quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

O significado de "cara ou coroa"



"Significado: É muito utilizado como método de escolha, para saber, por exemplo, quem começa determinado jogo. As duas partes em disputa escolhem uma das faces da moeda, antes do seu lançamento. Esta é lançada ao ar, a sua queda amparada com as mãos. Vence a parte que escolheu a face da moeda que estiver virada para cima.

Origem: Em 1727, foram cunhadas as primeiras moedas no Brasil com a figura do rei numa das faces e as armas da Coroa Portuguesa na outra. Essas moedas deram origem à expressão popular “cara ou coroa” e ficaram conhecidas como a série dos escudos.

Encontrei aqui"



"Cara ou coroa?", por Adriana (live)

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

JimF - Extraordinaire instrument de musique

Uso facultativo do acento gráfico no Novo Acordo Ortográfico

O emprego do acento gráfico é facultativo:
  • nas formas verbais terminadas em -amos (pretérito perfeito do indicativo) tal como nos exemplos: chegamos/chegámos; trepamos/trepámos
  • nas formas verbais do presente do conjuntivo do verbo dar e disso é exemplo: dêmos/demos
  • nas formas verbais que terminam em -guar, -quar e -quir, e um exemplo é averígue ou averigue
  • no nome fôrma ou forma (significando molde)
É de referir que o trema se conserva em palavras cuja origem é estrangeira (e as suas formas derivadas, também), como podemos constatar nos seguintes exemplos: naïf, Müller, mülleriano...
Adolfo Simões Müller - A raposa e a cegonha

Acordo Ortográfico: oscilação de pronúncia e acentos gráficos diferentes

Se nas variedades do português houver oscilação de pronúncia, o N.A.O. admite acentos gráficos diferentes para uma mesma palavra. É o que acontece
  • nas palavras que são graves ou esdrúxulas com o e e o o tónicos, seguidas de m ou n, nos casos em que não formam sílaba com estas; exemplos: ténis e tênis; anatómico e anatômico...
  • nas palavras agudas com e e o o tónicos e que de um modo geral provêm do francês; exemplos: cocó e cocô; bebé e bebê...
  • nas palavras agudas e graves que terminam em o fechado; judo e judô; metro e metrô; sumo e sumô

domingo, 22 de janeiro de 2012

O navio naufragado Costa Concordia



Aconteceu numa sexta feira 13...
Este naufrágio (parcial) do Costa Concordia teve lugar no ano em que passa o 1º centenário do naufrágio do Titanic...

A maldição das sextas-feiras 13, pelos vistos, terá tido o seu início, no Século XIV, quando Filipe IV, o Belo, de França, mandou prender todos os membros da Ordem dos Templários, numa sexta feira, 13 de Outubro de 1307.

Esta Ordem foi extinta e proclamada através da bula Pastoralis Praeeminentiae, assinada por sua Santidade o Papa Clemente V. O rei e o Papa tinham feito um pacto para se apoderarem da riqueza da Ordem, forjando culpas (como a prática da sodomia, apostasia, idolatria, heresia... ), estando os Templários completamente inocentes.

Quando o Grão-Mestre da Ordem (Jacques de Molay) estava a ser queimado vivo, a 18 de Março de 1314, lançou uma maldição sobre o rei  e também sobre o Papa, dizendo que ambos iriam morrer antes do fim daquele ano! Como diz o povo "pragas com razão nem ao meu cão"; pois, Clemente V faleceu apenas cerca de 1 mês depois (a 20 de Abril) com violentas hemorragias internas. Está descrito que durante o velório, um raio caiu sobre a igreja e o fogo resultante quase destruiu completamente o cadáver do Papa... O rei viria a falecer também, de uma hemorragia cerebral durante uma caçada (a 29 de Novembro)...!!! Pelo menos sangue não faltou para lavar as suas mentes podres.

Portugal, por ordem de D. Dinis, foi o único país que recebeu os Templários que conseguiram escapar, formando com eles uma nova Ordem (Ordem de Cristo), com sede em Tomar.

A esfera armilar da bandeira portuguesa actual é um símbolo templário.

Novo Acordo Ortográfico: acentos gráficos

A nova ortografia elimina acentos gráficos,

  • nos verbos arguir e redarguir nas suas formais verbais do presente do indicativo (argúem>arguem; redargúem>redarguem)
  • nas palavras graves que contêm ditongo aberto oi (bóia>boia; jóia>joia)

  • nas formas verbais (graves) terminadas em eem (dêem>deem; vêem>veem; crêem>creem)
  • nas palavras graves homógrafas de palavras átonas (passam a distinguir-se pelo contexto) (para - preposição e forma verbal; pelo - nome e contração); polo (antiga contração e nome)