sábado, 11 de janeiro de 2020

Stephen Hawking disse...

"A poluição, a ganância e a estupidez são as três maiores ameaças ao planeta." 

(Stephen Hawking, Cientista, 1942-2018)


imagem in https://super.abril.com.br/

imagem in wook.pt

quinta-feira, 9 de janeiro de 2020

Maria João Pires, uma pianista portuguesa



Pesquisei e encontrei na wikipedia:

Maria João Alexandre Barbosa Pires (Lisboa, Pena, 23 de Julho de 1944) é uma pianista portuguesa com dupla nacionalidade portuguesa e suíça, residente em Portugal.
Índice 


Biografia 
Filha póstuma de João Baptista Pires (Mogadouro, Mogadouro, Carviçais, 1898 - 1 de Julho de 1944) e de sua mulher Alzira dos Santos Alexandre Barbosa (Porto, 20 de Fevereiro de 1910 - 1 de Julho de 1994) e irmã de Hugo Alexandre Barbosa Pires, Maria Regina Alexandre Barbosa Pires e Maria Helena Alexandre Barbosa Pires. 
Muito cedo aprendeu a tocar piano: aos cinco anos deu o seu primeiro recital e aos sete tocou publicamente concertos de Mozart. Com nove anos recebeu o prémio da Juventude Musical Portuguesa. Entre 1953 e 1960 estuda com o Professor Campos Coelho no Conservatório de Lisboa. Prossegue os estudos musicais na Alemanha, primeiro na Musikakademie em Munique com Rosl Schmid e depois em Hanôver com Karl Engel. 
Maria João Pires torna-se reconhecida internacionalmente ao vencer o concurso internacional do bicentenário de Beethoven em 1970, que se realizou em Bruxelas
Fez na sua carreira numerosas digressões onde interpretou obras de Bach, Beethoven, Schumann, Schubert, Mozart, Brahms, Chopin e muitos outros compositores dos períodos clássico e romântico. Maria João Pires é convidada com regularidade pelas grandes orquestras mundiais para tocar nas melhores salas de concerto, apresentando-se regularmente na Europa, Canadá, Japão, Israel e nos Estados Unidos. 
Tem desenvolvido actividade tanto a nível individual (recitais, concertos, gravações) como em música de câmara: dos numerosos êxitos discográficos, destacam-se as gravações Moonlight, com sonatas de Beethoven; Le Voyage Magnifique, integral dos Impromptus de Schubert; nocturnos e outras obras de Chopin; sonatas de Grieg e os trios de Mozart, com Augustin Dumay (violino) e Jiang Wang (violoncelo). 
Foi a fundadora e dirigente do Centro de Belgais para o Estudo das Artes, em Escalos de Baixo no concelho de Castelo Branco, de cariz pedagógico, cultural e social. A pianista deixou o Centro em 2006, quando se transferiu para o Brasil. Na ocasião, ela declarou à Antena 2 e ao Aguarrás, ter sofrido muito ao tentar implementar o seu projecto em Portugal. As atividades do Centro de Belgais foram encerradas em 2009. 
No Brasil, adquiriu uma casa em Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador, estado da Bahia, onde passou a residir desde 2008. 
"A pianista Maria João Pires confirmou que está a pensar em pedir nacionalidade brasileira e, desta forma ficar com dupla nacionalidade, e não recusar a cidadania portuguesa, como teria sido anteriormente noticiado. O advogado da pianista enviou uma nota à Lusa, onde desmentiu a «suposta vontade» de Maria João Pires «renunciar à nacionalidade portuguesa», devido a uma «suposta zanga» com o Governo." 
A 9 de Agosto de 1983 foi feita Dama da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada, a 4 de Fevereiro de 1989 foi feita Comendadora da Ordem do Infante D. Henrique e a 9 de Junho de 1998 foi elevada a Grã-Cruz da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada
Foi casada com o fadista João Ferreira-Rosa, antes de casar com Ernst Ortwin Noth (Frankfurt, 4 de Dezembro de 1939), com quem teve duas filhas - Joana Benedita (n. 1967) e Maria Madalena (1968). 
Distinguida com um Óscar para a música clássica - dos mais importantes prémios no mundo, que recebeu em Setembro de 2015, em Londres. 
Depois de viver no Brasil, Bélgica e Suíça em 2017 regressou a Belgais. 
Em setembro de 2019 vai ser condecorada com a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique. 
Prémios 
Arriscou pela 2ª vez o Prémio Gramophone em 2012. 
Referências 
«Gramophone Recommended Recordings». Consultado em 14 de fevereiro de 2009. Arquivado do original em 9 de setembro de 2003 
Maria João Pires troca Belgais por nova vida no Brasil Arquivado em 5 de maio de 2007, no Wayback Machine. 27 de julho de 2006, publico.clix.pt/ 
Maria João Pires renuncia à nacionalidade portuguesa. Por Margarida Gomes. Público, 3 de julho de 2009. 
«Cidadãos Nacionais Agraciados com Ordens Portuguesas». Resultado da busca de "Maria João Pires". Presidência da República Portuguesa. Consultado em 5 de Janeiro de 2015 
Ligações externas 

