sexta-feira, 18 de junho de 2010

Homenagem a José Saramago, Prémio Nobel da Literatura

Aos 87 anos, faleceu hoje na sua residência de Lanzarote, após doença prolongada, o nosso primeiro Prémio Nobel da Literatura - o escritor José Saramago.


No Jornal Público de hoje, de 18.06.2010, pode ler-se:

“Desaparece um enorme escritor universal” 
A notícia da morte de José Saramago apanhou Eduardo Lorenço e Carlos Reis em Cáceres, Espanha, onde se tinham deslocado para uma reunião do júri que atribuiu o prémio de criação da Junta de Estremadura a Eugenio Trías. “A notícia da morte chega nos momentos e nos lugares mais estranhos, mesmo que ela seja uma morte não propriamente anunciada, mas já esperada”, diz o ensaísta Carlos Reis, que conta que estava “à porta de um hotel, em Cáceres”, comentando com Lourenço “o frágil estado de saúde de José Saramago”, quando “de repente, uma chamada telefónica (malditos telemóveis!)” lhe trouxe a notícia da morte do Nobel da Literatura."
“Com José Saramago", diz Carlos Reis, desaparece não apenas um grande escritor português, mas sobretudo um enorme escritor universal”. No entanto, acrescenta, “fica connosco um universo: esse que Saramago criou, feito de uma visão subversiva da História e dos seus protagonistas, dos mitos estabelecidos e das imagens estereotipadas”.


Conheça a vida e obra de José Saramago, pesquisando:

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Le Centre Georges Pompidou

O Centro Georges Pompidou é um Centro Nacional de Arte e de Cultura, em Paris.

Foi fundado em 1977, abrigando um museu, uma biblioteca, teatros, e outros pontos culturais, de grande  interesse.

É um dos Centros Culturais mais visitados e procurados pelos visitantes e turistas estrangeiros.

                                   

Renzo Piano e Richard Rogers desenharam o referido Centro Cultural.

"O projeto foi considerado extremamente arrojado, sendo inserido em um momento de crise da arquitetura moderna, embora tenha sido bastante criticado. Alguns teóricos afirmam que o Centro (tanto pela sua arquitetura quanto pela sua proposta) é um dos marcos do início da pós-modernidade nas artes. Sua implantação configura a existência de um espaço público (a praça do Centro) para o qual as suas atividades internas se estendem. O Centro Pompidou é um dos principais exemplos da arquitetura high-tech, uma tendência dos anos 70 e que continua a ser explorada até hoje e se inspira na arquitetura industrial e nas novas tecnologias. A arquitetura high tech utiliza os elementos tecnológicos como objetos estéticos. No Centro Pompidou, isto pode ser observado nas grandes tubulações aparentes (dutos de ar condicionado e outros serviços), nas escadas rolantes externas (ver imagem) e no sistema estrutural em aço por sua semelhança aos sistemas industriais." http://pt.wikipedia.org/wiki/Centro_Georges_Pompidou








quarta-feira, 16 de junho de 2010

Os 100 anos do Castelo de São Jorge


O Castelo de São Jorge comemora 100 anos. É um monumento nacional, assim classificado por decreto de D. Manuel II.

A partir desta quarta-feira terá lugar o espectáculo "Histórias do Castelo - Séculos de História em 100 Anos de Monumento Nacional". As sessões decorrem a 16 e 17 de Junho, às 22:00 e às 23:30, nos dias 18 e 19.

O público poderá visualizar nas muralhas do Castelo, desenhos digitais, de António Jorge Gonçalves.

terça-feira, 15 de junho de 2010

Visiting Porto and Vila Nova de Gaia


Foto tirada do Jardim do Morro, em Vila Nova de Gaia

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Jardin du Luxembourg


Le Palais du Luxembourg foi mandado construir pela mãe de Luís XIII, Marie de Médicis.

Situava-se no lugar de um antigo hotel que pertencia ao Duque de Luxemburgo (daí, o seu nome).

Em 1615 era conhecido como Palais Médicis.

Gastão de Orleans, segundo filho de Marie e irmão mais novo de Luís XIII, herdou o Palácio do Luxemburgo. Depois de vários proprietários, o palácio não voltaria a ser habitado até Luís XVI, que, mais tarde, resolveu oferecê-lo a um irmão seu, o Conde de Provença, em 1778.

Durante a Revolução, tornou-se uma prisão, mas por pouco tempo. Tempos depois, seria a primeira residência do Primeiro Cônsul de França, Napoleão Bonaparte!

O Palácio foi remodelado, no século XIX. Recebeu uma fachada nova para o lado do jardim (entre 1836 e 1841), tendo sido a obra realizada por  Alphonse de Gisors. Além disso, Eugène Delacroix realizaria um ciclo de pinturas, entre 1845 e 1847, que seria acrescentado à biblioteca.

Le Palais du Luxembourg, hoje, é a sede do Senado de França.


Le Jardin du Luxembourg apresenta parterres e relvados, ricamente ornamentados e com estátuas; também se pode ver, além do teatro de marionettes, um pomar com árvores de fruto.

