terça-feira, 7 de abril de 2026

Abril: "É o próprio do mês de abril, as águas serem mil"

imagem in: ptpngtree.com

Algumas curiosidades deste mês:


"Em abril, águas mil"

Neste mês, os dias aumentam.


ORÁCULO (para quem gostar de ler ou acreditar! Crenças ou superstições - cada um sabe de si): 

As pessoas nascidas sob o signo de CARNEIRO são destinadas a enfatizar a busca de respostas para questões pessoais e metafísicas.

São naturalmente corajosas e raramente têm medo de julgamentos e riscos. 

Possuem uma força jovem e muita energia, independentemente da idade. Executam tarefas em tempo recorde.

Ao alinhar-se com eles mesmos, são capazes de atingir os melhores resultados. 

(segundo leitura n'O Verdadeiro Almanaque BORDA D'ÁGUA, 2025)

segunda-feira, 6 de abril de 2026

Segunda-feira de Páscoa ou Segunda-feira do Anjo

Quadro pintado por Rafael Sânzio: "Ressurreição de Cristo"
imagem in: pt.wikipedia.org

Partilho a minha primeira pesquisa sobre este tema:


Segunda-feira Angel, Segunda-feira de Páscoa, 

Segunda-feira de Páscoa

A segunda-feira seguinte ao Domingo de Páscoa é um dia de festa. O Domingo de Páscoa celebra a ressurreição do Senhor e é a festa mais importante do calendário litúrgico. A segunda-feira seguinte é dedicada a recordar o episódio evangélico no qual as mulheres, depois dos acontecimentos da morte de Cristo, vão ao túmulo de Jesus. Quando eles chegam, eles não encontram o corpo do mestre – que se levanta – mas um anjo do Senhor, que os espera lá. Do anjo eles recebem a grande notícia: “Não tenha medo, você! Eu sei que procurais Jesus, o crucificado. Ele não está aqui! Ele ressuscitou como disse; venha e veja o lugar onde ele foi colocado”. Este episódio encerra a mensagem muito importante da Ressurreição e a alegria que se segue. É por isso que é lembrado em um dia específico. O nome ‘Segunda-feira dos Anjos’ vem desta passagem evangélica.

Às vezes também se ouve o termo “segunda-feira de Páscoa”: a razão para esta expressão é que a festa da Páscoa dura oito dias – a Oitava da Páscoa. A segunda-feira anjo é também a segunda-feira da Oitava da Páscoa, e cada dia da Oitava é uma extensão da própria Páscoa.

O termo ‘Pasquetta’, por outro lado, é de tradição popular. A palavra ‘Pasquetta’ é um apelido para a palavra Páscoa: Pasquetta é uma pequena Páscoa, mais um dia para celebrar, não tão importante como o Domingo de Páscoa, mas prolongando a alegria do Domingo anterior. A segunda-feira de Páscoa também entrou na tradição civil como um dia festivo e recreativo.

(REFERÊNCIA.holyart.pt)


A minha segunda pesquisa:

A segunda-feira de Páscoa é o dia que sucede o domingo de Páscoa, sendo considerado feriado em numerosos países de todo o mundo. 

Nas Igrejas Orientais e na Igreja Ortodoxa, este dia é conhecido como "Segunda-feira do Brilho" ou "Segunda-feira da Renovação". 

Na Igreja Ocidental, esse dia marca o segundo dia da Oitava de Páscoa no calendário litúrgico.
Observações religiosas
Cristianismo Ortodoxo
Na Igreja Ortodoxa Oriental e nas Igrejas Católicas de Rito Bizantino, este dia é chamado de "Segunda-feira do Brilho" ou "Segunda-feira da Renovação". Os serviços religiosos, assim como no restante da Semana do Brilho, são bem diferentes dos do restante do ano e são semelhantes aos serviços da Páscoa (Domingo de Páscoa), incluindo uma procissão ao ar livre após a Divina Liturgia. Embora isso seja obrigatório para todos os dias da Semana do Brilho, muitas vezes eles são celebrados apenas na segunda-feira e talvez em alguns outros dias nas igrejas paroquiais, especialmente em países não ortodoxos.

