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quinta-feira, 30 de outubro de 2025
domingo, 3 de agosto de 2025
Leitura em férias - sugestões
Com a devida vénia, aqui estão duas sugestões de leitura de verão que podemos encontrar à venda na FNAC.
"O último cabalista de Lisboa", de Richard Zimler.
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| imagem obtida in fnac.pt |
Resumo
Em abril de 1506, durante as celebrações da Páscoa, cerca de dois mil cristãos-novos foram mortos num pogrom em Lisboa e os seus corpos queimados no Rossio. Reinava então D. Manuel, o Venturoso, e os frades incitavam o povo à matança, acusando os cristãos-novos de serem a causa da fome e da peste que flagelavam a cidade.
Berequias, sobrinho e discípulo de Abraão Zarco - iluminador e membro respeitado da célebre escola cabalística de Lisboa -, vai encontrar o tio e uma jovem desconhecida mortos na cave que servia de templo... (Porto Editora, 2013)
"Os Távoras", de Maria João Fialho Gouveia
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| imagem in Fnac.pt |
Resumo
Esta é a história da nobre família Távora, aqui contada nas vozes de Dona Mariana Bernarda e Dona Teresa Tomásia, duas senhoras desta ilustre casa, que viveram em fausto e glória até o futuro marquês de Pombal tentar apagar a sua semente da face da Terra.Apesar de unidas pelo sangue e pela vaidade da sua estirpe, as duas fidalgas não podiam ser mais diferentes uma da outra. A primeira era uma mulher religiosa e recta; já a segunda sua tia e cunhada entregava-se sem pruridos a uma vida de luxúria, vivendo um romance...
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2022
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020
Prémio Nobel de Literatura: sugestão de leitura
Olga Tokarczuk é considerada uma das melhores escritoras europeias da atualidade.
Escreveu seis romances e três volumes de contos.
Foi vencedora do Prémio Internacional Man Booker com VIAGENS.
Em 2019, foi distinguida pela Academia Sueca com o Prémio Nobel da Literatura pela sua "imaginação narrativa, que com uma paixão enciclopédica representa o cruzamento de fronteiras como forma de vida".
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| in https://pt.wikipedia.org |
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| imagem in e-cultura.pt |
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Leituras,
Sugestões de leitura
sábado, 7 de julho de 2018
Para os pais, uma sugestão de leituras para o verão
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| in wook.pt |
Magda Gomes Dias é formadora nas áreas comportamentais e comunicacionais há mais de 12 anos. Porque sabe que os comportamentos se escolhem e que «comportamento gera comportamento», aborda as questões parentais e da educação positiva através dessa lente. Com certificação internacional em Inteligência Emocional, em Educação Positiva e em Coaching, esta mãe de duas crianças é também a autora do blogue Mum’s the boss e do site ParentalidadePositiva.com Seja nos workshops, nas conferências, nas empresas, no blogue ou até nas suas sessões de Coaching e Aconselhamento Parental, a missão da Magda é entusiasmar os pais para estas temáticas, provando que é possível educar com base no respeito mútuo, desenvolvendo relações felizes e com profundo significado. Educar da cabeça para o coração, e portanto para a felicidade, é o que a move.
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| in wook.pt |
É assim que no portal da WOOK encontramos sugestões interessantes de leitura.
Não há como seguir essas sugestões e lermos calmamente durante as nossas férias de verão!
Boas Férias!
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| in wook.pt |
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Leituras de verão,
Sugestões de leituras
quarta-feira, 1 de julho de 2015
quinta-feira, 27 de novembro de 2014
domingo, 11 de maio de 2014
Uma sugestão de leitura: Gabriela Ruivo Trindade, Prémio Leya 2013
Gabriela Ruivo Trindade vence Prémio Leya com um romance que junta ficção e fotografia
O romance Uma Outra Voz, escrito por uma portuguesa
radicada em Londres, ganhou o Prémio Leya. Retrata a emigração para
África de uma família de Estremoz.
Manuel Alegre, presidente do júri, depois de aberto o
envelope onde está escrito o nome do concorrente, comunicou por
telefone a Gabriela Trindade a notícia de que era vencedora do Prémio
Leya. Nessa altura ficou a saber que ela nunca tinha escrito um romance e
também nunca tinha publicado. “É um romance onde se cruzam histórias
individuais com a história colectiva. É um romance onde se cruzam várias
personagens e é também a história de uma cidade do Alentejo, Estremoz”,
disse ao PÚBLICO o escritor.
