terça-feira, 28 de julho de 2015

O Museu do Louvre no início era uma fortaleza

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História
Em 1190, o Rei Filipe II criou, no local onde se situa o Museu do Louvre, uma fortaleza para proteger Paris das ofensivas Vikings. Um século mais tarde, Carlos V transformou o espaço num palácio. E já nos reinados de Francisco I e Henrique II foi ali implementado um palácio real. Também importante foi o contributo do monarca Luís XIV, que entre outros méritos, converteu vários edifícios em museus. Um processo que teve inicio em 1692, quando fundou na Sala das Cariátides uma coleção de esculturas clássicas.

Porém, foi entre os anos de 1750 e 1785, que se elaborou a proposta do Louvre para museu permanente. Tal ideia deveu-se ao Supervisor Geral dos Imóveis do Rei, Marquês de Arigny, e também ao Conde Angivillier. O projeto foi aprovado a 6 de maio de 1791. A Assembleia Revolucionária foi bastante clara: o Louvre tinha, a partir de então, a obrigação de ser um "guardião" de todas as heranças científicas e artísticas .
As últimas grandes mudanças neste espaço, decorreram em 1983, por iniciativa do presidente francês François Mitterrand. Um projecto intitulado "Grand Louvre", onde se salentam duas medidas: a construção de novos espaços para exposição, e a conceção, perto da atual entrada do museu, da controversa pirâmide da autoria de I. M. Pei, um arquiteto chinês. A partir de 2002, o número de visitantes duplicou. (in CULTURA, Blasting News, por João Mendes e atualizado em 07.01.2015)

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