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terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

Guarda-chuva: festeja-se hoje o seu dia

imagem in: www.amazon.com

Pois é verdade, é bem merecido: o dia do guarda-chuva festeja-se hoje, a 10 de fevereiro. 

Tão gasto de ser usado por todos, é justo recordá-lo e homenageá-lo.

Nada mais verdadeiro e bem preciso é termos este fiel companheiro nestes dias chuvosos que não nos abandonam desde setembro.

O pior são as séries de "depressões atmosféricas"... são "umas atrás das outras"... 

Cá para mim, a coleção de todas elas que já tivemos de suportar (e ainda as que faltam "visitar-nos"), só passarão se marcarem consulta no médico! 

E, por este andar, nós também não escaparemos...

Mas o tratamento, Senhor Doutor, tem mesmo de ser muito intensivo!

domingo, 23 de novembro de 2025

Oceanos: a sua proteção é uma tarefa de todos nós

imagem obtida in: in infoescola.com

Gostaria de dedicar esta minha publicação a uma reflexão conjunta sobre a vida dos Oceanos, que, como todos sabem, devido a vários fatores, se encontram em perigo.

Os Oceanos são indispensáveis à vida do nosso Planeta, pois para nós, humanos, representam um papel fundamental, e não menos para os animais e plantas que neles vivem. 

Fornecem-nos a todos(humanos/animais/plantas) muitos recursos: o alimento de que necessitamos, o acolhimento quando dele precisamos, a ligação entre os vários países do mundo. 

Uma outra função sua e muito importante (principalmente para os meteorologistas e cientistas dos fenómenos que surgem na natureza) é a sua grande ajuda na definição do clima.

O aquecimento global e a poluição constituem uma grande ameaça para o nosso querido Planeta Terra. Para além disso, há uma abuso em relação à pesca: um excesso da parte de muitos países.

Claro que todos temos consciência destes problemas todos e é por isso que, no meu título falo de que TODOS NÓS temos de fazer a parte que nos cabe, tratando os mares, os oceanos, as praias, como eles merecem - dando-lhes a qualidade de vida que eles merecem!

Não é só servirmo-nos deles para o que nos convém, é preciso termos "atitude", sermos "conscienciosos" e :

  • não deitar lixo nem químicos ao mar
  • não maltratar as praias, deixando-as umas autênticas "lixeiras" depois de lá passarmos uma manhã, uma tarde, ou o dia inteiro; pelo contrário, devemos manter a areia sempre limpa
  • utilizar os contentores de reciclagem das praias 
  • não arrancar nem levar connosco as plantas que observamos fazerem parte da praia, vivendo nas areias, nas dunas ou até junto às costas marinhas
  • reduzir a nossa pegada de carbono

quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

Dentro de meio século, é provável que o clima mude drasticamente!

É bem verdade que fazer previsões é sempre difícil, mas os especialistas em alterações climáticas quando falam sobre este tema, manifestam sempre grande preocupação em relação ao que poderá acontecer nesse campo.
Se as previsões do Nobel da Paz Rajendra Pachauri estiverem certas, Portugal pode mudar drasticamente dentro de meio século. Para o ex-presidente do Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas, as mudanças no clima vão tornar o país mais desértico, afetar as praias, a agricultura, a pesca, o vinho e até a saúde dos seres humanos. Uma visão preocupante, mas que poderá não andar muito longe da realidade de 2064. Se é difícil fazer previsões meteorológicas com alguns dias de antecedência, mais complicado é adivinhar o que se passará daqui a mais de quatro décadas. Mas existem algumas hipóteses.
Alfredo Rocha, climatologista e diretor da licenciatura em Meteorologia, Oceanografia e Geofísica na Universidade de Aveiro (UA), traça um cenário pessimista: «Vamos ter um clima claramente mais quente, sobretudo no interior do país, onde podemos ter um aumento de três a quatro graus em relação à temperatura média atual, mais evidente no centro e norte. Já no litoral, o aumento andará na ordem de 1,5 a dois graus.» Para o docente, o cenário do Acordo de Paris é «dos mais conservadores» e impossível de cumprir. Este prevê que o aumento seja inferior a dois graus relativamente à era pré-industrial - mas já aumentou cerca de 1º C deste então.
O geofísico Filipe Duarte Santos, especialista em alterações climáticas e professor da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, tem uma visão mais otimista: «Em 2064, a temperatura média global vai certamente estar mais alta. A manter-se a tendência atual - aumento de 0,2º por década - teremos uma subida de mais ou menos um grau. Ressalva, no entanto, que há sempre incerteza associada ao que será o comportamento humano. 
...(...)... ...(...)...
(in: dn.pt 30 dezembro 2018, por Joana Capucho)

