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quinta-feira, 23 de outubro de 2025

Como vai o mundo: A Rússia continua a invadir a Ucrânia e não quer acordo de cessar-fogo

Presidente russo se reúne com empresários e garante estabilidade | Agência  Brasil
imagem do russo Vladimir Putin in https://agenciabrasil.ebc.com.br


A leitura do artigo da pt.euronews.com (de Sasha Vakulina) e que partilho logo a seguir a esta minha curta introdução, deixou-me bastante preocupada, na medida em que, parece não haver qualquer alternativa para a Ucrânia,  senão acabar por ser totalmente destruída, tomada pelo povo russo. Desaparece uma nação, um povo, pura e simplesmente!

Donald Trump não consegue ajudar a resolver este conflito, embora continue iludido que sim e que vai obter um êxito total, inesquecível na História.

Putin mostra-se irredutível, quer continuar a guerra e não concorda com um cessar-fogo.

A seu mando, os militares russos continuam a invadir as cidades ucranianas, a matar inocentes, enfim, a destruirem tudo o que conseguem e que, pelos vistos, está ao seu alcance. Avança e temos de assistir a tudo sem conseguirmos fazer nada para que a situação se reverta.

E a Comunidade Internacional, para mim, está a permitir semelhante genocídio que está a marcar e a traumatizar o mundo inteiro. Não há um Tribunal Penal de Direito Internacional que funcione? Que consiga acabar com estes genocídios todos?

Pergunto-me: o que vai ser das gerações vindouras? Como vão viver os nossos filhos e netos? Vão, decerto, viver um inferno em larga escala, por aquilo de que temos conhecimento e que os meios de comunicação nos mostram diariamente. Com outra agravante:  as guerras, os desentendimentos estão a alastrar para outros países. 

Eu concluo que "está tudo em pé de guerra"!

É triste viver assim, com tudo o que se está a passar a nível mundial: não há grandes esperanças que consigamos vir a viver tão cedo uma paz duradoura.


Aqui está o artigo:

Moscovo negou que a última ronda de sanções da UE e as novas medidas rigorosas de Washington tenham qualquer efeito na sua economia ou na sua estratégia de guerra, dando a entender que a Rússia não vai recuar na sua invasão da Ucrânia nem concordar com um cessar-fogo.

As sanções da União Europeia (UE) contra Moscovo estão "na verdade a funcionar contra Bruxelas", afirmou o Ministério dos Negócios Estrangeiros da Rússia na quinta-feira, acrescentando que "as possibilidades de as expandir foram esgotadas".

O Kremlin continua a negar que as novas medidas mais rigorosas tenham qualquer impacto na economia russa e na estratégia de guerra de Moscovo na Ucrânia, sinalizando que não vai alterar a sua posição de invasão e que não vai concordar com um cessar-fogo.

O Ministério dos Negócios Estrangeiros russo afirmou que mesmo as sanções dos EUA contra os gigantes petrolíferos Rosneft e Lukoil "não causarão problemas à Rússia, que desenvolveu uma forte imunidade a tais restrições".

"No entanto, enviam um sinal contraproducente, incluindo do ponto de vista do acordo ucraniano", afirmou a porta-voz Maria Zakharova na quinta-feira.

Dmitry Medvedev, antigo presidente e ex-primeiro-ministro da Rússia, foi mais longe e classificou Washington como inimigo de Moscovo. Os Estados Unidos são nossos inimigos, e o seu 'pacificador' falador embarcou agora totalmente num caminho de guerra com a Rússia", disse Medvedev, referindo-se ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

"As decisões tomadas são um ato de guerra contra a Rússia. E agora Trump alinhou totalmente com a Europa louca".

Irá a Rússia concordar com um cessar-fogo?

"Agora é o momento de parar a matança e de um cessar-fogo imediato", disse o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, na quarta-feira, ao anunciar a notícia das sanções de Washington, as primeiras desde o regresso de Trump à Casa Branca.

"Dada a recusa do presidente Putin em pôr fim a esta guerra sem sentido, o Tesouro está a sancionar as duas maiores empresas petrolíferas da Rússia que financiam a máquina de guerra do Kremlin. O Tesouro está preparado para tomar outras medidas, se necessário, para apoiar o esforço do presidente Trump para acabar com mais uma guerra. Incentivamos os nossos aliados a juntarem-se a nós e a aderirem a estas sanções."

Donnacha Ó Beacháin, cientista político da Universidade da Cidade de Dublin, disse à Euronews que esta medida não vai fazer a Rússia recuar na sua guerra contra a Ucrânia.