O Jardim recebe permanentemente visitas de dezenas de pessoas: sentam-se nos bancos, ora lendo, ora contemplando as  flores deste belíssimo espaço verde, tão convidativo ao lazer...




domingo, 13 de junho de 2010

Provérbios do Mundo

"Todos os homens são feitos do mesmo barro, mas não no mesmo molde."      
(provérbio mexicano)  
                                         
                                                                          








"Enquanto o tímido reflecte, o valente vai em frente, triunfa e volta."
 (provérbio grego)


"Com a mentira pode ir-se longe, mas sem esperanças de regresso."
 (provérbio judeu)


Quando apontas com um dedo, lembra-te que três apontam para ti."
 (provérbio inglês)






sábado, 12 de junho de 2010

L'Opéra Garnier de Paris (Académie Nationale de Musique)


A Ópera Garnier ou Palais Garnier é uma casa de ópera de Paris, construída em estilo neobarroco e considerada uma obra-prima. Fica situada na Place de l'Opéra.

A sua fundação remonta a Louis XIV (1669), e já é o 13º teatro a hospedar a Ópera de Paris. A sua construção começou em 1862,  não tendo sido  concluída até 1875, devido à descoberta de um lago subterrâneo.

Esse lago ainda existe sob o edifício da Ópera e, dizem os entendidos, que era o esconderijo do "Fantasma da Ópera" na peça de Paul Leroux, que viria a tornar-se muito famosa.

Tem cerca de 1980 lugares sentados.

O palácio, na sua origem, era conhecido como Ópera de Paris, mas, em 1989, depois da inauguração da Ópera da Bastilha, passou a chamar-se Ópera Garnier, sendo agora utilizada essencialmente para apresentações de ballet. Também chegou a ter, oficialmente, o nome  de Palais Opéra.Quando Paris sofreu uma grande reforma urbana, por alturas do Segundo Império, o prefeito da região, Georges-Eugène Haussmann obteve autorização de Napoleão III (1859) para mandar limpar 12 000 m2 de terreno; o projecto foi a concurso, em 1861, tendo vencido e ficado responsável pela sua construção, o arquitecto Charles Garnier (1825-1898), que curiosamente, também é o autor da Ópera de Monte Carlo (Mónaco).

O edifício de L'Opéra Garnier de Paris é considerado um dos maiores teatros do mundo. Colunas de mármore rosa decoram a sua fachada, bem como duas grandes estátuas douradas e ainda várias esculturas.


O seu interior é ainda mais fabuloso. A grande escada de mármore tem 30 metros de altura. No Grande hall de entrada podemos ver um tecto em mosaico, repleto de lustres. O luxo é de tal ordem que é comparável aos corredores do Palais de Versailles.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Musée d'Orsay à Paris


Le Musée d'Orsay, em Paris, está situado na margem esquerda do rio Sena.

Apresenta ricas colecções de arte, essencialmente pinturas e esculturas da arte ocidental, compreendendo o período entre 1848 e 1914.

Podemos deliciar-nos com obras de Van Gogh, Monet, Degas... e muitas outras. Também decorrem exposições temporárias, ao mesmo tempo das que estão expostas permanentemente.

Este museu, curiosamente, "instalou-se" na antiga Gare d'Orsay (estação ferroviária); essa gare fora construída para o "Chemin de Fer de Paris à Orléans", precisamente, no local ocupado até 1871 pelo Palais d'Orsay (palácio administrativo); este foi inaugurado em 1898, para a Exposição Universal de 1900, tendo sido projectado pelo arquitecto Victor Laloux.

Mais tarde, devido às pequenas dimensões do cais, tornou-se apenas numa estação da rede suburbana de caminhos de ferro (1939); depois, funcionou como uma estação de correios central (enquanto durou a segunda guerra mundial), vindo a fechar a 1 de Janeiro do ano de 1973.

Por vontade do governo francês, a estação foi transformada em Museu, tendo sido designados como responsáveis por essa adaptação, os arquitectos Renaud Bardon, Pierre Colboc e Jean-Paul Philippon; foi  inaugurado a 1 de Dezembro de 1986, pelo Presidente François Mittérand.


Segundo a pesquisa que efectuei na Wikipedia, nele podemos encontrar:

"Colecções
As colecções do museu provêm essencialmente de três locais: do museu do Louvre, as obras de artistas nascidos a partir de 1820, ou que tenham emergido no mundo da arte com a Segunda República; do museu do Jeu de Paume, as obras impressionistas desde 1947; e do museu de arte moderna de Paris, as obras mais recentes. Estas colecções abrangem várias vertentes das artes plásticas tais como a pintura, a escultura, a fotografia entre outras.

Pintores
Pierre Bonnard, Eugène Boudin, Gustave Caillebotte, Paul Cézanne, Camille Corot, Gustave Courbet, Honoré Daumier, Edgar Degas, Eugène Delacroix, Henri Fantin-Latour, Antoni Gaudí, Paul Gauguin, Vincent van Gogh, Hector Guimard, Jean-Auguste-Dominique Ingres, Gustav Klimt, Édouard Manet, Henri Matisse, Jean-François Millet, Piet Mondrian, Claude Monet, Gustave Moreau, Berthe Morisot, Edvard Munch, Nadar, Camille Pissarro, Pierre Puvis de Chavannes, Pierre-Auguste Renoir, Auguste Rodin, le douanier Rousseau, Paul Sérusier, Georges Seurat, Paul Signac, Alfred Sisley, Henri de Toulouse-Lautrec, James McNeill Whistler

Escultores
François Rude, Jules Cavelier, Jean-Baptiste Carpeaux, Auguste Rodin, Paul Gauguin, Camille Claudel e Honoré Daumier".



Berthe Morisot  (Manet, 1872)