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domingo, 23 de maio de 2021

Portugal celebra hoje 842 anos!

D. Afonso Henriques
in pt.slideshare.net

A data de 23 de maio de 1179 é apontada como aquela em que o Papa Alexandre III emitiu a bula "Manifestis Probatum" reconhecendo Portugal (um dos países mais antigos da Europa) como reino independente.

Esta data não é consensual entre os especialistas, mas é com D. Afonso Henriques que Portugal se torna independente através do Tratado de Zamora que foi assinado entre ele e o Rei de Leão a 5 de outubro de 1143.


(A bula Manifestis Probatum, o documento fundador do reino)
imagem in ensina.rtp.pt

quinta-feira, 5 de março de 2020

A Quinta do Paço do Porto faz 100 anos! Parabéns!


imagem in mercadobomsucesso.pt

imagem in leitariadaquintadopaco.com

100 anos de Leitaria da Quinta do Paço: éclairs, mudanças e muito chantilly 

Começou na produção de leite, descobriu o chantilly e juntou tudo o que sabia num éclair que se tornou famoso no Porto e arredores. A Leitaria da Quinta do Paço faz 100 anos e não quer ficar por aqui.
A Leitaria da Quinta do Paço tornou-se conhecida por ser a primeira empresa do setor a distribuir leite pasteurizado em garrafas de vidro no norte do país, aliás eram muitas as mulheres com garrafas na cabeça que calcorreavam as ruas do Porto e há quem ainda se lembre delas. Mais tarde veio a manteiga, o queijo e o iogurte, mas a partir da década de 50 todos os processos de tratamento e engarrafamento de leite foram industrializados, e à fabrica em Paços de Ferreira juntou-se uma estação de recolha e um armazém em Paranhos, um depósito de venda no Mercado do Bom Sucesso, na Boavista, e um posto de venda na Praça Guilherme Gomes Fernandes, na baixa do Porto, que permanece em funcionamento até hoje.
“Os cafés não eram bem vistos na época, a leitaria era um espaço mais familiar que as senhoras já podiam frequentar”, conta ao Observador, José Eduardo Costa, atual responsável pela marca.Nesta mesma praça, famosa desde sempre pela venda de produtos alimentares, eram muitas filas à porta de pessoas que esperavam levar para casa o estranho creme branco chamado chantilly de fabrico próprio e vendido em sacos de papel encerado. Em 1960, Alexandre Furtado Mendonça descobre o éclair recheado com chantilly numa viagem à Suíça e decide reproduzir a receita quando chega a Portugal. É no mesmo prédio da loja mãe, na baixa do Porto, que a iguaria é confecionada, conquistando rapidamente o paladar dos clientes.
Com a morte de Furtado Mendonça, em 1973, o negócio passou para as mãos de dois funcionários e esteve mesmo em risco de fechar devido a má gestão, até que em 2012 José Eduardo e Joana Ramalho Costa ressuscitaram a marca. Nesse mesmo ano registam o éclair clássico como o Doce do Porto e contrariam assim a teoria de que a cidade não tem um doce característico, como o pastel de nata em Lisboa, o jesuíta em Santo Tirso ou o Dom Rodrigo no Algarve.