“Tem personagens femininas muito
fortes, isso foi uma das coisas que mais me marcou e uma história de
amor também muito forte”, acrescentou. E tem ainda “traços de
originalidade e modernidade”, como o facto de mostrar algumas
fotografias de um personagem que a certa altura vai para África, são
fotografias dos anos 30, numa fazenda de café. “Foi uma boa escolha.
Vê-se que num período de crise destes as pessoas estão a procurar
soluções pela criatividade e neste caso pela criatividade literária.”
A
obra vencedora, anunciada esta terça-feira de manhã, foi escolhida por
um júri que incluiu também os escritores Nuno Júdice, Pepetela e José
Castello, e ainda José Carlos Seabra Pereira, da Universidade de
Coimbra, Lourenço do Rosário, reitor do Instituto Superior Politécnico e
Universitário de Maputo, e Rita Chaves, da Universidade de São Paulo.
O
poeta Nuno Júdice disse que destacaria em primeiro lugar “a qualidade
da escrita” na obra da premiada. “A coerência com que a história de uma
família de Estremoz é narrada desde o século XIX até este século sem
seguir o cânone do romance realista do século XIX.” Retrata a
realidade, pouco conhecida, da emigração para África muito antes da
guerra colonial. "É uma visão muito inovadora da nossa história com
pouco mais de um século."
Com cerca de 300 páginas, é um romance
contado a várias vozes, com personagens femininas muito fortes, em que o
ponto de vista da história se vai alterando. Júdice, tal como
Alegre, explicou que não se trata de uma narração simples, mas de um
romance em que por vezes encontramos documentos visuais que nos permitem
ver melhor o que foi essa época: “Junta fotografia com ficção.”
A
força do livro está para o crítico literário brasileiro José Castello,
que também fez parte do júri, “na insatisfação” que gera a escrita de
Gabriela Ruivo Trindade. “É uma escrita polifónica. Uma escrita que
mistura fotografia, árvore genealógica, é uma escrita inquieta”, disse
Castello ao PÚBLICO. “Muitas vezes existem livros bem narrados, bem
organizados mas escritos com medo. Escritos dentro de modelos clássicos,
repetitivos. E esse livro, mal você começa a ler, começa a descobrir
que está entrando num terreno que nunca pisou."
Para o
crítico, "essa aposta numa escrita muito original, num olhar original
sobre o mundo parece[-lhe] que foi o motivo mais forte para premiar esse
livro”. O romance tem “um entrelaçamento de histórias”, mas “o
principal são as vozes”. “Você nunca sabe direito os limites de fantasia
e de realidade. É um livro muito interessante, só lendo mesmo para
poder entender”, acrescentou.
Segundo o grupo Leya, esta foi, até
agora, a edição “mais concorrida e internacional” do prémio, com 491
originais oriundos de 14 países. Instituído em 2008 com o objectivo de
distinguir anualmente um romance inédito escrito em língua portuguesa, o
prémio foi nesse ano atribuído ao livro O Rastro do Jaguar, do
jornalista e ficcionista brasileiro Murilo Carvalho. No ano seguinte
venceu o escritor e historiador moçambicano João Paulo Borges Coelho,
com o romance O Olho de Hertzog, e em 2010 o júri, também então
presidido por Manuel Alegre, decidiu não atribuir o prémio, entendendo
que nenhum dos originais recebidos tinha qualidade para o receber.
Nos últimos dois anos, o Prémio Leya ficou em Portugal: em 2011 recebeu-o João Ricardo Pedro, com O Teu Rosto Será o Último, e ano passado foi a vez de Nuno Camarneiro, com o romance Debaixo de Algum Céu.http://www.publico.pt/cultura/noticia/gabriela-ruivo-trindade-vence-premio-leya-1609157
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
Uma leitura de verão: "Peregrinação", de Fernão Mendes Pinto
Uma boa sugestão de um livro para estas férias e para quem gosta de viagens, é a obra "Peregrinação", de Fernão Mendes Pinto.
A leitura torna-se deliciosa pela linguagem da época, pelas aventuras constantes, inúmeras peripécias, perigos e riscos de maior e variedade de cenários dados por um número infinito de lugares percorridos.
É o próprio, (por volta de 1558) e depois de ter regressado das suas missões no Oriente, que se dedica à redação da PEREGRINAÇÃO. Não esqueçamos que Fernão Mendes Pinto, nascido em Montemor-o-Velho, talvez em 1510 (?), sempre sentiu vontade de fazer fortuna e, deste modo, numa dada altura da sua vida, resolveu embarcar para a Índia.
