segunda-feira, 9 de março de 2015

Valery Smagliy, "o grande pestanudo"...

in: www.hurhaber.com
"O grande pestanudo
Valery Smagliy, ucraniano de 58 anos, natural de Kiev, é senhor das maiores pestanas naturais do mundo: 3 centímetros. É um incómodo? Ele diz que não e que as mulheres o abordam com inveja das suas pestanas. Garante que o crescimento se deve a um alimento que come e só não diz qual é por pretender comercializá-lo." (in Sábado, nº 566, 5 março 2015)

domingo, 8 de março de 2015

8 de março, Dia Internacional da Mulher!


Mulheres

Pablo Neruda

Elas sorriem quando querem gritar.
Elas cantam quando querem chorar.
Elas choram quando estão felizes.
E riem quando estão nervosas.


Elas brigam por aquilo que acreditam.
Elas levanta-se contra a injustiça.
Elas não levam "não" como resposta quando 
acreditam que existe melhor solução.


Elas andam sem novos sapatos para 
suas crianças poder tê-los.
Elas vão ao médico com uma amiga assustada.
Elas amam incondicionalmente.


Elas choram quando suas crianças adoecem 
e se alegram quando suas crianças ganham prêmios.
Elas ficam contentes quando ouvem sobre 

um aniversário ou um novo casamento.

Seus corações quebram quando seus amigos morrem. 
Elas lamentam-se com a perda de um membro da família, 

contudo são fortes quando elas pensam que não há mais força. 

Elas sabem que um abraço e um beijo podem curar um coração quebrado. 
O coração de uma mulher é o que faz o mundo girar! 

Mulheres fazem mais do que dar a vida. 
Elas trazem alegria e esperança. 
Elas dão compaixão e ideais. 
Elas dão apoio moral para sua família e amigos. 
Mulheres têm muito a dizer e muito a dar.


Pablo Neruda (in www.portaldafamilia.org)

sábado, 7 de março de 2015

India Song, de Marguerite Duras

Chanson, 
Toi qui ne veux rien dire
Toi qui me parles d'elle
Et toi qui me dis tout
Ô, toi,
Que nous dansions ensemble
Toi qui me parlais d'elle
D'elle qui te chantait
Toi qui me parlais d'elle
De son nom oublié
De son corps, de mon corps
De cet amour-là
De cet amour mort

Chanson,
De ma terre lointaine
Toi qui parleras d'elle
Maintenant disparue
Toi qui me parles d'elle
De son corps effacé
De ses nuits, de nos nuits
De ce désir-là
De ce désir mort

Chanson,
Toi qui ne veut rien dire
Toi qui me parles d'elle
Et toi qui me dis tout
Et tout qui me dis tout

India Song, texte de Marguerite Duras, musique de Carlos d'Alessio


quinta-feira, 5 de março de 2015

India Song, un film de Marguerite Duras

India Song est à l'origine une pièce de théâtre, commandée en 1972 à Marguerite Duras par Peter Hall, alors directeur du National Théâtre de Londres. La pièce reprend les personnages de son roman Le Vice-Consul (1966). Elle deviendra un film, sorti en 1975 et réalisé par Duras elle-même, avec Delphine Seyrig Claude Mann et Michael Lonsdale dans les rôles principaux. 

L'originalité du film réside dans la désynchronisation entre ce que Duras a appelé "le film des voix" et "le film des images", les personnages à l'écran, lèvres closes, ne s'exprimant qu'en voix off.

India Song est aussi resté célèbre pour la musique de l'argentin Carlos d'Alessio, et la chanson éponyme interprétée par Jeanne Moreau. (in Le français dans le monde nº 395, septembre-octobre 2014)







quarta-feira, 4 de março de 2015

Homenagem a Marguerite Duras




"Roman, cinéma ou théâtre, cela fait alors quarante ans que Marguerite Duras inscrit son nom au contact de toutes les modernités. 

Son écriture romanesque croise le Nouveau Roman, s'essaie à l'écriture féminine d'après 1968, donne à lire (ou entendre) une écriture del'oralité. 

Au cinéma, elle participe au renouvellement de l'écriture cinématographique de la Nouvelle Vague avant de s'aventurer sur des territoires beaucoup plus expérimentaux auxquels le Festival d'Hyères, dans les années 1970, sert de vitrine.

Sur scène, elle invente un théâtre du fait divers où le poids des mots le dispute au poids des silences." (Jacques Pécheur, in Le français dans le monde, nº 395 septembre-octobre 2014) 

terça-feira, 3 de março de 2015

Um pensamento de Bernardo Soares

"Assim como lavamos o corpo, deveríamos lavar o destino, mudar de vida como mudamos de roupa - não para salvar a vida, como comemos e dormimos, mas por aquele respeito alheio por nós mesmos, a que propriamente chamamos asseio." (Bernardo Soares)

in: www.ciberduvidas.com