Uma fábrica onde são os homens que põem a mão na massa

Sem qualquer experiência no universo dos lacticínios, o casal abraçou a história da leitaria e deu-lhe um novo rumo. “É engraçado porque a gerente da nossa loja na baixa foi, na fase mais crítica da marca, a uma vidente que lhe disse que um casal iria salvar a empresa. Não somos da área, mas bastou adicionar farinha e um pouco de açúcar, pois o potencial já estava aqui”, diz José Eduardo ao Observador.
Começaram por transferir a linha de produção para uma antiga casa de família convertida numa pequena fábrica, em Vila Nova de Gaia, que no verão irá ser aumentada, mudaram a imagem, apostaram na cafetaria, lançaram um lote próprio de café e inauguraram os éclairs temáticos para dias especiais. O segredo, dizem, está na qualidade dos ingredientes e tudo começa na massa choux,uma mistura de água com margarina, que depois de derretida, vê adicionada a farinha de trigo e o ovo. Depois de envolvido durante 45 minutos, o preparado é depositado numa máquina que, de forma automática, a corta em retângulos de oito centímetros para os mini éclairs, de 28 centímetros para os grandes, e de 55 centímetros para os novos XL.Filipe Cunha trabalha há sete anos na casa e é de avental e touca branca que nos explica o processo de confeção que conhece de olhos fechados. Depois da massa ser cortada, parte dela é congelada e segue para a loja de Lisboa, para posteriormente ser montado o éclair, a outra parte é distribuída em tabuleiros, que vão para um forno a 200 graus durante 35 minutos. Os retângulos crescem e ficam dourados, tal como se quer. Uma fornada leva 700 éclairs que são depois recheados, de forma automatizada, com chantilly, são produzidos cerca de 60 litros por dia. O doce é depois coberto à mão, graças a um saco de pasteleiro, com um dos 13 preparados possíveis. Além do clássico chocolate de leite, há chocolate negro, chocolate com cereais, limão, caramelo, café, frutos vermelhos ou maçã com canela.
Rodeado de utensílios em inox, sacos de papel com farinha, balanças e frigoríficos XXL, João Correia supervisiona todos os passos. O chef pasteleiro está a trabalhar na leitaria há menos de um mês, é natural de Bragança e até gostava de ser jogador de futebol, mas a herança de uma família ligada à doçaria falou mais alto. Depois de estudar pastelaria em França e em Barcelona, regressou a norte e passou pelo BB Gourmet antes de se aventurar na nova vida desta casa centenária.
De Vila Nova de Gaia saem dois a três mil éclairs por dia, entre as 4h e as 12h seis homens trabalham arduamente com as mãos na massa, mas é Domingos Ramalhão que distribui o que ali é feito. Na sua carrinha refrigerada leva paletes com produtos, dos éclairs aos bolos redondos tradicionais, passando pelos frascos de coberturas, compotas ou marmelada. “Faço duas a três rondas por dia, começo nos centros comerciais, que antes das 10h têm de ter tudo pronto, e termino nas lojas de rua. Hoje, por exemplo, saíram 900 éclairs grandes e 800 pequenos”, partilha.
Encontramos Flávio Santos a lavar espátulas com creme e tábuas com restos de massa — tem 30 anos e é o funcionário mais antigo da casa. A mãe e a irmã já trabalharam ali noutros tempos e com 15 anos começou a tratar os éclairs por tu. Sobreviveu a várias direções e continua a gostar do que faz. O segredo, garante, é fazer tudo com carinho e o éclair de limão é o seu preferido. “Houve uma altura em que comia um por dia, mas agora já não consigo.”

