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domingo, 4 de maio de 2025

Dia da Mãe celebra-se hoje em Portugal - a sua história

Feliz dia da Mãe | Região do Zezere
imagem obtida em regiaodozezere.pt


Dia das Mães (português brasileiro) ou Dia da Mãe (português europeu) é uma data comemorativa que homenageia anualmente a figura familiar materna (mãe) e a maternidade. A data de comemoração varia de acordo com o país. Em Portugal e nos PALOP, é comemorado no primeiro domingo do mês de maio. Já no Brasil, no segundo domingo do mês de maio.

História

Origem

A festividade surgiu nos Estados Unidos, com a iniciativa da ativista Ann Maria Reeves Jarvis, que fundou em 1858 os Mothers Days Works Clubs com o objetivo de diminuir a mortalidade de crianças em famílias de trabalhadores. 

Jarvis organizou em 1865 o Mother's Friendship Days (dias de amizade para as mães) para melhorar as condições dos feridos na Guerra de Secessão que assolou os Estados Unidos no período. Em 1870 a escritora Julia Ward Howe (autora de O Hino de Batalha da República) publicou o manifesto Mother's Day Proclamation, pedindo paz e desarmamento depois da Guerra de Secessão.

Popularização

Reconhecida como idealizadora do Dia das Mães na sua forma atual é a filha de Ann Maria Reeves Jarvis, a metodista Anna Jarvis, que em 12 de maio de 1907, dois anos após a morte de sua mãe, criou um memorial à sua mãe e iniciou uma campanha para que o Dia das Mães fosse um feriado reconhecido. Ela obteve sucesso ao torná-lo reconhecido nos Estados Unidos em 8 de maio de 1914, quando a resolução Joint Resolution Designating the Second Sunday in May as Mother's Day foi aprovada pelo Congresso dos Estados Unidos, instaurando o segundo domingo do mês de maio como Dia das Mães. No âmbito desta resolução o Presidente dos Estados Unidos Thomas Woodrow Wilson proclamou no dia seguinte que no Dia das Mães os edifícios públicos devem ser decorados com bandeiras. Assim, o Dia das Mães foi celebrado pela primeira vez em 9 de maio de 1914.

Com a crescente difusão e comercialização do Dia das Mães Anna Jarvis afastou-se do movimento, lamentou a criação e lutou para a abolição do feriado.

quarta-feira, 5 de outubro de 2022

5 de outubro - Feriado Nacional

Hoje, em Portugal, comemora-se o Feriado Nacional da Implantação da República Portuguesa. 

A história deste evento:

dia 5 de outubro comemora a Implantação da República, quando Portugal deixou de ser uma monarquia e passou a ser uma república.

O Dia da Implantação da República, 5 de outubro, é um feriado nacional. Este foi um dos feriados eliminados pelo governo em 2012, mas que regressou em 2016 através da Lei n.º 8/2016, de 1 de abril.

A mudança aconteceu na sequência de um golpe de estado, pois muitos portugueses não concordavam que o país continuasse sendo governado pela monarquia.

Embora houvesse resistência em algumas cidades, a força das armas acabou se impondo e a família real portuguesa foi obrigada a exilar-se. Portanto, o último rei de Portugal foi D. Manuel de Bragança, também chamado de D. Manuel II (1889-1932), que através da Ericeira deixou o país em 1910 para exílio na Inglaterra, país onde faleceu em 1932.

Cidadãos apoiantes do republicanismo nacional, o exército e a marinha estiveram envolvidos nos combates que ocorreram na madrugada de 3 para 4 de outubro.

Em 5 de outubro de 1910 às 9h, foi proclamada a queda da monarquia e implantação da republica nos Paços do Concelho de Lisboa, edifício em que se localiza a Câmara Municipal de Lisboa.

Portugal
imagem in calendarr.com

Após a proclamação da República foi criado um governo provisório chefiado por Teófilo Braga. Em agosto de 1911 foi aprovada uma nova Constituição, tendo início a Primeira República Portuguesa.

O primeiro Presidente da República foi Manuel de Arriaga (1840-1917), eleito pelo Parlamento a 24 de agosto de 1911.

Com esta mudança foram alterados alguns símbolos do país, como o hino e a bandeira nacional, que passou de azul e branca para verde e vermelha.

Comemorações do 5 de Outubro

A Implantação da República é celebrada com paradas militares, hasteamento da bandeira e execução do hino nacional na Câmara de Lisboa. Além disso, há discursos do presidente da Câmara e do presidente da República.

