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quarta-feira, 3 de maio de 2017

sábado, 24 de maio de 2014

Futuroscope - Parc d'attractions et de spectacles (France)

O FUTUROSCOPE é um parque temático que se situa nos arredores de Poitiers e abrange os municípios de Chauvinista-du-Poitou e de Jaunay-Clan. 

As suas principais atrações baseiam-se na multimédia. Com efeito, as tecnologias mais avançadas, quer no campo audiovisual quer no robótico e ainda no cinematográfico, aqui, são rainhas!

Abriu ao público em 31 de maio de 1987 e é o 2º Parque Francês mais visitado!

Só em 2010, o número de visitantes já ascendia a mais de 1,8 milhões e em julho de 2011 já se contabilizavam 40 milhões de visitantes.

Ora aqui temos uma boa sugestão para as próximas férias!

http://es.wikipedia.org/wiki/
     File:Kinémax Futuroscope.jpg
http://commons.wikimedia.org/
www.francethisway.com

sábado, 17 de maio de 2014

Viaduc de Millau - o mais alto viaduto do mundo!

fr.wikipedia.org
O Viaduto de Millau situa-se no sudoeste da França, tem 343 metros de altura e é o mais alto viaduto do mundo. É uma ponte suspensa por cabos e foi construída para facilitar a travessia do vale do rio Tarn.
google.pt
O Viaduto foi projetado pelo arquiteto Norman Foster e pelo engenheiro francês Michel Virgoleux; tendo sido inaugurado a 14 de dezembro de 2004, dois dias depois era aberto ao tráfego. 

 wikipedia.org

sexta-feira, 18 de abril de 2014

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Jeanne d'Arc...a donzela de Orléans

pt.wikipedia.org
Heroína da guerra dos Cem anos, Joana d'Arc, por vezes chamada de donzela de Orléans, filha de  camponeses, analfabeta, nasceu em Domrémy, na Meuse. 

Após o tratado de Troyes (1420) e a morte de Carlos VI (1422), Domrémy encontra-se na fronteira de duas Franças: aquela do rei "legal", o inglês Henrique VI, e aquela do rei "legítimo", o príncipe-herdeiro Carlos VII. 

Duas vezes, em 1425 e 1428, os habitantes de Domrémy, burgo fiel ao príncipe-herdeiro, foram obrigados a fugir devido às ameaças da parte de ingleses e borguinhões.

Nesse contexto, Joana, que começou a ouvir "vozes" ordenando que salvasse a França por volta dos 13 anos de idade, encontra-se com o príncipe-herdeiro, refugiado em Chinon (fevereiro de 1429).

Obtém dele algumas tropas e liberta Orléans das mãos dos ingleses (maio de 1429). Em seguida, retoma Auxerre, Troyes e Châlons, abrindo caminho em direção a Reims. 

O nome de Joana passa a ser conhecido por toda a França. No dia 17 de julho, Carlos VII pode deslocar-se a Reims e ali é coroado rei. Mas Joana é incapaz de libertar Paris. E, no momento em que consegue vencer o cerco de Compiègne (23 de maio de 1430), ela é capturada pelos borguinhões e vendida aos ingleses.

Julgada em Rouen por heresia por um tribunal eclesiástico presidido por Pierre Cauchon, bispo de Beauvais, ela é condenada e queimada viva na praça Vieux-Marché de Rouen, em 30 de maio de 1431. Carlos VII, que nada fez para salvá-la, esperará a retomada de Rouen em 1450 para proceder à revisão de seu processo, que culminará em sua absolvição (1456).

http://www.france.fr/pt/homens-e-mulheres-excepcionais/joana-darc-1412-1431.html

domingo, 30 de março de 2014

Avignon: antiga residência dos Papas

www.google.pt
 Avignon é uma cidade do sul  de França. Situa-se cerca de 650 km a sudeste de Paris e 80 km a noroeste da cidade de Marselha. Fica na margem esquerda do rio Ródano (Departamento de Vaucluse) e tem aproximadamente 95 000 habitantes.

