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sexta-feira, 22 de abril de 2022

O "Dia Mundial da Terra" celebra-se hoje!

in antenalivre.pt

Todos os anos, a 22 de abril, celebra-se o Dia Mundial da Terra. Em 2022, o tema desta celebração é “Invista no nosso planeta”.

A data foi criada em 1970 pelo senador norte-americano Gaylord Nelson. Depois de verificar as consequências do desastre petrolífero ocorrido em 1969 em Santa Barbara, na Califórnia, o senador resolveu realizar um protesto contra a poluição da Terra.

Inspirado pelos protestos dos jovens norte-americanos que contestavam a guerra, Gaylord Nelson, desenvolveu esforços para conseguir colocar o tema da preservação da Terra na agenda política norte-americana.

A população aderiu em força à manifestação e mais de 20 milhões de americanos manifestaram-se a favor da preservação da terra e do ambiente.
Atividades para o Dia Mundial da Terra

Neste dia de cariz educativo, escrevem-se frases e poemas sobre a importância do planeta Terra nas escolas. 

É possível juntar-se a atividades existentes, criar eventos próprios, doar dinheiro, ou tomar simples atos como plantar uma árvore ou separar o lixo, por exemplo.

No dia 22 de abril, milhões de cidadãos em todo o mundo manifestam o seu compromisso na preservação do ambiente e da sustentabilidade da Terra.

O Dia Mundial da Terra conta já com mais de mil milhões de atos realizados em prol do ambiente ao longo da história. É o maior dia do ano para o planeta Terra, desejando que todos os habitantes do mundo realizem algum ato que o proteja.

Este ato será uma espécie de semente para regar durante o resto do ano. 
in https://www.calendarr.com/portugal/dia-mundial-da-terra/

terça-feira, 22 de junho de 2021

Organizações ambientalistas dão o alerta para o desperdício diário de milhões de embalagens de bebidas em Portugal

Temos de estar alerta com estes problemas ambientais, pois as consequências nefastas e diretas são para nós.

Cabe a cada cidadão ajudar a melhorar o ambiente à sua volta. Com gestos e atitudes corretos. 

É confrangedor o que vemos em certas zonas do nosso país e em algumas áreas mais circunscritas, como ao redor das nossas casas, nas praias, nas ruas, nos jardins e até nos passeios, quando andamos a pé...


in tsf.pt


Três organizações ambientalistas alertaram hoje para o desperdício diário de quatro milhões de embalagens de bebidas, devido ao atraso do Ministério do Ambiente em regulamentar o sistema de depósito de embalagens com retorno.

A situação prejudica o país e a economia circular, alertaram em comunicado a Sciaena, focada na promoção da melhoria do ambiente marinho, a Zero e a ANP/WWF (Associação Natureza Portugal, que representa em Portugal a internacional World Wide Fund for Nature).

Para sensibilizar para o desperdício de recursos, seja de embalagens de plástico, de vidro ou de metal, as três organizações organizaram na noite de segunda-feira uma projeção pública de imagens de embalagens abandonadas e a contribuir para a poluição, recolhidas em diferentes pontos do país. Às imagens, projetadas na Praça Luís de Camões, em Lisboa, os ambientalistas juntaram a uma faixa com a frase "Sem mais atrasos!".O sistema de depósito com retorno (SDR) para embalagens descartáveis de plástico, vidro, alumínio e metais ferrosos foi aprovado pela Assembleia da República em 2018 e deveria estar operacional no início de 2022 ma as organizações estimam que não deve estar operacional antes de janeiro de 20023.

As organizações lembram a aprovação da lei no final de 2018, por ampla maioria, e explicam, em comunicado, o porquê da preocupação. A lei ainda não foi regulamentada nem "há sinais" de que o vá ser e a legislação europeia exige um período de pelo menos um ano, após a regulamentação, para que entre em vigor.

"Como neste momento já se prevê o atraso de um ano na implementação do SDR, tal irá implicar o desperdício de cerca de 1.500 milhões de embalagens! O ministro (do Ambiente) Matos Fernandes tem de agir rapidamente para garantir que não haverá mais atrasos", salientam as organizações.

É que, justificam, se em cada dia se desperdiçam quatro milhões de embalagens, num ano chega-se a 1.473.609.427 embalagens de bebidas (o equivalente ao volume de 250 Torres de Belém, nas contas dos ambientalistas) "que irão para aterro, serão incineradas ou ficarão espalhadas no ambiente".

Por isso, acrescentam, é preciso agir urgentemente, porque não fazer nada é "contrário ao discurso oficial do Governo". Depois, dizem também, a lei é de 2018 pelo que não se pode argumentar que não houve tempo para tratar do assunto, e além disso há uma "perda efetiva para o país", que é "altamente dependente" da importação e da utilização de matérias-primas virgens para o fabrico de embalagens de bebidas em plástico, vidro e metal.

