quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Rir é o melhor remédio: "Carta de uma mãe alentejana"

CARTA DE UMA MÃE ALENTEJANA

              

Mê querido filho

Ponho-te estas poucas linhas que é para saberes que tôu viva.

Escrevo devagar porque sei que não gostas de ler depressa. Se receberes esta carta, é porque chegou. Se ela não chegar, avisa-me que eu mando outra.

O tê pai leu no jornal que a maioria dos acidentes ocorrem a 1 km de casa. Por isso, mudámo-nos pra mais longe.

Sobre o casaco que querias, o tê tio disse que seria muito caro mandar-to pelo correio por causa dos botões de ferro que pesam muito. Assim, arranquei os botões e meti-os no bolso. Quando chegar aí prega-os de novo.

No outro dia, houve uma explosão na botija de gás aqui na cozinha. O pai e eu fomos atirados pelo ar e caímos fora de casa. Que emoção: foi a primeira vez em muitos anos que o tê pai e eu saímos juntos.

Sobre o nosso cão, o Joli, anteontem foi atropelado e tiveram de lhe cortar o rabo, por isso toma cuidado quando atravessares a rua.

Na semana passada, o médico veio visitar-me e colocou na minha boca um tubo de vidro. Disse para ficar com ele por duas horas sem falar. O tê Pai ofereceu-se para comprar o tubo.

Tua irmã Maria vai ser mãe, mas ainda não sabemos se é menino ou menina. Portanto, nã sei se vais ser tio ou tia.

O tê mano Antóino deu-me hoje muito trabalho. Fechou o carro e deixou as chaves lá dentro. Tive de ir a casa, pegar a suplente para a abrir. Por sorte, cheguei antes de começar a chuva, pois a capota estava em baixo.

Se vires o Sr. Alcino, diz-lhe que mando lembranças. Se nã o vires, nã digas nada.

Tua Mãe Mariana

PS: Era para te mandar os 100 euros que me pediste, mas quando me lembrei já tinha fechado o envelope.

Pensamento do dia

"Qualquer ideia poderosa é de todo fascinante e de todo inútil até resolvermos usá-lá."
                                              (Richard Bach)

               

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Anedotas de Natal




ANEDOTA de Natal SORTEADA!

Joãozinho falava com sua mãe pedindo uma bicicleta nova. Sua mãe decidiu que seria uma boa oportunidade para ele tomar consciência das suas atitudes e falou: - Bem, Joãozinho, agora não é época de Natal e nós não temos dinheiro para ir comprar qualquer coisa que tu queiras. Que tal escreveres uma carta para Jesus e pedir para ganhar uma bicicleta? Ele finalmente resolveu se sentar e escrever a tal carta: “Querido Jesus: Fui um menino bonzinho este ano e gostaria de ganhar uma bicicleta nova. Seu amigo, Joãozinho.” Mas Joãozinho lembrou-se que, na verdade, Jesus sabia que tipo de menino ele era. Então, rasgou a carta e resolveu tentar mais uma vez. “Querido Jesus: Tenho sido um menino querido este ano e quero uma bicicleta nova. Sinceramente, Joãozinho.” Bem, Joãozinho sabia que não estava a ser totalmente honesto. Rasgou a carta mais uma vez e tentou novamente. “Querido Jesus: Acho que fui um menino bonzinho este ano. Posso ganhar uma bicicleta ? Joãozinho.” Foi então que Joãozinho olhou para o fundo de sua alma, o que, aliás, era o que sua mãe queria desde o começo. Amassou mais uma vez a carta e saiu para a rua e entrou numa igreja. Meditou sobre o que ia fazer e repentinamente agarra numa imagem de uma santa e sai a correr para casa. Escondeu a santinha em baixo da sua cama e escreveu a seguinte carta: “Jesus, tenho a sua mãe! Se quiser vê-la novamente, dê-me uma bicicleta! Assinado: Você sabe quem.”