Ficou no Oriente quase duas décadas e foi um dos primeiros portugueses a chegar ao Japão, país onde se pensa que desembarcou, na companhia de São Francisco Xavier e de mais jesuítas, chegando todos a ir também até à China.
Em 1558 terá regressado a Portugal onde fez por ser recompensado pelas suas missões no Oriente. Mas, como sempre acontece com as personagens importantes da nossa História de Portugal, só lhe foi concedida pouco tempo antes de morrer, uma pequena tença, por ordem de Filipe I. Vem a falecer em 1583.
É o próprio, (por volta de 1558) e depois de ter regressado das suas missões no Oriente, que se dedica à redação da PEREGRINAÇÃO. Não esqueçamos que Fernão Mendes Pinto, nascido em Montemor-o-Velho, talvez em 1510 (?), sempre sentiu vontade de fazer fortuna e, deste modo, numa dada altura da sua vida, resolveu embarcar para a Índia.
Ficou no Oriente quase duas décadas e foi um dos primeiros portugueses a chegar ao Japão, país onde se pensa que desembarcou, na companhia de São Francisco Xavier e de mais jesuítas, chegando todos a ir também até à China.
Em 1558 terá regressado a Portugal onde fez por ser recompensado pelas suas missões no Oriente. Mas, como sempre acontece com as personagens importantes da nossa História de Portugal, só lhe foi concedida pouco tempo antes de morrer, uma pequena tença, por ordem de Filipe I. Vem a falecer em 1583.
A sua obra é considerada uma obra-prima no campo da literatura de viagens, publicada muito depois da sua morte em 1583.
Boa leitura!
sexta-feira, 26 de julho de 2013
segunda-feira, 15 de abril de 2013
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
Leituras de verão - ótimas sugestões...
Apesar de ser uma professora aposentada, continuo a receber (graças a Deus!), sugestões de leituras por parte das editoras em quem sempre confiei, enquanto trabalhei no ensino.
Por isso, aqui estou a partilhar mais algumas obras interessantes e muito procuradas, para todas as idades, para que as possam aproveitar nas férias iniciadas nesta 2ª quinzena de agosto.
É preciso desenvolver nos mais novos o gosto pela leitura! Se alguns ainda não sabem ler, pois, é fácil de resolver esse problema: os pais, os irmãos ou os familiares fazem de contadores de histórias...e eles vão adorar!!!
Boas Férias e Boas Leituras!
- Mágoas da Escola, de Daniel Pennac
- Duarte e Marta, Ameaça no Vale do Douro, de Maria Inês Almeida e Joaquim Vieira
- Duarte e Marta, Mistério no Pavilhão de Portugal, de Maria Inês Almeida e Joaquim Vieira
- Diz que é um deles, de Dwem Akpan
- Regressar a casa, de Rose Tremain
- O Amor está no Ar, de Dorothy Koomson
- O Jogo do Acaso, de Penny Vincenzi
- Um Violino Na Noite, de Jojo Moyes
- O Esplendor da Vida, de Sveva Casati Modignani
- A Mensagem de Elena, de Brooke Desserich
- Fernando Pessoa, uma quase auto-biografia,
domingo, 29 de julho de 2012
Leituras de verão
Esta altura do ano é propícia a relaxamento e com ele, uma boa ocasião para nos entregarmos a algumas leituras que nos são indicadas, muitas das vezes pelas editoras, ou na imprensa falada e escrita.
Ora vejamos as sugestões:
"Um verão inesquecível", de Mary Balogh (ASA)
"Estrada da noite", de Kristin Hannah (Círculo de Leitores)
"Feliz aniversário", de Danielle Steel (Círculo de Leitores)
domingo, 22 de julho de 2012
O Poligrota...
Tendo recebido este texto por email, resolvi logo partilhá-lo aqui...
Acho-o muito engraçado e está bem imaginado, é um texto que nos diverte em tempo de férias...
"O POLIGROTA"
É verdade matemática que ninguém pódi negá,
que essa história de gramática só serve pra atrapaiá.
Inda vem língua estrangêra ajudá a compricá.
Meió nóis cabá cum isso pra todos podê falá.
Na Ingraterra ouví dizê que um pé de sapato é xu.
Desde logo já se vê, dois pé deve sê xuxu.
Xuxu pra nóis é um legume que cresce sorto no mato.
Os ingrêis lá que se arrume, mas nóis num come sapato.