"O SDR é uma ferramenta fundamental para o cumprimento de várias metas comunitárias (reciclagem e reutilização)" e "os portugueses já demonstraram, em vários estudos representativos, o seu amplo apoio a esta ideia, e anseiam pela sua implementação", salientam as organizações.

Sciaena, Zero e ANP/WWF apelam para a ação urgente do Ministério do Ambiente e Ação Climática, para que regulamente a lei ainda antes do verão, e alertam a Assembleia da República para o atraso na regulamentação da lei.


(in país ao minuto  POR LUSA in noticiasaominuto.com   22 junho 2021)

in distribuicaohoje.com

segunda-feira, 16 de novembro de 2020

Hoje é o Dia Mundial do Mar

imagem in verdaqui.pt


Este ano o mote das Nações Unidas é o da Inovação para um Oceano Sustentável.

Celebra-se esta segunda feira (8 de junho) o Dia Mundial dos Oceanos, uma efeméride comemorada desde 1992, no seguimento da Conferência das Nações Unidas sobre Ambiente e Desenvolvimento, realizada no Rio de Janeiro.

Pretende-se que este dia possa ser uma inspiração e uma oportunidade para celebrar os benefícios que todos nós recebemos dos oceanos, ao mesmo tempo que tomamos consciência da nossa responsabilidade enquanto sociedade e enquanto cidadãos de garantir uma utilização sustentável dos oceanos e dos seus recursos.

Sobre este tema a ZERO - ASSOCIAÇÃO SISTEMA TERRESTRE SUSTENTÁVEL identificou 5 prioridades:

Concluir o processo para ter 10 por cento de áreas marinhas protegidas

Portugal está entre os países que ainda não atingiu 10% de áreas marinhas protegidas como previsto para 2020, ficando-se por agora nos 7%. Apesar de em dezembro de 2019, através de uma Resolução de Conselho de Ministros, Portugal ter aprovado o Plano de Situação de Ordenamento do Espaço Marítimo Nacional para as subdivisões Continente, Madeira e Plataforma Continental Estendida, que a diretiva europeia impunha concluir até 2021, falta ainda incluir as áreas marinhas dos Açores. Tal deverá ocorrer nos próximos meses. Porém, é fundamental assegurar uma gestão e uma monitorização efetivas destas áreas.

Oceanos sem plástico

Os oceanos enfrentam uma ameaça enorme e crescente pelas mais de 8 mil milhões de toneladas de plástico que chegam ao meio marinho a partir de fontes terrestres todos os anos. Tal equivale a despejar um camião de lixo cheio de plástico nos oceanos a cada minuto. À medida que o plástico continua a inundar os nossos oceanos, a lista de espécies marinhas afetadas pelos resíduos de plásticos aumenta. Os plásticos nunca desaparecem, decompondo-se em pedaços cada vez menores. Quando consumidos por peixes, alguns desses microplásticos com produtos químicos nocivos podem subir na cadeia alimentar até ao peixe que comemos. Os plásticos nos oceanos ameaçam a viabilidade de ecossistemas marinhos críticos. À escala mundial, apenas 9% de todos os resíduos de plástico gerados é reciclado. A reciclagem por si só não é suficiente para resolver a crise do plástico. Precisamos reduzir com urgência a quantidade de plástico descartável produzido, promovendo a sua menor utilização e soluções de reutilização como alternativa.

Escolher melhor o peixe que se consome

Escolher melhor o peixe que se consome
Os portugueses consomem, em média, 61,5 kg de pescado per capita, estando em primeiro lugar na União Europeia e em terceiro a nível mundial, atrás apenas da Coreia e da Noruega.Este consumo elevado pode ter impactos menos positivos em termos ambientais, caso a escolha incida mais sobre peixes de vida longa e, em particular, sobre espécies que estejam em sobrepesca, ou cujos métodos de pesca sejam mais destruidores dos fundos marinhos e menos criteriosos nas espécies e dimensões capturadas.Assim, é urgente que as políticas públicas incentivem a pesca sustentável ao mesmo tempo que se sensibiliza a população para a necessidade de integrar nos seus hábitos alimentares pescado de vida mais curta e espécies cujos stocks não estejam em sobrepesca.

Precisamos de uma área de emissões controladas no Mediterrâneo e frente a Portugal

Para as áreas costeiras e cidades portuárias, os navios são uma importante fonte de poluição do ar. A A ZERO tem proposto que o Governo inicie uma articulação com os países do Mediterrâneo, origem/destino maioritário do tráfego da zona costeira de Portugal Continental, de forma a implementar, tão rapidamente quanto possível, uma Área de Controlo de Emissões no Atlântico (ECA – Emission Control Area), para o enxofre e para o azoto, que ligue a área já existente do Mar Báltico, Mar do Norte e Canal da Mancha ao Mediterrâneo, abrangendo-o também. Estas áreas estão previstas no Anexo VI da Convenção MARPOR da Organização Marítima Internacional. Nestas áreas, o combustível a ser utilizado não pode ter mais de 0,1% de enxofre, cinco vezes menos do que o atualmente permitido. No que respeita aos óxidos de azoto, os novos navios têm de utilizar tecnologias que permitam uma redução significativa destas emissões.

