sábado, 27 de junho de 2020

Como iluminar o nosso dia

Uma mensagem para reflexão:

"Cada pessoa vê a realidade à sua maneira. O pessimista vê apenas o lado negativo, enquanto o otimista vê o lado positivo; o revolucionário vê sempre novas possibilidades, enquanto o acomodado não consegue ver novas perspectivas. A atitude que temos mostrará os resultados, os frutos que colheremos. Uma atitude positiva abre muitas portas e aponta oportunidades que passam despercebidas à pessoa que só vê o comum e o lado mau das coisas." (in "iluminai o meu dia" de Darlei Zanon, ed Paulus)

in pt.dreamstime.com

sexta-feira, 26 de junho de 2020

COVID-19: Costa e Marcelo foram contrariados por especialistas na tese do aumento de casos da COVID

in expresso.pt

Tanto António Costa como Marcelo Rebelo de Sousa têm deixado claro o seu desagrado perante o comportamento dos mais jovens, apontando-o como uma das justificações para o aumento do número de novos casos de COVID-19, especialmente na região de Lisboa e Vale do Tejo. Também têm sublinhado o papel que a testagem tem nos números totais, já que quanto mais se testar mais casos se irão encontrar.
Porém, os especialistas não partilham da mesma opinião. Segundo adianta o jornal Observador, as teses que o primeiro-ministro e o Presidente da República têm apresentado foram contrariadas na reunião que se realizou esta quarta-feira na sede do Infarmed, em Lisboa. Fontes partidárias ouvidas por esta publicação indicam que tanto Baltazar Nunes, epidemiologista do Instituto Nacional de Saúde Pública, como Rita Sá Machado, da Direcção Geral de Saúde (DGS), «desconstruíram o argumento dos testes».
Embora Portugal esteja a testar mais, ocupando o nono lugar do top de testes feitos por milhão de habitantes, esta não será a principal razão para o número crescente de novos casos confirmados de infecção. As mesmas fontes indicam que há outros factores a considerar, nomeadamente «o número de testes positivos por teste realizado». Nesse caso, «a taxa de positivos é muito elevada» e atrás de Portugal ficam apenas a Bulgária e a Suécia.
Quanto aos jovens, os líderes partidários ouvidos pelo Observador indicam que não existem sinais relativamente a um contágio mais elevado junto deste grupo etário. O caso da festa de Lagos, onde a maioria dos infectados é jovem, será a única excepção conhecida – somando já mais de 100 infectados.
No mesmo sentido, as festas e ajuntamentos não parecem ser o principal problema. Segundo os epidemologistas, o primeiro factor de contágio em Lisboa tem sido «a coabitação, em segundo lugar o contexto laboral e só em terceiro lugar o contexto social». Desconstruídos os argumentos, os especialistas alertam para uma possível segunda vaga, que pode ter como ponto de partida Lisboa.
FONTE: in executivedigest.sapo.pt

quinta-feira, 25 de junho de 2020

"Somos ondas do mesmo mar..."

Um pensamento profundo de Séneca:

"Somos ondas do mesmo mar, 
folhas da mesma árvore, 
flores do mesmo jardim."

in pgl.gal

quarta-feira, 24 de junho de 2020

São João no Porto: 24 de junho (2020)

in iberismos.com

Coragem: hoje é Dia de São João! 
Festejemos em família e vamos buscar os nossos "martelinhos"!

“De todas as cores, tamanhos e feitios”, o martelo “é um dos maiores símbolos do São João”. 
Segundo conta a história, “nasceu em 1963 para animar os estudantes, mas acabou por se tornar um ícone das festas da cidade”. 
Manuel António Boaventura, industrial de plásticos do Porto, foi quem lhe deu forma. “A ideia foi inspirada num saleiro pimenteiro que viu numa das suas viagens ao estrangeiro. O conjunto tinha o aspeto de um fole, ao qual o meu avô juntou um apito e um cabo, com o objetivo de criar mais um brinquedo”, conta Manuel Marinho, neto do criador.
Por altura da Queima das Fitas, “os estudantes procuravam um brinquedo ruidoso” para fazer jus à festa e Manuel Boaventura sugeriu o martelo. “O sucesso foi tal” que os estudantes levaram os martelos para o São João e deram início a uma tradição que se estende aos dias de hoje. 
(FONTE: in jpn.up.pt)