Novas lojas, internacionalização e um éclair comemorativo

A Leitaria da Quinta do Paço tem oito lojas físicas – Baixa do Porto, NorteShopping, Mercado do Bom Sucesso, Matosinhos, Lisboa – Avenida João XXI, Oeiras Parque, Almada Fórum e Braga – mas em 2020 promete abrir portas no El Corte Inglés, em Gaia, e no Mar Shopping, em Matosinhos. “A decoração dos pontos de venda vai ser alternada”, adianta Inês Ferreira da Silva, diretora de marketing da marca, que destaca também a venda de manteigas com origem açoriana produzidas especialmente para a leitaria.
Recuperar a comercialização de outros lacticínios, como o queijo ou o iogurte, faz parte das metas para os próximos anos, mas a prioridade maior é estabilizar o chantilly. “Continuamos a vender o chantilly separadamente e é um produto puro, só leva natas e açúcar, por isso degrada-se muito rapidamente. Em dois dias começa a ganhar soro, não fica estragado, mas visualmente não é apelativo. Estamos a tentar encontrar uma solução com a Universidade de Aveiro”, explica José Eduardo ao Observador.Começaram por transferir a linha de produção para uma antiga casa de família convertida numa pequena fábrica, em Vila Nova de Gaia, que no verão irá ser aumentada, mudaram a imagem, apostaram na cafetaria, lançaram um lote próprio de café e inauguraram os éclairs temáticos para dias especiais. O segredo, dizem, está na qualidade dos ingredientes e tudo começa na massa choux,uma mistura de água com margarina, que depois de derretida, vê adicionada a farinha de trigo e o ovo. Depois de envolvido durante 45 minutos, o preparado é depositado numa máquina que, de forma automática, a corta em retângulos de oito centímetros para os mini éclairs, de 28 centímetros para os grandes, e de 55 centímetros para os novos XL.
há sete anos na casa e é de avental e touca branca que nos explica o processo de confeção que conhece de olhos fechados. Depois da massa ser cortada, parte dela é congelada e segue para a loja de Lisboa, para posteriormente ser montado o éclair, a outra parte é distribuída em tabuleiros, que vão para um forno a 200 graus durante 35 minutos. Os retângulos crescem e ficam dourados, tal como se quer. Uma fornada leva 700 éclairs que são depois recheados, de forma automatizada, com chantilly, são produzidos cerca de 60 litros por dia. O doce é depois coberto à mão, graças a um saco de pasteleiro, com um dos 13 preparados possíveis. Além do clássico chocolate de leite, há chocolate negro, chocolate com cereais, limão, caramelo, café, frutos vermelhos ou maçã com canela.
Rodeado de utensílios em inox, sacos de papel com farinha, balanças e frigoríficos XXL, João Correia supervisiona todos os passos. O chef pasteleiro está a trabalhar na leitaria há menos de um mês, é natural de Bragança e até gostava de ser jogador de futebol, mas a herança de uma família ligada à doçaria falou mais alto. Depois de estudar pastelaria em França e em Barcelona, regressou a norte e passou pelo BB Gourmet antes de se aventurar na nova vida desta casa centenária.
De Vila Nova de Gaia saem dois a três mil éclairs por dia, entre as 4h e as 12h seis homens trabalham arduamente com as mãos na massa, mas é Domingos Ramalhão que distribui o que ali é feito. Na sua carrinha refrigerada leva paletes com produtos, dos éclairs aos bolos redondos tradicionais, passando pelos frascos de coberturas, compotas ou marmelada. “Faço duas a três rondas por dia, começo nos centros comerciais, que antes das 10h têm de ter tudo pronto, e termino nas lojas de rua. Hoje, por exemplo, saíram 900 éclairs grandes e 800 pequenos”, partilha.
Encontramos Flávio Santos a lavar espátulas com creme e tábuas com restos de massa — tem 30 anos e é o funcionário mais antigo da casa. A mãe e a irmã já trabalharam ali noutros tempos e com 15 anos começou a tratar os éclairs por tu. Sobreviveu a várias direções e continua a gostar do que faz. O segredo, garante, é fazer tudo com carinho e o éclair de limão é o seu preferido. “Houve uma altura em que comia um por dia, mas agora já não consigo.”

Novas lojas, internacionalização e um éclair comemorativo

A Leitaria da Quinta do Paço tem oito lojas físicas – Baixa do Porto, NorteShopping, Mercado do Bom Sucesso, Matosinhos, Lisboa – Avenida João XXI, Oeiras Parque, Almada Fórum e Braga – mas em 2020 promete abrir portas no El Corte Inglés, em Gaia, e no Mar Shopping, em Matosinhos. “A decoração dos pontos de venda vai ser alternada”, adianta Inês Ferreira da Silva, diretora de marketing da marca, que destaca também a venda de manteigas com origem açoriana produzidas especialmente para a leitaria.
Recuperar a comercialização de outros lacticínios, como o queijo ou o iogurte, faz parte das metas para os próximos anos, mas a prioridade maior é estabilizar o chantilly. “Continuamos a vender o chantilly separadamente e é um produto puro, só leva natas e açúcar, por isso degrada-se muito rapidamente. Em dois dias começa a ganhar soro, não fica estragado, mas visualmente não é apelativo. Estamos a tentar encontrar uma solução com a Universidade de Aveiro”, explica José Eduardo ao Observador.
O éclair grande clássico, com cobertura de chocolate de leite, custa 2,50€
Internacionalizar a marca, através da partilha de receitas, é outra das intenções da dupla responsável, que vê na Europa e na Ásia continentes com potencial. “Que apareça um investidor”, dizem. Para assinalar os 100 da leitaria está a ser cozinhado um livro e um éclair comemorativo, que deverá ser apresentado a 15 de março.
FONTE: observador.pt  05.03.2020 texto de Maria Martinho

quinta-feira, 25 de abril de 2019

Por que celebramos o 25 de abril?

