sexta-feira, 15 de maio de 2020

Hoje é Dia Internacional da Família

in armazemcatolico.com


Este dia é muito importante para todos nós, que temos uma família.

Não existe instituição mais forte do que a da família. Portanto, devemos preservá-la ao máximo, mantendo união e amor entre todos os elementos que a constituem. 


O Dia Internacional da Família é celebrado anualmente a 15 de maio. 


A data foi escolhida pela Assembleia Geral da ONU, que proclamou o dia 15 de maio como o Dia Internacional da Família.


A celebração do Dia Internacional da Família visa, entre outros objetivos, destacar: 

a importância da família na estrutura do núcleo familiar e o seu relevo na base da educação infantil; 

reforçar a mensagem de união, amor, respeito e compreensão necessárias para o bom relacionamento de todos os elementos que compõem a família; 

chamar a atenção da população para a importância da família como núcleo vital da sociedade e para seus direitos e responsabilidades; 

sensibilizar e promover o conhecimento relacionado com as questões sociais, económicas e demográficas que afetam a família. 

O primeiro Dia Internacional da Família foi celebrado em 1994. 

Frases e mensagens 
A família é um lar. 
Família, o nosso bem mais precioso. 
A família é o casaco do coração. 
O pilar da educação e do bem-estar é a família. 
A família não se escolhe nem se troca. 
A verdadeira felicidade está na própria casa, entre as alegrias da família. 
A família é como o sarampo: uma pessoa tem quando é criança e fica marcada para toda a vida. 

fonte da minha pesquisa: calendarr.com

segunda-feira, 11 de maio de 2020

Reflexões profundas que nos ajudam a enfrentar este "confinamento" obrigatório




"Não espere por uma crise 
para descobrir o que é importante 
na sua vida." 
Platão

"Lutar pelo amor é bom, 
mas alcançá-lo sem luta 
é melhor." 
William Shakespeare

"Ah o amor...que nasce não sei onde,
vem não sei como, e dói não sei porquê." 
Luís de Camões

"A pessoa certa é a que está ao seu lado 
nos momentos incertos."
Pablo Neruda


sexta-feira, 8 de maio de 2020

Cassiano Branco, um dos mais importantes arquitetos português

No mês de abril li e ouvi muito falar de Cassiano Branco, um arquiteto todo vanguardista. Fiquei curiosa e pesquisei sobre ele.  Como gostei muito do que li sobre ele, resolvi aqui partilhar e com a devida vénia, transcrevo esta pesquisa sobre Cassiano Branco, obtida a partir da referência pt.wikipedia.org

Cassiano Viriato Branco (Lisboa, 13 de Agosto de 1897 — Lisboa, 24 de Abril de 1970) foi um arquiteto português. É um dos mais importantes arquitetos da primeira metade do Século XX em Portugal.


Pertence ao grupo notável – que inclui Pardal Monteiro, Cottinelli Telmo, Carlos Ramos, Cristino da Silva ou Jorge Segurado –, que protagonizou a viragem modernista da arquitetura portuguesa.

Vivendo acima de tudo da encomenda privada, a sua obra, vasta e multifacetada, inclui projetos visionários nunca realizados e obras de referência da primeira modernidade nacional. Edifícios de sua autoria como o Éden (sobretudo a 2ª proposta, não construída), o Hotel Vitória e o Coliseu do Porto, são exemplos de construções de grande escala urbana "que confirmam as potencialidades plásticas e o modo como Cassiano, o mais inventivo, espetacular e cosmopolita modernista da sua geração, soube integrar o contributo das vanguardas artísticas europeias".

Biografia / Obra

Costa da Caparica, Praia Atlântico,
pormenor da solução urbanística,
1930
Cassiano Branco nasceu em Lisboa, na Rua do Telhal, 51, em Agosto de 1897. Foi o único filho de Maria de Assunção Viriato e Cassiano José Branco, pequeno industrial de Alcácer do Sal. Frequentou a escola primária, hoje desaparecida, que se localizava entre a Calçada da Gloria e as Escadinhas do Duque, Lisboa; aí conheceu Ávila do Amaral, futuro engenheiro e seu colaborador.

