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terça-feira, 17 de novembro de 2015

A riqueza da Língua Portuguesa...

imagem obtida em: createyourworldbook.com
A nossa língua portuguesa é muito rica, prestando-se a que se brinque com ela, mesmo quando se atravessa uma crise como a que temos vivido nos últimos anos.

E ainda bem que há quem escreva com facilidade sobre os tempos difíceis que temos atravessado; a grande capacidade que alguns têm de transformar as tristezas em pensamentos divertidos merece a minha maior admiração e é por isso que tomo a liberdade de partilhar neste espaço um texto muito criativo.

Bem precisamos de nos distrair daquilo que é negativo e nada melhor do que ler estas frases retiradas de uma página do facebook, escritas por O SALOIO, a 17 de abril de 2014 (facebook.com):

"NO QUE DÁ A CRISE:
Aos padeiros falta massa
Os padres já não comem como abades
Os relojoeiros andam com a barriga a dar horas.
Os talhantes estão feitos ao bife
Os criadores de galinhas estão depenados
Os pescadores andam a ver navios
Os vendedores de carapau estão tesos
Os vendedores de caranguejo vêem a vida a andar para trás.
Os desinfestadores estão piores que uma barata
Os fabricantes de cerveja perderam o seu ar imperial
Os cabeleireiros arrancam os cabelos
Os futebolistas baixam a bolinha
Os jardineiros engolem sapos
Os cardiologistas estão num aperto
Os coveiros vivem pela hora da morte
Os sapateiros estão com a pedra no sapato
As sapatarias não conseguem descalçar a bota
Os sinaleiros estão de mãos a abanar
Os golfistas não batem bem da bola
Os fabricantes de fios estão de mãos atadas
Os coxos já não vivem com uma perna às costas
Os cavaleiros perdem as estribeiras
Os pedreiros trepam pelas paredes
Os alfaiates viram as casacas
Os almocreves prendem o burro
Os pianistas batem na mesma tecla
Os pastores procuram o bode expiatório
Os pintores carregam nas tintas
Os agricultores confundem alhos com bugalhos
Os lenhadores não dão galho
Os domadores andam maus como as cobras
As costureiras não acertam agulhas
Os barbeiros têm as barbas de molho.
Os aviadores caem das nuvens
Os bebés choram sobre o leite derramado
Os olivicultores andam com os azeites
Os oftalmologistas fazem vista grossa
Os veterinários protestam até que a vaca tussa
Os alveitares pensam na morte da bezerra
As cozinheiras não têm papas na língua
Os trefiladores vão aos arames
Os sobrinhos andam “Ó tio, ó tio”
Os elefantes andam de trombas
Os Santos andam surdos...
... e que outra coisa seria de esperar de um país onde a crise é cada dia maior? 
Assim se vive em Portugal!!!..."

sexta-feira, 27 de junho de 2014

"Mundanidade" ou "Mundanalidade"?

imagem conseguida em: guiadoestudante.abril.com.br

[Pergunta | Resposta]

Mundanidade

[Pergunta] Gostaria de saber qual das duas palavras seria a correta – terrenalidade ou terrenidade – relativamente a «qualidade ou estado de terreal ou terrenal». Tenho em vista, com isto, buscar a tradução da palavra inglesa earthliness.
Obrigado.

Marcelo Barros :: Aposentado :: Burlington, EUA

[Resposta] Qualquer das formas é possível, mas, tendo em conta a oposição entre materialidade e espiritualidade, o termo tradicionalmente usado é mundanidade e mundanalidade, no sentido de «sistema de vida que apenas valoriza os bens materiais. Obs.: p. opos. a espiritualismo» (Dicionário Houaiss).
in http://ciberduvidas.pt/pergunta.php?id=32687

domingo, 7 de julho de 2013

Como vai a nossa Língua Portuguesa...






