domingo, 1 de novembro de 2020

Dia de Todos os Santos

imagem in pt.wikipedia.org


1 de novembro: 
Feriado nacional no dia em que a Igreja Católica evoca Todos os Santos

Out 31, 2020 - 8:52

Celebração lembra conjuntamente «os eleitos que se encontram na glória de Deus», tenham ou não sido canonizados oficialmente

Lisboa,31 out 2020 (Ecclesia) – A Igreja celebra anualmente a 1 de novembro a solenidade litúrgica de Todos os Santos, na qual lembra conjuntamente “os eleitos que se encontram na glória de Deus”, tenham ou não sido canonizados oficialmente.

As Igrejas do Oriente foram as primeiras (século IV) a promover uma celebração conjunta de todos os santos quer no contexto feliz do tempo pascal, quer na semana a seguir.

No Ocidente, foi o Papa Bonifácio IV a introduzir uma celebração semelhante em 13 de maio de 610, quando dedicou à Santíssima Virgem e a todos os mártires o Panteão de Roma, dedicação que passou a ser comemorada todos os anos.

A partir destes antecedentes, as diversas Igrejas começaram a solenizar em datas diferentes celebrações com conteúdo idêntico.

A data de 1 de novembro foi adotada em primeiro lugar na Inglaterra do século VIII acabando por se generalizar progressivamente no império de Carlos Magno, tornando-se obrigatória no reino dos Francos no tempo de Luís, o Pio (835), provavelmente a pedido do Papa Gregório IV (790-844).

Segundo a tradição, em Portugal, no dia de Todos os Santos, as crianças saíam à rua e juntavam-se em pequenos grupos para pedir o ‘Pão por Deus’ de porta em porta: recitavam versos e recebiam como oferenda pão, broas, bolos, romãs e frutos secos, nozes, amêndoas ou castanhas, que colocavam dentro dos seus sacos de pano; nalgumas aldeias chama-se a este dia o ‘Dia dos Bolinhos’.

Em contraponto surge, o Halloween, assinalado na noite de 31 de outubro, ligado à tradição celta de celebração do novo ano, o fim das colheitas, a mudança de estação e a chegada do inverno.

De acordo com esta tradição, nessa noite os fantasmas dos mortos visitavam os vivos; a festa foi conservada no calendário irlandês após a cristianização do país e implantou-se mais tarde nos EUA.

Já no dia 2 de novembro tem lugar a ‘comemoração de todos os fiéis defuntos’, que remonta ao final do primeiro milénio: foi o Abade de cluny, Santo Odilão, quem no ano 998 determinou que em todos os mosteiros da sua Ordem se fizesse nesta data a evocação de todos os defuntos ‘desde o princípio até ao fim do mundo’.

Este costume depressa se generalizou: Roma oficializou-o no século XIV e no século XV foi concedido aos dominicanos de Valência (Espanha) o privilégio de celebrar três Missas neste dia, prática que se difundiu nos domínios espanhóis e portugueses e ainda na Polónia.

Durante a I Guerra Mundial, o Papa Bento XV generalizou esse uso em toda a Igreja (1915).

OC

(referência: agencia.ecclesia.pt)

Ter medo da pandemia

imagem in vix.com 


Devido à situação de pandemia que todos estamos a atravessar, existem muitos receios dentro de nós. Depois de refletirmos seriamente sobre o assunto, chegamos à conclusão que temos de enfrentar a situação e combater os medos. 

Foi ao estudar algumas expressões idiomáticas francesas à volta do medo e do pânico, que achei interessante refletir no "peso" que algumas delas exercem sobre nós, por nos encontrarmos mais vulneráveis, tentando, por isso, enfrentá-los e ultrapassá-los. 

Como agora se diz: "temos de seguir em frente", pois "a vida continua"...

Transcrevo algumas expressões francesas (com as traduções possíveis) e que  põem muito em jogo a linguagem corporal:


La panique me prend! O pânico tolhe-me (prende-me)! 