Se a data do calendário para o dia festivo de um santo importante (por exemplo, São Jorge em 23 de abril, ou o padroeiro de uma igreja) ou o dia do nome de alguém cair durante a Semana Santa e a própria Páscoa, a festa é transferida para a Segunda-feira de Páscoa.

Cristianismo Ocidental
No cristianismo ocidental, a Segunda-feira de Páscoa é o segundo dia do Tempo Pascal, bem como o segundo dia da Oitava da Páscoa. Nas Igrejas Luteranas, o Evangelho da Segunda-feira de Páscoa refere-se ao encontro com Jesus ressuscitado na estrada para Emaús.

(REFERÊNCIA: pt.wikipedia.org)

domingo, 5 de abril de 2026

Páscoa 2026 - Domingo de celebração da Festa da Ressurreição de Jesus

imagem: www.youtube.com

Como é que se celebra a Páscoa?

Habitualmente, os cristãos vão à igreja no Domingo de Páscoa para celebrarem juntos a ressurreição de Jesus. Além disso, existem muitas outras tradições, como os ovos e o coelho de Páscoa. Mas, de onde vêm? Ambas simbolizam uma vida nova e um novo começo.

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O que diz a Bíblia acerca da Páscoa?

A palavra Páscoa não aparece na Bíblia. O que aparece é a palavra Pessach (traduzida como Páscoa), da qual a palavra Páscoa deriva. A Páscoa é uma das festas mais importantes do judaísmo. Na Páscoa, os judeus comemoram a libertação dos seus antepassados do Egito, como descrito no livro do Êxodo (Êxodo 12)

Jesus era judeu e em Mateus 26 lemos que Jesus celebrou a refeição da Páscoa pouco antes de ser crucificado. Desde o início, que a crucificação e a ressurreição de Jesus foram muito importantes para os cristãos, pois formam o núcleo da sua fé. Como a libertação também é central a esta mensagem, os primeiros cristãos vincularam a festa da Páscoa, à Páscoa antiga, celebrada pelos judeus, como se lê:

“…pois Cristo, nosso Cordeiro pascal, já foi morto. Celebremos, portanto, essa festa sem fermento velho, isto é, sem fermento de maldade ou imoralidade, mas com o pão da honestidade e da verdade.” 1 Coríntios 5,7-8

REFERÊNCIA: biblia.pt

sábado, 4 de abril de 2026

Aleluia! Sábado de Aleluia

imagem: www.momentodivino.com.br



imagem in www.youtube.com

A Semana Santa, considerado o período mais importante do calendário para os cristãos católicos, reúne celebrações que recordam a paixão, morte e ressurreição de Jesus Cristo.

Dentro desse contexto, o chamado Sábado de Aleluia, atualmente denominado Sábado Santo, ocupa um lugar de transição entre o luto da Sexta-feira Santa e a alegria do Domingo de Páscoa
.

(referência: oglobo.globo.com)

sexta-feira, 3 de abril de 2026

Sexta-Feira Santa, dia de recolhimento e reflexão

imagem in vaticannews.va


Sexta-feira Santa, o Mistério da Cruz e a Via-Sacra

Hoje as igrejas estão silenciosas. Na liturgia não há canto, não há música e não se celebra a Eucaristia, porque todo espaço é dedicado à Paixão e à morte de Jesus.

Silvonei José - Vatican News

Depois disso Jesus, sabendo que tudo estava consumado, e para que se cumprisse a Escritura, disse: “Tenho sede”. Havia ali uma jarra cheia de vinagre. Amarraram num ramo de hissopo uma esponja embebida de vinagre e a levaram à sua boca. Ele tomou o vinagre e disse: “Está consumado”. E, inclinando a cabeça, entregou o espírito” (Jo 18, 28-30).