Tendo recebido por e-mail este texto tão ilustrativo de como o nosso português anda a ser tratado por quem o acha de somenos importância, não podia deixar de o partilhar com todos os meus leitores, pois merece uma grande reflexão da nossa parte.. 

Assim vai a nossa língua materna... 

(Texto verídico retirado de uma prova livre de Língua Portuguesa, realizada por um aluno do 9º ano, numa Escola Secundária das Caldas da Rainha, para ler, estarrecer e reflectir...!!!)
 
"REDAXÃO

'O PIPOL E A ESCOLA'

Eu axo q os alunos n devem d xumbar qd n vam á escola. Pq o aluno tb tem Direitos e se n vai á escola latrá os seus motivos pq isto tb é perciso ver q á razões qd um aluno não vai á escola. Primeiros a peçoa n se sente motivada pq axa q a escola e a iducação estam uma beca sobre alurizadas.

Valáver, o q é q intereça a um bacano se o quelima de trásosmontes é munto Montanhoso? Ou se a ecuação é exdruxula ou alcalina? Ou cuantas estrofes tem um cuadrado? Ou se um angulo é paleolitico ou espongiforme? Hã?

E ópois os setores ainda xutam preguntas parvas tipo cuantos cantos tem 'os Lesiades''s, q é u m livro xato e q n foi escrevido c/ palavras normais mas q no  aspequeto é como outro qq e só pode ter 4 cantos comós outros, daaaah.

Ás veses o pipol ainda tenta tar cos abanos em on, mas os bitaites dos profes  até dam gomitos e a Malta re-sentesse, outro dia um arrotou q os jovens n tem  abitos de leitura e q a Malta n sabemos ler nem escrever e a sorte do gimbras foi q ele h-xoce bué da rapido e só o 'garra de lin-chao' é q conceguiu  assertar lhe com um sapato. Atão agora aviamos de ler tudo qt é livro desde o Camóes até á idade média e por aí fora, qués ver???

O pipol tem é q aprender cenas q intressam como na minha escola q á um curço de otelaria e a Malta aprendemos a faser lã pereias e ovos mois q são assim tipo as pecialidades da rejião e ópois pudemos ganhar um gravetame do camandro.
Ah poizé. Tarei a inzajerar?"


quinta-feira, 13 de junho de 2013

Relações entre as palavras...




Ao consultar um dicionário de língua portuguesa, encontro para a palavra "brinde" vários sinónimos que, em certos contextos, podem ser equivalentes. É o caso de: 
  • presente
  • oferta
  • dádiva
  • oferenda
  • doação
  • gratificação
No caso de:
  • oferta 
  • presente
  • dádiva 
  • brinde
são palavras que têm significado idêntico, mas cujos significantes são diferentes; por isso, são sinónimos. 

Já no que diz respeito a:
  • doação
  • gratificação
estas não podem ser utilizadas em vez de presente (no sentido geral de oferta).


terça-feira, 26 de junho de 2012

Uma declaração de amor muito especial à Língua Portuguesa (Teolinda Gersão)

                
imagem conseguida em:

"Declaração de Amor à Língua Portuguesa
Teolinda Gersão

Escritora

Tempo de exames no secundário, os meus netos pedem-me ajuda para estudar português. Divertimo-nos imenso,confesso. E eu acabei por escrever a redacção que eles gostariam de escrever. As palavras são minhas, mas as ideias são todas deles.

Aqui ficam,e espero que vocês também se divirtam. E depois de rirmos espero que nós, adultos, façamos alguma coisa para libertar as crianças disto.

Redacção – Declaração de Amor à Língua Portuguesa

Vou chumbar a Língua Portuguesa, quase toda a turma vai chumbar, mas a gente está tão farta que já nem se importa. As aulas de português são um massacre. A professora? Coitada, até é simpática, o que a mandam ensinar é que não se aguenta. Por exemplo, isto: No ano passado, quando se dizia “ele está em casa”, ”em casa” era o complemento circunstancial de lugar. Agora é o predicativo do sujeito. “O Quim está na retrete” : “na retrete” é o predicativo do sujeito, tal e qual como se disséssemos “ela é bonita”. Bonita é uma característica dela, mas “na retrete” é característica dele? Meu Deus, a setôra também acha que não, mas passou a predicativo do sujeito, e agora o Quim que se dane, com a retrete colada ao rabo.

