domingo, 10 de junho de 2018

10 de junho 2018 em Portugal

in: postais.net
Segundo o calendarr.com "No dia 10 de junho celebra-se em Portugal o Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas.
O feriado nacional assinala ainda o dia da morte do poeta Luís Vaz de Camões, em 1580, autor d´Os Lusíadas, a maior obra épica de Portugal.
Do programa do Dia de Portugal fazem parte muitas atividades, como desfiles, demonstrações militares, e entregas de medalhas de mérito, por exemplo.
Este é considerado tambémo dia da Língua Portuguesa e do cidadão nacional.

História do Dia de Portugal

Durante o regime ditatorial do Estado Novo de 1933 até à Revolução dos Cravos de 25 de abril de 1974, o dia 10 de junho era celebrado como o "Dia da Raça: a raça portuguesa ou os portugueses".
Após a revolução do 25 de abril de 1974, que marcou o fim do regime ditatorial do Estado Novo, a celebração do dia passou a prestar homenagem a Portugal, a Camões e às Comunidades Portuguesas.
Neste dia o Presidente da República e altas individualidades do Estado participam em cerimónias de comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, que decorrem em cidades diferentes todos os anos. Anualmente são distinguidas novas individualidades pelo seu trabalho em nome da nação."
"Comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas 2018
As Comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas têm lugar este ano em Ponta Delgada, na Região Autónoma dos Açores, e em Boston e Providence, nos Estados Unidos da América (EUA), país onde cerca de um milhão e meio de pessoas se identificam como tendo origem portuguesa, muitas das quais açoriana.
As Comemorações, cuja Comissão Organizadora é este ano presidida pelo Professor Doutor Onésimo Teotónio Almeida, têm início no dia 9 de junho, nas Portas da Cidade de Ponta Delgada, com a Cerimónia do Içar da Bandeira Nacional. Segue-se uma visita às Atividades Militares Complementares, após a qual, nos Paços do Concelho, o Presidente da Câmara Municipal de Ponta Delgada, José Manuel Bolieiro, entrega a Chave de Honra do Município ao Chefe de Estado.
Ao final da tarde, no Palácio de Sant’Ana, decorre a apresentação de cumprimentos do Corpo Diplomático ao Presidente da República, a que se segue uma receção oferecida pelo Presidente do Governo Regional, Vasco Cordeiro. O primeiro dia das Comemorações termina com um concerto na Igreja de São José e um espetáculo de fogo de artifício na Av. Infante D. Henrique.
O programa de dia 10 começa no Campo de São Francisco, com a Cerimónia Militar Comemorativa do Dia de Portugal, na qual participam mais de mil militares dos 3 ramos das Forças Armadas. Após a Cerimónia Militar, o Presidente da República, acompanhado pelo Primeiro-ministro, António Costa, parte para os EUA, onde ao fim da tarde decorre a Cerimónia do Içar da Bandeira Nacional na Praça Municipal (“City Hall”) de Boston. Aqui terão lugar várias iniciativas promovidas por associações da Comunidade Portuguesa e Luso-descendente do Estado de Massachusetts, designadamente o “Boston Portuguese Festival”. Ainda no mesmo dia, o Presidente Marcelo Rebelo de Sousa assistirá ao espetáculo de luzes e fogo no rio da baixa de Providence, organizado pela Comunidade Portuguesa. Trata-se de um marco das celebrações de Portugal no Estado de Rhode Island.
Na manhã do dia seguinte terá lugar no Parlamento Estadual de Boston (“State House”) uma Sessão Solene dedicada a Portugal (“Heritage Day of Portugal”), a que se seguirá uma receção no NRP Sagres, atracado no porto de Boston. Posteriormente, antes do seu regresso a Lisboa, o Chefe de Estado visitará o Museu da Baleia de New Bedford.
Esta presença inédita do Presidente da República nas Comemorações do 10 de Junho nos Estados Unidos da América coincide com a primeira edição do “Mês de Portugal nos EUA”, que conjuga várias iniciativas em diferentes regiões norte-americanas, com o intuito de aprofundar as relações bilaterais e aumentar a visibilidade do nosso País."
in: www.presidencia.pt