"Mãe para a filha mais nova: - Então o que gostavas que o Pai Natal te desse? - Um contraceptivo. - Um contraceptivo??? - Sim, é que eu tenho cinco bonecas e não quero ter mais nenhuma."

"Era época de Natal e o juiz sentia-se benevolente ao interrogar o réu. - De que é acusado? - De fazer as compras de Natal antes do tempo. - Mas isso não é crime nenhum!!!! Com que antecedência as estava a fazer? - Antes de a loja abrir."
in http://www.anedotas.rir.com.pt/anedota_de_natal.htm
"Uma loira telefona para o Pai Natal: - Eu queria falar com o Pai Natal. - É o próprio. - Senhor Próprio, podia chamar o Pai Natal?"



segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

O Ciclo do Natal

                          Dia De Natal

Pesquisa sobre

O Ciclo Natalino



* Rúbia Lóssio

"Meu São José dai-me licença
Para o Pastoril dançar,
Viemos para adorar Jesus  
nasceu para nos salvar."

O ciclo natalino inicia-se na véspera do Natal, 24 de dezembro, e vai até o dia de Reis, 6 de janeiro. Para acompanhar esse período, é preciso manter a ingenuidade de uma criancinha, a esperança de um amanhecer ensolarado, a ternura de um botão de rosas e a leveza de uma linda borboleta no ar. A emoção do povo é revelada nos folguedos natalinos através de sua ação dramática. Temos vários folguedos natalinos, como o pastoril, o bumba-meu-boi, a cavalhada, a chegança, que fazem referências à Noite de Festas e ao grande dia em que Jesus nasceu. Desses folguedos, o mais tipicamente natalino é o pastoril religioso, que tem em sua essência a temática da visitação dos pastores ao estábulo de Belém onde Jesus nasceu.

Há registros sobre o pastoril desde da Idade Média. Em Portugal são conhecidas as peças de Juan de Encina e Gil Vicente, baseadas em temas populares anteriores, segundo o professor Roberto Benjamin. Como denominação popular do pastoril, temos a Lapinha, que desaparecera quase completamente, cedendo lugar aos pastoris. Câmara Cascudo descreve que a Lapinha "era representada na série dos pequeninos autos, diante do presépio, sem intercorrência de cenas alheias ao devocionário. Os presépios foram armados em Portugal desde 1391, quando as freiras do Salvador fizeram o primeiro." O presépio designa o estábulo ou o curral, lugar onde se recolhe o gado, e representa as cenas do nascimento de Jesus em Belém. Há também uma diferença terminológica decorrente de sua grandiosidade. Ou seja, se o era grande, rico e bonito, era chamado de Presépio; se era pobre, pequeno e despojado, era uma Lapinha.

Mas, o que ficou na tradição foi a queima da Lapinha, no dia 6 de janeiro, pois só por volta do século XVI, três centúrias após a criação da simbologia do presépio, teve início a dramatização da cena da Natividade, com contos populares, danças e produção literária anônimas, como registra Geninha da Rosa Borges. Pereira da Costa relata que "o pastoril era, a princípio, a representação do drama hierático, o nascimento de Jesus Cristo, o presépio dos bailados e cantos próprios. Conta a lenda que São Francisco de Assis, querendo comemorar de maneira condigna o nascimento de Jesus, no ano de 1223, entendeu de fazer uma representação do maior acontecimento da Cristandade. Obteve licença do Papa e fez transportar para uma gruta um boi, um jumento e uma manjedoura, colocando o menino Jesus sobre a palha, ladeado pelas imagens de Nossa senhora e São José.

