sábado, 15 de fevereiro de 2014

Língua afiada...

"Sociedade  
Publicado  29.01.14 11:25

EDITORIAL: O Livro do Inconseguimento

EDITORIAL, por Belmiro Narino - "Portugal não tem partidos de direita, de esquerda, de nada, tem um bando de salafrários que se reúnem para roubar juntos" (José Saramago).

Os deputados da AR aprovaram, por unanimidade, o aumento de 4,99 % dos seus vencimentos para 2014, passando a receber 10.293,000 euros em vez de 9.803,084 euros. Atribuíram-se também, sem negas nem abstenções, subsídios de Natal, com um acréscimo de 91,8 % em relação a 2013. Votaram-se ainda uma subvenção de 18.261,459 euros para propaganda eleitoral. Além disso, recebem os grupos parlamentares um pacote de 880.081 euros, dos quais 200.945,00 euros são para cobrir as despesas de telefone e telemóvel.
A Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) publica, no seu portal, o estado das contas dos três casinos (Estoril, Lisboa-Expo e Póvoa de Varzim) em 30 de Setembro de 2013. A empresa fechou o 3o trimestre com lucros de 1.258.281,281 euros. Pois ainda gozou de benefícios fiscais num montante de 2.333,516 euros, 1,8 %, perto do dobro do lucro registado, como apoio do governo à renovação dos instrumentos de jogo e à animação de eventos e espectáculos. Este mesmo governo (desgoverno ou ingoverno, ao jeito literário de Assunção Esteves, presidente da AR!) corta nas pensões de viúvas e viúvos, na saúde e na educação, e sobrecarrega de impostos gente à beira da miséria. Tudo isto pode o leitor comprovar nos portais da AR, despesas, 01.01.2014, e do Diário da República, números 222 e 226.
Pelas peripécias de alcova de François Hollande, o professor de ética Denis Müller classifica-o de "homem mentiroso irresponsável". Prometera aos franceses uma vida de presidente exemplar. E Passos Coelho não afirmou também que o seu governo cumpriria a justiça social, fazendo parte da ementa não levantar os impostos e diminuir a despesa pública? Nenhum deles foi fiel à palavra.
O Evangelho de Mateus (Mt 4, 12-23) fala-nos de um homem que se tinha pronunciado contra os abusos e prepotências dos políticos e poderosos, em Israel. A sua ousadia valeu-lhe o cárcere e a morte. Assim lhe cortaram a palavra. Os nossos tempos não são muito diferentes do tempo de João Baptista e de Jesus Cristo. O arbitrário dos que mandam existe a todos o níveis. E a corrupção.
O fracasso da instrução e da educação fez do povo luso um rebanho acrítico. Cloroformizado pelas trelas e novelas da TV, pública e privada, não lhe resta tempo nem força para julgar. Os comediantes televisivos aparelham os noticiários para não incomodar quem lhes paga. Engano, os donos da TV estatal são os contribuintes, somos nós. Os prejuízos causados pela desavença de Hollande e Valérie, no salão presidencial, que se bateram com tudo o que estava à mão, quadros, móveis, estátuas, adornos e tudo o que podia ser projéctil, foram calculados em mais de um milhão de euros. A "Valoche" (apelido popular) foi parar ao hospital. Perdeu o verniz das aparências e o título de "primeira dama". Os dois perderam a compostura. Quem vai pagar os danos? Os contribuintes.
Num recente encontro com o Papa Francisco, convidou-o a ir à França, em visita oficial. Talvez o bom senso ou o respeito pelo Pontífice o levem a sacudir os rumores, segundo os quais, para não irritar os maometanos, que reivindicam, e lhes são concedidos, os direitos culturais, este governo iria propor a supressão de todas as alusões cristãs no calendário. Seria um atentado contra a identidade da França.
Também entre nós abundam processos de descaracterização. A começar pela língua, o tesouro mais precioso da nossa cultura. A nossa pátria, com Fernando Pessoa. Há pouco tempo, um ministro do Ensino Superior, a perorar na RTP, disse "interviu" em vez de "interveio". Foi logo corrigido por Clara Ferreira Alves.
Agora foi a Dona Assunção Esteves, presidente da AR, o bando de sábios que parturiu o aborto ortográfico, que apurou o léxico, numa entrevista à RR, para não imitar os indoutos. Teme um "inconseguimento" dos seus planos. Seria "frustracional" e "castrador". Quereria dizer infibular? Dois termos novos, um por "prótese", outro por "paragoge". Para continuar no "in", o parlamento a que a sra. preside parece uma assembleia de ingluviosos, que do governo deles fazem o ingoverno do povo inditoso. Inquietante, inidóneo, inobre, não é, Senhor General Ramalho Eanes? E o Sá-Carneiro, inumado, a ser inexistenciado outra vez. O PSD que lhe ofereça umas inférias. Talvez, com essas mezinhas, acabe o infestamento da língua e do ingoverno. 
Belmiro Narino"