Inscreve-se na Escola de Belas-Artes de Lisboa em 1912 mas interrompe o curso dois anos mais tarde, insatisfeito com o ensino praticado. Frequenta o ensino Técnico-Industrial. Em paralelo com a frequência das aulas trabalha na gestão de uma pequena fábrica (com o pai) e, mais tarde, num Banco. Casa-se com Maria Elisa Soares Branco em 1917; no ano seguinte nasce a sua única filha.

Conclui o ensino Técnico-Industrial em 1919. Nesse ano viaja até Paris e Bruxelas. Em 1921 visita Amsterdão e reingressa na Escola de Belas-Artes (termina o curso de arquitetura no ano letivo de 1926-1927); obtendo o diploma de Arquitectura em 1932, após a conclusão do seu tirocínio. Visita a Exposição Internacional de Artes Decorativas e Industriais Modernas, Paris (1925), contactando com as linguagens da vanguarda da época. Entra para a Maçonaria, viaja até Paris, Espanha e Inglaterra (1926). Empenha-se nas suas primeiras propostas arquitetónicas; projeta as instalações da Câmara Municipal da Sertã (1925-27). Em 1928 realiza o projeto do stand de automóveis Rios de Oliveira, Avenida da Liberdade, Lisboa, onde começa a revelar-se a identidade da sua arquitetura.

A influência da Art Déco e do modernismo europeu torna-se determinante a partir do início da década de 1930. Cassiano Branco empenha-se em projetos visionários, formalmente avançados, para o desenvolvimento de uma vasta área de lazer e turismo na Costa da Caparica e para uma hipotética Cidade do Filme Português, Cascais; realiza diversos estudos para o Cineteatro Éden, Lisboa; projeta o Hotel Vitória e o Coliseu do Porto, assim como um conjunto de notáveis edifícios de habitação que irão servir de modelo para muitos prédios da década de 1930 (em alguns casos o mimetismo é tal que se torna difícil distinguir as suas obras das dos seus imitadores).

De fortes convicções políticas, opositor declarado do Estado Novo de Salazar, Cassiano Branco fica excluído das encomendas oficiais de maior estatuto e visibilidade. Participa de forma discreta na Exposição do Mundo Português (1940) e realiza projetos para barragens, mas o grosso da sua obra será para uma clientela privada. Também o seu feitio, difícil e exigente, ditará o abandono prematuro de diversos empreendimentos de grande dimensão, por divergências com clientes ou construtores. E no entanto, apesar de terem sido terminados por mão alheia, nos cinemas lisboetas Éden e Império, abandonados durante o projeto, e mais ainda no Coliseu do Porto, de que se afastou já em fase de construção, a sua autoria permanece claramente identificável, pelo que em publicações de referência todos estes edifícios lhe são atribuídos (repare-se que na década de 1990 o cineteatro Éden foi quase totalmente demolido, dele restando apenas a fachada principal, adulterada pela abertura de dois enormes vãos).

Embora a vários níveis um resistente, Cassiano Branco não foi totalmente alheio ao estilo oficial do Estado Novo (vulgarmente apelidado Português Suave), que dominou o panorama arquitetónico nacional a partir do final da década de 1930. Uma obra à qual se dedicou longamente foi o Portugal dos Pequenitos, Coimbra (1937-1962), onde evocou edifícios e tipologias arquitetónicas nacionais, numa síntese historiográfica do país à escala das crianças. Também o Grande Hotel do Luso(1940) ou o edifício da Praça de Londres (1951) revelam uma aproximação ao idioma tradicionalista então dominante. Na década de 1940 destacam-se as propostas e construção do café Cristal (1940), as várias propostas rejeitadas para a Cervejaria Portugália (1940), a proposta de um arranha-céus na Av. da Liberdade (1943), prédios de habitação na Av. António Augusto de Aguiar (1944), e os projectos não aprovados para o Cinema Império (1947-48), todos em Lisboa.

Em 1958 apoiou a candidatura do general Humberto Delgado à Presidência da República, tendo sido detido pela PIDE.

Faleceu em Lisboa, no dia 24 de Abril de 1970, com 72 anos.