Dentro dessa gruta, celebrou uma missa, assistida por um grande número de frades e camponesas das redondezas. Durante o sermão, pronunciou as palavras do Evangelho: "colocou-o num presépio, apareceu-lhe nos braços um menino todo iluminado", e a partir daí, a representação dos presépios tornou-se comum e espalhou-se por todo o mundo. O aparecimento do présepio em Pernambuco vem, talvez, do século VI, no Convento Franciscano em Olinda. Mário Souto Maior comenta que, "com o passar dos anos, o presépio, que era representação estática do nascimento de Jesus Cristo, até os fins do século VIII, começou a ter a sua forma animada pelas pastorinhas cantando loas, com a participação do velho, do pedegueba". Câmara Cascudo define o pastoril como "cantos, louvações, loas, entoadas diante do presépio na noite do Natal, aguardando-se a missa da meia-noite. Representavam a visita dos pastores ao estábulo de Belém, ofertas, louvores, pedidos de bênção. Os grupos que cantavam vestiam-se de pastores, e ocorria a presença de elementos para uma nota de comicidade, o velho, o vilão, o saloio, o soldado, o marujo, etc. Os pastoris foram evoluindo para os autos, pequeninas peças de sentido apologético, com enredo próprio divididos em episódios que tomavam a denominação quinhentista de "jornadas" e ainda a mantêm no nordeste do Brasil..." Nas jornadas, que eram um grande atrativo do pastoril, realçava-se o estilo dramático, fazendo com que os partidários atirassem flores, lenços de seda e até chapéus.

O Pastoril tem como corpo principal o grupo de pastoras, subdividido em dois cordões (azul e encarnado). A Mestra dirige o cordão encarnado, e a Contramestra, o cordão azul. Há também o Anjo, o Pastor, o Velho - personagem cômico, originário provavelmente do pastor -; a Diana, que é a intermediária entre os dois cordões; a Borboleta, personagem faceira; a Jardineira, que canta e dança uma jornada em solo, referente às atividades da jardinagem; a Libertina, que é, em algumas variantes, a pastora tentada pelo Demônio; o Demônio ou Diabo, que vem tentar as pastoras; a Cigana, que representa o povo cigano que vem dizer o destino, a sorte de Jesus e que "às vezes, lê a sorte das pastoras e das pessoas da platéia, lendo a mão na tradição da buena dicha para recolher o dinheiro.

Trajando saias curtas e rodadas, e corpetes ou blusas brancas, e usando um diadema enfeitado com fitas, as pastoras, com toda a graciosidade, trazem na mão pandeirinhos ou maracás, adornados da mesma forma. O Anjo apresenta-se como um anjo de procissão, com asas de papel; a Cigana veste saia comprida e usa brincos, lenços, colares de moedas douradas; a Borboleta usa asas transparentes e antenas de papel colorido; e o Pastor utiliza um cajado.

Assistir a uma encenação do pastoril, que seduz e encanta, revelando de maneira maravilhosa a estonteante beleza do Ciclo Natalino, traduzida nos rostos das pastoras, é deslumbrar-se com um espetáculo único do povo brasileiro.

* Rúbia Lóssio é vinculada ao Centro de Estudos Folclóricos Mário Souto Maior e mestre pelo Curso de Mestrado em Administração Rural e Comunicação Rural da UFRPE

Natal na Pintura

(coloque o mouse sobre o título da obra)

1 - Virgem com o Menino,S. Bartolomeu e Santo Antão

2 - Nossa Senhora com o Menino, Álvaro Pires de Évora.

3 - Nossa Senhora com o Menino, Álvaro Pires de Évora.

4 - Nossa Senhora com o Menino, Álvaro Pires de Évora

5 - Nossa Senhora com o Menino e dois Anjos, Álvaro Pires de Évora.

6 - A Virgem, o Menino e Anjos num Jardim, Gregório Lopes.

7 - Presépio, Gregório Lopes.

8 - Adoração dos Magos, Vicente Gil.

9 - Natividade, Vasco Fernandes.

10 - Adoração dos Magos, Vasco Fernandes.

11 - A Virgem com o Menino, Antônio Vaz.