Cruzeiros – abastecimento de eletricidade é apenas um bom começo

No que respeita à poluição por navios de cruzeiros nas cidades portuárias, a ZERO mostra a sua satisfação face ao anúncio efetuado na sexta-feira de que passará a estar disponível para os navios de cruzeiros, a partir de 2022, uma ligação elétrica para funcionamento enquanto estão no porto. Tal decisão, comunicada com dois anos de antecedência, deve ser uma exigência e navios de cruzeiro sem essa capacidade não deverão poder escalar a capital a partir da data em que o sistema estiver instalado. Os grandes navios de cruzeiros, nomeadamente em Lisboa, causam elevadas emissões de enxofre, azoto e principalmente partículas, muitas delas de maior toxicidade por serem ultrafinas, tendo vários estudos apontado para consequências graves em termos de saúde pública noutros portos. Vários estudos indicam que o uso de gás natural como alternativa ao fuel não reduz significativamente as emissões de dióxido de carbono pelo que são necessários investimentos noutras tecnologias como motores elétricos alimentados por baterias ou através de células de combustível a hidrogénio e medidas como a redução de velocidade dos navios e, de forma global, a redução do próprio tráfego que tem vindo sempre a aumentar.

encontrei in:  verdaqui.pt

segunda-feira, 12 de outubro de 2020

Amemos e protejamos as aves!

imagem in: https://super.abril.com.br/blog/

Li uma notícia muito interessante na Revista Sábado (nº 856 de 24 a 30 setembro 2020) a propósito de três papagaios.

Ora vejamos como a Sábado noticiou algo insólito:

"UM TRIBUNAL HOLANDÊS condenou uma empresa de balões de ar quente a pagar 68 mil euros a um colecionador de papagaios, pela morte de três aves. A justiça considerou que os pássaros morreram de stress provocado pelo lançamento de um balão, a 50 metros da gaiola".


in pt.wikipedia.org

quarta-feira, 1 de julho de 2020

Emissões de CO2 voltaram depois da pandemia

Há uns tempos atrás, constatámos que com o confinamento obrigatório em todo o mundo, os níveis de poluição no planeta tinham diminuído. 

As notícias pareciam boas, ficámos mais satisfeitos, mas agora, com o gradual desconfinamento dos países, em que ponto nos encontramos?

Vamos já fazer o ponto da situação necessário para que nos consciencializemos que a nossa atitude para com o planeta vai ter de mudar. 


Há uns meses, numa altura em que todos precisávamos de boas notícias, gerou-se algum otimismo à volta do que parecia ser o único aspeto positivo do confinamento a que a pandemia condenou o mundo: pelo menos, com os transportes, a indústria e o comércio parados, as emissões poluentes estavam a cair a pique. Desde cedo, porém, o setor ambientalista alertou para o perigo do argumento. No fim do confinamento, tudo voltaria ao normal.

Agora, um estudo feito por um conjunto de cientistas de vários países vem mostrar isso mesmo. Os 13 investigadores recorreram a múltiplas fontes oficiais de informação para construir a base de dados mais completa até ao momento sobre a forma como as emissões de dióxido de carbono evoluíram em todo o mundo, por país e por setor de atividade, ao longo dos primeiros seis meses de 2020. Foi a partir dessa base de dados que preparámos uma série de gráficos que ilustram o regresso em força das emissões de CO2 no mundo e em Portugal.


(imagem in observador.pt)

A nível global, conclui-se que as emissões de dióxido de carbono atingiram o mínimo nos primeiros dias do mês de abril, altura em que o maior número de países em simultâneo estiveram sob confinamento. Nessa semana, o mundo emitiu cerca de 17% menos CO2 para a atmosfera relativamente aos valores médios registados até janeiro. Foram menos 17 milhões de toneladas de CO2 por dia. Em Portugal, o mínimo verificou-se praticamente ao longo de todo o mês de abril.

Contudo, em poucos dias, as emissões voltaram a subir. Em meados de junho (últimos dados disponíveis), o mundo já estava apenas 5% abaixo das emissões habituais. Mas em vários países (por exemplo, a China) e setores de atividade (por exemplo, o consumo de eletricidade), os valores já estavam, em junho, ao nível dos registados no início do ano. No fim do ano, os cientistas estimam que a redução temporária registada nestes meses venha a ter um impacto entre os 4% e os 7% nas emissões anuais.

Significativo? Sem dúvida. Suficiente para cumprir os limites definidos pelo acordo de Paris? Garantidamente não.

Aviação elétrica está um passo mais perto

Mas o período da pandemia trouxe outras boas notícias com potencial para não desaparecerem depois do confinamento. Numa discreta manhã de maio, em que as atenções do mundo se focavam exclusivamente na propagação do coronavírus, um consórcio de duas empresas conseguiu operar com sucesso o primeiro voo experimental do maior avião 100% elétrico alguma vez construído.