No ano passado havia complementos circunstanciais de tempo, modo, lugar etc., conforme se precisava. Mas agora desapareceram e só há o desgraçado de um “complemento oblíquo”. Julgávamos que era o simplex a funcionar: Pronto, é tudo “complemento oblíquo”, já está. Simples, não é? Mas qual, não há simplex nenhum,o que há é um complicómetro a complicar tudo de uma ponta a outra: há por exemplo verbos transitivos directos e indirectos, ou directos e indirectos ao mesmo tempo, há verbos de estado e verbos de evento,e os verbos de evento podem ser instantâneos ou prolongados, almoçar por exemplo é um verbo de evento prolongado (um bom almoço deve ter aperitivos, vários pratos e muitas sobremesas). E há verbos epistémicos, perceptivos, psicológicos e outros, há o tema e o rema, e deve haver coerência e relevância do tema com o rema; há o determinante e o modificador, o determinante possessivo pode ocorrer no modificador apositivo e as locuções coordenativas podem ocorrer em locuções contínuas correlativas.
Estão a ver? E isto é só o princípio. Se eu disser: Algumas árvores secaram, ”algumas” é um quantificativo existencial, e a progressão temática de um texto pode ocorrer pela conversão do rema em tema do enunciado seguinte e assim sucessivamente.

No ano passado se disséssemos “O Zé não foi ao Porto”, era uma frase declarativa negativa. Agora a predicação apresenta um elemento de polaridade, e o enunciado é de polaridade negativa.

No ano passado, se disséssemos “A rapariga entrou em casa. Abriu a janela”, o sujeito de “abriu a janela” era ela,subentendido. Agora o sujeito é nulo. Porquê, se sabemos que continua a ser ela? Que aconteceu à pobre da rapariga? Evaporou-se no espaço?

A professora também anda aflita. Pelo vistos no ano passado ensinou coisas erradas, mas não foi culpa dela se agora mudaram tudo, embora a autora da gramática deste ano seja a mesma que fez a gramática do ano passado. Mas quem faz as gramáticas pode dizer ou desdizer o que quiser, quem chumba nos exames somos nós. É uma chatice. Ainda só estou no sétimo ano, sou bom aluno em tudo excepto em português, que odeio, vou ser cientista e astronauta, e tenho de gramar até ao 12º estas coisas que me recuso a aprender, porque as acho demasiado parvas.
Por exemplo,o que acham de adjectivalização deverbal e deadjectival, pronomes com valor anafórico, catafórico ou deítico, classes e subclasses do modificador, signo linguístico, hiperonímia, hiponímia, holonímia, meronímia, modalidade epistémica, apreciativa e deôntica, discurso e interdiscurso, texto, cotexto, intertexto, hipotexto, metatatexto, prototexto, macroestruturas e microestruturas textuais, implicação e implicaturas conversacionais? Pois vou ter de decorar um dicionário inteirinho de palavrões assim. Palavrões por palavrões, eu sei dos bons, dos que ajudam a cuspir a raiva. Mas estes palavrões só são para esquecer. Dão um trabalhão e depois não servem para nada, é sempre a mesma tralha, para não dizer outra palavra (a começar por t, com 6 letras e a acabar em “ampa”, isso mesmo, claro.)

