Mostrar mensagens com a etiqueta Cidades. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Cidades. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 21 de outubro de 2024

Viena, a cidade mais habitável do mundo

Mapa de Viena Áustria imagem de stock. Imagem de lugar ...
imagem in :https://pt.dreamstime.com/foto-de-stock-mapa-de-viena-áustria-


Quando lia as notícias da Euronews. encontrei este artigo que tratar um tema agradável: sim, gostaria que o mesmo se passasse em Portugal.


50 fotos de Viena, a melhor cidade do mundo para viver
imagem em: escolhaviajar.com


Eu sei que os países são diferentes - pelas suas características (estilo de vida, hábitos, número de habitantes e tantos outros fatores!).

Pessoalmente, gostava que este fosse um exemplo a seguir!

Então, aqui está o artigo e a sua transcrição:

A cidade mais habitável do mundo: Será a rede de transportes públicos o seu segredo do sucesso?

Artigo publicado originalmente em inglês

Esta capital é a "cidade mais habitável do mundo" pela revista The Economist, muito em parte por causa da sua rede de transportes públicos.

Os transportes públicos são uma das caraterísticas que fazem de Viena a cidade mais habitável do mundo, mas o que é que faz com que a mobilidade seja tão boa na cidade?

A cidade tem uma população de cerca de dois milhões de habitantes e cerca de metade tem um passe de transporte, de acordo com Josef Taucher, membro do conselho municipal de Viena do Partido Social Democrata.

"Custa 1 euro por dia e é assim desde 2012. E tem um enorme impacto na proteção do clima", disse Taucher à Euronews Next, à margem da Exposição Europeia da Mobilidade, sublinhando a acessibilidade do passe anual que custa 365 euros.

Related


Há dois anos, o governo da cidade comprometeu-se a tornar Viena neutra para o clima até 2040, através de um roteiro."Damos todos os dias cinco voltas ao mundo com os nossos autocarros, eléctricos e metro", acrescentou, referindo-se aos quilómetros percorridos diariamente pelos autocarros, eléctricos e comboios do sistema de transportes.

De acordo com as estatísticas da cidade, três em cada dez pessoas em Viena utilizam os transportes públicos e mais de um terço dos habitantes da cidade desloca-se a pé, enquanto apenas um quarto utiliza o automóvel para se deslocar.

Dos 792 milhões de passageiros das Wiener Linien (Linhas de Viena) em 2022, 352 milhões de viagens foram feitas no metro e 274 milhões nos elétricos.

Um inquérito recente revelou também uma taxa de satisfação de 91% relativamente aos transportes públicos, colocando Viena no primeiro lugar do pódio entre 83 cidades da Europa.

Serviços partilhados para a "última milha"

"Acrescentámos, há alguns anos, serviços partilhados, como bicicletas partilhadas e carros elétricos partilhados, para dar resposta ao último e ao primeiro quilómetro. É preciso evitar que as pessoas utilizem os seus automóveis particulares, mesmo que seja por alguns metros, porque uma vez dentro do automóvel, ficam no automóvel", afirmou Alexandra Reinagl, diretora executiva da Wiener Linien (Linhas Vienenses), a empresa que gere o sistema de transportes.

A última milha refere-se à parte final da viagem de um utilizador, quando há menos opções de transportes públicos.

Pode ser um obstáculo para que as pessoas deixem de utilizar o seu automóvel individual se tiverem preocupações com o seu conforto ou segurança.

"Os utilizadores têm de ter um sistema fiável. Por isso, se não se tem um carro, tem de haver outro sistema que nos leve de A a B", acrescentou.A cidade está a trabalhar na expansão da rede de transportes públicos.

"Estamos a renovar o nosso sistema, porque temos uma infraestrutura envelhecida, uma vez que utilizamos os elétricos desde o início do século XX", afirmou.

Uma nova linha automática de metro, a U5, bem como a modernização da linha U2, foram inicialmente planeadas para 2026 e 2028, respetivamente.

No entanto, o projeto U2 foi adiado para 2030, segundo a Railway Gazette.

Esta extensão está planeada para gerir 300 milhões de passageiros adicionais e poupar até 75.000 toneladas de CO2 por ano.

"Podemos aproveitar esta oportunidade para transformar ruas inteiras em novas áreas de lazer, onde as pessoas não só querem deslocar-se como também querem ficar. E é isso que traz uma qualidade realmente boa a uma cidade", afirmou Reinagl.

Encontrei em : pt.euronews.com

viena, vista aérea de noite - viena imagens e fotografias de stock
imagem in: https://www.istockphoto.com/pt/fotos/viena

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

História de Amesterdão

Pesquisa efetuada em:

Amesterdão, a maior cidade planeada do norte da Europa, sempre foi um nome bem conhecido na história do mundo e representou um papel central na história dos Países Baixos. No século 17 Amesterdão era o centro da economia mundial, e actualmente a cidade é conhecida por seu carácter tolerante.