Numa altura em que as companhias aéreas lutam pela sobrevivênciaapós mais de três meses com os aviões em terra, são muitos os apelos para que os governos condicionem os apoios financeiros ao cumprimento de metas de sustentabilidade, já que a aviação é o setor mais poluente na área dos transportes. Ao mesmo tempo, a possibilidade de acabar de vez com os combustíveis fósseis na aviação civil está cada vez mais perto.

Ou, vá lá, menos longe. A verdade é que o maior avião elétrico do mundo ainda é só a versão adaptada de um pequeno Cessna Caravan 208B, que em condições normais tem capacidade para apenas nove passageiros, e que na versão modificada só tinha um lugar — o do piloto. Ainda assim, o voo de meia-hora do eCaravan deixou o setor da aviação confiante no desenvolvimento de novos sistemas de propulsão elétricos capazes de fazer descolar aviões maiores.

Grande parte do processo passa agora pelos expectáveis avanços no setor das baterias elétricas, que têm de ser capazes de armazenar mais energia em menos espaço físico, para que um avião elétrico possa transportar dezenas de pessoas entre continentes. Uma coisa é certa: vai ser muito mais barato. O voo de meia-hora do eCaravan custou 6 dólares em eletricidade. O combustível para um voo igual teria custado mais de 300 dólares.

(O texto é do jornalista João Francisco Gomes, que escreve no observador.pt  quarta 1 de julho 2020)

domingo, 27 de outubro de 2019

Vamos salvar o sobreiro?

in imprensafalsa.com


Uma das espécies de árvores que se encontra em risco de extinção é o sobreiro. 

Ao ler a revista VISÃO, nº 1387, de 03.10.2019, encontrei um artigo que fala das verdadeiras causas do declínio das árvores na Europa.

Dizia assim:

"Salvemos o sobreiro
A árvore da cortiça é uma das espécies europeias que estão ameaçadas de extinção. O castanheiro está classificado como "vulnerável"

Mais de 40% das espécies de árvores da Europa estão ameaçadas de extinção, sobretudo por causa da introdução das chamadas invasoras, alertou, na última segunda-feira, 30 de setembro, a União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN). Esta é a primeira vez que esta instituição, sediada em Gland, na Suíça, publicou uma "lista vermelha" de árvores europeias, depois de ter analisado 454 espécies que existem no continente. Entre essas, 42% estão classificadas com "risco elevado de extinção", segundo a UICN. Das espécies endémicas, 58% encontram-se ameaçadas e 15% estão em perigo de extinção.  A introdução das chamadas invasoras, a exploração intensiva das florestas e o crescimento urbano são as principais causas do declínio das árvores em solo europeu. Doenças, desflorestação e modificação dos ecossistemas, sobretudo por causa dos incêndios, são outras das ameaças. Segundo a UICN, os sobreiros estão especialmente em risco, enquanto o castanheiro, por exemplo, atacado por um inseto dos Balcãs, está classificado como "vulnerável"."

quarta-feira, 5 de junho de 2019

Hoje, 5 de junho, é Dia Mundial do Ambiente

in medium.com

Comissão parlamentar de Ambiente aprova proposta para ouvir ativista Greta Thunberg na Assembleia da República

Pedro Soares, do BE, afirma que a presença da jovem na Assembleia pode fomentar o envolvimento dos mais jovens nas questões ambientais e transmitir a emergência do combate às alterações climáticas.
A comissão parlamentar de Ambiente aprovou esta terça-feira por unanimidade uma proposta para convidar a jovem ambientalista sueca Greta Thunberg a discursar na Assembleia da República.
O presidente da comissão, o deputado do Bloco de Esquerda Pedro Soares, disse à Lusa que esta terça-feira foi enviado um ofício ao presidente da Assembleia da República, Eduardo Ferro Rodrigues, a solicitar que Greta Thunberg seja convidada a visitar o parlamento português.
“Será uma boa oportunidade para ela falar do livro que vai lançar”, disse o deputado, explicando que será Ferro Rodrigues a definir de que forma a jovem sueca se dirigirá aos deputados, se será numa intervenção ou em forma de conferência, por exemplo.
Nas palavras de Pedro Soares, a presença de Greta Thunberg no parlamento dará um sinal importante de mobilização e envolvimento dos mais jovens. A comissão de Ambiente, disse, tem trabalhado muito na área das alterações climáticas e nas formas de as mitigar.
Greta Thunberg, de 16 anos, tornou-se uma porta-voz dos jovens no tema da luta contra as alterações climáticas ao iniciar no seu país uma greve semanal para chamar a atenção para a urgência de medidas para enfrentar as alterações climáticas. As suas ideias estão a inspirar milhares de jovens no mundo inteiro.(in observador.pt a 07.05.2019)
in calendarr.com

O Dia Mundial do Ambiente é celebrado todos os anos a 5 de junho.
É um evento anual que tem como objetivo assinalar ações positivas de proteção e preservação do ambiente e alertar as populações e os governos para a necessidade de salvar o ambiente.