Alguns projetos e obras

1925-27 – Câmara Municipal da Sertã, Sertã.
1928 – Stand de automóveis Rios de Oliveira, Avenida da Liberdade, Lisboa.
1929 – Primeiras propostas para o Cineteatro Éden, Lisboa.
1930 – Segundo projeto para o Cineteatro Éden | Projeto de urbanização para a Costa da Caparica (não construído) | Projeto para uma Cidade do Filme Português (não construída).
1931-32 – Terceiro projeto para o Cineteatro Éden.
1933-36 – Diversos prédios e moradias em Lisboa (Av. Álvares Cabral; Av. António José de Almeida, nº 10, 14, 16, 24; etc.).
1934 – Hotel Vitória, Avenida da Liberdade, Lisboa (atual Centro de Trabalho "Vitória", PCP).
1937 – Barragem do Rio Ponsul, Idanha-a-Nova | Barragem do Vale do Gaio, Estremadura | Prédios na Av. Defensores de Chaves, na Rua Nova de S. Mamede, etc.
1937-62 – Portugal dos Pequenitos, Coimbra.
1938 – Estação Terminal do Caminho‐de‐Ferro de Benguela (no Lobito) e Projeto do Grande Hotel do Luso.
1939 – Coliseu do Porto, Rua Passos Manuel, Porto.
1940 – Plano de urbanização, Exposição do Mundo Português, Lisboa | Grande Hotel do Luso.
1941 – Junta Nacional do Vinho, Rua Mouzinho da Silveira, 5, Lisboa.
1942 – Hotel Britania antigo Hotel do Império, Rua Rodrigues Sampaio, 17, Lisboa
1943 – Proposta de um arranha-céus na Avenida da Liberdade, Lisboa.
1947-48 – Primeiros estudos e projetos para o Cinema Império, Lisboa.
1951 – Prédio na Praça de Londres, Lisboa.
1958 – Proposta para uma ponte sobre o Tejo (não aprovada).

Cine-Teatro Éden
2ª proposta (não construída), 1930 
2009
2012

Hotel Vitória


Hotel Vitória, Lisboa, 1934

O Hotel Victória é uma edificação modernista projetada por Cassiano Branco em 1934. Esta obra joga ritmadamente a horizontalidade das aberturas e volumes rectos com os volumes circulares das varandas. No exterior há uma intenção de lhe conferir um aspecto mais nobre pelo emprego de revestimentos em mármore e aplicações metálicas que se repetem nas varandas.


História


O Hotel Victória está classificado como edifício de interesse público. Coincidindo com a renovação da cidade de Lisboa que ocorreu ao longo da década de 1930 e na qual Cassiano Branco teve importante papel, o Hotel Victória articula referências modernistas europeias com alusões ao estilo decorativo Art Deco. Situa-se na Avenida da Liberdade e foi uma das obras mais relevantes concebidas por este arquiteto, tornando-se numa obra de referência da arquitetura portuguesa da época. Com o passar do tempo surgiram novas construções na Avenida da Liberdade e o edifício foi ameaçado de demolição, o que representaria uma perda irreparável para o património arquitectónico da Cidade e do País. Foi graças a intervenção do Instituto Português do Património Cultural que, apontando razões históricas e arquitectónicas, se decidiu que este seria um imóvel a preservar. O Hotel Victória foi projetado, numa primeira fase, como uma unidade hoteleira com cerca de 60 quartos, tendo Cassiano Branco optado, na sua construção, pelo betão armado.