Hoje as igrejas estão silenciosas. Na liturgia não há canto, não há música e não se celebra a Eucaristia, porque todo espaço é dedicado à Paixão e à morte de Jesus. Ajoelhamo-nos, para simbolizar a humilhação do homem terreno e a coparticipação ao sofrimento do Senhor. Porém, não é um dia de luto, mas um dia de contemplação do amor de Deus que chega para sacrificar o próprio Filho, verdadeiro Cordeiro pascal, para a salvação da humanidade.

A adoração da Cruz

A Cruz está presente na vida de todos os cristãos desde a purificação do pecado no Batismo, absolvição do Sacramento da Reconciliação, até o último momento da vida terrena com a Unção dos enfermos. Na Sexta-feira Santa somos convidados a adorar a Cruz para o dom da salvação que conseguimos através da sua vinda. Depois da ascese quaresmal o cristão está preparado para não fugir do sofrimento. Durante a liturgia os fiéis tocam a Cruz, a beijam e assim entram ainda mais em contato com a dor de Cristo que é a dor de todos, porque Ele carregou na Cruz os pecados de toda a humanidade para salvá-la.
A Sexta-feira Santa

A Sexta-feira Santa nasceu como dia da morte de Jesus (dia 14 do mês de Nissan, que caía numa sexta-feira). Trata-se de um dia de luto, acompanhado de "jejum", depois estendido a todas as sextas-feiras do ano. A liturgia é composta de três momentos: Liturgia da Palavra, Adoração da Cruz e Comunhão. Neste dia, por meio desta liturgia, os fiéis são convidados a fixar seu olhar em Jesus Crucificado, que morreu na cruz para cumprir a sua missão salvífica, que o Pai lhe havia confiado: "Eis o Cordeiro de Deus, que tira os pecados do mundo". O profeta Isaías diz: “Ele tomou sobre si os nossos pecados, as nossas dores e sofrimentos, e nós o julgamos castigado por Deus” (Is 52,13-53,12). Com a sua vida, Jesus pagou um alto preço pela nossa desobediência, mas o fez com amor e por amor: “Sendo rico, Jesus se fez pobre por vós, a fim de vos enriquecer com a sua pobreza” (2Cor 8,9). No contexto desta Sexta-feira Santa, cada um de nós pode ficar diante da cruz e dialogar com o Senhor Jesus sobre os próprios problemas, dramas, sofrimentos. Todas as questões sobre a vida são iluminadas pela Cruz, a ponto de chegarmos a dizer, realmente, que "o coração tem suas razões, que a razão não pode compreender". O Senhor Jesus deve ser acompanhado com amor, até o fim, como Ele o fez.

A Via-Sacra foi introduzida na Europa pelo dominicano beato Alvaro De Zamora da Cordoba em 1402 e mais tarde pelos Frades Menores.
“O caminho da Cruz”

A Via-Sacra consiste em percorrer espiritualmente o caminho de Jesus ao Monte Calvário enquanto carregava a Cruz, assim como a oportunidade de interiorizar em seu sofrimento.

Em relação ao seu significado, “Via Crucis”, ou Via-Sacra, significa em latim “O caminho da Cruz”. Este caminho é formado por 14 estações que representam determinadas cenas da Paixão, cada uma corresponde a um acontecimento especial ou a maneira especial de devoção relacionada a tais representações.

