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quinta-feira, 27 de julho de 2023

O julho mais quente da História - o de 2023

Julho de 2023 poderá ser o mês mais quente da História desde que há registos
imagem obtida in meteoredtempo.pt


De  Euronews
"Julho é o mês mais quente da História desde que há registos"

Anúncio partiu de um climatólogo da Universidade de Leipzig, na Alemanha

Julho é o mais quente jamais registado na História. O anúncio foi feito hoje pelo climatólogo Karsten Haustein, da Universidade de Leipzig, na Alemanha.

O sétimo mês de 2023, já marcador por diversos recordes de temperatura alta em várias cidades do mundo, poderá ser também o mais quente dos últimos 120 mil anos.

Alguns dos máximos que foram registados este mês:

52,9 graus Celsius na China

48,2 graus Celsius na Sardenha39,6 graus à noite na Argélia

E a temperatura do mar de 37,2 graus na Flórida.Há algum tempo que este processo está em crescendo. Se se usar um gráfico, pode-se observar que as temperaturas diárias da superfície global este ano, desde janeiro, estão acima da média durante todo o ano e atingem um pico em julho.

Este novo recorde histórico é, na verdade, o ponto culminante das ondas de calor que vimos em terra e também nos oceanos. 

De acordo com a diretora-adjunta do Serviço de Mudanças Climáticas Copernicus, Samantha Burgess, "Todo esse ar quente adicional e a água quente da superfície estão a retro alimentar-se. Portanto, estamos vendo temperaturas recordes mais quentes do que nunca".

Apesar de haver quem considere que 2023 será mais quente porque o fenómeno El Niño está de volta ao Pacífico - parte de um ciclo natural do nosso planeta - os cientistas dizem que é muito cedo para isso:

"Ainda não é o El Niño. Portanto, a expectativa é que, com o desenvolvimento do El Niño, tenhamos temperaturas ainda quentes. E a expectativa é que as temperaturas para 2024 possam ser ainda mais quentes," explica Samantha Burgess.

De fato, a previsão sazonal para o resto do ano mostra que as temperaturas terrestres continuam acima da média.

Então, o que podemos fazer?

Os líderes mundiais terão que agir rapidamente nas cimeiras do G20 e da COP28 para reduzir as emissões de CO2 e metano na atmosfera o mais rápido possível. Isso diminuirá a percentagem de aquecimento.

Mas não há remédio imediato. O calor e os extremos climáticos que estamos a enfrentar permanecerão connosco nas próximas décadas.

quarta-feira, 1 de março de 2023

Março: poesia e meteorologia

Mensagens de março. Um novo mês para ser feliz.
imagem in mensagenscomamor.com

O Poeta Eugenio de Andrade escreveu:

"Março voltou, esta

ácida loucura de pássaros

está outra vez à nossa porta,

o ar

de vidro vai direito ao coração".


De vez em quando gosto de consultar o livro de Manuel Costa Alves "Mudam os ventos, mudam os tempos", (Gradiva maio 2006) e sei que encontro sempre curiosidades muito interessantes sobre meteorologia. A propósito de março, e que acabámos de iniciar, escreve ele assim:

Março tem as costas largas: é variável, agreste, desabrido. Umas vezes é demasiado quente e seco, como tem acontecido frequentemente desde 1990, e em 1999 foi mesmo o mês em que se verificou a maior área florestal ardida no ano; outras. vezes é frio e ventoso, outra, ainda, quente e chuvoso. Não podemos levar-lo demasiado a sério e, no entanto, é uma das chaves das portas de um bom ano agrícola. É Março marçagão. 

Na visão do adagiário, cada mês é para o que está fadado e o clima de março não foi criado pelos governos. MARÇO QUEIMA A DAMA NO PAÇO. Só de Marçagão tem ele mais de uma dezena de variantes. Umas vezes põe cara de lobo, outras de rainha, cão, gato, anjo ou ladrão;  e, até, de riso. Que é um modo de dizer: Em Março de manhã pinga a telha e à tarde sai a abelha. Ou seja, de manhã inverno, de tarde verão ou Março, chover cada dia seu pedaço. É MARÇO AGUAÇO e, também, EGUAÇO, e mesmo IGUAÇO, mês para todos os tipos de tempo e para todas as atividades. DIA DE MARÇO; DIA DE TRÊS VENTOS. Mês equinocial e de transição, mês de saída e de entrada, MARÇO LIGA A NOITE COM O DIA, O MANEL COM A MARIA, O PÃO COM O MATO E A EIRA COM O SARGAÇO.