sexta-feira, 8 de junho de 2018

O Chef Anthony Bourdain

in: observador.pt
"Anthony Bourdain morreu aos 61 anos, avança a CNN, que confirmou a morte do escritor e chef norte-americano esta sexta-feira. Segundo aquele meio de comunicação, Bourdain suicidou-se. Esteve em Portugal quatro vezes, gravando programas nos Açores, Lisboa e duas vezes no Porto.
chef, escritor e apresentador de televisão foi encontrado morto num quarto de hotel por Eric Ripert, chef francês e amigo próximo de Anthony Bourdain.
É com profunda tristeza que confirmamos a morte do nosso amigo e colega, Anthony Bourdain”, escreveu a CNN numa nota publicada no respetivo site e página de Twitter. “O seu amor por grandes aventuras, novos amigos, boa comida e bebida e histórias assinaláveis faziam dele um contador de histórias ímpar”, lê-se na mesma nota, que a CNN aproveitou para dar as condolências à família do chef.
Anthony Bourdain é conhecido sobretudo pelos seus programas de televisão — começou com “A Cook’s Tour”, passou pelo sucesso “Anthony Bourdain: No Reservations” e acabou no “Parts Unknown”, para o qual tinha começado a gravar recentemente a 11ª temporada.
O último post nas redes sociais de Anthony Bourdain foi esta segunda-feira, 4 de junho. No Instagram, onde partilhava várias fotografias e vídeos das suas viagens pelo mundo, o chef colocou uma fotografia de um prato com vários tipos de carnes e escreveu uma legenda irónica: “Almoço leve”. Acrescentou também uma hashtag a remeter para a região francesa da Alsácia.
De acordo com o The New York Times, Anthony Bourdain estava a preparar um episódio para o programa “Parts Unknown” em Estrasburgo, cidade francesa naquela região.
Anthony Bourdain mantinha uma relação amorosa com a atriz italiana Asia Argento, que recentemente, no Festival de Cinema de Cannes, acusou o produtor Harvey Weinstein de a ter violado. “Em 1997, fui violada por Harvey Weinstein aqui em Cannes”, disse. “Este festival era a sua zona de caça.” Anthony Bourdain viria a elogiar o discurso da sua namorada. “Foi absolutamente destemido entrar na toca do leão e dizer o que ela disse, da maneira como disse”, disse o chef numa entrevista recente. “É uma honra conhecer alguém que tem força e coragem para fazer algo assim.”
chef e a atriz conheceram-se em 2016, quando ele gravava um episódio para a 8ª temporada do “Parts Unknown”. Recentemente, Asia Argento trabalhou como realizadora de um dos programas daquela série, após o realizador original ter ficado doente.
“Cada vez que trabalho com a Asia, mesmo quando ela me liga do nada a meio de um programa para me mostrar uma cena de rock psicadélico da Nigéria dos anos 70, é uma ajuda tremenda”, disse numa entrevista recente. “Adoraria continuar a tê-la como realizadora. Mas, meu Deus, não há coisa que eu adoraria mais do que repetir essa experiência. Ela tornou-a incrível.”

Quando Anthony Bourdain veio a Portugal

Ao todo, Anthony Bourdain passou por Portugal quatro vezes para os seus programas. A primeira foi no Porto, em 2002, para o programa “Cook’s Tour”. A segunda foi no arquipélago dos Açores, em 2009, para o programa “Anthony Bourdain: No Reservations”. Depois, em 2011, esteve em Lisboa, para o mesmo programa. Mais recentemente, em 2017, regressou ao Porto, já para o programa “Parts Unknown”.
Nos Açores provou o cozido das furnas, em Lisboa comeu marisco e bifanas e no Porto experimentou a típica francesinha.
Numa entrevista publicada no domingo pelo site Indiewire, que será certamente uma das últimas senão mesmo a última de Anthony Bourdain, o chef explicava a essência do programa “Parts Unknown”, que passava muito menos pela comida — e muito mais pelo aspeto cinematográfico — do que aquilo que se poderia pensar.
“Sempre foi, de uma maneira ou de outra, um programa de comida disfarçado. Passamos a ideia de que é sobre comida. Mas raramente é. Antes de irmos para um sítio e começarmos falamos sempre de filmes, para termos ideias visuais, para os sons, para a montagem. Não coisa que adoramos mais do que copiar, emular ou retirar algo de um filme que poucos dos nossos espectadores tenham visto”, disse.
Numa entrevista, quando já era uma celebridade televisiva e tinha abandonado as cozinhas, Anthony Bourdain chegou a admitir: “Eu não era lá grande cozinheiro”. Por outro lado, os seus programas mereceram-lhe vários prémios. Em 2012, foi galardoado com o Critics’ Choice para melhor programa de não-ficção; em 2013 e 2014 foi nomeado para o Emmy de apresentador para programa de não-ficção; entre 2013 e 2016 venceu o Emmy para série de informação; e em 2014 venceu o prémio Peabody pelo programa “Parts Unknown”.