A inauguração teve lugar em 1936 e, três anos mais tarde, eclodia a 2ª Guerra Mundial (o Hotel Victória iria tornar-se em ponto de encontro de espiões franquistas e nazis). Em 1945 continuava em funcionamento como um dos hotéis mais conhecidos de Lisboa, mas sofria a concorrência de outros mais modernos e confortáveis. Encerrou em meados da década de 1960, ficando ao abandono até 1975, ano em que o Partido Comunista Português (PCP) o alugou para aí instalar o Centro de Trabalho Vitória. Depois de ter sido alvo de um atentado bombista, em 1976, foram tomadas medidas de segurança que alteram a leitura do piso térreo. Em 1984, o PCP adquiriu o edifício com o apoio de uma recolha de fundos, e foi realizada a primeira acção de recuperação e restauro do edifício, com adaptação dos quartos a gabinetes de trabalhos e anulação das casas de banho privadas, reconstrução da pérgola no terraço (que ruiu no sismo de 1969), reposição da pala original sobre a entrada e limpeza e recuperação da fachada, incluindo as caixilharias, que se encontravam em estado avançado de degradação. Em 1994 realizou-se mais uma acção de recuperação: todo o revestimento em pedra da fachada foi limpo e reposto nas zonas em que existiam falhas com pedra proveniente das pedreiras de origem, substituindo-se os tubos cromados decorativos e das guardas das varanda, irrecuperavelmente oxidados, por tubos de aço polido com desenho e secção idêntica à original; foi efetuada uma recuperação e reorganização extensiva dos espaços do piso térreo.
Características

A fachada possui aproximadamente 16.50 metros e é revestida a mármore, dando grande protagonismo ao Hotel Victória. Formada por dois corpos, um vertical de aparência maciça, e um outro horizontal, com balções corridos, guarnecidos com tubos metálicos, estes produzem um contraste com uma quebra de ritmo acentuada à verticalidade da primeira face á horizontalidade do segundo. A tensão criada pelos dois é acentuada pela presença do pilar que se destaca da superfície da fachada, e serve de eixo de rotação para o remate circular das varandas. A pérgola do terraço contribui para definir a leitura da sequência das varandas circulares como um volume em si, que serve de contraponto ao torreão. A fachada traduz a capacidade de estabelecer uma relação de equilíbrio instável exterior-interior. 

O piso térreo, tratado com particular acentuação dinâmica de um jogo de planos e volume, garantindo por um lado, uma sólida relação com o solo, e por outro, respondendo á necessidade de contrariar o efeito que a inclinação da Avenida levantava, um problema de escada. Segundo o projecto, o edifício dispunha de um bar, uma sala para visitas, uma sala de jantar e duas copas no rés-do-chão. Nos pisos superiores, havia 14 quartos por piso, com corredores de circulação longitudinal abertos para a fachada principal e para a fachada tardoz, sendo que nos pisos inferiores, contava com a área de serviço, destinadas a apoiar todo o hotel. 

Hotel Vitória
Hotel Vitória
Hotel Vitória
Hotel Vitória
Cinema Império
2011 Edifícios de habitação e/ou escritórios

Rua de S. Mamede, Lisboa 
Rua de S. Mamede, Lisboa 
Rua de S. Mamede, Lisboa
Rua de S. Mamede, Lisboa 
Av. Álvares Cabral, Lisboa
Av. Álvares Cabral, Lisboa
Avenida Álvares Cabral, Lisboa
Avenida dos Defensores de Chaves,
Lisboa 
Avenida dos Defensores
de Chaves, 
Lisboa 
Praça de Londres, Lisboa
Praça de Londres

Portugal dos Pequenitos

Portugal dos Pequenitos

Coliseu do Porto
Coliseu do Porto
Coliseu do Porto
Coliseu do Porto
Grande Hotel do Luso
Grande Hotel do Luso
Junta Nacional do Vinho

terça-feira, 5 de maio de 2020

Passear a tartaruga, também é preciso...

https://meiahora.ig.com.br

"Uma italiana de 60 anos foi multada em 400€, em Roma, por romper a quarentena imposta no pais, que é um dos mais afetados pelo corona vírus. O que mais irritou os agentes foi a justificação da mulher: ela disse à polícia que tinha saído para passear a tartaruga."

(encontrei in revista sábado nº 834 de 23 a 29 de abril 2020)

Dia Mundial da Língua Portuguesa (5 de maio)




Dia Mundial da Língua Portuguesa

5 de maio

O ano de 2020 marca a 1.ª comemoração do Dia Mundial da Língua Portuguesa, desde a sua programação.

O Dia Mundial da Língua Portuguesa comemora-se a 5 de maio. Em 2020, pela 1.ª vez! 

Foi proclamado pela 40.ª Conferência Geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), em novembro de 2019. 

