quinta-feira, 5 de abril de 2018

Uma história insólita com formigas

in: misteriosdomundo.org

Formigas mortas saíam dos olhos de uma menina chamada Ashwini, com 11 anos de idade e residente em Belthangady (Índia). 

Como a miúda se queixava com muitas dores, os pais constataram que tinha uma formiguinha no olho. 

Mas a história veio a repetir-se com o passar do tempo. Descobriram que dos olhos da filha saíam mais formigas mortas. Decidiram levá-la ao hospital e em 10 dias foram tiradas 60 formigas. 

A opinião dos médicos é que as formigas teriam entrado pelos ouvidos. 

Nada agradável, pois não? Insólitos...

(segundo leitura na revista SÁBADO de 22 a 28 de março de 2018)

quarta-feira, 4 de abril de 2018

Uma sanita "incrível"...

Os avanços na invenção de objetos do quotidiano são tais, que tudo pode acontecer!  

Será que esta sanita resulta mesmo, quando a usamos? 

E será que com este "aparato" todo nos sentiremos confortáveis? 

Só experimentando... 

in: otimundo.com

"A sanita que faz tudo"

Chama-se Toto Neorest NX2 e é uma sanita inteligente que levanta a tampa quando a pessoa se aproxima e aquece o assento. 

No fim, lança um suave jato de água purificada para evitar o papel higiénico e seca com secador embutido. 

(FONTE: SÁBADO, de 22 a 28 de março de 2018) 

segunda-feira, 2 de abril de 2018

Um pensamento de Barack Obama

"A melhor maneira de não perder a esperança 
é erguer-se e fazer alguma coisa. 
Não esperes que as coisas boas te aconteçam. 
Se fores à luta e fizeres algo de bom acontecer, 
darás esperança ao mundo e a ti mesmo."

Barack Obama

in: https://pt.wikipedia.org/wiki/Barack_Obama

domingo, 1 de abril de 2018

Domingo de Páscoa (01.04.2018)

in youtube


"Homilia do cardeal-patriarca de Lisboa no Domingo de Páscoa 
Abr 1, 2018 

Se Cristo nos espera, porque demoramos nós? 

«Maria Madalena correu então e foi ter com Simão Pedro e com o discípulo predileto de Jesus e disse-lhes. “Levaram o Senhor do sepulcro e não sabemos onde O puseram.” Pedro partiu com o outro discípulo e foram ambos ao sepulcro. Corriam os dois juntos, mas o outro discípulo antecipou-se, correndo mais depressa que Pedro…» 

Detenhamo-nos um pouco nesta passagem do Evangelho que ouvimos. Ou dizendo melhor, porventura, corramos também nós espiritualmente ao sepulcro, como o fizeram fisicamente os discípulos, alertados por Maria Madalena, que também correra a avisá-los. 
É intencional a insistência do evangelista na pressa de qualquer deles. Como é salutar o convite a imitá-los. Para encontramos o túmulo vazio. Para sermos encontrados pelo Ressuscitado, como aconteceu com eles depois. 
Desde aquela madrugada é isto mesmo que nos define como crentes, ou seja, a urgência em divisar a presença do Ressuscitado e sermos encontrados por Ele. São Paulo definia-se nesses termos, ou na mesma corrida: «… Assim posso conhecer a Cristo, na força da sua ressurreição e na comunhão com os seus sofrimentos, conformando-me com ele na morte, para ver se atinjo a ressurreição dos mortos. Não que já o tenha alcançado ou já seja perfeito; mas corro, para ver se o alcanço, já que fui alcançado por Cristo Jesus» (Fl 3, 10-13). 
Urgência de alcançar a Cristo, que já nos alcançou a nós. Ansiou pela chegada daquela hora absoluta em que nos encontrou no mais profundo e dramático da condição humana, para nos salvar de vez. Acolhamos a exortação de Paulo, ainda há pouco ouvida: «Afeiçoai-vos às coisas do alto e não às da terra. Porque vós morrestes, e a vossa vida está escondida com Cristo em Deus.» 
É a afeição às coisas do alto, isso mesmo que só Cristo nos conseguiu e oferece, que explica e incita a nossa corrida espiritual de todos os dias, sempre e só ao seu encontro. E o túmulo vazio que os primeiros discípulos encontraram foi apenas o sinal da presença total com que hoje corresponde à nossa procura. 
Cristão, podemos dizer, é quem anseia deparar com o Ressuscitado em cada momento da sua vida – para vir a dizer, também com São Paulo: «Já não sou eu que vivo, mas é Cristo que vive em mim.» (Gl 2, 20). Para ressuscitar com o Ressuscitado. Esse mesmo que nos prometeu: «Eu estarei sempre convosco até ao fim dos tempos» (Mt 28,20). 