Antes da televisão, Bourdain destacou-se na escrita sobre os segredos das cozinhas

A sua estreia na escrita foi na revista New Yorker, onde escreveu o texto “Don’t Eat Before Reading This” (“Não Coma Antes de Ler Isto”, em português), em abril de 1999. “Há uns anos, ouvi sem surpresa os rumores de um estudo que terá apurado que a profissão mais comum entre os prisioneiros do país antes de serem colocados atrás das grades é ‘cozinheiro’. Como muitos de nós no ramo da restauração sabemos, há uma tendência forte para a criminalidade nesta indústria, que vai desde o empregado que vende drogas com um beeper e um telemóvel até ao dono do restaurante que tem dois livros de contabilidade”, lê-se naquele texto, que serviu de antecâmara para a publicação do seu primeiro grande sucesso editorial.
Trata-se de “Cozinha Confidencial” (Livros D’Hoje, 2011), publicado na versão original, em inglês, em 2000. Naquelas páginas, partilhou histórias acumuladas ao longo de décadas a trabalhar na restauração em Nova Iorque, onde as drogas e o sexo eram ingredientes comuns.
João de Almeida Dias e Cristina Marques, in Observador, 08.06.2018

quinta-feira, 7 de junho de 2018

Luís Vassalo Rosa

in: dn.pt

Luís Vassalo Rosa assinou o plano de urbanismo da Expo 98. 
Era o atual provedor da Arquitetura. Morreu na quinta-feira aos 83 anos
Tinha 83 anos. A morte do urbanista Luís Vassalo Rosa, na quinta-feira, 
foi comunicada pela Associação Portuguesa de Urbanistas. 
O atual provedor da Arquitetura, função que desempenhava desde 2011, 
e Grande Oficial da Ordem de Mérito, foi o responsável pelo Plano de 
Urbanização, coordenação e gestão urbanística da zona de intervenção 
da Expo'98, a que se juntariam nomes como o do arquiteto Manuel Salgado.
Em 1975 recebeu o Prémio Valmor, enquanto coautor da Igreja do Sagrado 
Coração de Jesus, em Lisboa, assinada por Nuno Portas e Nuno Teotónio 
Pereira. Foi seu também o Primeiro Prémio nos Concursos para a Nova Sé 
Catedral de Bragança, Novos Tribunais de Monsanto e Recuperação do 
Palácio do Alvito de Lisboa.
Luís Vassalo Rosa foi assessor do Secretário de Estado da Habitação e 
vogal da Comissão Administrativa da Câmara Municipal de Lisboa após o 
25 de abril.
Formado na Escola de Belas-Artes de Lisboa, o arquiteto fez ainda 
especialização em Planeamento Urbanístico na Universidade de Sussex e 
estágios em Espanha, França, Inglaterra, República Federal Alemã e 
Estados Unidos da América, lê-se no site da Ordem dos Arquitetos.
Numa recente entrevista à Rádio Renascença, por ocasião dos 20 anos da 
EXPO'98, Vassalo Rosa mostrou o seu desagrado pelo nome Parque das 
Nações, a área urbana cuja coordenação do plano urbanístico assinou: 
"O tema eram os oceanos, razão pela qual eu acho que devia ser Bairro 
dos Oceanos ou então deixassem lá estar Expo 98. 
Nunca Parque das Nações, que é um desastre."
in dn.pt 08.06.2018 por Mariana Pereira