sábado, 4 de agosto de 2018

Calor? SIM, muito!

in: lusa.pt

Sem dar tréguas, o calor extremo atingiu esta sexta-feira valores ainda mais elevados de temperaturas máximas, com Alcácer do Sal, no distrito de Setúbal, a ser a cidade mais quente do país ao atingir 45,9 graus Celsius. Logo a seguir surgiu Reguengos de Monsaraz, no distrito de Évora, onde foram registados 45,5 graus, segundo os dados do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
De acordo com o IPMA, os recordes de máximas em agosto foram batidos esta sexta-feira num terço do país, com a região Sul a destacar-se ao registar uma maior subida nas temperaturas máximas.
Além de Alcácer do Sal e de Reguengos, as estações do IPMA com valores superiores a 44º registaram-se esta sexta-feira em Alvalade (44.8 º), Alvega (44.7°), Pegões (44.6 °), Setúbal (44.6 °), Portel (44.6 °), Mértola (44.4 °), Neves Corvo (44.2 °), Évora (44.1 °), Coruche (44.1 °) e Zebreira (44.1 º).
Segundo o comunicado do IPMA enviado ao DN, na quinta e sexta-feira "foram excedidos os recordes da temperatura máxima para o mês de agosto em cerca de 20% e 45% das estações, respetivamente".
Ao todo foram 16 as estações que registaram esta sexta-feira recordes históricos, sete das quais referentes aos estabelecidos na quinta-feira, conforme mostra a tabela do IPMA.


Prevê-se que o calor intenso se mantenha até segunda-feira, dia 6, sendo esperadas temperaturas na ordem dos 40º em grande parte do território continental. O "período mais crítico" é até hoje, sábado, "em vários locais do Alentejo, vale dos rios Douro e Tejo e na Beira Baixa", em que "a temperatura máxima poderá atingir 45° e, num ou outro local, ultrapassar este valor", diz o IPMA.

Bater recorde europeu?

É desta forma expectável que sejam verificados novos recordes históricos neste sábado, estando 11 distritos - Lisboa, Setúbal, Bragança, Évora, Guarda, Vila Real, Santarém, Beja, Castelo Branco, Portalegre e Braga - em aviso vermelho até às 14:59 de domingo, devido à persistência de valores elevados da temperatura máxima, segundo o IPMA.
Sábado promete temperaturas máximas extremas em Portugal, mas também em Espanha e, segundo a BBC, é esperado que nestes dois países seja batido o recorde europeu registado na Grécia há mais de 40 anos em Elesfina e Tatoi. Nestas duas localidades, situadas na região da Ática Ocidental, onde fica Atenas, os termómetros registaram 48 graus Celsius, a temperatura mais alta registada na Europa desde que começaram as medições, em 1956.
Em Portugal, o recorde é de 1 de agosto de 2003, ano em que se registou "novo máximo absoluto relativo à temperatura máxima de 47,3°C na Amareleja", segundo o IPMA. A onda de calor que se verificou nesse ano é "comparável" a que estamos a viver agora.