A escolha do dia está articulada com a resolução de 2009 do Conselho de Ministros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) sobre a Instituição do Dia da Língua Portuguesa e da Cultura na CPLP.

Devido à pandemia da COVID-19, os eventos programados por todo o mundo decorreram (quando possível) pela Internet e pela comunicação social.

As celebrações aconteceram no YouTube do CamõesIP, às 12 horas de 5 de maio.

in https://eurocid.mne.gov.pt/eventos/dia-mundial-da-lingua-portuguesa

domingo, 3 de maio de 2020

Homenagem às Mães

Poema de vida


"Os teus olhos, mãe,
Têm sonho, ternura e azul, 
Têm a luz do sol nascente,
Têm asas de pássaros rumo ao sul.

A tua boca, mãe, 
Tem palavras com sabor a romã,
Tem gotas de chuva miudinha,
Tem o orvalho fresco da manhã.

Os teus braços, mãe,
Têm o doce embalo da aragem,
Têm o voo das andorinhas, 
Têm amor, abrigo e coragem!

O teu ventre, mãe, 
Tem a fertilidade da terra,
Tem raízes, folhas e flores,
Tem a vida, que a vida encerra!"

Poemas de Lurdes Breda, Para ti, Mãe

imagem in historiacomgosto.blogspot.com

quinta-feira, 30 de abril de 2020

Hoje é "Dia Internacional do Jazz"




Informação importante para os amantes de música, especialmente do "JAZZ":




"Hot Clube de Portugal comemora em direto o Dia Internacional do Jazz"

Lusa
O Hot Clube de Portugal comemora em direto o Dia Internacional do Jazz, na quinta-feira, na sua página no Facebook, com um concerto do guitarrista Bruno Santos, com o contrabaixista Romeu Tristão e o baterista Nemanja Delic


O anúncio do concerto, a transmitir pelas 19:00, foi feito pela presidente do conselho diretivo do Hot Clube de Portugal, Inês Homem Cunha, numa mensagem publicada na rede social, em que cita um dos fundadores da instituição, e seu sócio n.º1, Luiz Villas-Boas: “O jazz é para ser consumido ao vivo”, por isso, “os discos, as cassetes [são] paliativos”.


“Lembrei-me desta frase dele porque nesta altura só nos restam os paliativos, e o pior é que não sabemos durante quanto tempo”, prosseguiu Inês Homem Cunha, numa referência à paralisação e à pandemia da covid-19, que mantêm o Hot Clube e a sua escola de jazz, em Lisboa, fechados há mais de mês e meio. 


“Mas o Hot Clube de Portugal decidiu que o dia 30 de abril, o Dia Internacional do Jazz, tinha de ser comemorado ao vivo. Ou seja, vamos estar no ‘Hot’, sem público, com alguns músicos, a celebrar o Dia Internacional do Jazz, onde ele deve ser celebrado”, acrescentou.


O concerto será transmitido a partir das 19:00, no Facebook, e Inês Homem Cunha desafiou o público a ligar-se ao ‘Hot’: “Façam ouvir os vossos aplausos”, pediu.


No início do mês, com as instalações do clube e da escola encerradas e sem previsão de reabertura, o Hot Clube de Portugal, reinventou-se no mundo virtual, com aulas ‘online’ e uma programação que pode ser seguida através das redes sociais (Facebook, Instagram, You Tube).


O Hot Clube de Portugal, o mais antigo clube de jazz europeu em atividade (foi fundado oficialmente em 19 de março de 1948), e a Escola de Jazz Luiz Villas-Boas encerraram no dia 12 de março.


A par do clube e da escola, o trabalho da instituição passa também pelo núcleo museológico, assente sobretudo no espólio deixado por Luiz Villas-Boas, que morreu em 1999.


Em 2014, criou a etiqueta discográfica, que tem loja ‘aberta’ na sua página de Facebook.


Em Portugal, o Dia Mundial do Jazz também conta com uma programação de rádio de 24 horas, exclusivamente dedicadas ao jazz, na plataforma Play It Safe.