quarta-feira, 6 de junho de 2018

terça-feira, 5 de junho de 2018

5 de junho - Dia Mundial do Ambiente

DIA MUNDIAL DO AMBIENTE

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Dia Mundial do Meio Ambiente é celebrado no dia 5 de junho, foi criado pela Assembleia Geral das Nações Unidas na resolução (XXVII) de 15 de dezembrode 1972 com a qual foi aberta a Conferência de Estocolmo, na Suécia, cujo tema central foi o Ambiente Humano.
Conferir in: https://pt.wikipedia.org/wiki/Dia_Mundial_do_Ambiente

in: youtube.com

terça-feira, 29 de maio de 2018

Hoje comemora-se o Dia Internacional dos Capacetes Azuis

in: rtp.pt
in: www.lusa.pt
Dia Internacional dos Soldados da Paz da ONU
MENSAGEM DO SECRETÁRIO-GERAL
O Dia Internacional dos Soldados da Paz da ONU - 29 de maio - coincide, este ano, com o 70º aniversário das Nações Unidas, oferecendo uma oportunidade para honrar a contribuição inestimável dos Capacetes Azuis para a orgulhosa história da Organização. As forças de manutenção da paz da ONU deram vida ao objetivo da Carta da ONU “de unir forças para manter a paz e segurança internacional”. Após anos de lutas e de sacrifícios, o icónico Capacete Azul conseguiu o seu lugar como símbolo de esperança para milhões de pessoas em territórios assolados pela guerra.
As operações de manutenção da paz da ONU fomentam a partilha dos esforços, distribuindo riscos e oportunidades entre países grandes e pequenos, tanto no mundo desenvolvido como nospaíses em vias de desenvolvimento. Aplaudo os mais de 107 mil soldados da paz, membros de 122 corpos de polícia e do exército, disponibilizados pelos países contribuidores e que estão presentes em 16 missões.
Nos seus 70 anos, as Nações Unidas estabeleceram 71 operações de manutenção da paz. Mais de um milhão de pessoas serviram como soldados da paz, ajudando vários países a tornarem-se independentes, apoiando eleições históricas, protegendo civis, desarmando centenas de milhares de ex-combatentes, estabelecendo o Estado de Direito, promovendo direitos humanos e criando condições para que refugiados e pessoas deslocadas regressassem a casa. Devemos ter orgulho nestes feitos.
Hoje, a manutenção da paz da ONU está a adaptar-se a novas realidades globais, incluindo ameaças assimétricas em alguns dos ambientes mais desafiantes a nível mundial. Modernizámos as nossas operações, introduzimos novas tecnologias, aumentámos a nossa base de contribuições e fortalecemos as nossas parcerias com organizações regionais.
Ao mesmo tempo, as necessidades excedem os recursos. Necessitamos de mais financiamento, formaçãp e equipamento. As nossas tropas e polícias levam a cabo mandatos cada vez mais complexos, ao mesmo tempo que respeitam as mais elevadas regras de conduta. Precisamos que os países desenvolvidos retomem o seu papel historicamente influente enquanto contribuidores de tropas. Também precisamos de maior apoio político dos Estados Membros que são responsáveis por autorizar, financiar e contribuir com tropas e polícias para as missões.
Para explorar a melhor forma de ultrapassar estes desafios, nomeei um Painel Independente de Alto Nível para avaliar o estado das operações de paz da ONU na atualidade – tanto de manutenção de paz como missões especiais políticas – e, também, as necessidades emergentes do futuro. Esta será a maior avaliação desde 2000, e espero que venha a receber um conjunto de recomendações firme e abrangente.
Hoje honramos a memória daqueles que deram as suas vidas pelas causas da paz e prestamos homenagem a todos os homens e mulheres que continuam o seu legado ao prestarem serviço no terreno. Mais de 3,300 soldados da paz perderam as suas vidas enquanto serviam sob a bandeira da ONU, incluindo 126 no ano passado. O risco continua a aumentar, sendo que os soldados da paz são vítimas de dispositivos explosivos improvisados ou de ataques terroristas complexos.
Ao comemorarmos as sete décadas das Nações Unidas, façamos todos o nosso papel para garantir a eficiência deste departamento emblemático da Organização.
in: https://www.unric.org/pt/actualidade/31831-dia-internacional-dos-soldados-da-paz-da-onu