Certamente que o Tríduo Pascal, que Deus nos concedeu celebrar mais uma vez, tanto nos encheu a alma como agora nos reforça o propósito. Graças são encargos e a graça pascal redunda em procura e missão, sempre mais urgentes. Procura do Ressuscitado nos sinais mais garantidos da sua presença; missão de os repercutir na vida do mundo, do pequeno mundo de cada um ao grande mundo de nós todos. 
Lembremos brevemente os sinais garantidos da presença do Ressuscitado, como a eles devemos acorrer todos os dias, com particular referência ao Tempo Pascal que hoje começa. Falando da sua união connosco, Jesus usou esta comparação: «Eu sou a videira; vós os ramos. Quem permanece em mim e eu nele, esse dá muito fruto […] Se permanecerdes em mim e as minhas palavras permanecerem em vós, pedi o que quiserdes, e assim vos acontecerá. Nisto se manifesta a glória do meu Pai: em que deis muito fruto e vos comporteis como meus discípulos» (Jo 15, 5-8). 

Caríssimos: 
Este é o primeiro sinal que devemos ativar todos os dias: a Palavra de Cristo ouvida, meditada e assimilada. Quando tal acontece, tudo muda de figura, passando a ser visto a partir de Deus, o único que absolutamente conhece o coração do homem e o sentido das coisas. Palavra ressuscitadora, uma vez que ressoa no silêncio que fizermos, como o anúncio da Ressurreição de Cristo soou no túmulo vazio. Precisamente com esta condição silenciosa e acolhedora, todos os dias exercitada e de cada vez correspondida por Cristo Palavra de Deus. 
Outro sinal – ou a decorrência do primeiro – é a Eucaristia para que nos convida. É também no Evangelho de João que encontramos esta alusão ao Ressuscitado, aparecendo aos discípulos que tinham voltado à sua faina de pescadores – mas igualmente a cada um de nós, na faina de todos os dias: «Disse-lhes Jesus: “Vinde almoçar.” E nenhum dos discípulos se atrevia a perguntar-lhe: “Quem és tu?”, porque bem sabiam que era o Senhor. Jesus aproximou-se, tomou o pão e deu-lho, fazendo o mesmo com o peixe» (Jo 21, 12-13). 
A alusão é certamente eucarística, pelo gesto de “tomar o pão e dá-lo”. E traz outra referência importante, uma vez que o “peixe” era para os primeiros cristãos um modo de designar o próprio Cristo. Significando isto que num sacramento – na Eucaristia como em todos os outros – é da própria pessoa de Cristo que se trata, requerendo tanta correspondência e coerência da nossa parte, como da sua é a entrega. 
Mais dois sinais da presença do Ressuscitado, a que devemos acorrer, encontramo-los no Evangelho de Mateus, sobremaneira eclesial. Um é mantermo-nos em oração, especialmente a comunitária: «Se dois de entre vós se unirem, na Terra, para pedir qualquer coisa, hão de obtê-la de meu Pai que está no Céu. Pois, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, eu estou no meio deles» (Mt 18, 19-20). 
Também, e por excelência, a caridade ativa, que nos leve ao encontro das necessidades dos outros, assim mesmo encontrando o Ressuscitado que em cada um nos espera. Mencionando as fomes que saciámos, as sedes que dessedentámos, os peregrinos que recolhemos, os nus que vestimos, os doentes e presos que visitámos, responde perentoriamente: «Sempre que fizeste isto a um destes irmãos mais pequeninos, a mim mesmo o fizestes» (Mt 25, 40). 
– Assim sendo, caríssimos irmãos, que nos falta ou retarda, para vivermos plenamente em Páscoa, procurando e testemunhando a presença do Ressuscitado, como garantidamente se oferece? Para que também dos vazios tumulares deste mundo a sua presença irrompa, tão forte e luminosa como na madrugada daquele primeiro dia. – Se Cristo nos espera, porque demoramos nós? 

Sé de Lisboa, 1 de abril de 2018 D. Manuel Clemente, Cardeal-Patriarca de Lisboa" 

sábado, 31 de março de 2018

Sábado de Aleluia!