FONTE:  
http://www.wort.lu/pt/view/editorial-o-livro-do-inconseguimento-52e8d71ce4b00e3c1fcefe1a

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

A origem do nome próprio "Ana"


Anna é a forma em grego e latim do nome hebraico Hannah, que significa "Deus tem-me favorecido". 

Tornou-se popular no século 15, na sua forma francesa Anne e na sua forma Inglesa Ann. 

Anna foi usado pela primeira vez em documentos escritos em latim, e mais tarde como um nome falado.

Diminutivos: Annie, Nan, Nancy.

Nomes relacionados incluem: Anita, Annette, Annika, Nina.

Fonte: ["O Livro Guinness dos Nomes", de Leslie Dunkling (Guinness Books, 1986) e "Dicionário de Nomes, por Leslie Dunkling e William Gosling (Dent, 1983)]

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

"HAUNT ME", por Sade


Bom Humor: "A loira e a caixa do correio"...

Imagem Conseguida em:  imagensparablogsesites.blogspot.com
Num domingo de manhã, um homem cortava a relva calmamente, quando uma vizinha sua,  loira por sinal, se encaminhou até à caixa do correio, abriu-a, fechou-a com força e voltou furiosa para dentro de casa.

O homem lá continuou a aparar a relva quando, de repente, a loiraça voltou.

Ela caminhou "a bufar" até à caixa de correio, abriu, fechou, deu um soco na caixa e voltou para casa com cara de furiosa.

Poucos minutos passaram e eis que ela apareceu novamente.

Com um andar impaciente, abriu a caixa de correio, bateu nesta, gritou e voltou para casa a resmungar.

O homem, já bastante curioso com a situação, perguntou-lhe:

- Algum problema ??????

Ao que ela respondeu:

- Problema é pouco!!!!! Aquele "f.d.p." do meu computador estúpido não pára de dizer que a minha caixa de correio está cheia!!!
 

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Tartaruga vence coelho numa prova de esqui...


Não há nada de que os chineses não se lembrem...!
E é por isso que eu também não resisto a transcrever esta notícia que acabo de ler numa revista...

"Tartaruga vence coelho no esqui
A febre dos chineses pelo esqui levou à disputa de provas entre animais nas pistas de Henan. Para satisfazer o frenesim local das apostas, cães, gatos e patos andaram em esquis ou dentro de luges, mas a maior surpresa foi o coelho ser batido numa batida de esqui por uma tartaruga que só deslizou."
FONTE: Revista SÁBADO,nº 508, de 23 a 29 janeiro 2014.
imagem conseguida em  www.jn.pt
  
Só me resta dizer:  Coitadinhos dos bichinhos...!!!
Então, agora os animais domésticos também já são obrigados a fazer esqui?

