sexta-feira, 1 de julho de 2022
Dia da Madeira - Celebração a 01 de julho
Sim, hoje é o Dia da Madeira, esses belo paraíso cheio de encanto e beleza, não só pelas suas flores, como pelas maravilhosas praias e clima.
Pesquisando na https://pt.wikipedia.org/wiki/Dia_da_Madeira
encontrei informações que partilho:
O Dia da Região Autónoma da Madeira e das Comunidades Madeirenses ou, simplesmente, Dia da Madeira ou Dia da Região, é um feriado regional celebrado a 1 de julho e comemora a autonomia político-administrativa concedida ao arquipélago da Madeira pela Constituição portuguesa de 1976. O dia 1 de julho recorda a data geralmente reconhecida da descoberta da ilha da Madeira pelos portugueses, em 1419, um ano após terem achado o Porto Santo.[1]
O feriado é assinalado em toda a Região com lançamentos de foguetes e girândolas de fogo, uma cerimónia na Assembleia Legislativa, deposição de flores na estátua da Autonomia pelas entidades oficiais da Região e uma missa do Te Deum na Sé do Funchal.[2] Embora seja comemorado oficialmente só na Madeira, a diáspora madeirense comemora-a no mundo inteiro.
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| in madeira-web.com |
História
Data da descoberta portuguesa da ilha da Madeira
Segundo a tradição e alguns dos primeiros relatos históricos, os navegadores portugueses, tendo já conhecimento da ilha do Porto Santo desde 1 de novembro de 1418, terão avistado a ilha da Madeira pela primeira vez a 1 de julho de 1419, celebrando uma missa em terra no dia seguinte.[3][1]
Instauração do feriado
Exatamente dois anos após a queda do regime salazarista em 25 de abril de 1974, entrou em vigor a atual Constituição portuguesa, reconhecendo pela primeira vez autonomia política aos arquipélagos da Madeira e dos Açores. Vários foram os símbolos paulatinamente adotados pelos órgãos políticos regionais para representar e celebrar essa autonomia: além do feriado regional, a bandeira, o brasão, o hino e nova toponímia e estatuária.[1]
O feriado regional foi criado em 1979 pela Assembleia Regional, que justificou a opção pelo dia 1 de julho, data da descoberta da ilha da Madeira em 1419, em detrimento de 1 de novembro, data da descoberta do Porto Santo em 1418, com o facto de esta última data ser já feriado nacional, o Dia de Todos os Santos.[4]Em 1989, a Assembleia adotaria a designação atual do feriado (Dia da Região Autónoma da Madeira e das Comunidades Madeirenses), passando a evocar também a diáspora emigrante do arquipélago, após sugestão unânime do II Congresso das Comunidades Madeirenses.[1][5]
Antes, em 1984, com a realização do I Congresso das Comunidades Madeirenses, já tinha sido acrescentado à designação da avenida do Mar, a marginal do Funchal, o epíteto e das Comunidades Madeirenses. Em 1 de julho de 1987, fora ainda inaugurado um monumento alusivo à Autonomia, edificado perto do aeroporto da Madeira, da autoria de Ricardo Veloza. Três anos mais tarde, após a inauguração da praça da Autonomia a 1 de julho de 1990, onde foi acesa a Chama da Autonomia, o monumento viria a ser transferido para a praça.[1]
Referências
↑ Ir para: a b c d e Vieira, Alberto (coord.); et al. (maio de 2001). História e Autonomia da Madeira. Funchal: Secretaria Regional de Educação. pp. 15–16, 441 e 445
↑ «Dia da Região Autónoma da Madeira». www.visitmadeira.pt. Consultado em 9 de novembro de 2015
↑ Veríssimo, Nelson (23 de maio de 2016). «Descobrimento e povoamento do arquipélago da Madeira (datação)». Aprender Madeira. Consultado em 8 de setembro de 2020
↑ Feriado instituído pelo Decreto Regional n.º 27/79/M, de 9 de novembro
↑ Dia reintitulado pelo Decreto Legislativo Regional n.º 1/89/M, de 2 de fevereiro
quarta-feira, 29 de junho de 2022
terça-feira, 28 de junho de 2022
sexta-feira, 24 de junho de 2022
24 de junho de 2022 - Dia de São João, feriado regional - a grande festa popular da cidade do Porto
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| imagem in viagens.sapo.pt |
Encontrei em https://pt.wikipedia.org/wiki/Festa_de_São_João_do_Porto
O São João do Porto é uma festa popular que tem lugar de 23 para 24 de Junho na cidade do Porto, em Portugal. Oficialmente, trata-se de uma festividade católica em que se celebra o nascimento de São João Batista, que se centra na missa e procissão de São João no dia 24 de Junho, mas a festa do S. João do Porto tem origem no solstício de Verão e inicialmente tratava-se de uma festa pagã.