História do Dia Mundial do Ambiente

A celebração do Dia Mundial do Ambiente teve início em 1972.
O dia 5 de junho foi escolhido para festejar esta data já que marca o dia em que teve início a Conferências das Nações Unidas sobre o meio ambiente.

Atividades do Dia Mundial do Ambiente

Todos os anos, as Nações Unidas apresentam um tema, que serve de ponto de partida para o desenvolvimento de ações de celebração do Dia Mundial do Ambiente em mais de 100 países, com variadas atividades programadas em função desse tema.
Os eventos visam apresentar novas formas e métodos de preservar o futuro da humanidade, seja através de ações individuais do cidadão ou coletivas. Nas escolas esta data assume especial importância, com a chamada de atenção para a preservação do meio ambiente junto das crianças.
Este dia puxa assim pelas pessoas, estimulando o desenvolvimento de ações que causem um impacto positivo no meio ambiente.

sábado, 11 de maio de 2019

Um urso-pardo em Portugal

imagem in observador.pt

O serviço Territorial de Meio Ambiente de Zamora revelou que as autoridades portuguesas confirmaram a existência de um urso-pardo que terá sido encontrado no Parque Natural do Montesinho!

Este urso não se fez nada "rogado", aproveitando logo para consumir 50 kg do seu alimento preferido - MEL! Já fizera o mesmo em La Tejera, Espanha! 

Esta espécie estava considerada extinta em Portugal desde finais do século XIX!


Urso-pardo que foi encontrado em Montesinho consumiu cerca de 50 quilos de mel

O urso-pardo que foi encontrado em Portugal, no Parque Natural de Montesinho, em Bragança, chegou a consumir cerca de 50 quilos de mel presente em colmeias. Quem o disse foi Luís Correia, dono destas colmeias, à TVI24. A espécie, que foi considerada extinta no país, já tinha estado junto à fronteira, em La Tejera, Espanha, onde também deixou alguns vestígios da sua presença num apiário (conjunto de colmeias).

Depois de notar que algo de diferente se passava no seu apiário, Luís Correia alertou os técnicos do Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF). Mais tarde, fizeram-se algumas análises ao pelo e às pegadas deixadas pelo animal, confirmando-se que se tratava efetivamente de um urso-pardo. Pela primeira vez em dois séculos, “a presença desta espécie no país vizinho é confirmada de maneira confiável”, referiram as autoridades espanholas em comunicado, citadas pela agência Lusa.

Este urso-pardo será um jovem adulto, macho, e poderá pertencer às Asturias ou à subpopulação ocidental da Cantábria, onde existem cerca de 280 exemplares desta espécie. A sua presença em Portugal não significa, no entanto, que o urso-pardo está definitivamente de regresso ao país, uma vez que neste momento é um animal errante que, daqui a algum tempo, poderá regressar para norte.
Em Portugal, o último urso-pardo existente foi morto em 1843 no Gerês, de acordo com o livro Urso Pardo em Portugal – Crónica de uma extinção, de Paulo Caetano e Miguel Brandão Pimenta. Ao jornal Público, Armando Loureiro, diretor do Departamento Norte do ICNF, explicou que o impacto deste mamífero em Portugal passa essencialmente pela possibilidade de “comer alguma colmeia com mel”, mas garantiu que o INCF já se encontra a reunir esforços para evitar esta situação.
(encontrei em observador.pt   por Agência Lusa   a 10.05.2019)

terça-feira, 29 de janeiro de 2019

A polémica dos carros a diesel


A "bomba" ministerial que apanhou o meio automóvel de surpresa é mesmo para levar a sério?

Comprar carro a gasóleo "não faz sentido". A declaração do ministro do Ambiente caiu como uma "bomba" no setor automóvel. Os elétricos irão mesmo conquistar o mercado? E são assim tão limpos?

Para quem segue com atenção os temas da descarbonização, da transição energética e da evolução da indústria automóvel, a “morte anunciada” do mercado de automóveis a gasóleo não terá sido uma surpresa assim tão grande. Mas uma entrevista do ministro do Ambiente, João Matos Fernandes, caiu como uma “bomba” no setor, esta segunda-feira. Fontes ligadas ao comércio automóvel insurgiram-se contra a mensagem do ministro e, também, com a forma: um comentário solto, no meio de uma entrevista. Várias concessionárias terão sido contactadas, com clientes preocupados, e alguns terão mesmo cancelado intenções de compra.
Em entrevista ao Jornal de Negócios e Antena 1, o ministro que ganhou a pasta da transição energética na remodelação governamental em outubro de 2018, afirmou que “quem comprar um carro a gasóleo é muito provável que daqui a quatro ou cinco anos não tenha um valor na sua troca”. Matos Fernandes defendeu, ainda, que na próxima década não fará sentido comprar um carro a gasóleo porque o preço (na compra) será já muito próximo dos veículos elétricos e porque, se os veículos forem carregados em casa o custo será de 15% por quilómetro (em relação ao gasóleo, nos dias de hoje). Os condomínios e as casas que se preparem, avisou o ministro, porque tal como tem de haver torneiras de água terá de haver postos de carregamento.
Ana Suspiro e Edgar Caetano in observador.pt MAGG 28.01.2019