in: http://www.agencia.ecclesia.pt
Neste Sábado de Páscoa, era bom que refletíssemos nas palavras sábias do Papa Francisco, proferidas ontem em frente ao Coliseu de Roma, neste mundo "fraturado por guerras", como ele próprio afirmou:
"Vergonha, arrependimento e esperança. Foi nesta trilogia que o papa Francisco assentou o seu habitual discurso do fim da Via Sacra, oração celebrada esta noite em frente ao Coliseu de Roma. Perante milhares de fiéis, o papa Francisco dirigiu toda a sua oração a Jesus: “O nosso olhar está dirigido a ti, cheio de vergonha, arrependimento e esperança.”
A vergonha — como explicou logo a seguir — deve-se à herança que a geração de hoje deixa aos jovens de amanhã, um mundo fraturado por guerras.
Vergonha porque as nossas gerações estão a deixar aos jovens um mundo fraturado por divisões e guerras, um mundo consumido pelo egoísmo onde os jovens, os fracos, os doentes e os idosos são marginalizados”, afirmou o sumo pontífice.
E a vergonha com que o líder da igreja Católica diz olhar para Jesus não termina aí. O papa sente-a também “porque muitas pessoas, incluindo alguns ministros da Igreja, se deixaram levar pela ambição e pela vaidade, perdendo a sua dignidade e o seu primeiro amor”. E também “vergonha por se ter perdido toda a vergonha”.
Sobre o arrependimento, o papa sublinhou que é assim que se dirige a Jesus por saber que só ele pode salvar do mal e curar os homens e as mulheres “do flagelo do ódio, do egoísmo, da soberba, da avidez, da vingança, da cobiça e da idolatria”.
E olhar de arrependimento deve-se também ao facto “de sentir a nossa pequenez, o nosso nada, a nossa vaidade e de nos deixarmos ser acariciados por seu doce e poderoso convite à conversão”.
O terceiro pilar da sua oração foi a esperança. “Só o abraço fraterno pode dissipar a hostilidade e o medo do outro”, disse Francisco. Por isso mesmo, o líder dos católicos usou a palavra esperança para falar da mensagem cristã e do desejo de que ela continue a inspirar pessoas por todo o mundo.
A esperança, porque tantos missionários e missionárias continuam, ainda hoje, a desafiar a consciência adormecida da humanidade, arriscando a vida para te servir nos pobres, nos marginalizados, nos imigrantes, nos invisíveis, nos explorados, nos famintos e nos presos”, disse.
Antes de terminar a sua oração, o sumo pontífice pediu a todos para se despojarem “da arrogância do mau ladrão”. Em contrapartida, os fiéis cristãos deverão personificar o bom ladrão.
“Que personifiquemos o bom ladrão que te viu com olhos cheios de vergonha, de arrependimento e de esperança; que, com os olhos da fé, viu na tua aparente derrota a divina vitória e, assim, se ajoelhou diante da tua misericórdia e, com honestidade, roubou o paraíso”, concluiu o Papa.
A cerimónia da cruz, que passa de mão em mão para lembrar o calvário e o caminho de Cristo até à crucificação, foi acompanhada pela leitura de algumas meditações, cuja redação este ano foi confiada a jovens entre os 16 e os 27 anos, em sintonia com a decisão do papa de dedicar 2018 às novas gerações.
A cruz foi levada, entre outros, por uma família síria e por duas freiras dominicanas de Santa Catarina de Siena que escaparam aos jihadistas no Iraque.
(in observador.pt 31.03.2018)

sexta-feira, 30 de março de 2018

O Feriado de Sexta-Feira Santa e a sua simbologia

Sexta-feira Santa ou Sexta-Feira da Paixão é uma data religiosa cristã que relembra a crucificação de Jesus Cristo e sua morte no Calvário. O feriado é observado sempre na sexta-feira que antecede o Domingo de Páscoa, o sexto dia da Semana Santa no cristianismo ocidental e o sétimo no cristianismo oriental (que conta também o Sábado de Lázaro, anterior ao Domingo de Ramos). É o primeiro dia (que começa na noite da celebração da Missa da Ceia do Senhor) do Tríduo Pascal e pode coincidir com a data da Páscoa judaica[1][2][3].
Este dia é considerado um feriado nacional em muitos países pelo mundo todo e em grande parte do ocidente, especialmente as nações de maioria cristã. 
(in: pt.wikipedia.org)

in: pt.wikipedia.org
Cristo Crucificado
A morte de Jesus é o principal evento relembrado na Sexta-feira Santa.

Por Diego Velázquez, atualmente no Museu do Prado, em Madri, na Espanha. 1632

quinta-feira, 29 de março de 2018

Quinta-Feira Santa e a cerimónia de "lava-pés"

in: radiorainhadapaz.com.br

Na Quinta Feira Santa celebra-se a Ceia do Senhor, e uma cerimónia importante: a do lava-pés.

Para além de simbolisar a humildade, a entrega e o servir o outro, o cristão praticante sente-se purificado.

Com esta cerimónia, celebra-se o acto em que Jesus criou a eucaristia, a sua entrega plena aos outros, sofrendo pelos pecadores.

É como tenho sentido este dia, em cada ano que passa. 

Jesus lava os pés dos seus discípulos



Ele pegou uma toalha e cingiu-se com ela. Depois colocou água numa bacia, e começou a lavar os pés dos discípulos e a enxugá-los com a toalha com que estava cingido"(Jo 13, 4-5). Os discípulos resistem. Pedro reage fortemente. Ele expressa o que provavelmente está no coração de cada um dos discípulos. A mesma resistência que talvez esteja em cada um de nós. O que diríamos nós se Jesus, Nosso Senhor, aparecesse diante de nós e começasse a lavar nossa roupa ou limpar nossa casa? Não ficaríamos acanhados e chocados? Nós certamente diríamos a Jesus para sentar na sala de estar e serviríamos tudo que Ele desejasse. Ele chegou junto a Pedro e este disse "Senhor, vais lavar os meus pés? E Jesus respondeu: "Tu não sabes o que estou fazendo, depois irás compreender." Pedro então respondeu: "Jamais lavarás os meus pés." Jesus respondeu "se eu não os lavar não terás parte comigo (Jo 13,6-9).