12 - Repouso na Fuga para o Egito, Álvaro Nogueira.

13 - Apresentação do Menino no Templo, Antônio de Oliveira Bernardes.

14 - Francisco de Assis e Santa Clara Adorando o Menino Jesus, Josefa de Óbidos.

15 - Natividade, Josefa de Óbidos.

16 - Adoração dos Pastores, Josefa de Óbidos.

17 - S. José e o Menino, Josefa de Óbidos.

18 - O Menino Jesus Salvador do Mundo,Josefa de Óbidos.

19 - Sagrada Família, André Reinoso.

20 - Adoração dos Magos, André Gonçalves.

21 - Sagrada Família (autor desconhecido).

O Menino Jesus Salvador do Mundo,Josefa de Óbidos, 1630 - 1684 , óleo sobre tela - Igreja Matriz -Cascais, Portugal

Fonte de pesquisa

Anoticia.com.br

Referências Bibliográficas: AMORIM, Leny.(Org) Em Louvor ao Natal. Recife: Academia Pernambucana de Música, 1992.102 p BENJAMIN, Roberto. Folguedos e Danças de Pernambuco.

Recife: Fundação de Cultura da Cidade do Recife, Coleção Recife, LV. Pg. 50 - 53

BRANDÃO, Théo. Folguedos Natalinos - Pastoril. Coleção Folclórica da UFAL - 27.

Museu Théo Brandão, de Antropologia e Folclore, UFAL/CBDF. Alagoas, 1976.

CASCUDO, Luís da Câmara. Dicionário do Folclore Brasileiro.

Rio de Janeiro: ed. 9º, Ediouro, Pg. 682 - 684

MAIOR, Mário Souto. O PASTORIL. in: (Org.)Leny Amorim. Em Louvor ao Natal.

Recife: Academia Pernambucana de Música, 1992. P.21 -

domingo, 25 de dezembro de 2011

Hojé é Dia de Natal! Festas Felizes!

                  

Pesquisa: http://www.arteducacao.pro.br/homenagem/Natal/natal.htm#Origem do Natal

Simbologia

Desde a sua origem, o Natal é carregado de magia. Gritos, cantigas, forma rudimentar do culto, um rito de cunho teatral, o drama litúrgico ou religioso medieval ganha modificações no decorrer dos séculos. Dos templos, a teatralização ganha praças, largos, ruas e vielas, carros ambulantes, autos sacramentais e natalinos. Os dignatários da Igreja promoviam espetáculos. Na evolução da história está a compreensão de todos os símbolos de Natal.

Árvore - Representa a vida renovada, o nascimento de Jesus. O pinheiro foi escolhido por suas folhas sempre verdes, cheias de vida. Essa tradição surgiu na Alemanha, no século 16. As famílias germânicas enfeitavam suas árvores com papel colorido, frutas e doces. Somente no século 19, com a vinda dos imigrantes à América, é que o costume espalhou-se pelo mundo.

Presentes - Simbolizam as ofertas dos três reis magos. Hábito anterior ao nascimento de Cristo. Os romanos celebrava a Saturnália em 17 de dezembro com troca de presentes. O Ano Novo romano tinha distribuição de mimos para crianças pobres.

Velas - Representam a boa vontade. No passado europeu, apareciam nas janelas, indicando que os moradores estavam receptivos.

Estrela - No topo do pinheiro, representa a esperança dos reis-magos em encontrar o filho de Deus. A estrela guia os orientou até o estábulo onde nasceu Jesus.

Cartões - Surgiram na Inglaterra em 1843, criados por John C. Horsley que o deu a Henry Cole, amigo que sugeriu fazer cartas rápidas para felicitar conjuntamente os familiares.

Comidas típicas - O simbolismo que o alimento tem na mesa vem das sociedades antigas que passavam fome e encontravam na carne, o mais importante prato, uma forma de reverenciar a Deus.