No meio da polémica, chegou entretanto um documento assinado por mais de 100 médicos alemães de pneumologia que põe em causa os alegados malefícios do gasóleo. "O limite atual de NO2 e poeira de partículas não causa uma única morte", garantem estes especialistas.

Pneumologistas alemães garantem que o fumo do gasóleo não é nocivo para a saúde
Mais de 100 médicos alemães de pneumologia assinam um documento que põe em causa os alegados malefícios do gasóleo: "O limite atual de NO2 e poeira de partículas não causa uma única morte".

Mais de 100 pneumologistas alemães assinaram um documento que coloca em dúvida os riscos para a saúde causados ​​pelo fumo causado pelo gasóleo. O dióxido de nitrogénio (NO2) e as partículas de poeira existentes no fumo não “causaram uma única morte”, garantem os especialistas.

O ex-presidente da Sociedade de Pneumologia Alemã Dieter Köhler, por exemplo, contrariou a posição atual de sua antiga organização. O especialista defendeu que a maioria dos estudos existentes sobre os perigos causados ​​pelas emissões de gasóleo são questionáveis. Esta tomada de posição ganha uma relevância particular depois de se ter instalado um debate sobre o tema na Alemanha. A cidade de Hamburgo está no epicentro da discussão pois aprovou legislação que proíbe a circulação de veículos a gasóleo anteriores a 1998.
Uma visão que Köhler e mais de cem especialistas alemães questionam agora, com esta tomada de posição. “O limite atual de NO2 e poeira de partículas é completamente inofensivo e não causa uma única morte“, afirmou numa entrevista recente a uma rádio alemã.
A tensão entre os dois lados tem crescido nos últimos dias, sobretudo depois de Estugarda ter seguido os passos de Hamburgo e ter adotado uma medida semelhante, promovendo a utilização de carros amigos do ambiente e penalizando aqueles que utilizem os carros a diesel, impedindo a circulação dos mais antigos. Mas é precisamente da mesma cidade que sai uma das mais fortes críticas: o médico-diretor da Cruz Vermelha de Estugarda, Martin Hetzel, soma a sua voz à de Köhler. “No hospital, nunca se veem doentes com problemas do pulmão ou do coração causadas por poeiras ou por NO2. Não é plausível que estejam a causar os danos para saúde que têm sido publicados ultimamente”, disse.
São cada vez mais as cidades que estão a adotar medidas de combate à poluição que passam por eliminar de vez a circulação de carros a diesel. Já em 2016, na sequência de um encontro  de autarcas de todo o mundo, os presidentes das câmaras de Paris, Madrid, Atenas e Cidade do México tinham assumido o compromisso de retirar de circulação todos os carros, camiões e outros veículos movidos a diesel até 2025.
in observador.pt 29.01.2019

Associação Zero concorda com ministro do Ambiente sobre ...
in ambientemagazine.com

quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Planeta Terra: 2017 foi o 2º ano mais quente desde 1880!

imagem obtida in: https://www.ecycle.com.br/

Num artigo da Agência Lusa no jornal observador, pode ler-se a 30.12.2017 uma notícia bem preocupante, no que diz respeito às temperaturas atingidas no nosso Planeta:
"CLIMA   
O ano de 2017 é o segundo mais quente dos últimos 86 anos e está entre os quatro mais secos desde 1931, revela o Instituto Português do Mar e da Atmosfera. 
(in: http://observador.pt/2017/12/30/)"
"Os últimos três anos foram os mais quentes desde que há registo
A temperatura do planeta Terra continua em valores recorde. Segundo a NASA e Organização Mundial de Meteorologia (OMM), 2017 foi o segundo ano mais quente desde 1880, quando começaram a ser feitos os registos.
A conclusão da NASA e da OMM vem confirmar que os últimos três anos foram os mais quentes desde que há registo.
Segundo a OMM, a temperatura média à superfície de 2017 foi 1,1 graus Celsius acima dos níveis da era pré-industrial — tal como já tinha acontecido em 2015. Em 2016, o ano mais quente desde que há registo, a temperatura média excedeu os valores de 1880 em 1,2 graus Celsius.
Porém, 2017 foi o ano mais quente desde que há registo se forem tido em contas apenas os anos em que não houve El Niño, fenómeno meteorológico que pode aumentar as temperaturas.
Apesar de a temperatura média ter descido 0,1 graus Celsius de 2017 para 2016, o secretário-geral da OMM, Petteri Taalas, aponta para a tendência geral de aquecimento. “A tendência de [subida de] temperatura a longo prazo é mais importante do que a classificação de cada ano, e essa tendência é de subida”, disse o responsável num comunicado de imprensa da OMM. “17 dos 18 anos mais quentes desde que há registo foram todos neste século e o grau de aquecimento durante os últimos três anos foi excecional.”
O secretário-geral da OMM disse ainda que “o aquecimento do Ártico tem sido especialmente alto e isto vai ter repercussões profundas e duradouras no nível média de água do mar e nos padrões meteorológicos noutras partes do mundo”.
in: observador.pt  por João de Almeida Dias  18.01.2018

