpindo uma réplica detalhada de uma famosa pintura tradicional chinesa chamada "Ao longo do rio durante o Festival Qingming", em um tronco de árvore de pouco mais de 12 metros de comprimento.
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Escultor chinês passa longos 4 anos esculpindo incrível obra prima em madeira 01
A beleza de tirar o fôlego de seu trabalho simplesmente não pode ser expressada em palavras, você deve ver por si mesmo. Como é possível imaginar, Zheng Chunhui precisou de uma montanha de paciência para completar a sua obra-prima de madeira que exibe barcos, pontes, edifícios e mais de 550 pessoas esculpidas individualmente.

Além do louvor de todos quando viram a escultura panorâmica de perto na sua inauguração recente no Museu do Palácio de Beijing, o artista chinês também foi homenageado pelo Livro Guinness com o novo recorde mundial para a mais longa escultura em madeira, que mede 12,286 metros de comprimento, 3,075 metros de altura e 2,401 m de largura.

A verdade é que quando a gente ouve falar em "obra-prima", logo pensamos em algum famoso quadro ou escultura do século 15 ou 16, como a "Mona Lisa" ou "A Pietà". Por isso é sempre bom saber que verdadeiras obras de arte estão sendo criadas na atualidade, mesmo que seja uma revisita a uma obra famosa, como a supra-citada "Along the River During the Qingming Festival", do artista chinês Zhang Zeduan, que está exposta no mesmo museu.

A pintura panorâmica de Zhang tem quase 1.000 anos de idade e é conhecida como "Mona Lisa Chinesa", com seus 5,3 metros, que celebra o espírito festivo, retratando a vida cotidiana de ricos e pobres, durante o Festival Qingming. Ao longo dos tempos outros artistas chineses já reinterpretaram este trabalho, com elementos culturais de suas épocas, mas nenhum com tanta maestria quanto Zheng.

Orgulhoso, Zhang Zeduan assentiria com glória."
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Escultor chinês passa longos 4 anos esculpindo incrível obra prima em madeira 08

Fonte: Daily Mail.


FONTE: Este artigo foi encontrado em: http://www.mdig.com.br/index.php?itemid=30101


terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Eugénio de Andrade

"Que tristeza tão inútil essas mãos
que nem sequer são flores
que se dêem:
abertas são apenas abandono,
fechadas são pálpebras imensas...
carregadas de sono."   

EUGÉNIO DE ANDRADE

aprendizagensnanet.blogs.sapo.pt

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Reflexão...

“As palavras proferidas pelo coração não têm língua que as articule, retém-nas um nó na garganta e só nos olhos é que se podem ler”    

JOSÉ SARAMAGO



imagem conseguida em: onix.blogs.sapo.pt 

Homenagem a um Novo Ser (II)

in: www.pintardesenho.com


segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

O stress do Natal...


imagem conseguida em: www.crazynews.com.br 
A época festiva que se aproxima é, sem dúvida, uma altura em que a família aproveita para estar reunida, cheia de alegria e de presentes para trocar entre os seus elementos. 

No entanto, tem-se vindo a constatar que ano após ano, o Natal traz consigo cada vez mais stress às pessoas, uma vez que a ansiedade em que são mergulhadas é uma evidência. Ligados a esta atitude estarão o espírito consumista que as acompanha nestes tempos modernos, imposto por uma publicidade agressiva que lhes entra em casa, quer pela rádio, quer pela T.V. e também pela sua mente acomodada e fraca em relação a tudo o que é festivo, aceitando a atitude com naturalidade. 

Ora, o que eu quero dizer, é que, sob o pretexto do nascimento de Jesus, todos nós nos deixamos arrastar pelo prazer das compras, pela ansiedade de entregar muitos presentes caros e a última coisa em que pensamos, é no nascimento de Cristo!

Li nas Seleçções do Reader's Digest (Dezembro 2013)  que um estudo divulgado na Revista Científica Circulation concluiu que os ataques de coração são mais frequentes em dezembro, devido às tensões da quadra festiva do Natal. "Este facto parece ser corroborado por um estudo independente realizado no Reino Unido, que concluiu que metade dos homens britânicos considera as compras de Natal mais stressantes do que ser despedido." 