Presépio - Reproduz o nascimento de Jesus. O primeiro a armar um presépio foi São Francisco do Assis, em 1223. As ordens religiosas se incumbiram de divulgar o presépio, a aristocracia investiu em montagens grandiosas e o povo assumiu a tarefa de continuar com o ritual.

sábado, 24 de dezembro de 2011

Hoje é a Noite de Consoada - Feliz Natal



Encontrei aqui:

Origem do Natal

Universal, abrangente, calorosa ­ assim é a festa de Natal, que envolve a todos. Uma das mais coloridas celebrações da humanidade, é a maior festa da cristandade, da civilização surgida do cristianismo no Ocidente. Época em que toda a fantasia é permitida. Não há quem consiga ignorar a data por mais que conteste a importação norte-americana nos simbolismos: neve, Papai Noel vestido com roupa de lã e botas, castanhas, trenós, renas.

Até os antinatalinos acabam em concessões, um presentinho aqui, outro acolá. Uma estrelinha de belém na porta de casa, uma luzinha, um mimo para marcar a celebração da vida, que é o autêntico sentido da festa. Independente do consumismo, tão marcante, o Natal mantém símbolos sagrados do dom, do mistério e da gratuidade.

Na origem, as comemorações festivas do ciclo natalino vêm da distante Idade Média, quando a Igreja Católica introduziu o Natal em substituição a uma festa mais antiga do Império Romano, a festa do deus Mitra, que anunciava a volta do Sol em pleno inverno do Hemisfério Norte. A adoração a Mitra, divindade persa que se aliou ao sol para obter calor e luz em benefício das plantas, foi introduzida em Roma no último século antes de Cristo, tornando-se uma das religiões mais populares do Império.

A data conhecida pelos primeiros cristãos foi fixada pelo Papa Júlio 1º para o nascimento de Jesus Cristo como uma forma de atrair o interesse da população. Pouco a pouco o sentido cristão modelou e reinterpretou o Natal na forma e intenção. Conta a Bíblia que um anjo anunciou para Maria que ela daria a luz a Jesus, o filho de Deus. Na véspera do nascimento, o casal viajou de Nazaré para Belém, chegando na noite de Natal. Como não encontraram lugar para dormir, eles tiveram de ficar no estábulo de uma estalagem. E ali mesmo, entre bois e cabras, Jesus nasceu, sendo enrolado com panos e deitado em uma manjedoura.

Pastores que estavam próximos com seus rebanhos foram avisados por um anjo e visitaram o bebê. Três reis magos que viajavam há dias seguindo a estrela guia igualmente encontraram o lugar e ofereceram presentes ao menino: ouro, mirra e incenso. No retorno, espalharam a notícia de que havia nascido o filho de Deus.



quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Receita de Bacalhau para a Noite de Consoada (Véspera de Natal)



Ingredientes:

Postas de bacalhau demolhado - 4

Pão de milho - 600 g

Batatas - 2 Kg

Couves galegas -2

Azeite e vinagre

Ovos cozidos - 4

Alhos

Confecção:

Cozinhe o bacalhau e à parte as batatas com as couves.

Guarde cerca de 1litro de água do bacalhau.

Coloque o pão fatiado no fundo do tacho de barro, espalhando por cima os alhos triturados.

Regue com a água quente do bacalhau, temperando com azeite.

Coloque o bacalhau por cima com couves e batatas.

Regue novamente com azeite, alhos e vinagre e decore o prato com pedaços dos ovos cozidos.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

"O Voo do Moscardo" (The flight of the bumble-bee)

"The Flight of the Bumble-Bee" (O Voo do Moscardo) é um interlúdio musical famoso, composto pelo conde e compositor russo Nicolai Rimsky-Korsakov para a sua ópera O Tzar Saltan, entre 1899 e 1900. Foi inicialmente escrito para um solo de violino.