Antigamente, o número de estações variava consideravelmente em diferentes lugares, mas agora o Magistério prescreve quatorze:

1. Cristo é condenado à morte
2. Jesus carrega a cruz aos ombros
3. Jesus cai pela primeira vez
4. Jesus encontra a sua Santíssima Mãe
5. Simão Cirineu ajuda Jesus a carregar a cruz
6. Verônica enxuga o rosto de Jesus
7. Jesus cai pela segunda vez
8. Jesus encontra as mulheres de Jerusalém
9. Jesus cai pela terceira vez
10. Jesus é despojado de suas vestes
11. Jesus é pregado na cruz
12. Jesus morre na cruz
13. Jesus é descido da cruz
14. Jesus é colocado no sepulcro

No princípio, a oração da Via-Sacra era diferente. No século IV, a religiosa Egedia escreveu acerca das peregrinações que os cristãos realizavam a Jerusalém para percorrer os lugares da paixão e morte de Jesus com os Evangelhos na mão. Esta peregrinação terminava no Monte Calvário.

Papa na Via-Sacra

Durante a Jornada Mundial da Juventude em Lisboa em 2023 o Papa Francisco presidiu no parque Eduardo VII, a "Colina do Encontro", a Via-Sacra, onde partilhou com os jovens os momentos da Paixão de Cristo. 

"Hoje, vocês vão caminhar com Jesus hoje. Jesus é o Caminho e nós vamos caminhar com Ele, porque Ele caminhou”, disse Francisco. 

O caminho de Jesus, explicou o Papa, é Deus saindo de si mesmo para caminhar entre nós. É o que ouvimos tantas vezes na missa: "O Verbo se fez carne e habitou entre nós". E Ele o faz isso por amor. A Cruz que acompanha cada Jornada Mundial da Juventude, acrescentou o Pontífice, é o ícone, é a figura dessa jornada. A Cruz é o significado maior do amor maior, aquele amor com o qual Jesus quer abraçar nossa vida. E ninguém tem mais amor do que aquele que dá a vida por seus amigos, que dá a vida pelos outros. "É por isso que, quando olhamos para o Crucificado, que é tão doloroso, tão difícil, vemos a beleza do amor que dá a vida por cada um de nós."

quinta-feira, 2 de abril de 2026

Dia do Livro Infantil - histórias novas


www.portoeditora.pt


O livro infantil é sempre um companheiro nos nossos primeiros contactos com a leitura.

Torna-se um grande amigo para toda a vida.

Com eles, aprendemos desde pequenos, a divertirmo-nos, a conhecer o mundo e as suas culturas, a sonhar, a viajar e a imaginar.

Algumas sugestões de leituras interessantes:


www.portoeditora.pt

www.portoeditora.pt


www.portoeditora.pt
 (pequenas histórias da natureza)



Boas Leituras!

quarta-feira, 1 de abril de 2026

"Dia das mentiras - é hoje, dia 1 de abril

imagem: in magg.sapo.pt


imagem in: gout-saveur-tradition-fr


Neste dia, aproveitamos para pregar umas partidas, dizer algumas falsidades, espalhar uns boatos, enfim... a data tornou-se uma celebração anual. 

Tenho lido que esta brincadeira surgiu em França e que no início do do século XVI a entrada do Novo Ano se festejava a 25 de março, porque chegava a primavera. 

Desde essa altura até ao dia 1 de abril, era só festa. 

Em França, este dia é de brincadeira e conhecido como partidas do "poisson d'avril" (peixe de abril).

Nas escolas, os alunos penduram nas costas dos colegas um papel ou cartão com um peixe desenhado e aproveitam a brincadeira para escrever o que lhes apetece "metendo-se" com os colegas: recados, insultos, falsidade, defeitos, nomes feios...

Pesquisei e encontrei: 

Em 1564, depois da adoção do calendário gregoriano, o rei Carlos IX de França determinou que o ano novo seria comemorado no dia 1 de janeiro. Alguns franceses resistiram à mudança e continuaram a seguir o calendário antigo, pelo qual o ano se iniciaria a 1 de abril. Gozadores passaram então a ridicularizá-los, a enviar presentes esquisitos e convites para festas que não existiam. 

Essas brincadeiras ficaram conhecidas como plaisanteries. 

(in:pt.wikipedia.org)