Durante muitos anos foi a residência dos Papas da Igreja Católica.
dicasparisalacarte.com
Outrora, ter-se-á chamado Avénio (do latim Avenio). O Centro Histórico de Avignon  e o Palais des Papes são consideradas das mais importantes construções de arquitetura gótica da Europa. Fazem parte da lista da UNESCO (dos Patrimónios Mundiais da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura).

Avignon foi habitada no tempo dos Celtas, tendo ficado famosa por se tornar a residência dos Papas em 1309, na altura em que os reis da Sicília governavam (Casa de Anjou). Em 1348  a cidade era pertença da rainha Joana I da Sicília tendo sido nessa altura adquirida pelo Papa Clemente VI; é de notar que assim permaneceu, como propriedade papal até 1791, até ser englobada ao resto da França, durante a Revolução Francesa.

Entre os anos de 1309 e 1377 (período conhecido pelo Papado de Avignon), os 7 Papas que ali residiram foram : Papa Clemente V, Papa João XXII,  Papa Bento XII, Papa Clemente VI, Papa Inocêncio VI, Papa Urbano V, Papa Gregório XI. 

Em 1377, o trono de São Pedro em Roma foi recuperado pelo Papa Gregório XI, pensando este que, com isso, unificava o Papado; mas aconteceu  o contrário, e com esta opção, provocou uma enorme crise que ficou conhecida pelo Grande Cisma do Ocidente (havia, ao mesmo tempo, mais de dois papas em Roma e em Avignon...). A crise só seria ultrapassada por volta de 1417.

Avignon foi sede episcopal desde o ano 70, mas passou a Arcebispado em 1476. O Papa Bonifácio VIII fundaria a Universidade de Avignon em 1303 que se manteve de grande importância  até à Revolução Francesa, devido à grande qualidade de ensino dos cursos de direito.

As muralhas que envolvem a cidade encontram-se bem conservadas, e é de notar que a sua construção é do tempo dos Papas que mudaram de residência para este local.  

Há um outro ponto de interesse para quem queira visitar esta bela e antiga cidade: é a ponte sobre o rio Ródano, que inicialmente tinha 22 arcos tendo agora só 4 quatro arcos dos 22 que inicialmente tinha. A ponte, construída entre 1171 e 1185, tornou-se famosa pela conhecida canção infantil francesa "Sur le pont d'Avignon" tendo já sido reconstruída inúmeras vezes.

www.hotel-mistral-avignon.com
Em 1660, o rio Ródano sofreu uma forte enchente e a ponte sofreu alguns danos, sendo assim que ela se apresenta ainda hoje.  

Por fim, resta dizer que desde 1947 a cidade de Avignon assiste anualmente a um importante festival de teatro que atrai um grande número de admiradores.
(Pesquisa efetuada na http://pt.wikipedia.org/ e por mim resumida e adaptada).

                         

quarta-feira, 26 de março de 2014

Camembert, é mais do que um simples queijo...

O camembert da Normandia é mais do que um simples queijo: tornou-se num dos símbolos da gastronomia francesa.

O camembert da Normandia é mais do que um simples queijo: tornou-se num dos símbolos da gastronomia francesa. Com sabor forte, amadeirado, frutado, tenro e cremoso... há mais de dois séculos que este pequeno queijo redondo entrou para o imaginário de todo um povo, não sendo exagerado afirmar-se que já pertence ao património nacional. 

A Denominação de Origem Protegida (DOP), obtida em 1983, permitiu manter a fabricação na sua terra original da Normandia, conservando-se a tradição do leite cru e da moldagem com concha. Todas estas características que o ligam às suas raízes históricas, bem como muitas outras especificidades de confeção dão a este queijo uma harmonia de sabores inigualáveis. 

Cremoso, com um leve amargor e um sabor que se intensifica ao longo do seu período de maturação, deverá ser escolhido pela pasta amarela clara e tenra, nem demasiado mole nem demasiado firme. 