Há também imposição de condecorações a civis e entrega de espadas na Academia Militar, que são feitas pelo presidente da República. No entanto, os eventos podem sofrer alteração a cada ano.

FONTE: in calendarr.com

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

O que se comemora no dia 1 de novembro

imagem obtida in: faroldanossaterra.net

Neste dia 1 de novembro, Dia de Todos os Santos, os cemitérios enchem-se de pessoas que visitam as campas dos seus familiares mais queridos ou de amigos!

É uma homenagem aos que já partiram.

Dia de Todos os Santos

"Feriado

Próximo 1 de Novembro de 2017 (Quarta-feira)
O Dia de Todos os Santos é comemorado anualmente no dia 1 de novembro e honra todos os santos conhecidos e desconhecidos, mártires e cristãos heróicos celebrados ao longo do ano.

Neste dia é também celebrado (por antecipação) o dia dos Fiéis Defuntos, que se celebra a 2 de novembro.

Origem da data

A origem do dia remonta ao século II, quando os cristãos começaram a honrar os que tinham sido perseguidos e martirizados por causa da sua fé. 

Foi o Papa Gregório III que no século VIII dedicou uma capela em Roma a Todos os Santos e que ordenou que a data fosse celebrada a 1 de novembro.

Tradições do Dia de Todos os Santos

Este dia é dedicado a homenagear todos os que já partiram. Por norma, as famílias portuguesas enfeitam as campas dos seus familiares nos cemitérios e ao longo do dia 1 de novembro visitam os cemitérios para deixar ramos e velas nas campas. 

Antes da visita ao cemitérios realizam-se missas nas paróquias. Depois da missa realiza-se uma procissão até ao cemitério.

No dia 31 de outubro, véspera do dia de Todos os Santos, existe a crença de que as almas dos mortos descem à terra nos locais de nascimento. 

À noite festeja-se o Dia das Bruxas ou Halloween (nome pelo qual é conhecida a noite das bruxas a nível mundial).

Feriado de Todos os Santos

O Dia de Todos os Santos é um feriado nacional. Este dia deixou de ser um feriado nacional em 2013, mas o Governo retomou em 2016 o feriado do Dia de Todos os Santos, por acordo com Santa Sé.

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Hoje é Dia de Finados

"Dia dos Fiéis Defuntos ou Dia de Finados (conhecido ainda como Dia dos Mortos no México) é celebrado pela Igreja Católica no dia 2 de novembro.
Desde o século II, alguns cristãos rezavam pelos falecidos, visitando os túmulos dos mártires para rezar pelos que morreram. No século V, a Igreja dedicava um dia do ano para rezar por todos os mortos, pelos quais ninguém rezava e dos quais ninguém lembrava. Também o abade Odilo de Cluny, em 998, pedia aos monges que orassem pelos mortos. Desde o século XI os Papas Silvestre II (1009), João XVII (1009) e Leão IX (1015) obrigam a comunidade a dedicar um dia aos mortos. No século XIII esse dia anual passa a ser comemorado em 2 de novembro, porque 1 de novembro é a Festa de Todos os Santos. A doutrina católica evoca algumas passagens bíblicas para fundamentar sua posição (cf. Tobias 12,12; 1,18-20; Mt 12,32 e II Macabeus 12,43-46), e se apoia em uma prática de quase dois mil anos.
Segundo León Denis, o estabelecimento de uma data específica para a comemoração dos mortos é uma iniciativa dos druidas, pessoas encarregadas das tarefas de aconselhamento, ensino, jurídicas e filosóficas dentro da sociedade celta, que acreditavam na continuação da existência depois da morte. Reuniam-se nos lares, e não nos cemitérios, no primeiro dia de novembro, para homenagear e evocar os mortos."
in: https://pt.wikipedia.org/wiki/Dia_dos_Fiéis_Defuntos

O Dia da Morte,
pintura de 
William-Adolphe Bouguereau
(in: pt.wikipedia.org)

quarta-feira, 25 de abril de 2012

O "25 de abril" faz hoje 38 anos!

                          

O Parlamento iniciou hoje uma sessão solene das comemorações do 25 de abril, em que os presentes  ostentavam gravatas e vestidos, com cravos na lapela, sobressaindo a cor vermelha por toda a sala.