1200-1585: A História AntigaAmesterdão foi fundada como uma vila de pescadores por volta do século XIII. Foi desenvolvida em volta de uma represa no rio Amstel, no final do século 12. O nome Amstelledamme aparece pela primeira vez na portagem concessionada de Floris V, conde de Holanda, com data 27 de Outubro de 1275. Durante o século 14, mas especialmente no século 15, Amesterdão sofreu um rápido desenvolvimento, que estabeleceu as bases para a Era Dourada. Apenas poucos edifícios medievais sobrevivem até hoje. Alguns exemplos são: as Igrejas Novas e Antigas e o Houten Houis (casa de madeira) no Begijnhof. Durante a Idade Média as casas eram construídas geralmente de madeira, um tipo vulnerável de material de construção. A famosa Houten Huis não é excepção a esta regra. Por conseguinte, a maior parte delas foi destruída. No entanto, um grande número de residências em Amesterdão ainda tem molduras de madeira.


1585-1672: A Era Dourada de AmesterdãoO período da Era Dourada entre 1585-1672 foi o auge do sucesso comercial de Amesterdão. Naquele momento Amesterdão era o principal mercado do mundo. Durante este período desenvolveu-se a paisagem urbana característica da Amesterdão; as expansões urbanas em 1613 e 1663 ainda determinam a aparência característica da cidade. Alguns dos mais importantes edifícios históricos se remontam a esse período, por exemplo, a Câmara Municipal na Praça Dam (actualmente o Palácio Real), o Westerkerk, Zuiderkerk, bem como um grande número de casas de canal entre os quais De Dolfijn (Golfinho), De Gecroonde Raep (Nabo Coroado), a Huis Bartolotti, a Huis met de Hoofden (A Casa das Cabeças), o Poppenhuis, Kloveniersburgwal 95 (encomendado pela família Poppen), o Trippenhuis (construído para a família Trip), o Van Raey-huizen, Keizersgracht 672-674, e Sweedenrijk, Herengracht 462.


1672-1795: Uma Era Dourada e de Prata
O ano de 1672 foi funesto para a República Holandesa com os franceses e ingleses atacando simultaneamente. A Era Dourada chegou ao seu fim. No entanto, Amesterdão conseguiu consolidar sua prosperidade durante o período de 1672-1795, mas apesar da situação a República encontrou-se dentro. A cidade continuou a ser um grande e principal mercado e conseguiu manter sua posição como centro financeiro da Europa. Considerando que a Era Dourada era primariamente um período de breu e alcatrão, a nova era é bem caracterizada como uma era dourada e de prata. O grande número de residências construídas, naquele momento, casas de canal ricas e simples, reflectem a prosperidade da cidade. Como resultado, as maiorias das casas localizadas no centro da cidade datam do século 18 em vez do século 17. Alguns exemplos: Huis van Brienen, Herengracht 284, Huis De Vicq-De Steur, OZ Voorburgwal 237, Zeevrugt e Saxenburg, Keizersgracht 224.


1795-1813: Recessão e DeclínioEm 1795, o governo das oligarquias patrícias foi derrubado e a República antiga deixou de existir. Logo os franceses estavam a ocupar o país. Durante o período de 1795-1813 Amesterdão sofreu a recessão económica, um estado de coisas foi reflectido pela estagnação do desenvolvimento demográfico. Muitas casas estavam desocupadas e algumas até mesmo colapsaram pela falta de manutenção. Felizmente algumas fachadas e interiores que remontam ao período do Império sobrevivem até hoje.


1813-1940: Recuperação e Ampliação além do SingelgrachtO período entre os anos 1813-1940 é marcado pela recuperação económica, e a partir de 1870 pela expansão. A crescente riqueza produziu um rápido crescimento populacional, que foi principalmente o resultado da Revolução Industrial a desencadear uma nova Era Dourada. A cidade agora se aventurou na área além do Singelgracht. Foram construídos pobremente grandes bairros populares. O período entre 1920-1940 foi uma época de recessão económica. Por isso, é ainda mais notável que o Anel chamado 20-40 compara-se favoravelmente com o século 19 de construções ilegais. Este foi também o período de danos em grande escala para o centro histórico da cidade; os canais foram preenchidos e foram realizados avanços de tráfego.


imagem obtida em: http://poutz.com/2009/08/moinhos-de-vento-e-tulipas-na-holanda/

imagem obtida em: http://imagemypoesia.blogspot.pt/2011/12/holanda-amsterda.html

domingo, 6 de maio de 2012