Devíamos mudar a nossa atitude no Natal, comprando apenas presentes simbólicos para oferecer e não gastando dinheiro "a rodos" como normalmente acontece; isto...no caso de o podermos fazer, pois caso contrário, ninguém tem de levar a mal. 

Estando todos reunidos e distribuindo uns pelos outros amor verdadeiro, é por si só, suficiente! É claro que esta é uma simples opinião pessoal! Também poderei dizer que "Cada um sabe de si e Deus sabe de todos".

Ainda assim...gostava de deixar uma sugestão: que tal gastar menos em prendas para oferecer e doar algum dinheiro a algumas instituições de solidariedade social?

"Andar mouro na costa"...

encontrei aqui: aventar.eu 
"Andar mouro na costa" é uma expressão idiomática, de registo popular e que indica:

1.
  • haver indícios de que algo de inesperado está iminente; 
  • pressentir uma ameaça, um perigo que se aproxima
2. 

  • aparecer um pretendente amoroso
  • de sentido sinónimo= andar a larica no trigo 

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

"Armar aos cucos": que significa esta expressão idiomática?

Armar aos cucos significa o mesmo que:
  • armar aos cágados
  • armar em carapau de corrida
  • armar ao efeito
  • armar ao pingarelho
  • armar aos tentilhões (popular)
  • tentar impressionar os outros com manifestações de exibicionismo óbvio e fácil
  • dizer/fazer alguma coisa para a galeria/representar para a galeria

in Novos Dicionários de Expressões Idiomáticas, António Nogueira Santos, Edições João sá da Costa

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Luzes de Árvore de Natal alimentadas por couves-de-Bruxelas


Luzes de árvore de Natal alimentadas por couves-de-Bruxelas

Luzes de árvore de Natal alimentadas por couves-de-Bruxelas



·        

Os londrinos podem visitar na zona de Southbank uma árvore de Natal cujas luzes são alimentadas por couves-de-Bruxelas.

A invenção, inaugurada esta terça-feira (3 de dezembro)e apresentada por cientistas no evento «The Big Bang UK Young Scientists and Engineers Fair» no Reino Unido, utiliza mil destes vegetais crus para dar energia ao sistema.

Na cerimónia de inauguração, ontem de manhã, o interruptor que ligou as luzes foi accionado por alunos da City of London Academy.
A bateria para as luzes é composta por cinco «pilhas», cada uma com 200 couves-de-Bruxelas, que produzem 63 volts, o que coloca o engenho na categoria de «muito baixa voltagem» (tipo um telefone), perfeitamente seguro de manusear.
O sistema requer a colocação de eléctrodos de cobre e de zinco dentro das couves, de modo que gera uma reacção química, o que resulta na produção de uma corrente eléctrica que pode ser armazenada e usada para alimentar as luzes LED na árvore de Natal.
Os cientistas podem monitorizar a voltagem num ecrã à parte, que mostra quanta energia está a ser produzida a cada momento.
A duração destas baterias depende de quanto tempo as couves-de-Bruxelas se mantêm frescas, explicou Sean Miles, director de protótipos da Designworks com base em Windsor, que fez a instalação.
«[As couves-de-Bruxelas] continuam a gerar corrente desde que se mantenham frescas e não entrem no processo de decomposição. Enquanto estiverem frescas, vão continuar a providenciar electrólitos para a reacção química que gera corrente eléctrica», afirmou o responsável.
Os vegetais exibidos nas fotos deverão durar um mês, mas pode-se sempre trocá-los quando apodrecerem.
O investigador disse que, em teoria, qualquer fruta ou vegetal pode ser usado para alimentar as luzes, no entanto, as couves-de-Bruxelas são das menos eficientes, «o que torna o achado ainda mais espectacular», sublinhou.
«Quanto mais húmido e flúido for o vegetal, melhor desempenhará o papel de condutor eléctrico», destacou Miles.