Março é mês para tudo e cada vez mens aconselhável para a atividade agrícola. Antes, era possível garantir que A ÁGUA DE MARÇO É PIOR QUE NÓDOA NO PANO; agora, qualquer pingo é desejado pelas culturas de Primavera-Verão. Os rios e os poços que o digam. Com os respetivos afluentes e efluentes, tintos e retintos, envenenados por ácidos e álcoois que não deviam existir e muito menos em Marços secos de anos secos, como o foram a maioria dos Marços desde 1990, e, sobretudo, o de 2005. Em 31 de Março de 2005, 24% do território encontrava-se no nível de seca extrema, 28% no de seca severa, 22% em seca moderada e 26% em seca fraca, a situação mais grave dos últimos 60 anos. E quando não cumpre a sua função, MARÇO LEVA A OVELHA E O FARRAPO E O PASTOR SE ELE É FRACO; O CÃO ESCAPARÁ OU NÃO. Além das culturas agrícolas é também afetada a Atividade pecuária e o abastecimento de água em algumas regiões. O modo de produção agrícola é outro e a função do espaço rural também mudou. Apesar disso, a atualidade do adagiário é manifesta quando sentencia: MARÇO VIRADO DE RABO, É PIOR QUE O DIABO. E o Março de 2001, com mais três a cinco vezes a quantidade média de precipitação, regista efeitos que tiveram na ponte de Entre-os-Rios a expressão máxima do horror mas que foram marcando muitas zonas do Norte e Centro, com cheias em vários rios, inundações urbanas, árvores, muros e postes derrubados e vidas perdidas.

quarta-feira, 22 de setembro de 2021

O Outono chega hoje (22 de setembro). Preparemo-nos para a rentrée...

imagem in tempo.pt


Pois é, o verão está por um fio, a poucas horas de terminar!

Temos de nos convencer que é verdade e prepararmo-nos para a temperatura que vai começar a baixar, para algum vento que vai soprar e para aceitar a nossa "querida" chuva, porque ela vai voltar.

Está na hora de irmos buscar ao bengaleiro o nosso "chusso" (para uns) ou o nosso "pingómetro" (para outros), trocar algumas roupas mais frescas por outras mais quentes...e ter à mão um par de botas ou botins, para além dos "kispos" ou  gabardines! 

É natural que aguaceiros e trovoadas invadam o nosso Portugal, afinal de contas, o outono está a "bater-nos à porta"!

E quando as bátegas de água começarem e passarmos debaixo das árvores, são só folhas a voar e pingos de chuva por todo o lado, para além de, em cada dia, começarmos a notar que as folhas vão ficando amareladas, depois acastanhadas e, mais tarde, acobreadas. 

Mas como cada estação do ano tem a sua beleza própria, só me resta dizer:

- "Bem-vindo, outono!"


imagem in pinterest.pt



Equinócio de outono ocorre esta noite. Sabe do que se trata?


Dê as boas-vindas, esta quarta-feira, dia 22 de setembro, à estação mais nostálgica do ano.

O equinócio de outono, que tal como explica o Observatório Astronómico de Lisboa ocorre esta noite às 20h21, marca o início desta nova estação do ano no Hemisfério Norte.

O outono vai prolongar-se ao longo de 90 dias até ao próximo Solstício, que ocorre a 21 de dezembro às 15h59, e que assinala a chegada do inverno.

Os equinócios, esclarece ainda o Observatório, são o momento em que o ponto central do Sol passa no equador e, por isso, efetivamente o centro solar nasce no ponto cardeal Este e põe-se exatamente a Oeste.

Assim, entre o instante da manhã em que o Sol está a uma distância zenital de 90º e o instante da tarde em que se encontra novamente a uma distância zenital de 90º passam-se 12 horas. Como a Terra avança na sua órbita ao longo do dia, o Sol não se mantém no equinócio todo o dia o que leva a uma pequena alteração deste intervalo de tempo.

No equinócio, a duração do dia é cerca de sete minutos maior do que a duração da noite. Só uns dias mais tarde, quando o Sol tiver uma declinação um pouco menor, é que a noite e o dia passam a ter uma duração praticamente igual, algo que acontecerá no dia 26 de setembro.

Nesse dia, o disco solar nasce às 7h27 e põe-se às 19h28 (hora de Portugal Continental), diferindo a duração do dia e da noite em apenas 55 segundos, isto é, haverá muito perto de 12 horas de luz solar direta no solo.

O outono é a estação do ano mais associada à melancolia, nostalgia e ao declínio da existência, pois as suas principais características são as quedas das folhas das árvores, as suas nuances amarelas, laranjas e vermelhas, o cinzento do céu. Poeticamente, marca, portanto, a transformação da vida, a reciclagem dos elementos da Natureza.