"Não acredito que Putin vá recuar agora ou concordar com um cessar-fogo ou com negociações significativas. Porque é que o faria?", questionou Ó Beacháin.

"Durante o fim de semana, Trump convocou o presidente (Volodymyr) Zelenskyy para Washington e, após um briefing telefónico de duas horas de Putin, repreendeu o líder ucraniano, dizendo-lhe que tinha de ceder às exigências da Rússia ou enfrentaria a destruição da Ucrânia", salientou.

Ao chegar à cimeira da UE, na quinta-feira de manhã, em Bruxelas, Zelenskyy disse que a Ucrânia não está a ser pressionada a fazer concessões territoriais e que não vai ceder nenhuma das áreas temporariamente ocupadas pela Rússia.

"Os apoiantes da Rússia - sobretudo a China e a Coreia do Norte - têm apoiado o esforço de guerra do Kremlin. A Coreia do Norte enviou dezenas de milhares de tropas e forneceu mais munições à Rússia do que toda a União Europeia forneceu à Ucrânia", afirmou Ó Beacháin.

Ó Beacháin disse ainda à Euronews que Putin só contempla um cessar-fogo ou negociações "quando acredita que está em risco de perder território ou poder"."Para Putin, qualquer acordo refletirá as realidades no campo de batalha. Enquanto se aperceber de um progresso mínimo, terá poucos incentivos para parar", sublinhou, referindo-se aos 0,4% de ganhos territoriais em 2025, conseguidos com enormes custos humanos.

Ó Beacháin realçou que Putin deixou claro que só se encontraria com Zelenskyy "para formalizar um acordo pré-estabelecido que equivaleria à capitulação da Ucrânia".

"Não há provas de que esta posição tenha mudado", concluiu.
(in: pt.euronews.com) ( por Sasha Vakulina)

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2023

Zelensky mostra abertura para conversar com a China

O plano de paz da China para a Ucrânia em doze pontos - Invasão da Ucrânia  - Jornal de Negócios
imagem in jornaldenegocios.pt

O Presidente ucraniano Volodymyr Zelenskyy diz-se aberto a conversações com a China sobre uma possível solução para a guerra.

No entanto, permanece firme na sua exigência de que a Rússia se retire do território ucraniano.

"Tenciono encontrar-me com Xi Jinping, penso que irá beneficiar os nossos países e a segurança no mundo", disse o chefe de Estado ucraniano. "Tanto quanto sei, a China tem respeitado historicamente a integridade territorial, e por isso deveria fazer tudo para que a Federação Russa abandone o nosso território, pois é aí que reside a gravidade da soberania e da integridade territorial", acrescentou.

in pt.euronews.com  25.02.2023

sexta-feira, 23 de setembro de 2022

ONU - Crimes de guerra na Ucrânia


Como a guerra na Ucrânia mudou o mundo em 100 dias | Internacional –  Alemanha, Europa, África | DW | 03.06.2022
imagem in dw.com


As últimas notícias conhecidas da guerra na Ucrânia, por invasão da Rússia, são aterradoras. 

Este clima de grandes conflitos não favorece ninguém no mundo. Todos nós sentimos uma insegurança total. 

Já para não falar nas sequelas, a nível psicológico.


ONU conclui pela existência de crimes de guerra na Ucrânia - Euronews

A Rússia cometeu crimes de guerra na Ucrânia, segundo as Nações Unidas. A comissão de inquérito, estabelecida em maio, começou agora a divulgar as conclusões e diz que há provas de atrocidades. Fala em bombardeamento de populações civis, torturas e execuções. O painel de peritos que constitui a comissão visitou locais como Bucha, palco de um dos massacres mais marcantes desta guerra.



Erik Mose, presidente da comissão de, explica: "Com base nas provas recolhidas pela comissão, concluiu-se que foram cometidos crimes de guerra na Ucrânia. Ficámos admirados com o grande número de execuções nas áreas que visitámos. A comissão está a investigar mortes deste género em cerca de 16 vilas e aldeias. Recebemos alegações credíveis de mais casos de execuções, que vamos documentar mais tarde"

Ficámos admirados com o grande número de execuções nas áreas que visitámos.
Erik Mose 
Presidente da Comissão de Inquérito da ONU sobre a Ucrânia

O mais recente episódio em termos de alegados crimes de guerra aconteceu em Izium, uma vila até há pouco tempo ocupada pelos russos e agora libertada pela contraofensiva ucraniana. Aqui, foi descoberto um grande número de sepulturas numa floresta. Parte dos corpos exumados apresenta sinais de tortura.

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FONTE: in pt.euronews.com