Mas eu estou farto. Farto até de dar erros, porque me põem na frente frases cheias deles, excepto uma, para eu escolher a que está certa. Mesmo sem querer, às vezes memorizo com os olhos o que está errado, por exemplo: haviam duas flores no jardim. Ou : a gente vamos à rua. Puseram-me erros desses na frente tantas vezes que já quase me parecem certos. Deve ser por isso que os ministros também os dizem na televisão. E também já não suporto respostas de cruzinhas, parece o totoloto. Embora às vezes até se acerte ao calhas.
Livros não se lê nenhum, só nos dão notícias de jornais e reportagens,ou pedaços de novelas. Estou careca de saber o que é o lead, parem de nos chatear. Nascemos curiosos e inteligentes, mas conseguem pôr-nos a detestar ler, detestar livros, detestar tudo. As redacções também são sempre sobre temas chatos, com um certo formato e um número certo de palavras. Só agora é que estou a escrever o que me apetece, porque já sei que de qualquer maneira vou ter zero.

E pronto, que se lixe, acabei a redacção – agora parece que se escreve redação.O meu pai diz que é um disparate, e que o Brasil não tem culpa nenhuma, não nos quer impôr a sua norma nem tem sentimentos de superioridade em relação a nós, só porque é grande e nós somos pequenos.
A culpa é toda nossa, diz o meu pai, somos muito burros e julgamos que se escrevermos ação e redação nos tornamos logo do tamanho do Brasil, como se nos puséssemos em cima de sapatos altos. Mas, como os sapatos não são nossos nem nos servem, andamos por aí aos trambolhões, a entortar os pés e a manquejar. E é bem feita, para não sermos burros.

E agora é mesmo o fim. Vou deitar a gramática na retrete, e quando a setôra me perguntar: Ó João, onde está a tua gramática? Respondo: Está nula e subentendida na retrete, setôra, enfiei-a no predicativo do sujeito.

João Abelhudo, 8º ano, turma C (c de c…r…o, setôra, sem ofensa para si, que até é simpática)."

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Esclarece-se ou Esclarecem-se?


"[Pergunta
Resposta]

Esclarece-se ou esclarecem-se?

[Pergunta]

Gostaria que me esclarecessem uma pequena dúvida. A discutir com os meus colegas, chegámos todos a conclusões diferentes. Por esta razão, escrevo-vos para que nos possam elucidar. Qual das seguintes frases é a mais correcta e por que razão?


a) Esclarecem-se dúvidas.

b) Esclarece-se dúvidas.

Desde já, quero agradecer e felicitar-vos por este excelente e útil “site”.

Rita Lemos :: :: Portugal

[Resposta] Para que ninguém fique zangado, saibam os contendores que ambas as formas são possíveis, embora signifiquem coisas ligeiramente diferentes, que, no entanto, vão dar praticamente ao mesmo, razão por que é frequente ouvir qualquer das estruturas.
a) Quem diz «Esclarecem-se dúvidas» está a dizer: «Dúvidas são esclarecidas.» Aquele «se» é, no caso vertente, considerado uma partícula apassivante (isto é: leva a frase para a passiva), daí que o verbo concorde em número com «dúvidas»;

b) Quem diz «Esclarece-se dúvidas» está a dizer: «Alguém [que não se sabe quem é ou que não interessa referir] esclarece dúvidas.» Nesta versão, o «se» é considerado um pronome indefinido, que indetermina o sujeito, a tal entidade que esclarece, e é por isto que o verbo está no singular.

O «se», para além de partícula apassivante e de pronome indefinido, pode ser também pronome reflexo (como na frase «Ele lava-se», em que «se» = «a si mesmo»), e esta pode ser uma das razões por que alguns falantes preferem a forma b), evitando a possível ambiguidade de as «dúvidas se esclarecerem a si próprias».

Apesar desta aparente vantagem da forma b), há também autores que consideram que ela é própria do falar corrente e popular, correspondendo a forma a) a um nível mais elevado. Será que é mesmo assim? É irrelevante, o que é importante é que os falantes percebam a subtil diferença que há entre as diferentes versões, já que todas são correctas.
R. G. :: 04/03/2005

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Origem e significado da expressão "Ser o sal da terra...e o Sermão da Montanha"

Explicado por Mafalda Lopes da Costa, no seu programa Lugares Comuns, na Antena 1, a ideia é, aproximadamente a seguinte:

"ser o sal da terra...", refere-se ao indivíduo mais distinto, do que mais se destaca, à "fina flor" (a nata de uma sociedade).