(FONTE:  noticiasaominuto.com  22/09/2021)

sábado, 4 de agosto de 2018

Calor? SIM, muito!

in: lusa.pt

Sem dar tréguas, o calor extremo atingiu esta sexta-feira valores ainda mais elevados de temperaturas máximas, com Alcácer do Sal, no distrito de Setúbal, a ser a cidade mais quente do país ao atingir 45,9 graus Celsius. Logo a seguir surgiu Reguengos de Monsaraz, no distrito de Évora, onde foram registados 45,5 graus, segundo os dados do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
De acordo com o IPMA, os recordes de máximas em agosto foram batidos esta sexta-feira num terço do país, com a região Sul a destacar-se ao registar uma maior subida nas temperaturas máximas.
Além de Alcácer do Sal e de Reguengos, as estações do IPMA com valores superiores a 44º registaram-se esta sexta-feira em Alvalade (44.8 º), Alvega (44.7°), Pegões (44.6 °), Setúbal (44.6 °), Portel (44.6 °), Mértola (44.4 °), Neves Corvo (44.2 °), Évora (44.1 °), Coruche (44.1 °) e Zebreira (44.1 º).
Segundo o comunicado do IPMA enviado ao DN, na quinta e sexta-feira "foram excedidos os recordes da temperatura máxima para o mês de agosto em cerca de 20% e 45% das estações, respetivamente".
Ao todo foram 16 as estações que registaram esta sexta-feira recordes históricos, sete das quais referentes aos estabelecidos na quinta-feira, conforme mostra a tabela do IPMA.


Prevê-se que o calor intenso se mantenha até segunda-feira, dia 6, sendo esperadas temperaturas na ordem dos 40º em grande parte do território continental. O "período mais crítico" é até hoje, sábado, "em vários locais do Alentejo, vale dos rios Douro e Tejo e na Beira Baixa", em que "a temperatura máxima poderá atingir 45° e, num ou outro local, ultrapassar este valor", diz o IPMA.

Bater recorde europeu?

É desta forma expectável que sejam verificados novos recordes históricos neste sábado, estando 11 distritos - Lisboa, Setúbal, Bragança, Évora, Guarda, Vila Real, Santarém, Beja, Castelo Branco, Portalegre e Braga - em aviso vermelho até às 14:59 de domingo, devido à persistência de valores elevados da temperatura máxima, segundo o IPMA.
Sábado promete temperaturas máximas extremas em Portugal, mas também em Espanha e, segundo a BBC, é esperado que nestes dois países seja batido o recorde europeu registado na Grécia há mais de 40 anos em Elesfina e Tatoi. Nestas duas localidades, situadas na região da Ática Ocidental, onde fica Atenas, os termómetros registaram 48 graus Celsius, a temperatura mais alta registada na Europa desde que começaram as medições, em 1956.
Em Portugal, o recorde é de 1 de agosto de 2003, ano em que se registou "novo máximo absoluto relativo à temperatura máxima de 47,3°C na Amareleja", segundo o IPMA. A onda de calor que se verificou nesse ano é "comparável" a que estamos a viver agora.

Valores da temperatura mínima elevados

As previsões do IPMA apontam também para valores muito elevados nas temperaturas mínimas, que deverão atingir "valores próximos de 25° em grande parte do território, aproximando-se de 30° em alguns locais do interior Centro e Sul, em especial no Alto Alentejo", lê-se no comunicado.
Na zona de Portalegre, por exemplo, as temperaturas noturnas não deverão baixar dos 30 graus
Aliás, esta onda de calor extremo levou a Autoridade Nacional da Proteção Civil a estender esta sexta-feira o estado de alerta especial vermelho, o mais grave, em relação aos meios de combate a incêndios florestais, a 11 distritos de Portugal continental. Depois de Faro e Beja, os distritos de Lisboa, Setúbal, Évora, Santarém, Portalegre, Castelo Branco, Coimbra, Leiria, Viseu, Guarda e Bragança ficaram abrangidos por este nível de alerta do Sistema Integrado de Operações de Socorro, que define a "prontidão e mobilização das estruturas, forças e unidades de proteção e socorro".
Precisamente no dia em que mais 11 distritos de Portugal continental ficaram em alerta especial vermelho, em Monchique, no distrito de faro, deflagrou um incêndio florestal, que levou à evacuação por precaução do lugar das Taipas, e que mobilizou na sexta-feira mais de 400 operacionais, dos quais nove tiveram de receber assistência médica. No combate às chamas estiveram envolvidos 10 meios aéreos e 127 veículos. "Vai ser uma tarefa difícil dominar este incêndio, espera-se uma noite muito complicada, de muito trabalho e muito exigente", referiu Abel Gomes, comandante de operações de socorro, durante a conferência de imprensa ao final do dia.