terça-feira, 23 de junho de 2020

Esta noite de São João não será a mais alegre dos últimos anos (2020)

in jpn.up.pt

Pela primeira vez, a noite de São João vai passar-se só em família e, por isso, não haverá nem gente, nem música, nem transportes públicos nas ruas do grande Porto. Até os adereços de São João estão proibidos. O policiamento, esse sim, haverá muito e vai ser reforçado.

A Câmara Municipal do Porto cancelou todas as festas e apelou aos portuenses  para que assassem as sardinhas nas suas casas e continuassem a dar mostras de grande civismo. Também a Câmara de Matosinhos encerrará as suas praias  na noite de São João, evitando ajuntamentos, aglomerações.

Este ano não podemos festejar os Santos Populares, e pronto, não é nenhuma tragédia! É bom que nos convençamos disso! 

Tragédia é morrer-se deste "micróbio" que, pelos vistos, não nos quer largar! 

Estamos constantemente a ser avisados que ele ainda é "desconhecido", que não devemos arriscar, que devemos observar todas as regras da DGS! 

E ouvimos todos os dias na televisão os conselhos dos médicos, dos enfermeiros, dos infeciologistas, dos cientistas, dos investigadores, não só portugueses, mas de todo o mundo...! 

Por isso, todas as nossas atitudes em contrário, ficam mesmo "à nossa conta e risco"!

segunda-feira, 22 de junho de 2020

António Ferro, quem foi?

imagem in seculos.wordpress.com

Escritor, jornalista e político, António Joaquim Tavares Ferro nasceu em 1895, em Lisboa, e morreu em 1956. Foi casado com a escritora Fernanda de Castro e pai do ensaísta António Quadros. Frequentou o curso de Direito. Desde cedo ficou ligado ao movimento modernista, emparceirando com personalidades como Mário de Sá-Carneiro, José de Almada-Negreiros, Fernando Pessoa e Luís de Montalvor. No início da sua carreira literária publica, em 1920, Teoria da Indiferença, manifestação do modernismo futurista, composta por uma longa coleção de aforismos paradoxais. Foi o principal impulsionador da revista Orpheu (1915) e, apesar de ainda ser menor de idade, foi nomeado editor da publicação por Mário de Sá-Carneiro. Posteriormente, participou nas primeiras manifestações do modernismo brasileiro, representado por autores como Sérgio Milliet, Oswald de Andrade, Mário de Andrade, Ronald de Carvalho ou Manuel Bandeira, proferindo conferências (A Idade do Jazz-Band) e colaborando com o seu órgão literário, a revista Klaxon, onde publica o manifesto Nós, drama poético marcado pela irreverência.

Em 1918 partiu para Angola como oficial miliciano, afastando-se assim do mundo do jornalismo e das letras. Regressado a Portugal um ano depois, assume a chefia da redação de O Jornal, na altura órgão oficioso dos partidários do presidente Sidónio Pais. Nos anos seguintes passaria ainda pelos periódicos O Século, Diário de Lisboa e Diário de Notícias, tendo sido responsável pela edição, além de Orpheu, de publicações periódicas como Alma Nova (1912) e Bandarra (1934). 
Percorrendo a Europa e a América, notabilizou-se com uma série de entrevistas e crónicas sobre personagens marcantes do cinema, da literatura ou da política do período entre as duas grandes guerras (Gabriel d'Annunzio, Clemenceau, Jean Cocteau, Mussolini, Primo de Rivera, Unamuno, Ortega Y Gasset, Salazar). Nomeado diretor do recém-criado Secretariado da Propaganda Nacional, anima uma "Política do Espírito", em cuja reflexão se harmoniza o sebastianismo, o espiritualismo, o nacionalismo cultural, a fidelidade à vanguarda modernista, o folclorismo, promovendo uma série de ações: criação do bailado português, fundação de um teatro do povo, valorização da arte popular, fundação de museus, organização de exposições, promoção do turismo, criação de prémios literários, proteção do cinema e dos estudos musicais. Estas manifestações culturais, mau grado a colaboração de artistas, escritores e intelectuais de reconhecido mérito, ressentiram-se de evidentes limitações ideológicas e éticas, uma vez que o Secretariado era um instrumento de propaganda do Estado Novo. 
Em 1949, retirou-se da atividade política e foi nomeado representante diplomático na Suíça e em Itália, sucessivamente, dedicando-se a uma atividade poética de cunho emotivo e subjetivo, filiada num tipo de lírica tradicional.