As pessoas festejavam a fertilidade, associada à alegria das colheitas e da abundância. Mais tarde, à semelhança do que sucedeu com o Entrudo, a Igreja cristianizou essa festa pagã e atribui-lhe o S. João como Padroeiro.
Trata-se de uma festa cheia de tradições, das quais se destacam os alhos-porros, usados para bater nas cabeças das pessoas que passam, os ramos de cidreira (e de limonete), usados pelas mulheres para pôr na cara dos homens que passam, e o lançamento de balões de ar quente. Tradicionalmente, o alho-porro era um símbolo fálico da fertilidade masculina e a erva cidreira dos pelos púbicos femininos. A partir dos anos 70, foram introduzidos os martelos de plástico que desempenham o mesmo papel do alho-porro, tendo, curiosamente, também um aspecto fálico. Nos anos 70, nas Fontaínhas, vendia-se ainda, na noite de S. João, pão com a forma de um falo com dois testículos, atestando muito claramente as conotações da festa com as antigas festas da fertilidade. Existem, ainda, os tradicionais saltos sobre as fogueiras espalhadas pela cidade, normalmente nos bairros mais tradicionais; os vasos de manjericos com versos populares são uma presença constante nesta grande festa e o tradicional fogo de artifício à meia-noite, junto ao Rio Douro e à ponte D. Luís I. O fogo de artifício chega a durar mais de 15 minutos e decorre no meio do rio em barcos especialmente preparados, sendo acompanhado por música num espectáculo multimédia.
Além de tudo isto, existem vários arraiais populares por toda a cidade do Porto especialmente nos bairros das Fontainhas, Miragaia, Massarelos, entre outros. Nos arraiais, normalmente, existem concertos com diversos cantores populares acompanhados, quase sempre, por comida, em especial, o cabrito assado e mais recentemente grelhados de carnes e também sardinhas. A festa dura até às quatro ou cinco horas da madrugada, quando a maior parte das pessoas regressa a casa. Os mais resistentes, normalmente os mais jovens, percorrem toda a marginal desde a Ribeira até à Foz do Douro onde terminam a noite na praia, aguardando pelo nascer do sol.
Não se conhece com rigor quando teve início a festa do S. João do Porto. Sabe-se, pelos registos registos do Séc XIV, já que Fernão Lopes, por essa altura se terá deslocado ao Porto para preparar uma visita do Rei, tendo chegado na véspera do S. João, deixou escrito na Crónica que era um dia em que se fazia no Porto uma grande festa, descrevendo-a e como era vivida pelas gentes do Porto.
É no entanto possível que essa festa fosse mais antiga, pois existia uma cantiga da época que dizia até os moiros da moirama festejam o S. João.
Era também no dia de S. João que a Câmara Municipal do Porto se reunia em Assembleia Magna, que corresponderia à actual Assembleia Municipal, reunião essa realizada no Claustro do Mosteiro de S. Domingos, pelo seu grande espaço, onde se procedia à eleição dos Vereadores e onde se tomavam as decisões mais importantes para a cidade.
Ver também
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Festa Popular de São João
quinta-feira, 23 de junho de 2022
quarta-feira, 22 de junho de 2022
CAPICUA na data de hoje: 22.06.22
O que é um número CAPICUA?
Não há como pesquisar para se encontrarem explicações...
Tenho ouvido falar que nos números capicuas aliado a crenças populares, este nome vem do grego "palin drome", que significa "que viaja em sentido inverso" ainda que a sua utilização seja mais propensa a ser utilizada em palavras ou em frases.
E com os números?
Com origem etimológica na língua catalã, capicua é um termo que se refere àquele número que é idêntico ao ler da direita para a esquerda e da esquerda para a direita. A palavra é composta pelos termos catalães “cap i cua”, que significa “cabeça e cauda” e surgiu em Barcelona no século XIX.
5775 é um exemplo de um número capicua. Se lermos da esquerda para a direita, encontraremos as seguintes séries numéricas: 5-7-7-5. O mesmo acontecerá se o lermos de trás para frente, da direita para a esquerda: 5-7-7-5.
Se somarmos 1 ao número 5775, obteremos um novo número (5776) que não será mais capicua. Como se pode ver, não é o mesmo ler 5776 da esquerda para a direita (5-7-7-6) do que da direita para a esquerda (6-7-7-5).
As capicuas também podem ser chamadas de números palíndromos e costumam ser vistas como indicadores de boa sorte, principalmente se surgirem em datas.
No jogo do dominó, chama-se capicua à pedra que pode ganhar as partidas nas pontas ou fazer dominó.
REFERÊNCIA:
Citação: Equipe editorial de Conceito.de. (21 de Agosto de 2019). Conceito de capicua. Conceito.de. https://conceito.de/capicua
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Curiosidades com números
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