Mon coeur bat la chamade! Meu coração bate acelerado!

J'arrive à peine à respirer! Mal consigo respirar!

Mon sang se glace dans mes veines! O sangue gela-me nas veias!

Ma gorge se noue! Tenho a garganta presa! Estou sem fala!

Je perds la tête! Perco a cabeça! Enlouqueço! 

Je n'arrive plus à placer un seul mot! Não consigo proferir uma única palavra!

Mon corps se raidit! Estou tenso!

Je tombe en syncope! Eu desmaio, eu desfaleço! (perco todas as minhas forças)!

Je suis horrifié(e)! Estou apavorado(a)! Estou horrorizado(a)!

Je n'arrive pas à me tenir sur mes pieds! Não me seguro em pé!

Mes dents claquent! Estou a bater o dente! Tenho muito frio!

J'ai des jambes comme du coton! Estou fraco!

Mes mains sont devenues moites! Fiquei a suar das mãos!

J'ai la chair de poule! Estou com pele de galinha! Estou com arrepios!

Mes cheveux se hérissent! Estou com os cabelos em pé!

Je tremble comme une feuille! Eu tremo como uma folha!

J'ai une peur bleue! Que medo! Estou a morrer de medo!

Je suis paniqué(e)! Estou em pânico!

Je deviens livide! Fico lívida!

Je suis glacé(e) de peur! Estou paralisado (a) de medo!

quinta-feira, 29 de outubro de 2020

Afinal... Rir ainda é o melhor remédio...

Para nos dispor bem neste dia, partilho aqui algumas curiosidades:

Afinal...

Se caminhar fosse saudável, o carteiro era imortal...


in dreamstime.com

A baleia nada o dia inteiro, só come peixe, só bebe água, e é gorda!!!


in expresso.pt

Os coelhos correm, saltam, são  vegetarianos...e só vivem 8 a 10 anos.


in https://www.bol.uol.com.br

As tartarugas não correm, não saltam, são sempre as últimas a chegar nas corridas, não se preocupam com nada, e vivem 450 anos!!!


in lisbonne-idee.pt

quarta-feira, 28 de outubro de 2020

"Partiu" Eddy Quintela, um compositor de origem portuguesa


Eddy Quintela
in pt.wikipedia.org


Morreu Eddy Quintela, o português dos Fleetwood Mac

Morte do teclista e compositor dos Fleetwood Mac aconteceu esta sexta-feira, no Estoril

Escritor de canções, teclista e compositor de origem portuguesa, Eddy Quintela foi também o segundo marido de Christine McVie, elemento fundamental na formação dos Fleetwood Mac. Para a banda norte-americana, Quintela compôs com McVie inúmeras canções entre os anos de 1987 e 1997. Entre elas encontra-se o êxito, "Little Lies" do álbum Tango in the Night, publicado em 1987. O hit ajudou este LP a tornar-se o segundo mais vendido de toda a carreira dos Fleetwood Mac.

Viriam a divorciar-se em 2003 mas continuaram a colaborar no álbum a solo de Christine McVie publicado no ano seguinte. Um dos temas de Eddy Quintela para a banda americana, "Nights in Estoril", alude ao tempo passado pelo casal em Portugal, onde o músico estabeleceu várias ligações, nomeadamente na linha de Cascais, com Marita Leon (com quem manteve um projecto musical nos anos 1990) e Fernando Cunha dos Delfins. A canção seria publicada no álbum Time, dos Fleetwood Mac, que saíu em 1995. Em entrevista ao jornal britânico Guardian, McVie diria no entanto que "não foi feliz no amor".

