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Marco Aurélio (121 -180 d.c.) foi um dos bons Imperadores Romanos (com efeito, era uma pessoa muito honesta e gostava de fazer bem às pessoas).
Teve uma vida muito agitada provocada por várias guerras, pela peste Antonina, pelas contrariedades e desgostos familiares.
Não lhe interessava muito ser Imperador apesar de governar com toda a sabedoria que o seu caráter lhe conferia - a de um homem bom e muito virtuoso!.
Do que ele gostava verdadeiramente, era da filosofia, tendo estudado o estoicismo desde criança.
É autor de um diário em que nele escrevia as suas meditações, pensamentos e reflexões mais íntimas.
Algumas das suas Meditações extraídas do Livro 2:
7. As coisas externas distraem-te? Então, concede-te tempo para aprenderes algo de valor: para de te deixar ser puxado para todas as direções. Mas certifica-te de que te proteges contra outros tipos de confusões. Pessoas que trabalham durante toda a sua vida sem ter um objetivo para o qual direcionar os seus pensamentos e esforços, estão a desperdiçar o seu tempo - mesmo quando trabalham arduamente.
8. Não há infelicidade que provenha de não saber o que vai na alma dos outros; mas se não prestamos atenção aos movimentos da nossa alma
9. Nunca esquecer estas coisas:
- a natureza do mundo
- a tua natureza
- como te identificas com o mundo
- qual a fração dele que ocupas
- que és parte da natureza e que ninguém pode impedir-te de falar e agir sempre em harmonia com ela.
É um reconforto ler estas mensagens que tanto "tocam" os nossos corações.
A sua sabedoria está bem patente nestas "meditações".
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