A referência ao "sermão da montanha" tem origem na Bíblia e foi citada por Jesus Cristo, no Sermão da Montanha (segundo São Mateus), onde  fala da orientação da verdade da vida cristã, da conduta e moral, em que Cristo considera os apóstolos e todos os cristãos como "o sal da terra", a luz do mundo...

sábado, 19 de maio de 2012

Reveem ou Revêem?


Ex: eles revêem as fotos antigas. (?)










Ex: eles reveem as matérias para o teste. (?)



A forma correta é reveem (sem acento).

As formas verbais terminadas em -eem (graves), com o Novo Acordo Ortográfico, deixam de ter acento circunflexo.

domingo, 22 de abril de 2012

Confusão entre À e HÁ...

Para saber qual a forma que deve usar, basta substituir por existe ou existem.

Exemplos: duas pessoas dentro de casa = Existem duas pessoas dentro de casa.















À é a contração da preposição a com o artigo definido feminino do singular a (a+a), fundindo-se num único vocábulo. Com esta fusão surge na letra a o acento grave. Exemplo: O André foi à praia. (à...)

Em relação a : esta forma é a 3ª pessoa do singular do verbo haver, no presente do indicativo, sendo invariável e tendo o sentido de existir/acontecer/fazer

terça-feira, 13 de março de 2012

Furto e Roubo - qual a diferença de significado?

 Fonte: Dicionário Priberam da Língua Portuguesa

http://www.priberam.pt/dlpo/Default.aspx

Roubo versus furto

roubo  

s. m.
1. Acto.Ato.Ato ou efeito de roubar. 

2. Aquilo que se rouba.

3. [Figurado]  Preço excessivo.

roubar - Conjugar

v. tr. e intr.v. tr. e intr.

1. Tirar o que está em casa alheia ou o que outrem leva consigo.

2. Cometer fraude em.

3. Subtrair às escondidas, furtar.

4. Rapar.

5. Despojar de.

6. Plagiar; dar como invenção sua o que outrem inventou.

7. [Figurado]  Arrebatar, enlevar, arroubar, extasiar.

v. pron.v. pron.

8. Esquivar-se.

furto



s. m.

1ª pess. sing. pres. ind. de furtar

furto

s. m.s. m.

1. Acto.Ato.Ato ou efeito de furtar.

2. Aquilo que se furtou.

a furto: ocultamente, dissimuladamente.


furtar - Conjugar

v. tr.
1. Subtrair fraudulentamente, sem violência.

2. Apresentar como de própria lavra (o que é de lavra alheia).

3. Desviar.

4. Falsificar (imitando).

v. pron.v. pron.

5. Desviar-se; eximir-se, esquivar-se.

furtar as voltas: não correr a direito, mas sim furtando o corpo.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Português Correto - Alguns Exercícios de Língua Portuguesa

   
1. Os miúdos vêem televisão.
2. Os miúdos veem televisão.

Qual a forma correta?

A forma correta é veem.

As formas verbais graves terminadas em -eem, deixam de ser acentuadas com o circunflexo. 

Logo:Os miúdos veem televisão.

                   
1. A Inês e o Fábio vêm a Portugal.
2. Eles vem a Portugal.

Destes dois exemplos, a forma correta é vêm, com acento.
A 3ª pessoa do plural do presente do indicativo do verbo vir é acentuada, para que não se confunda com a forma do singular, vem.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Octogonal escreve-se com ou sem c?


          
Octogonal escreve-se com c porque esta consoante é pronunciada.

Como se escreve? Com ou sem hífen?

Oitavos de final ou oitavos-de-final?

O que é correto é: oitavos de final, sem hífenes.

Segundo o Novo Acordo Ortográfico, não se emprega o hífen na maior parte das locuções.