Encontrei In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Maria_João_Pires

quarta-feira, 8 de janeiro de 2020

Uma percentagem preocupante traduzida no número 32 (32%)!


N Ú M E R O 

32%

Entre 2013 e 2018, o preço das casas subiu a um ritmo médio acumulado de 32% acima do rendimento médio de uma família composta por dois adultos e dois filhos. É evidente o impacto da invasão turística dos últimos anos nos orçamentos familiares e no custo de vida dos portugueses, que ganham um salário médio 45% abaixo do rendimento dos europeus. E os mais prejudicados são os que vivem nas grandes cidades, onde os preços mais escalaram.

in revista VISÃO de 12/12 a 18/12/2019


Fotografia: Arquivo/ Global Imagens 
in dinheirovivo.pt  


O preço das casas em Portugal cresceu, entre 2013 e 2018, a um ritmo médio acumulado 32% superior ao rendimento de uma família média composta por dois adultos (com o salário médio) e dois filhos a cargo. Os cálculos foram feitos pelo economista Eric Dor da Escola de Negócios IÉSEG da Universidade Católica de Lille, em França. O exercício permite perceber a evolução do poder de compra imobiliário dos habitantes de um país. “Para avaliar se a aquisição de uma habitação se tornou demasiado onerosa num determinado país, tendo em conta o orçamento dos agregados familiares, convém comparar o aumento dos preços face ao dos rendimentos”, começa por explicar o estudo do IÉSEG. No caso de Portugal as contas são pouco favoráveis aos potenciais proprietários. Pior do que o nosso país só a Irlanda, onde a diferença entre a taxa de crescimento dos preços das casas e a taxa de crescimento dos rendimentos líquidos de uma família típica ultrapassa os 60%. Os cálculos do economista francês foram feitos tendo em conta dois períodos: 2008 e 2018 e 2013 e 2018. O Dinheiro Vivo optou pelo segundo, uma vez que foi a partir de 2013 que os preços das casas começaram a recuperar de forma consistente depois da crise económica e financeira que causou grande erosão no valor das casas. “Na Irlanda e em Portugal, os preços das casas caíram acentuadamente durante a crise financeira, mas depois recuperaram”, sublinha o estudo da escola francesa de negócios. “Como resultado, nos últimos cinco anos, o crescimento acumulado do preço da habitação ultrapassou o crescimento do rendimento líquido de uma família típica em 60,04% na Irlanda e 32,03% em Portugal”. Mesmo considerando o crescimento médio anual dos preços das casas e dos rendimentos de uma família típica, a situação mantém-se desfavorável para Portugal, comparando com os 26 países analisados para os quais existem dados. A análise revela que a diferença entre os dois indicadores foi de 5,46%. A Irlanda surge de novo em primeiro lugar com um hiato de 9,25%. Mas nem todos os países tiveram este comportamento. Por exemplo, em França, a diferença entre a taxa de crescimento acumulada do preço das casas foi de -3,02% o que significa que os franceses ganharam poder de compra no mercado imobiliário. Mais significativo é o caso de Itália (-13,65%). Rendimento das famílias Infogram Crescimento anual Rendimento das famílias Infogram Preços em Portugal dos que mais sobem O estudo da escola de negócios analisou também a taxa de crescimento do preço das casas nos países com dados disponíveis. E Portugal surge como um dos que registaram maior aumento. Entre 2013 e 2018, a taxa acumulada de crescimento anual foi de 38,6%, correspondendo a um aumento anual médio de 6,72%. Comparando com o resto da Europa, Portugal é apenas ultrapassado pela Irlanda, Hungria, Estónia e Suécia com taxas de crescimento anual entre os 11% e os 7%. Do lado oposto da lista, aparece a Itália com uma desvalorização média anual dos preços das casas a rondar os 2%. Usadas sobem mais O estudo do IÉSEG permite ainda perceber quais as casas que registaram o maior crescimento. Ao longo dos cinco anos mais recentes, o crescimento acumulado dos preços médios foi mais acentuado nas casas usadas do que nas novas construções. Para uma casa sem anterior proprietário, a taxa de crescimento acumulado entre 2013 e 2018 foi de 24%, correspondendo a um aumento anual médio de 4,4%. Nas casas usadas, a taxa de crescimento foi de 44,5% nos últimos cinco anos, quase o dobro do valor das habitações a estrear. Em termos de taxa média anual, o crescimento nas casas usadas foi de 7,6%. 