Trinta dias antes da data de validade de consumo, o camembert está pouco curado, o seu coração é branco como o giz e bastante firme. Vai ficando mais cremoso e, dez dias antes da data de validade, apresenta-se tenro, fundente e muito perfumado. Desde a década de 1890, é colocado em pequenas caixas em madeira de choupo.
http://www.france.fr/pt/gastronomia/o-camembert-da-normandia.html 

www.allfood.com.br

sábado, 22 de março de 2014

A história da baguette francesa

CROCANTE POR FORA E MACIA POR DENTRO, A BAGUETTE FRANCESA TORNOU-SE UM MITO!

De passagem pela  França, todos os estrangeiros se apaixonam por ela...  Para nós, continua a ser a diva das padarias e parte da vida dos parisienses! 

História: há duas versões diferentes, que poderiam explicar a origem da baguette. A primeira versão diz que o pão na forma de  baguette apareceu na época de  Napoleão. 

Até então o pão era redondo para melhor conservação.
A baguette terá sido inventada pelos padeiros de Napoleão para que o pão fosse mais facilmente transportado pelos soldados.   
Eles teriam que carregar a baguette ao longo das suas pernas (dentro dos bolsos das suas calças).  
Imagine -se  o estado da baguette  após um longo dia de caminhada ...!!!

Mas esta história é duvidosa, pois os uniformes dos soldados na época , impossibilitariam o transporte e incomodariam a locomoção dos soldados do  Império.
 
Outra teoria é que o pão na forma de  uma baguette teve a sua origem em Viena. 
O pão  vienense teria sido trazido para França no século XIX, e a baguette, então, ter-se-ia popularizado por volta de 1920 em Paris, porque a sua preparação requer menos tempo para amassar e cozer que o pão redondo. 
Seria o resultado de uma lei que proibia  o trabalho dos  padeiros  antes das 4horas  da manhã!
Hoje, mesmo ignorando com precisão a sua origem, nós encontramo-la por toda a parte: nas sanduíches, no café da manhã, com queijo ou simplesmente como acompanhamento! Pequeno truque;  para saber se a baguete está boa, você tem que apertá-la e ela deve voltar à sua forma original!
Resumido com adaptações a partir da seguinte fonte: 
http://parisvip.blogspot.pt/2011/12/historia-da-baguette-uma-tradicao.html


Há uma outra versão interessante e que passo a transcrever:


"Baguete torna-se o pão oficial da França" 
  in http://operamundi.uol.com.br/
Foi no dia 26 Brumário do ano 2 da Revolução Francesa – que, no calendário gregoriano, corresponde a 15 de novembro de 1793 – que a Convenção aprovou um decreto tornando obrigatório o acesso de todo cidadão francês a um mesmo tipo de pão, denominado “pão igualdade”. Era instituída então a famosa baguette.

O lançamento foi um fracasso. Em 1856, Napoleão III tentou reinstituir o pão longo e crocante, sem muito sucesso a mais. Foi somente após a libertação dos nazistas, em 1944, que a baguete (inicialmente um fenômeno só parisiense) se generalizou em todos os cantos da França.

No mundo inteiro, a baguete é um dos símbolos típicos da França e, particularmente, de Paris. Em pé de igualdade com o vinho, o queijo e a boina, a baguete ganhou fama apesar da imensa variedade de outros pães. A célebre foto de Willy Ronis do menino parisiense que corre levando debaixo do braço uma baguete maior do que ele (abaixo) tornou-se pôster e percorreu o mundo, como uma marca da Paris no pós-guerra.
 
As medidas do pãozinho são precisas: 80 centímetros de comprimento, de 6 a 7 centímetros de largura e peso entre 250 e 300 gramas. Para democratizar a baguete e baixar seu preço, o leite foi suprimido dos ingredientes. O pão se assenta e toma a forma dos cestos onde é colocado. Leve e crocante, a baguete vai bem em quase todas as mesas e é o único pão em todo o mundo que assumiu esta forma tão alongada.

Conta-se que ela deve sua origem às campanhas napoleônicas: até então, os pães eram redondos para manter a conservação. Esta forma havia sido inventada pelos padeiros de Napoleão a fim de que pudessem ser facilmente transportados pelos soldados num bolso da calça. Todavia, um exame cuidadoso das pinturas da época dos soldados do império ou dos uniformes que chegaram até nós mostram que, para o pão comprido, tal modo de transporte teria sido totalmente impraticável. A baguette teria incomodado o soldado durante suas longas marchas e o pão estaria provavelmente em mau estado nas paradas para descanso e alimentação.