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Os rinocerontes estão em vias de extinção

O nosso planeta está em perigo. 

Para que se tome consciência dos erros que o homem comete contra a natureza, aqui temos mais um exemplo das barbaridades que se cometem:

"Nem todas as fotos de vida selvagem são belas. Apesar do concurso anual falar português (há um brasileiro entre os vencedores) e ter fotografias incríveis, uma das imagens eleitas é terrível. Chamaram-lhe "Memorial de uma Espécie" e é um murro no estômago: eis porque estão os rinocerontes em vias de extinção.


Às vezes é preciso ser assim, brutal, para nos darmos conta das tragédias que nos rodeiam, como os últimos tempos bem nos recordaram. Deixado o alerta, já sabe que tem toda a informação que importa no Observador. E também histórias mais bonitas."

(in: observador.pt   23/10/2017)

Um Artigo do mesmo jornal, por Marta Leite Ferreira   23/10/2017

"FOTOGRAFIA

Fala-se português entre os vencedores do concurso “Wildlife Photographer” de 2017
 A noite estava estrelada e nenhuma nuvem anunciava a chegada do período das chuvas no Parque Nacional Emas, Brasil. Márcio Cabral estava por ali a fotografar as luzes verdes emitidas pelas térmitas reunidas em montículos de terra à entrada dos ninhos. Já havia chovido muito e de nada tinha valido ao fotógrafo acampar por ali durante três temporadas. Naquele dia, as condições de luz foram finalmente as ideais e Márcio conseguiu a fotografia que tanto queria. Mais conseguiu muito mais do que isso.
Graças à imagem que mostra um papa-formigas a alimentar-se das térmitas, o brasileiro Márcio Cabral conseguiu conquistar o prémio “Wildlife Photographer of the Year” na categoria “Animais no seu Ambiente”. É que os papa-formigas veem muito mal, mas têm um olfato muito apurado que os encaminha pelo escuro até ao alimento. E usando material profissional, incluindo uma Canon com uma grande lente angular, o fotógrafo recebeu um bónus na fotografia que ansiava há tanto.
Pode ver a fotografia na fotogaleria, conforme enviada ao Observador pelo Museu da História Natural, que patrocina o evento. Esta e as outras fotografias vencedoras vão estar em exibição no museu desde esta sexta-feira até 28 de maio, uma segunda-feira. Se não pode ir até Londres para as ver ao vivo, espreite a fotogaleria. E se tiver alguma imagem genial do meio ambiente, candidate-se para o “Wildlife Photographer of the Year” 2018 a partir de 23 de outubro."

(in: observador.pt   23/10/2017)

segunda-feira, 3 de julho de 2017

O amor pelos pássaros...

imagem obtida in: http://www.mdig.com.br
Acabo de ler uma notícia insólita na revista SÁBADO (nº 687, de 29 de junho a 5 de julho de 2017), que nos demonstra bem como há pessoas fantásticas, dedicando por inteiro a sua vida aos animais.

Então, passo a transcrever:

"Senhor dos pássaros
O indiano Sachchidananda Swamiji entrou no Guiness Book por ter um lar com mais de 1.500 aves de 468 espécies. Ele resgata aves feridas e abandonadas de todo o mundo. Swamiji tem uma equipa de mais de 50 pessoas que se dedicam a alimentar, a tratar lesões e a treinar os pássaros."

segunda-feira, 5 de junho de 2017

5 de junho, Dia Mundial do Ambiente


Image in: http://www.atitudessustentaveis.com.br
Preocuparmo-nos com o meio ambiente é algo que deve fazer parte de nós e da nossa vida como cidadãos.

Por esse motivo, não devemos estar à espera das diretrizes dos governantes dos nossos países, mas sim, individualmente, atuarmos no sentido da preservação do planeta, contribuindo com pequenos gestos no dia-a-dia. 

No último século e devido à industrialização acelerada, o homem tem tido comportamentos nocivos para com a mãe-natureza; o aquecimento global é um deles. Há já muitos países que perceberam que a vida que o homem leva, provoca graves problemas ambientais, comprometendo a qualidade de vida das populações.