Eduardo Quintela de Mendonça, de seu nome completo, terá ainda colaborado com Adelaide Ferreira, no tempo de "Baby Suicida" e do rock português. Numa publicação na sua página no Facebook, Manuel Falcão, fundador da BLITZ, diz que conheceu Eddy Quintela através de um amigo comum, Pedro Baltazar. "Viveu grande parte da sua vida nos Estados Unidos e Grã-Bretanha e há uns vinte anos regressou a Portugal. Era um criativo, estava empenhado num projecto musical que o apaixonava, uma ópera rock sobre John Kennedy, que deixou quase pronta, agora que partiu"

(in blitz.pt 16.10.2020)

imagem in blitz.pt
Eddy Quintela e sua esposa Christine McVie
de quem viria a divorciar-se em 2003

domingo, 25 de outubro de 2020

Dia do Exército em Portugal - Comemoração

Espírito de equipa, união e patriotismo são alguns valores que se tentam
recuperar e incentivar neste dia. 
Comemorações do Dia do Exército Português


O Dia do Exército Português comemora-se a 24 de outubro.

O Exército Português é a vertente terrestre das Forças Armadas Portuguesas, responsável pela defesa militar de Portugal. Estas forças terrestres fizeram parte da luta pela independência de Portugal desde o seu início, estando intimamente ligadas à História de Portugal.

Origem do Dia do Exército Português

No dia 24 de outubro comemora-se o dia em que as tropas de D. Afonso Henriques, o Patrono do Exército Português, conquistaram Lisboa aos mouros.

Após quatro meses, o cerco de Lisboa chegava ao fim, com a ajuda dos Cruzados. A tomada de Lisboa aconteceu em 1147.

Atividades do Dia do Exército

Não só durante o dia, mas é também durante toda a semana desta data que se realizam muitas atividades pelo país.

Estas iniciativas são de cariz militar, desportivo, cultural e recreativo. Realizam-se assim exposições patrimoniais, exibições de capacidade militar, concertos musicais, missas e cerimónias militares, entre outros.

Hino do Exército Português

Iremos até onde a Pátria for,
e seja em paz,
ou seja em guerra,
que este clamor
vibre imortal,
de mar em mar,
de serra em serra:
Portugal! Portugal!
Portugal!
(Letra de Adolfo S. Muller)


Com a "devida vénia", encontrei o que transcrevi na referência:

https://www.calendarr.com/portugal/dia-do-exercito-portugues/

sexta-feira, 23 de outubro de 2020

Bárbara Bandeira e a sua voz romântica em "Nós os dois"



Letra e Música: Bárbara Bandeira, Phelipe Ferreira, Ivo Lucas 
Voz: Bárbara Bandeira

Letra:
Eu sei 
Que não me deste tudo o que eu te dei 
Sabes o quanto eu me magoei 
Mas não importa se não queres falar 
E então 
Fazes da culpa a tua razão 
Faço de conta que há solução 
Mas nao importa se não queres falar 
Eu deixo-me ficar por aqui se quiseres 
Eu deixo-me levar pelo que tu disseres 
Fica só 
Só mais um pouco 
Pra que não fique mais nada por dizer 
Entre nós 
Nós os dois 
Deixa-te ir 
Que eu vou também 
Não interessa o lugar eu vou lá ter 
Vamos nós 
Só nós os dois 
Mas tu não queres falar 
Mas tu não queres falar 
Já não somos o mesmo 
E tu sabes bem 
Ficamos neste jogo 
E não ganha ninguém 
Mas não importa se não queres falar 
E então 
Fazes da culpa a tua razão 
Pedes desculpa mas sem solução 
E nada importa se não queres falar 
Eu deixo-me ficar por aqui se quiseres 
Eu deixo-me levar pelo que tu disseres 
Fica só 
Só mais um pouco 
Pra que não fique mais nada por dizer 
Entre nós 
Nós os dois 
Deixa-te ir 
Que eu vou também 
Não interessa o lugar eu vou lá ter 
Vamos nós 
Só nós os dois 
Fica só 
Só mais um pouco 
Pra que não fique mais nada por dizer 
Entre nós 
Nós os dois 
Deixa-te ir 
Que eu vou também 
Não interessa o lugar eu vou lá ter 
Vamos nós 
Só nós os dois 
Só nós os dois