Ao todo vão ser quatro concertos ao vivo e vários programas de rádio transmitidos através da página playitsafe.pt. A responsabilidade das escolhas é da Porta-Jazz, que foi convidada pela Gig Club, e a Omnichord Records, responsáveis pela Play It Safe, para fazer a curadoria da primeira emissão especial da plataforma. 


A Porta-Jazz convidou assim os artistas Nuno Trocado, José Pedro Coelho, Eurico Costa e João Guimarães para atuarem ao vivo na plataforma que incentiva o público a pagar aos músicos pelo seu trabalho, atenuando o contexto de precariedade criado pela paralisação decorrente do combate à pandemia de covid-19.


A emissão tem início às 00:00 de 30 de abril e prossegue até ao fim do dia de quinta-feira, com quatro concertos ao vivo e uma’playlist’ dedicada em exclusivo ao jazz.


A nível global, a página do Dia Internacional do Jazz, da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO, na sigla em inglês), vai transmitir um concerto com o pianista Herbie Hancock, como anfitrião, e com um cartaz que vai de Jane Monheit a John Scofield.


O concerto vai ter início às 19:00 de quinta-feira (20:00 em Lisboa) e inclui músicos como John McLaughlin, Jane Monheit, Alune Wade, John Beasley, Ben Williams, Lizz Wright, John Scofield, Igor Butman, Evgeny Pobozhiy, Youn Sun Nah, A Bu, Dee Dee Bridgewater, Dianne Reeves e Joey DeFrancesco, entre outros.


Ao longo do dia, haverá várias atividades educativas, nas seis línguas oficiais das Nações Unidas, a que é possível aceder gratuitamente, também através da página da UNESCO.


A UNESCO e Herbie Hancock lançaram ainda um apelo a nível mundial para que fossem enviadas mensagens a expressar solidariedade para com todos aqueles que se viram atingidos pela pandemia de covid-19.


Em Portugal, segundo a página do Dia Internacional do Jazz, haverá outras atividades inseridas na comemoração: o cantautor Bruno Walter Ferreira e o seu projeto BWF vão lançar o vídeo “Cantiga do Vírus”, a associação cultural Mákina de Cena, de Loulé, vai divulgar ‘online’ as gravações da residência artística West Sessions de 2018, a açoriana MiratecArts vai igualmente assinalar o dia, enquanto o programa radiofónico “Os Sabores do Jazz”, na RDP Açores, também se vai dedicar ao dia internacional.



MAG (MLE/TDI) // SR


(encontrei in https://visao.sapo.pt/atualidade/cultura/2020-04-29-hot-clube-de-portugal-comemora-em-direto-o-dia-internacional-do-jazz/)

in pt.wikipedia.org












A 9ª celebração do Dia Internacional do Jazz, em todo o mundo, acontece este ano em formato virtual, em vez de ocorrer, como planejado anteriormente, na Cidade do Cabo, África do Sul, e outros locais.

O International Jazz Day 2020 será realizado on-line e hospedado por Herbie Hancock. A peça central do dia será um Concerto Global virtual, com artistas de todo o mundo, transmitido ao vivo no jazzday.com.

O concerto começará às 15h00, no horário do leste dos EUA, e contará com apresentações de Marcus Miller, Lang Lang, Charlie Puth, Cécile McLorin Salvant, John McLaughlin, Dianne Reeves, Dee Dee Bridgewater, Sibongile Khumalo, Alune Wade, John Beasley, Ben Williams, Lizz Wright, John Scofield, Igor Butman, Evgeny Pobozhiy, Youn Sun Nah, Bu, Jane Monheit e Joey DeFrancesco, entre outros.

Antes do Concerto Global virtual, haverá uma série gratuita de masterclasses educacionais, actividades infantis e discussões via webconferência com educadores e artistas de jazz, transmitidos também ao vivo pelo jazzday.com. 

(encontrei in https://musicartes.blogs.sapo.pt/dia-internacional-do-jazz-)

quarta-feira, 29 de abril de 2020

Uma reflexão do escritor Victor Hugo

"Não há nada como o sonho para criar o futuro. 

Utopia hoje, carne e osso amanhã" 

Victor Hugo, Escritor
(1802-1885)

in comunidade cultura e arte