25 de abril é o dia da conquista da LIBERDADE!


in pt.wikipedia.org

Rima com liberdade, com heróis eternos, com revolução tranquila. Rima com revolução que ganhou o nome de uma flor que calou as armas. A ditadura de Marcelo Caetano despede-se e, depois do adeus, abrem-se as portas à Democracia em Portugal.

Mas 2012 marca uma fissura, com alguns dos autores da Revolução, militares e civis, a demitirem-se da celebração do 25 de Abril, por considerarem que os valores e as conquistas de 74 estão a perder-se com o decurso da Liberdade.
Os capitães e os oficiais, os outrora estudantes universitários e os cidadãos – unidos pela causa de Abril, há mais de três décadas – sentem abril de 1974 cada vez mais distante.
Mas abril será sempre Abril e este dia nunca se perde no tempo.
Recorda-se, assim, a revolução, a Junta de Salvação Nacional que nomeou o Presidente da República e criou o programa e o Governo provisórios. A 15 de Maio de 1974, o General António de Spínola assume a função de chefe de Estado, com Adelino da Palma Carlos como primeiro-ministro.
Seguiram-se os trabalhos para criar a Assembleia Constituinte para a nova constituição democrática, que entra em vigor a 25 de Abril de 1976, data das primeiras eleições legislativas da nova República, que também se assinalam hoje.
Mas 25 de abril é dia de Artes, com a publicação do romance ‘Robinson Crusoe’, de Daniel Defoe, em 1719, e com a apresentação de ‘La Marseillaise’, o hino nacional francês, composto por Claude Joseph Rouget de Lisle – exatamente no mesmo dia em que, também na França, é cumprida a primeira sentença de morte por guilhotina.
É dia de Artes também com a estreia a ópera Turandot, de Puccini, no Teatro La Scala, em Itália, no ano de 1926, e com o nascimento de Ella Fitzgerald, em 1917. É mesmo dia de Artes, com o nascimento de – Al Pacino, a 25 de abril de 1940. Dia de Artes em Portugal, com nascimento, em 1960, de Mário Laginha.
E 25 de abril é dia de Ciência, porque, em 1953, Francis Crick e James Watson publicam na revista Nature um artigo em que anunciam a descoberta da estrutura do ADN.
Nasceram neste dia Marcus Salvius Otho, imperador romano (32), o Rei Luís IX de França (1214), o Rei Eduardo II de Inglaterra (1284), Carlota Joaquina de Bourbon, rainha consorte de Portugal (1775), Guglielmo Marconi, inventor italiano (1874), Ella Fitzgerald, cantora de jazz norte-americana (1917), Al Pacino, ator norte-americano (1940), e Mário Laginha, pianista e compositor português (1960).
Morreram a 25 de abril Antoku, 81.º imperador do Japão (1185), o Papa Benedito XII (1342), Torquato Tasso, poeta italiano (1595), Anders Celsius, astrónomo sueco (1744), Siméon Denis Poisson, matemático francês (1840), e Michele Alboreto, piloto de italiano, vice-campeão mundial de Fórmula 1 em 1985 (2001).
Encontrei in: https://ptjornal.com/25-abril-dia-da-conquista-da-liberdade

quinta-feira, 19 de março de 2015

sábado, 19 de março de 2011

Dia de São José, Dia do Pai


São José e o Menino
Parabéns a todos os pais do mundo!

Digo eu:

"Com três letras apenas,
se escreve a palavra Pai.
É das palavras mais pequenas,
das maiores que o mundo tem".

       
"O que é o Dia do Pai?
O Dia do Pai celebra-se a 19 de Março.
Por que é que calha nesta data?
É porque este é o dia de S. José, o pai de Jesus. Assim faz-se uma homenagem especial a todos os pais do mundo.
S. José, marido de Maria, era carpinteiro e vivia na cidade de Nazaré, na Galileia. Ao que parece, era um bom homem e aceitou ser o pai de Jesus.
A sua história vem contada na Bíblia.
O culto a São José começou no século IX.
Não se sabe ao certo em que data José nasceu ou morreu, mas o papa Gregório XV, em 1621, referiu a data de 19 de Março como a da sua morte.
E assim ficou a ser o seu dia!
Tornou-se também o santo padroeiro (protector) dos carpinteiros, pela profissão que tinha.
O nome José vem do hebreu (Youssef) e significa "que Deus acrescente".
E ser pai?
Mas ser pai é algo muito importante.
É uma alegria, mas também é uma grande responsabilidade.
É o pai que (junto com a mãe, claro) deve acompanhar, proteger, cuidar e ensinar muitas coisas aos seus filhos.
Deve ser justo, bom, estar presente sempre e ser carinhoso. Também deve ser firme e educar bem."