Paulo de Carvalho, de cravo na mão, interpretou a canção "E Depois Do Adeus", tornando esta sessão um momento único e diferente, assinalando-se com pompa e circunstância os 38 anos  "da revolução de abril".



"E Depois do Adeus" foi a canção que serviu de primeira senha à revolução de 25 de Abril de 1974. José Niza escreveu a letra, sendo a música da autoria de José Calvário.


Esta canção foi escrita para Paulo de Carvalho a interpretar na 12.ª edição do Festival RTP da Canção, em 1974, e, para alegria dos portugueses, foi a vencedora. Representou Portugal em Brighton, no dia 6 de Abril, no Festival Eurovisão da Canção, mas ficou classificada em último lugar, obtendo apenas 3 pontos.

Mas qual foi a verdadeira razão da escolha de "E Depois do Adeus", de Paulo de Carvalho, para 1ª senha? Para além de estar muito em voga nessa época, a canção estava "despida" de conteúdo político (a canção fala do fim de um curto relacionamento amoroso); logo,  não levantaria suspeitas e a revolução programada poderia ser eliminada se os capitães do MFA achassem que não estavam reunidas as condições para que esta tivesse lugar.

E para  2ª senha? Depois de ser transmitida a 1ª, pelos Emissores Associados de Lisboa, a 24 de abril de 1974, pelas 22:55, houve uma outra ordem, efetiva, "para as tropas estarem a postos e saírem dos quartéis", que foi a da transmissão de "Grândola, Vila Morena", de Zeca Afonso, emitida pela Rádio Renascença.


segunda-feira, 16 de abril de 2012

Dia Mundial da Voz


No Portal da Saúde pode ler-se, a propósito da comemoração do Dia Mundial da Voz, a partir do lema "A sua voz Conta" (proposto pela Academia Americana de Otorrinolaringologia - Cirurgia da Cabeça e Pescoço), que a nossa voz é importante, pois é ela que usamos para dizer um "olá" a alguém, falar com os amigos e família, ou muito simplesmente fazer pedidos.

Todas as comemorações visam salientar a importância da voz, e todos os cuidados que devemos ter com ela.

Para tomar conhecimento das atividades, consultar:
dia+voz+mmxii.htm

terça-feira, 28 de setembro de 2010

O grito do Ipiranga!


O Grito do Ipiranga, de Pedro Américo (1888)

"O quadro Independência ou Morte, de Pedro Américo, também conhecido como Grito do Ipiranga, é o principal símbolo da proclamação da Independência do Brasil, que é comemorada em 7 de setembro. A imagem, no entanto, não é exatamente uma fotografia do momento em que D. Pedro 1º recebeu a carta que o deixou irado e o levou a pronunciar a famosa frase: “Independência ou Morte”. Enquanto a independência do Brasil foi proclamada em 1822, Pedro Américo só foi terminar de pintar o quadro em 1888, em Florença, na Itália. A obra foi encomendada pela Família Real, que investia na construção do Museu do Ipiranga, hoje oficialmente chamado Museu Paulista, que fica em São Paulo (SP). A idéia era ressaltar a monarquia - que já estava cambaleando e caiu em 15 de novembro de 1889, com a Proclamação da República." http://www.oglobo.globo.com/

 
 
Segundo o Dicionário Prático Ilustrado, Lello & Irmão - Editores: o IPIRANGA é um ribeirão do estado de São Paulo, afluente da margem esquerda do rio Tamanduateí. Foi nas suas margens que, em 7 de Setembro de 1822, quando regressava de São Paulo ao Rio de Janeiro, o Príncipe Regente D. Pedro, ao receber despachos de Lisboa noticiando a atitude tomada pelas cortes portuguesas, soltou o brado célebre Independência ou Morte! que ficou sendo chamado o grito do Ipiranga.


Fonte de pesquisa para o texto que se segue: http://www.suapesquisa.com/independencia/

“A Independência do Brasil é um dos fatos históricos mais importantes de nosso país, pois marca o fim do domínio português e a conquista da autonomia política. Muitas tentativas anteriores ocorreram e muitas pessoas morreram na luta por este ideal. Podemos citar o caso mais conhecido: Tiradentes. Foi executado pela coroa portuguesa por defender a liberdade de nosso país, durante o processo da Inconfidência Mineira.