Na Itália dizem até, eu não sei por que razão,
que como mantêga é burro, se passa burro no pão.
Desse jeito pra mim chega, sarve a vida no sertão,
onde mantêga é mantêga, burro é burro e pão é pão.
Na Argentina, veja ocêis, um saco é um paletó.
Se o gringo toma chuva tem que pô o saco no sór.
E se acaso o dito encóie, a muié diz o pió:
''Teu saco ficô piqueno, vê se arranja ôtro maió'...
Na América corpo é bódi. Veja que bódi vai dá.
Conheci uma americana doida pro bódi emprestá.
Fiquei meio atrapaiado e disse pra me escapá:
Ói, moça, eu não sou cabra, chega seu bódi pra lá!
Na Alemanha tudo é bundes. Bundesliga, bundesbão.
Muita bundes só confunde, disnorteia o coração.
Alemão qué inventá o que Deus criou primêro.
É pecado espaiá o que tem lugar certêro.
No Chile cueca é dança de balançá e rodá.
Lá se dança e baila cueca inté a noite acabá.
Mas se um dia um chileno vié pro Brasir dançá,
que tente mostrá a cueca pra vê onde vai pará.
Uma gravata isquisita um certo francês me deu.
Perguntei, onde se bota? E o danado respondeu.
Eu sou home confirmado, acho que num entendeu,
Seu francês mar educado, bota a gravata no seu!
Pra terminar eu confirmo, tem que se tê posição.
Ô nóis fala a nossa língua, ô num fala nada não.
O que num pode é um povo fazê papér de idiota,
dizendo tudo que é novo só pra falá poligrota...
(Autor desconhecido do Brasil)
sábado, 6 de agosto de 2011
Sugestão de Leituras para férias
Há um tempo atrás, apresentei num dos meus posts algumas leituras de verão, para lermos em tempo de férias, com a calma e o sossego necessários.
Encontramos na Edição Crítica das Obras de Eça de Queirós os Almanaques e Outros Dispersos - edição de Irene Fialho e coordenação do Professor Carlos Reis. Na introdução, que consta de 80 páginas, é explicado de que trata a colecção de textos dispersos, de diversas origens.
De Vargas Llosa, Prémio Nobel da Literatura 2010, podemos ler sete contos incluídos num volume, publicados no princípio da sua carreira, quando jovem: o primeiro foi Os Chefes (1959) e o último Os Cachorros (1967); são textos diferentes entre si, com utilização de vários recursos estilísticos. A consagração como escritor já amadurecido dá-se com "Conversas n'A Catedral".
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Sugestões de leituras para o verão
Nesta altura do ano, gostamos de nos descontrair em locais aprazíveis para pôr as nossas leituras em dia e procuramos ter sempre uma orientação para o fazer, consultando jornais ou revistas credíveis nesse campo.
Seja num parque, na praia, no campo, ou até no cantinho predilecto do nosso lar, esta altura é a ideal para o fazer!
Não é que durante o ano também não se proporcionem ocasiões para ler, mas no verão, sentimos que temos mais tempo e predisposição para tal! Depende dos nossos hábitos de leitura, do dia-a-dia de cada um de nós e da nossa própria vontade...
Quantas vezes nos sentimos entediados, e, com um livro na mão...tudo passa! Devemos desenvolver o gosto pela leitura, incutindo esse mesmo espírito nos mais novos!
Então, pegando por exemplo, no Jornal de Letras, de 15 a 28 de junho de 2011, encontramos algumas sugestões que me atrevo a indicar como leituras para estes próximos meses:
"Menos por Menos", de Pedro Mexia, da D.Quixote (antologia de poemas escolhidos);
"O Lume dos dias", de Flor Campino, da Afrontamento;
"Tiago Veiga - Uma Biografia", de Mário Cláudio, da D. Quixote;
"Amar a Vida Inteira", de Casimiro de Brito, da Roma Editora;
"Sítios", de José Bento, da Assírio e Alvim;
"Ficção e História na Literatura Angolana. O caso de Pepetela", de Inocência Mata, da Edição Mayamba (em breve, edição portuguesa, pela Colibri);
"Almanaques e outros Dispersos", de Eça de Queirós, Imprensa Nacional Casa da Moeda;
"Botânica das Lágrimas", de Pedro Foyos", da Hespéria;
"O que eu sei sobre as Mulheres" e "O que eu sei sobre os Homens", de Ana Sousa Dias, da Objectiva (conjunto de textos curtos, sequência de entrevistas)...
Boas leituras e boas férias!
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