                             
imagem conseguida em:  www.jn.pt






segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

"Aveia de fevereiro, enche o celeiro" - alguns provérbios portugueses para fevereiro

Água de fevereiro, mata o onzeneiro.
Ao fevereiro e ao rapaz, perdoa tudo quanto faz.
Aproveita fevereiro quem folgou em Janeiro.
Em fevereiro, chega-te ao lameiro.
Em fevereiro, chuva; em agosto, uva.
Fevereiro é dia, e logo é Santa Luzia.
Fevereiro enxuto, rói mais pão do que quantos ratos há no mundo.
Fevereiro quente, traz o diabo no ventre.
Fevereiro recouveiro, afaz a perdiz ao poleiro.
Janeiro geoso e fevereiro chuvoso fazem o ano formoso.
Neve em fevereiro, presságio de mau celeiro.
O tempo em fevereiro enganou a mãe ao soalheiro.
Para parte de fevereiro, guarda lenha de quinteiro.
Quando não chove em fevereiro, nem prados nem centeio.
Tantos dias de geada terá maio, quantos de nevoeiro teve fevereiro.

FONTE: Recolhidos em  http://proverbios.aborla.net/pesquisa/fevereiro

domingo, 9 de fevereiro de 2014

O que significa Hypapante?

(pt.wikipedia.org)  
Apresentação do Senhor 
Afresco de Giotto 
na Capela Scrovegni, em Pádua.
 A Apresentação de Jesus no Templo, festividade litúrgica celebrada no dia 2 de fevereiro, celebra um episódio da infância de Jesus

Na Igreja Ortodoxa e em algumas Igrejas Católicas Orientais, ela é uma das doze Grandes Festas, e é por vezes chamada de Hypapante (literalmente "Encontro", em grego); outros nomes tradicionais são Dia de Nossa Senhora das Candeias, ou da Candelária, ou da Purificação da Virgem Maria

Na Igreja Católica Romana, esta festividade religiosa é uma das mais importantes, realizada entre a Festa da Conversão de São Paulo, no dia 25 de janeiro, e a Festa do Trono de São Pedro, no dia 22 de fevereiro.

No rito latino da Igreja Católica, a Apresentação de Jesus no Templo é o quarto Mistério Gozoso do Santo Rosário. Com a reforma litúrgica do Concílio Vaticano II, esta festividade tem sido referida como a festa da Apresentação do Senhor.
(p.t.wikipedia.org)  
Apresentação do Senhor  
Vitral na Igreja de São Nicolau
 em Örebro, na Suécia.

FONTE: http://pt.wikipedia.org/wiki/Apresenta%C3%A7%C3%A3o_de_Jesus_no_Templo

Alguns Provérbios sobre La Chandeleur

Présentation de Jésus au temple, Andrea Mantegna, 1465
Chandeleur, Hypapante - Présentation de Jésus au temple, Andrea Mantegna, 1465 
FONTE: Pesquisa e imagens: http://fr.wikipedia.org/wiki/Chandeleur 

Proverbes:

À la Chandeleur, l'hiver se meurt ou prend vigueur.
À la Chandeleur, au grand jour, les grandes douleurs.
À la Chandeleur, grande neige et froideur.
À la Chandeleur, la neige est à sa hauteur, ce qui signifie que c'est souvent à cette date que l'épaisseur de la neige est à son maximum, au Québec.
À la Chandeleur, le froid fait douleur.
À la Chandeleur, le jour croît de deux heures.
À la Chandeleur, Quéré fait des crêpes jusqu'à pas d'heure.
À la Chandeleur, Rose n'en sentira que l'odeur.
Rosée à la Chandeleur, l'hiver à sa dernière heure.
Si la Chandeleur pleure, l'hiver ne demeure.
Si le ciel n'est ni clair ni beau, nous aurons plus de vin que d'eau (Bordelais)
La Chandeleur, fête des crêpes - http://fr.wikipedia.org/wiki/Chandeleur#cite_note-1