Valores da temperatura mínima elevados

As previsões do IPMA apontam também para valores muito elevados nas temperaturas mínimas, que deverão atingir "valores próximos de 25° em grande parte do território, aproximando-se de 30° em alguns locais do interior Centro e Sul, em especial no Alto Alentejo", lê-se no comunicado.
Na zona de Portalegre, por exemplo, as temperaturas noturnas não deverão baixar dos 30 graus
Aliás, esta onda de calor extremo levou a Autoridade Nacional da Proteção Civil a estender esta sexta-feira o estado de alerta especial vermelho, o mais grave, em relação aos meios de combate a incêndios florestais, a 11 distritos de Portugal continental. Depois de Faro e Beja, os distritos de Lisboa, Setúbal, Évora, Santarém, Portalegre, Castelo Branco, Coimbra, Leiria, Viseu, Guarda e Bragança ficaram abrangidos por este nível de alerta do Sistema Integrado de Operações de Socorro, que define a "prontidão e mobilização das estruturas, forças e unidades de proteção e socorro".
Precisamente no dia em que mais 11 distritos de Portugal continental ficaram em alerta especial vermelho, em Monchique, no distrito de faro, deflagrou um incêndio florestal, que levou à evacuação por precaução do lugar das Taipas, e que mobilizou na sexta-feira mais de 400 operacionais, dos quais nove tiveram de receber assistência médica. No combate às chamas estiveram envolvidos 10 meios aéreos e 127 veículos. "Vai ser uma tarefa difícil dominar este incêndio, espera-se uma noite muito complicada, de muito trabalho e muito exigente", referiu Abel Gomes, comandante de operações de socorro, durante a conferência de imprensa ao final do dia.

Calor abranda a partir de domingo

A partir de domingo, dia 5, o calor deverá abrandar. De acordo com as previsões meteorológicas, "a temperatura deverá registar uma ligeira descida nas regiões do litoral Sul e, nos dias seguintes, no restante território, sendo essa descida mais significativa no dia 7".
Prevê-se, no entanto, "que os valores da temperatura máxima se mantenham na ordem de 30-35° em muitos locais até dia 10", refere o IPMA, dando conta que "haverá transporte de poeiras do Norte de África que afetará gradualmente, de sul para norte, todo o território, traduzindo-se num tom amarelado do céu".


quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Planeta Terra: 2017 foi o 2º ano mais quente desde 1880!

imagem obtida in: https://www.ecycle.com.br/

Num artigo da Agência Lusa no jornal observador, pode ler-se a 30.12.2017 uma notícia bem preocupante, no que diz respeito às temperaturas atingidas no nosso Planeta:
"CLIMA   
O ano de 2017 é o segundo mais quente dos últimos 86 anos e está entre os quatro mais secos desde 1931, revela o Instituto Português do Mar e da Atmosfera. 
(in: http://observador.pt/2017/12/30/)"
"Os últimos três anos foram os mais quentes desde que há registo
A temperatura do planeta Terra continua em valores recorde. Segundo a NASA e Organização Mundial de Meteorologia (OMM), 2017 foi o segundo ano mais quente desde 1880, quando começaram a ser feitos os registos.
A conclusão da NASA e da OMM vem confirmar que os últimos três anos foram os mais quentes desde que há registo.
Segundo a OMM, a temperatura média à superfície de 2017 foi 1,1 graus Celsius acima dos níveis da era pré-industrial — tal como já tinha acontecido em 2015. Em 2016, o ano mais quente desde que há registo, a temperatura média excedeu os valores de 1880 em 1,2 graus Celsius.
Porém, 2017 foi o ano mais quente desde que há registo se forem tido em contas apenas os anos em que não houve El Niño, fenómeno meteorológico que pode aumentar as temperaturas.
Apesar de a temperatura média ter descido 0,1 graus Celsius de 2017 para 2016, o secretário-geral da OMM, Petteri Taalas, aponta para a tendência geral de aquecimento. “A tendência de [subida de] temperatura a longo prazo é mais importante do que a classificação de cada ano, e essa tendência é de subida”, disse o responsável num comunicado de imprensa da OMM. “17 dos 18 anos mais quentes desde que há registo foram todos neste século e o grau de aquecimento durante os últimos três anos foi excecional.”
O secretário-geral da OMM disse ainda que “o aquecimento do Ártico tem sido especialmente alto e isto vai ter repercussões profundas e duradouras no nível média de água do mar e nos padrões meteorológicos noutras partes do mundo”.
in: observador.pt  por João de Almeida Dias  18.01.2018