                    "Feliz de quem ama e comprende o seu Pai,
                     principalmente em sua velhice"

Ler mais: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=46948#ixzz1H2y6qMc

sábado, 13 de novembro de 2010

Robert Louis Stevenson


Robert Louis Balfour Stevenson nasceu a 13 de novembro de 1850, em Edimburgo e partiu a 3 de dezembro de 1894, em Apia, Samoa.

É considerado um novelista, poeta e escritor de roteiros de viagem.

Autor de obras clássicas como A Ilha do Tesouro, O Médico e o Monstro e As Aventuras de David Balfour (esta obra é composta por duas partes:  Raptado e Catriona).

Transcrição de uma parte da pesquisa, efectuada na Wikipedia:
"Robert Louis (originalmente Lewis) Balfour Stevenson nasceu em Edimburgo, capital da Escócia. Filho de engenheiro civil, era pressionado pelo pai a seguir mesma carreira, mas a saúde debilitada e a fraca inclinação para a área fizeram com que decidisse por uma carreira alternativa. Em 1866 entrou para a faculdade de Direito em Edimburgo. Lá, escreveu durante 1871 e 1872 para o jornal universitário, o Edimburgh University Magazine, revelando seu gosto e talento para a arte e literatura. No ano de 1873, após concluir a faculdade, Robert muda-se para a cidade de Londres, Inglaterra, pois sentia-se deslocado no ambiente familiar, marcado por um clima coercitivo e pela inexorável moral e religiosidade puritanas. Em sua curta estada na cidade, passa a frequentar os salões literários para, algum tempo depois, partir em uma longa viagem pela Europa continental. O ano de 1876 é importante na sua vida particular, pois, nesse ano, conhece uma mulher norte-americana dez anos mais velha, Fanny Vandergrift Osbourne, com a qual se casa em 1880, em São Francisco, Estados Unidos. Volta à Inglaterra e traz consigo esposa e um enteado, chamado Samuel Lloyd Osbourne. No ano seguinte é internado na cidade de Davos, Suíça, para tratar sua tuberculose, que há anos o vinha acompanhando. A carreira de engenheiro, jamais exercida, é preterida pela de escritor, que, a partir de 1882, é marcada por uma acentuada proficuidade. Conhece a notoriedade artística ao escrever, em 1886, The Strange case of Dr. Jekyll and Mr. Hyde (O Médico e o Monstro), um de seus maiores sucessos literários. Com a morte do pai, em 1887, Stevenson retorna aos Estados Unidos, onde volta a tratar de sua tuberculose. No ano seguinte aventura-se num veleiro em diversos arquipélagos do Pacífico-Sul, junto com a esposa e o enteado. Apaixonado pela paisagem paradisíaca, se estabelece definitivamente em Apia, nas Ilhas Samoa, em 1889. Morre prematuramente, em 3 de dezembro de 1894, aos 44 anos, enquanto escrevia sua obra-prima inacabada, Weir of Hermiston, vítima da tuberculose.

Cronologia das obras mais importantes
O Wikisource contém fontes primárias relacionadas com este artigo: Robert Louis Stevenson O Wikiquote tem uma coleção de citações de ou sobre: Robert Louis Stevenson.
1878 - An Inland Voyage
1879 - Travels with a Donkey in the Cévennes
1882 a 1883 - The New Arabian Nights, The Silverado Squatters e Treasure Island (A Ilha do Tesouro)
1884 a 1887 - A child Garden of Verses, Kidnapped (Raptado), "The Black Arrow" e "The Master of Ballantrae"
1886 - The Strange case of Dr. Jekyll and Mr. Hyde (O Médico e o Monstro)
1894 - Island Nights' Entertainments e In the South Sea"