Outra teoria sugere que este estilo de pão – o “vienense”, cuja forma pode ser alongada mas oval, como o nosso “pão francês” – foi inventado em Viena e exportado para a França durante o século XIX, mais especificamente para a Boulangerie Viennoise (Padaria Vienense), fundada por Auguste Zang. A baguete assumiria a aparência atual durante os anos 1920, porque o formato alongado exigia menos de tempo de preparação e cozimento que os pães tradicionais. Conta-se também que a baguete teria surgido em decorrência de uma lei que proibia os padeiros de trabalharem antes das 4h da manhã, o que não deixava tempo para preparar os pães redondos tradicionais.

Um artigo escrito para o concurso “O Grande Prêmio da Baguete” afirma que ela foi inventada no ano da Revolução de Julho: “A baguette tradition, embora inventada em 1830, só foi oficialmente reconhecida em 1993 pelo famoso ‘decreto-pão’ do primeiro-ministro Édouard Balladur, que tinha por objetivo dar um novo estímulo às padarias artesanais submetida então à concorrência desleal das grandes fábricas de pão. 
imagem conseguida em:  panelaolume.blogspot.com

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

As margens do Sena

   
                                            

Perto da ponte de Neuilly, as orlas do Sena constituem um passeio agradável e pitoresco.

Estendendo-se ao longo das margens ombreadas onde estão acostadas numerosas barcaças, entrevê-se ao fundo a impressionante cidade moderna de La Défense, um símbolo da modernidade, composta de belos arranha-céus com fachadas envidraçadas.

A operação urbanística de La Défense, foi concebida como uma zona de 130 hectares (gigantesca), consagrada aos negócios, iniciada em 1955 no prolongamento da ponte de Neuilly.

Os imóveis são construídos na parte superior de uma grandiosa laje reservada aos peões e que tem 120 metros de extensão sobre 250 metros de largura;  estende-se em bancadas até ao rio Sena e sob ela passam todas as vias de comunicação.

No meio dos imponentes edifícios modernos de formas geométricas puras, como as Torres Fiat, Manhattan, Elf-Aquitaine ...), é de assinalar em particular o Palácio do C.N.I.T. (Centre de Nouvelles Industries et Technologies); este tem vindo a servir de moldura todos os anos para grandes manifestações comerciais. Construído em cortinas de betão pelos arquitectos Zehrfuss, Camelot e Mailly, tem a forma ousada de uma concha virada ao contrário, pousando apenas em três pontos de apoio.

                                

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Le Pont Neuf, à Paris



Esta ponte, a mais velha de Paris, está em contradição com o seu nome (Le Pont Neuf, à Paris - A Ponte Nova, em Paris).

Foi construída por Du Cerceau e Des Illes, tendo sido iniciada sob o reinado de Henri III e terminada no de Henri IV em 1606.

Foi considerada uma ponte revolucionária, quando comparada com os modelos que a precederam.

Efectivamente, todas as outras pontes da cidade eram ladeadas por casas altas que escondiam a vista do rio.


Neste lugar, pelo contrário, procurou-se abranger uma perspectiva do Sena, e a ponte com os seus dois arcos em abóbada, torna-se uma enorme varanda aberta à aragem do rio.

Imediatamente os Parisienses compreenderam a beleza e a importância da Pont Neuf, de tal modo que esta se tornou um ponto de encontro e de passeio.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

"Le Square Du Vert Galant" (Paris)

           

O Jardim

Este magnífico jardim público ao qual se tem acesso por uma escada situada atrás da estátua do rei Henri IV, vem do sobrenome dado ao rei.


Se nos encontrarmos aí, na ponta mais avançada da Île de la Cité, comparamo-lo, à proa de um navio.

Square du Vert Galant

Efectivamente, a ponta do Vert Galant avança por sobre as águas calmas do rio Sena, tal como a roda da proa de um navio que quebra suavemente as ondas do oceano.