António Ferro in Infopédia [em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2020. [consult. 2020-06-22 19:27:56]. Disponível na Internet: https://www.infopedia.pt/$antonio-ferro


domingo, 21 de junho de 2020

Gabriela Schaaf, uma cantora luso-suíça que hoje vou recordar





Gabriela Schaaf
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Gabriela Schaaf (Basileia, 1960) é uma cantora luso-suíça, nascida na Suíça, filha de pai suíço e mãe italiana que foi viver para Portugal, mais exatamente para a cidade do Porto, em 1971.
Ainda estudava no Colégio Alemão, quando encontrou o maestro José Calvário a quem lhe revelou o seu grande sonho em ser cantora. Depois de ter realizado audições, foi seleccionada para gravar três temas do álbum Hoje há conquilhas, amanhã não sabemos do grupo Banda do Casaco (1977).
Em 1978, obteve grande sucesso, graças ao tema "Põe os teus braços à volta de mim" e no ano seguinte (1979) ficou em segundo lugar no Festival RTP da Cançãocom a canção "Eu só quero". Ainda no verão desse ano, gravou em Zurique o álbum Vídeo, cujo tema mais popular foi "Homem muito Brasa". Deslocou-se depois para Nova Iorque onde lecionou português e alemão. Em 1982, gravou o álbum Outra Vez.
Regressou a Portugal em 1986, onde participou no Festival RTP da Canção com a canção "Cinza e mel".
Em 1988, partiu para Zurique, onde vive na atualidade.


Letras de: EU SÓ QUERO
Abre-me a porta
Apaga-me a luz
Preciso falar-te agora
De nós, a sós
Abre-me os olhos
Arde-me a pressa
Preciso guardar-te agora
Tão fora de nós
Abre-me a cama
Arde-me um beijo
Quero voar em nós
Soltar a voz
Que há dentro de nós
Eu só quero teu braço que me abraça
Eu só quero o teu beijo que me afoga
Eu só quero o teu corpo que me enlaça
Eu só quero o teu fogo que me afaga
Eu só quero o teu livro que me ensina
Eu só quero o teu jeito que me ajeita
Eu só quero o teu ar que me fascina
Eu só quero o teu gozo que me enfeita
Abre-me o sono
Arde-me um sonho
Preciso morar em ti
Demora em mim
Abre-me um dia
Arde-me a fome
Quero voltar aqui
Soltar assim
O que há dentro de mim
Eu só quero teu braço que me abraça
Eu só quero o teu beijo que me afoga
Eu só quero o teu corpo que me enlaça
Eu só quero o teu fogo que me afaga
Eu só quero o teu livro que me ensina
Eu só quero o teu jeito que me ajeita
Eu só quero o teu ar que me fascina
Eu só quero o teu gozo que me enfeita
Eu só quero, eu só quero, eu só quero
Eu só quero o teu braço que me abraça
Eu só quero o teu beijo que me afoga.
Fonte: LyricFind
Compositores: Antonio Manuel Avelar Flor Pinho / 
Nuno Manuel de Sousa Rodrigues
Letras de Eu Só Quero © Sony/ATV Music Publishing LLC