Calor abranda a partir de domingo

A partir de domingo, dia 5, o calor deverá abrandar. De acordo com as previsões meteorológicas, "a temperatura deverá registar uma ligeira descida nas regiões do litoral Sul e, nos dias seguintes, no restante território, sendo essa descida mais significativa no dia 7".
Prevê-se, no entanto, "que os valores da temperatura máxima se mantenham na ordem de 30-35° em muitos locais até dia 10", refere o IPMA, dando conta que "haverá transporte de poeiras do Norte de África que afetará gradualmente, de sul para norte, todo o território, traduzindo-se num tom amarelado do céu".


quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Planeta Terra: 2017 foi o 2º ano mais quente desde 1880!

imagem obtida in: https://www.ecycle.com.br/

Num artigo da Agência Lusa no jornal observador, pode ler-se a 30.12.2017 uma notícia bem preocupante, no que diz respeito às temperaturas atingidas no nosso Planeta:
"CLIMA   
O ano de 2017 é o segundo mais quente dos últimos 86 anos e está entre os quatro mais secos desde 1931, revela o Instituto Português do Mar e da Atmosfera. 
(in: http://observador.pt/2017/12/30/)"
"Os últimos três anos foram os mais quentes desde que há registo
A temperatura do planeta Terra continua em valores recorde. Segundo a NASA e Organização Mundial de Meteorologia (OMM), 2017 foi o segundo ano mais quente desde 1880, quando começaram a ser feitos os registos.
A conclusão da NASA e da OMM vem confirmar que os últimos três anos foram os mais quentes desde que há registo.
Segundo a OMM, a temperatura média à superfície de 2017 foi 1,1 graus Celsius acima dos níveis da era pré-industrial — tal como já tinha acontecido em 2015. Em 2016, o ano mais quente desde que há registo, a temperatura média excedeu os valores de 1880 em 1,2 graus Celsius.
Porém, 2017 foi o ano mais quente desde que há registo se forem tido em contas apenas os anos em que não houve El Niño, fenómeno meteorológico que pode aumentar as temperaturas.
Apesar de a temperatura média ter descido 0,1 graus Celsius de 2017 para 2016, o secretário-geral da OMM, Petteri Taalas, aponta para a tendência geral de aquecimento. “A tendência de [subida de] temperatura a longo prazo é mais importante do que a classificação de cada ano, e essa tendência é de subida”, disse o responsável num comunicado de imprensa da OMM. “17 dos 18 anos mais quentes desde que há registo foram todos neste século e o grau de aquecimento durante os últimos três anos foi excecional.”
O secretário-geral da OMM disse ainda que “o aquecimento do Ártico tem sido especialmente alto e isto vai ter repercussões profundas e duradouras no nível média de água do mar e nos padrões meteorológicos noutras partes do mundo”.
in: observador.pt  por João de Almeida Dias  18.01.2018

terça-feira, 28 de maio de 2013

"Verão de 2013 pode ser o mais frio dos últimos 200 anos"

imagem obtida em: arcadenoe.sapo.pt
A notícia não é "famosa", principalmente para quem gosta de calor e de praia, já para não falar na ânsia de ver chegar uma estação que permite uma maior liberdade de movimentos...

Na verdade, a estação do verão em Portugal, é normalmente aproveitada para se gozar férias e tirar alguns fins de semana fora do local de trabalho, descansando-se um pouco, mudando de ares com um tempo mais agradável...

Mas como nada podemos fazer contra a natureza, que em tudo é "soberana", só nos resta ir aproveitando aqueles dias em que o sol nos visita, e, para quem gosta, caminhar à beira-mar - a pé ou de bicicleta -,  fazer passeios ou excursões, ou então, ir para o campo...

Agora, é altura de transcrever a notícia do jornal:

"METEOROLOGIA
Verão de 2013 pode ser o mais frio dos últimos 200 anos

"ECONÓMICO", 28/05/13 12:25

Existem 70% de probabilidades de não haver calor este Verão na Europa ocidental.

Se as previsões do canal francês de metereologia se confirmarem, o Verão de 2013 será o mais frio dos últimos 200 anos. De acordo com esta fonte existem 70% de probabilidades de não haver calor este Verão na Europa ocidental. O próximo Verão será mesmo o mais "húmido e frio" desde 1816.
O canal francês explica este fenómeno com o grande e tardio Inverno deste ano que provocou um arrefecimento das águas dos mares e também à fraca actividade solar dos últimos meses.
A mesma fonte avança que "haverá períodos de calor, mas que serão de curta duração" e serão precedidos por precipitação até ao final de Agosto. Assim, os meses mais quentes não serão Julho e Agosto, como habitualmente, mas sim Setembro e Outubro, altura em que se registaram temperaturas mais elevadas.
O Económico está desde o início da manhã a contactar o Instituto Português de Mar e Atmosfera para confirmar esta informação, mas até ao momento não obtivemos qualquer resposta."