Square du Vert Galant (Alrededores)
Daí, os nossos olhos abarcam uma paisagem tal, que vista daí, constitui uma das melhores recordações que a cidade nos pode proporcionar. Isto, porque nos faz sentir quase em contacto directo com o Sena.

            Square du Vert Galant (Vista exterior)

O nosso olhar abraça as suas margens majestosas, os edifícios esbeltos, a verdura das árvores, e até as silhuetas delicadas das pontes.

Ficheiro:DSC00679 Ile de la Cite.JPG
(Wikipedia)
A estátua de Henri IV

(Wikipedia)
É uma estátua equestre construída em 1818 por François-Frédéric Lemot, dedicada a Henrique IV e que substituíu a anterior, devida a Jean de Bologne.

Tinha sido aí colocada no tempo de Maria de Médicis, depois do assassinato do rei, em 1610. A estátua erigida por Jean de Bologne fora quebrada durante a Revolução em 1792.

Fonte: in "Tout Paris", de Giovanna Magi, Bonechi

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Quartier Latin (II)

"Quartier Latin (le), quartier de Paris situé sur la rive gauche de la Seine, au Sud de la Cité, de part et d'autre du Boulevard Saint-Michel (Ve et VIe arrondissement). On y trouve de très nombreuses facultés et grandes écoles; c'est, avec la cité, la partie la plus ancienne de la capitale." (Dictionnaire Hachette Encyclopédique Illustré, En Couleurs, 1997).

"Quartier Latin: Bairro parisiense na margem esquerda do Sena, famoso pela sua vida estudantil e cultural". (Lexicoteca, Moderna Enciclopédia Universal, Círculo de Leitores, Setembro de 87).




segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Quartier Latin (I)



O Quartier Latin (Quarteirão Latino) é uma área situada no 5º bairro e numa parte do 6º, em Paris (França).

Fica na margem esquerda do Sena, rodeando a Sorbonne (Universidade).

A origem do seu nome vem do latim, muito falado junto à universidade, na Idade Média.

Ali se situam vários escolas de ensino superior, como a École Normale Supérieure, a École des Mines de Paris e campus universitário. No caso da École Polytechnique, esta foi transferida para outro local, por necessidade de mais espaço.

É uma área muito animada, constando da sua história nomes famosos da arte e da escrita.






quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

À descoberta da França...

Vamos conhecer a França?
É uma civilização fascinante com particularidades muito interessantes.
É um estado da Europa ocidental e devido à forma que tem, os franceses chamam-lhe "o hexágono" ... Com 61 milhões de habitantes é 6 vezes maior do que Portugal.
A nível mundial, o primeiro destino turístico é a França. Este nome vem dos Francos, povo que chegou à Gália nos anos 430. O galo francês é o emblema da França e representa o orgulho gaulês. Os romanos deram aos celtas o nome de gauleses - talvez isso se deva ao facto de os celtas criarem galos e galinhas. Galicismos são palavras ou expressões de língua francesa, adoptadas noutra língua.
Marianne é o nome dado à República Francesa e às suas representações simbólicas, desde 1887, especialmente bustos de mulher jovem (é curioso saber que algumas artistas como Brigitte Bardot, Catherine Deneuve ou Laetitia Casta já serviram de modelo).
O azul, o branco e o vermelho da bandeira têm um significado importante para os franceses: simbolizam a revolução francesa de 1789, cuja divisa é "Liberdade, Igualdade e Fraternidade"; o azul e o vermelho representam ainda as cores da cidade de Paris, enquanto a cor branca simboliza a cor dos reis; a Marselhesa, hino nacional de França desde 1795, é a canção que representa a dedicação ao país.
Uma das línguas oficiais da ONU, da OCDE ou da UNESCO é o francês; é uma língua falada em todos os continentes; é a 6ª língua mais falada no mundo.
Paris, conhecida como a cidade luz, é a capital da França, que comemora o seu Dia Nacional a 14 de Julho. Tem monumentos sumptuosos, que, a seu tempo, serão dados a conhecer.
Como é óbvio não se esgota aqui, de modo algum, o conhecimento sobre particularidades de França. Numa próxima oportunidade, continuaremos a desbravar este país.