terça-feira, 21 de abril de 2026

Os Estados Unidos e o Irão: um conflito eterno

imagem in: pt.euronews.com

É deveras preocupante o que se está a passar em todo o mundo, mas, mais concretamente, de há três anos para cá, é constrangedor assistir ás notícias nos meios de comunicação social sobre o que se vai passando.

São conflitos sobre conflitos, crises sobre crises sendo os mais preocupantes, as guerras que nos estão a martirizar: Rússia-Ucrânia, Israel-Palestina, Israel-Líbano e mais recentemente, Estados Unidos-Irão.

Ao fazer a minha leitura sobre as notícias do mundo em pt.euronews.com, encontrei um artigo sobre EUA e Irão, e partilho-o para melhor compreendermos o que está verdadeiramente em jogo: grandes interesses, poder, dinheiro, corrupção...

Quando voltaremos a ter paz verdadeira? Ai, quão longe eu sinto que dela estamos!

Segue-se então o artigo de MALEK FOUDA, de 21/04/2026:

Cessar-fogo entre EUA e Irão à beira do colapso devido a impasse nas conversações e agravamento da crise no Estreito de Ormuz

Washington e Teerão manifestaram-se ambos prontos a retomar as hostilidades, uma vez que as conversações de paz no Paquistão continuam no limbo depois de o Irão se ter retirado da segunda ronda de negociações.

Os Estados Unidos e o Irão advertiram que estão prontos para retomar a guerra à medida que o cessar-fogo em curso se aproxima do seu termo, uma vez que o destino da segunda ronda de conversações de paz de alto risco entre Washington e Teerão permanece incerto.

A Casa Branca disse que o vice-presidente JD Vance estava pronto para voar de volta a Islamabad para liderar a delegação dos EUA, que também incluiria o enviado especial do presidente Donald Trump, Steve Witkoff, e o genro do presidente, Jared Kushner.

As negociações estavam inicialmente previstas para segunda-feira na capital paquistanesa, mas foram interrompidas depois de o Irão ter anunciado a sua retirada das conversações destinadas a pôr termo à guerra, que envolveu o Médio Oriente e abalou os mercados mundiais.

A retirada de Teerão foi parcialmente desencadeada pela apreensão pelos EUA de um navio de carga com bandeira iraniana a caminho de um porto no domingo. A Marinha dos EUA afirmou que o navio não tinha cumprido os seus avisos e estava a tentar fugir ao bloqueio dos portos iranianos.O bloqueio entrou em vigor na semana passada em resposta ao encerramento do Estreito de Ormuz pelo Irão desde o início da guerra, a 28 de fevereiro, o que provocou uma subida em flecha dos preços do petróleo a nível mundial.

O Irão afirmou que o bloqueio naval dos seus portos é uma violação do acordo de cessar-fogo, o que os EUA refutam. Trump insistiu que a Marinha dos EUA continuará a aplicá-lo até que o Irão reabra a via navegável estratégica que controla ao tráfego marítimo, sem condições."O bloqueio, que não será retirado até que haja um 'acordo', está absolutamente a destruir o Irão. Eles estão a perder US$ 500 milhões (...) por dia, um número insustentável, mesmo a curto prazo", escreveu Trump na rede social Truth Social.

Teerão também disse que se recusa a envolver-se em quaisquer esforços diplomáticos sob a ameaça de ataque, depois de Trump, em vários posts nas redes sociais nos últimos dias, ter ameaçado intensificar os combates e fazer "explodir" todo o país se este não entrar num acordo com Washington.

"Trump, ao impor um cerco e violar o cessar-fogo, procura transformar esta mesa de negociações - na sua própria imaginação - numa mesa de rendição ou para justificar um novo belicismo", escreveu o presidente do parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, no X, na segunda-feira.

"Não aceitamos negociações sob a sombra de ameaças e, nas duas últimas semanas, preparámo-nos para revelar novas cartas no campo de batalha", acrescentou.

A Guarda Revolucionária do Irão - uma unidade de elite com a sua própria marinha, que responde diretamente perante o ayatollah - avisou que iria atacar qualquer navio que tentasse passar pelo Estreito de Ormuz sem autorização.

As vias navegáveis facilitam a passagem de cerca de um quinto das exportações mundiais de petróleo, gás e outros produtos cruciais como os fertilizantes.

O petróleo bruto Brent, o padrão internacional, foi negociado a pouco mais de 95 dólares por barril na terça-feira, uma queda acentuada em relação ao valor próximo de 120 dólares que atingiu antes do cessar-fogo, mas ainda assim um aumento de cerca de 40% em comparação com os preços no início de fevereiro.

domingo, 19 de abril de 2026

Roberto Carlos, o Rei, faz hoje 85 anos - PARABÉNS!

imagem obtida em pt.wikipedia.org


Nome completoRoberto Carlos Braga
Outros nomes
  • Rei 
  • Rei da Jovem Guarda 
  • Rei da Juventude 
  • Brasa 
  • Rei da MPB
  • Zunga
Nascimento
19 de abril de 1941 (85 anos)

ResidênciaRio de JaneiroRJ
Nacionalidadebrasileiro
Cônjuge
  • Cleonice Rossi (c. 1968–79)
  • Myrian Rios (c. 1979–89)
  • Maria Rita Simões (c. 1996; m.1999)
Ocupação
Período de atividade1950–presente
Prêmioslista completa
Carreira musical
Gênero(s)
Instrumento(s)
Gravadora(s)
Afiliações
Lista
Religiãocatólico
Websiterobertocarlos.com
Assinatura

Roberto Carlos Braga (Cachoeiro de Itapemirim19 de abril de 1941) é um cantor e compositor brasileiro. Figura-chave do movimento cultural Jovem Guarda, é considerado um dos principais responsáveis pela popularização do rock no Brasil e um dos pioneiros na introdução de gêneros internacionais — como a música beat, o soul e o funk — no cenário musical do país. Ao longo de sete décadas de carreira, consolidou-se como o artista de maior êxito comercial e um dos mais influentes da história da música brasileira, sendo frequentemente citado pela alcunha de "Rei".








 Itapemirim, 19 de abril de 1941) é um cantor e compositor brasileiro. Figura-chave do movimento cultural Jovem Guarda, é considerado um dos principais responsáveis pela popularização do rock no Brasil e um dos pioneiros na introdução de gêneros internacionais — como a música beat, o soul e o funk — no cenário musical do país. Ao longo de sete décadas de carreira, consolidou-se como o artista de maior êxito comercial e um dos mais influentes da história da música brasileira, sendo frequentemente citado pela alcunha de "Rei".