(encontrei in: dinheirovivo.pt)

terça-feira, 7 de janeiro de 2020

Homenagem a Art Sullivan, o cantor belga que cantou "Petite Demoiselle"


musicvf.fr


Art Sullivan morreu na noite de quinta-feira para sexta-feira*, vítima de um cancro no pâncreas. A sua carreira conheceu vários pontos altos durante os anos 70, tendo dominado os topes e a rádio em Portugal nessa época, atuando no nosso país em diversas ocasiões.

De seu nome Marc Liénart Van Lidth de Jeude, nasceu a 22 de novembro de 1950, e escreveu canções como "Petite Fille aux Yeux Bleus", "Ensemble", "Petire Demoiselle" e "Adieu Sois Heureuse" que se tornaram temas de grande popularidade. Ainda nos anos 70 deixou a Bélgica, de onde era natural, para viver nos Estados Unidos da América, onde foi produtor de programas de televisão, segundo o jornal belga "Le Soir".

Regressou mais tarde, tendo produzidos documentários sobre famílias reais de vários países. A sua carreira conheceu novo alento com o advento do CD, quando os seus êxitos foram reeditados. Em 2020 iria celebrar 45 anos de carreira com dez grandes espectáculos.

Em 2014 foi publicada uma sua biografia autorizada, "Drôle de Vie en Chansons", pela editora La Boite à Pandore. Numa das suas muitas entrevistas para a imprensa portuguesa, à revista VIP, terá dito: "quando morrer, quero que as minhas cinzas sejam deitadas ao mar, em Cascais. Adoro Portugal, venho cá várias vezes por ano. Não é muito politicamente correto, mas costumo dizer que a Bélgica é o meu amor e Portugal a minha amante".

A sua mãe era da família Udekem d’Acoz, tal como a Rainha Mathilde da Bélgica. Esteve uma última vez em Portugal em agosto deste ano, tendo atuado nas Caldas na Rainha, no âmbito da Expotur. Em 2007 teve dois concertos marcados nos Coliseus do Porto e de Lisboa que seriam cancelados por "motivos de saúde", informou então a produtora Ritmos e Blues. Em 2010, quando completou 35 anos de carreira, realizou uma série de espectáculos em Portugal, acompanhado por orquestra, tendo reeditado em CD uma colectânea dos seus maiores êxitos exclusivamente para o mercado português e intitulada, precisamente, "Art Sullivan - 35 anos em Portugal". 

*morreu a 27 de dezembro de 2019

(encontrei in blitz.pt)