Constatamos todos os dias que vivemos num planeta em que há muita poluição no ar, nos oceanos, nos rios e nos lagos. Temos de adotar hábitos sustentáveis e eficientes se queremos ter um ambiente saudável: podemos separar corretamente o lixo, para que seja possível depois reciclar; devemos evitar desperdícios de água; temos de tentar substituir as lâmpadas comuns pelas fluorescentes e economizadoras, reduzindo a conta da energia elétrica; podemos andar mais a pé para ajudar a diminuir a emissão de gases...

Ao pesquisar sobre esta data em que comemoramos O DIA MUNDIAL DO AMBIENTE, fiquei sensibilizada com os textos que encontrei e, por isso, aqui fica a partilha:

"Preservar o meio ambiente é preservar a vida

A preocupação com o meio ambiente deve fazer parte não só dos governantes, mas da vida de cada cidadão. Todos nós podemos contribuir para diminuir os impactos ambientais em nosso planeta, com atitudes que podem fazer a diferença.
Estamos numa época em que catástrofes naturais são cada vez mais frequentes e devastadoras. Diversas nações do planeta começam a se importar com as consequências da industrialização acelerada vivida no último século, que devido a ações do homem trouxe modificações à natureza. Ações de mau uso da natureza que além de contribuir para o aquecimento global, trazem inúmeros problemas de saúde à população.
Nossa saúde está integrada ao meio ambiente, por isso se este estiver sendo castigado, a sobrevivência de todos os seres vivos estará ameaçada e por consequência a nossa.
Vivemos numa sociedade altamente consumista. A semana do Meio Ambiente é útil para a conscientização em relação a diversos assuntos ligados ao nosso planeta, que precisam de uma atenção maior. A ciência e a tecnologia confirmaram benefícios para o ser humano, mas também possibilitou comprometimentos negativos ao ambiente social e natural. O modo de produção capitalista, fundamentado na exploração dos recursos naturais, não se apresenta como modelo de sustentabilidade ambiental. O capitalismo prima pela produção em escala e consumismo sem limites, incompatíveis com a conservação da natureza.
O consumo desenfreado é uma grave doença moderna. O processo de industrialização surgido na Europa no século XVIII, com a Revolução Industrial, até o progresso científico e tecnológico dos dias atuais, nos remete a uma sociedade altamente consumista, orientada pelo capitalismo lucrativo. Esse período da Revolução Industrial marcou a passagem de uma sociedade tipicamente rural e artesanal para uma sociedade urbana e industrial.
A questão ambiental impõe a sociedade uma nova busca de pensar e agir, individual e coletiva, no que diz respeito aos modelos de produção capazes de suprir as necessidades humanas sem comprometer o meio ambiente e a própria saúde. Essa conscientização tem uma dimensão cultural, que passa pela econômica, e atinge a dimensão ecológica e social.
Somente teremos um resultado eficaz a respeito do meio ambiente quando a população começar a pensar no sentido da vida, no seu comportamento e na sua relação com a natureza, incluindo a própria alimentação.
A crise ambiental passa pelo entendimento sobre o mundo atual. Se quisermos resolver essa crise, é necessário que haja a percepção dos hábitos que precisam ser mudados. A escola pode desempenhar um papel importante, envolvendo os alunos nesse contexto. ...(...)...........(...)... 
Por tudo isso, é importante preservar o ecossistema do qual fizemos parte, só assim estaremos valorizando a nossa própria qualidade de vida e de nossos descendentes.

Servidor Público Estadual (www.neoripavan.blogspot.com.br)"
Encontrei em: http://www.jornalboavista.com.br/site/noticia/


"Dia Mundial do Ambiente


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5 de Junho de 2018 (Terça-feira)

O Dia Mundial do Ambiente é celebrado todos os anos a 5 de junho.
É um evento anual que tem como objetivo assinalar ações positivas de proteção e preservação do ambiente e alertar as populações e os governos para a necessidade de salvar o ambiente.

História do Dia Mundial do Ambiente

A celebração do Dia Mundial do Ambiente teve início em 1972.
O dia 5 de junho foi escolhido para festejar esta data já que marca o dia em que teve início a Conferências das Nações Unidas sobre o meio ambiente.

Atividades do Dia Mundial do Ambiente

Todos os anos, as Nações Unidas apresentam um tema, que serve de ponto de partida para o desenvolvimento de ações de celebração do Dia Mundial do Ambiente em mais de 100 países, com variadas atividades programadas em função desse tema. O tema do Dia Mundial do Meio Ambiente de 2016 é a "Luta contra o Comércio Ilegal da Fauna e da Flora Selvagens”. Em 2015 foi os "Pequenos Estados Insulares em Desenvolvimento".
Os eventos visam apresentar novas formas e métodos de preservar o futuro da humanidade, seja através de ações individuais do cidadão ou coletivas. Nas escolas esta data assume especial importância, com a chamada de atenção para a preservação do meio ambiente junto das crianças.
Este dia puxa assim pelas pessoas, estimulando o desenvolvimento de ações que causem um impacto positivo no meio ambiente."
(FONTE: calendarr.com)