Dia do Fico

Em 9 de janeiro de 1822, D. Pedro I recebeu uma carta das cortes de Lisboa, exigindo seu retorno para Portugal. Há tempos os portugueses insistiam nesta idéia, pois pretendiam recolonizar o Brasil e a presença de D. Pedro impedia este ideal. Porém, D. Pedro respondeu negativamente aos chamados de Portugal e proclamou : “Se é para o bem de todos e felicidade geral da nação, diga ao povo que fico.”

O processo de independência

Após o Dia do Fico, D. Pedro tomou uma série de medidas que desagradaram a metrópole, pois preparavam caminho para a independência do Brasil. D. Pedro convocou uma Assembléia Constituinte, organizou a Marinha de Guerra, obrigou as tropas de Portugal a voltarem para o reino. Determinou também que nenhuma lei de Portugal seria colocada em vigor sem o ” cumpra-se “, ou seja, sem a sua aprovação. Além disso, o futuro imperador do Brasil, conclamava o povo a lutar pela independência.

O príncipe fez uma rápida viagem à Minas Gerais e a São Paulo para acalmar setores da sociedade que estavam preocupados com os últimos acontecimento, pois acreditavam que tudo isto poderia ocasionar uma desestabilização social. Durante a viagem, D. Pedro recebeu uma nova carta de Portugal que anulava a Assembléia Constituinte e exigia a volta imediata dele para a metrópole.

Estas notícias chegaram as mãos de D. Pedro quando este estava em viagem de Santos para São Paulo. Próximo ao riacho do Ipiranga, levantou a espada e gritou : ” Independência ou Morte !”. Este fato ocorreu no dia 7 de setembro de 1822 e marcou a Independência do Brasil. No mês de dezembro de 1822, D. Pedro foi declarado imperador do Brasil.

Pós Independência

Os primeiros países que reconheceram a independência do Brasil foram os Estados Unidos e o México. Portugal exigiu do Brasil o pagamento de 2 milhões de libras esterlinas para reconhecer a independência de sua ex-colônia. Sem este dinheiro, D. Pedro recorreu a um empréstimo da Inglaterra.

Embora tenha sido de grande valor, este fato histórico não provocou rupturas sociais no Brasil. O povo mais pobre se quer acompanhou ou entendeu o significado da independência. A estrutura agrária continuou a mesma, a escravidão se manteve e a distribuição de renda continuou desigual. A elite agrária, que deu suporte D. Pedro I, foi a camada que mais se beneficiou."


HINO DA INDEPENDÊNCIA

Já podeis, da Pátria filhos,

Ver contente a mãe gentil;

Já raiou a liberdade

No horizonte do Brasil.



Brava gente brasileira!

Longe vá... temor servil:

Ou ficar a pátria livre

Ou morrer pelo Brasil.



Os grilhões que nos forjava

Da perfídia astuto ardil...

Houve mão mais poderosa:

Zombou deles o Brasil.



Brava gente brasileira!

Longe vá... temor servil:

Ou ficar a pátria livre

Ou morrer pelo Brasil.



Não temais ímpias falanges,

Que apresentam face hostil;

Vossos peitos, vossos braços

São muralhas do Brasil.



Brava gente brasileira!

Longe vá... temor servil:

Ou ficar a pátria livre

Ou morrer pelo Brasil.



Parabéns, ó brasileiro,

Já, com garbo varonil,

Do universo entre as nações

Resplandece a do Brasil.



Brava gente brasileira!

Longe vá... temor servil:

Ou ficar a pátria livre

Ou morrer pelo Brasil.



segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Centenário da República

No nº 1042 do Jornal de Letras (de 8 a 21 de Setembro), pode ler-se um artigo na página 3, "Centenário da República", informando que esta data vai ser assinalada com actividades da iniciativa da CNRCC (Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República).

Há vários exemplos de convites efectuados por esta Comissão Nacional. Para além de pretenderem que todas as bandas filarmónicas do nosso país toquem, em concordância, no dia 5 de Outubro, às 10.30, em Lisboa, na Praça do Município, convidam também a população portuguesa a "vestir a pele" de Repórteres da República, relatando esta comemoração tão importante para o nosso país. 

Outros eventos terão também lugar: para além de inauguração de escolas e centros escolares "de inspiração republicana", há uma programação interessante com o apoio da CML: uma delas é a actuação do grupo de Teatro "O Bando", que desenvolverá uma acção de rua (na Praça do Município) "Os Bigodes na Res Pública", pedindo à população que participe.