                 

sábado, 29 de outubro de 2011

Como se escreve: "Abstracto" ou "Abstrato"?

Escreve-se abstrato, sem o c porque este não é pronunciado; portanto, segundo o Novo Acordo Ortográfico, não se pronuncia, não se escreve.
Pintura Abstrata Contemporânea
                 

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Português Correto

Abjecção ou abjeção?

Tem esta dúvida ao escrever?

Pois segundo o Novo Acordo Ortográfico, as duas formas de escrita estão corretas. Só que, em Portugal, a forma é abjeção, porque não pronunciamos o c.

                       

domingo, 9 de outubro de 2011

Português Correcto

Escreve-se abóbora-menina ou abóbora menina?

Segundo o Novo Acordo Ortográfico, o hífen é obrigatório em palavras compostas que designam espécies botânicas.

                              

sábado, 17 de setembro de 2011

Significado da expressão: "Dar para trás no nariz de alguém"


"Dar para trás no nariz de alguém" (pop.):
  • reprimir as manifestações de indisciplina, desrespeito, petulância;
  • corrigir abusos;
  • educar
in Novos Dicionários de Expressões Idiomáticas, de António Nogueira Santos, edições Sá da Costa (1ª ed. 1990).

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Significado da expressão "Ver para crer"

"Ver para crer (como S. Tomé). Significa, segundo o «Dicionário de Expressões Correntes» de Orlando Neves, «Só acreditar no que se vê ou está irrefutavelmente provado»."


                                                      

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Significado da expressão: "Anda a encanar a perna à rã"

                                          

consultar: http://ciberduvidas.pt/pergunta.php?id=14714

"[Pergunta
Resposta]

«Encanar a perna à rã»

[Pergunta] Qual o significado da expressão popular «encanar a perna à rã»?

Obrigado.

Joaquim Silva :: Empresário :: Reguengos, Portugal

[Resposta] Significa não fazer nada; atrasar; não resolver; demorar; empatar. Ou seja, «não dar andamento, fingir que se trabalha, mandriar».
N.E. – Esta resposta destina-se também a vários consulentes que nos fizeram esta mesma pergunta.

J.M.C. :: 17/12/2004"

terça-feira, 16 de agosto de 2011

8º Encontro de Fundações da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP)



O referido Encontro realizou-se em Cascais, no passado dia 25 de maio, em que estiveram presentes 134 representantes e 69 fundações.

Na inauguração dos trabalhos contou-se com a presença do Presidente do Instituto Português para a Cooperação, Professor Manuel Correia, e na de encerramento com uma comunicação do Secretário Executivo da CPLP, Domingos Simões Pereira.

A Conferência de Abertura foi feita por Vítor Borges, Presidente da Fundação para o Desenvolvimento e Intercâmbio Internacional de Cabo Verde. 

Analisou-se o contexto de actuação das Fundações, em resultado da crise de cariz económico-financeiro que tem atingido o mundo inteiro, concluindo-se que será sempre útil a contribuição da sociedade civil e das fundações, na tentativa de se poder prosseguir com os objectivos da CPLP, continuando a dinamizar-se iniciativas nos vários países que dela fazem parte.

A intervenção do Professor Narciso Matos, da Fundação para o Desenvolvimento da Comunidade de Moçambique, foi destacada pela sua importância, deixando bem nítido no relatório referente à evolução das metas de desenvolvimento do milénio da CPLP, que há assimetrias bem visíveis, não vindo a ser atingidos muitos dos objectivos a que se propunham, até 2015, o que obriga a que tudo seja muito bem revisto e repensado.

Verifica-se, com agrado, que estes Encontros entre as Fundações de Língua Portuguesa ajuadam a uma maior consolidação entre elas, a tal ponto que, foi tomada a decisão de a próxima se realizar em março de 2012, em Cabo Verde, mais concretamente na cidade de Mindelo.
Referência: JL, 15 a 28 de junho 2011.