Passado algum tempo, Korsakov reescreveu a peça para piano. Contudo, sendo tecnicamente tão difícil, o famoso pianista Vladimir von Pachmann (1848/1933), quando leu a partitura, achou-a "impossível de ser tocada".

Anos depois Serguei Prokofiev (1891/1953) aceitou o desafio e abriu a porta para que alguns colegas realizassem essa proeza...

A jovem pianista chinesa,YUJA WANG, considerada atualmente uma das cinco melhores do mundo, dá um show de virtuosismo.



domingo, 18 de dezembro de 2011

Receitas Boas Com Batata-Doce!!!


Batata-Doce com leite de coco



Ingredientes:
1 kg de batata-doce

4 xícaras (chá) de leite de coco

1 1/2 xícara (chá) de açúcar

1 colher (chá) de sal

1/2 xícara (chá) de coco ralado

Preparação:

1º Descasque as batatas e corte-as em cubos médios.
2º Coloque o leite de coco numa panela grande e leve ao fogo para ferver. Junte o açúcar e o sal. Misture bem.
3º Acrescente as batatas e cozinhe por 30 minutos. Elas não devem desmanchar. Retire do fogo e polvilhe o coco no momento de servir.


Batata-doce assada com gengibre e mel


Receita com Gengibre fresco, Cardamomo e Batata-Doce.
Pronto em 50 min

Ingredientes:

para 12 pessoas:

9 batatas-doces descascadas e cortadas em cubos

170 g de mel

3 colheres (sopa) de gengibre fresco ralado

2 colheres (sopa) de óleo de nozes

1 colher (chá) de cardamomo em pó

1/2 colher (chá) de pimenta-do-reino moída na hora

Preparação:

10 min
Cozedura: 40 min

1. Aquecer previamente o forno a 200ºC.

2. Juntar os ingredientes numa tigela grande. Transferir tudo para uma frigideira grande, de ferro fundido (ou doutro tipo, desde que possa ir ao forno). Assar em 20 minutos.

3. Virar a mistura de modo a expor os pedaços que se encontram no fundo da frigideira. Assar por mais 20 minutos, ou até as batatas-doces ficarem macias e caramelizadas.

Dica:

Se não tiver óleo de nozes, use óleo de canola, porém, o óleo de nozes contribui para o aroma e gosto especial desta receita.
 


sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

"Lei de funil e o afunilar da justiça"

Segundo o que ouvi há dias na Antena 1, na rubrica Lugares Comuns, de Mafalda Lopes da Costa, "lei de funil" trata-se de uma lei injusta, que não é igual para toda a gente.

Há proteção para uns em detrimento de outros.

A justiça de funil é aplicar a lei de forma diferenciada - aplica-se uma lei a uns e outra lei a outros.

A lei de funil tem uma analogia com o objeto: o funil tem um lado estreito, é quando se aplicam leis mais finas e o lado com uma maior abertura do funil corresponde a "escapes com penas mais largas"...

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Rabanadas Antigas

     
 Rabanadas Antigas
                               

Ingredientes:
1 pão de cacete de 500 g
300 g de açúcar
1 colher de sopa de manteiga
1 pau de canela
1 casca de limão
2 gemas
2 ovos
7,5 dl de vinho tinto verde ou maduro
250 g de mel
1 colher de sobremesa de canela em pó
óleo para fritar

Preparação:


Corta-se o cacete em fatias com cerca de 1 cm de espessura.

Leva-se ao lume o açúcar com 2 dl de água, a manteiga, o pau de canela, a casca de limão e uma pitada de sal. Deixa-se ferver durante 5 minutos.

Retira-se do lume e introduzem-se as fatias de pão na calda bem quente.

Escorrem-se sobre uma peneira ou passador.

Em seguida, passam-se as fatias pelas gemas batidas com os ovos inteiros e alouram-se em óleo quente. À medida que se vão fritando as rabanadas, põem-se numa travessa funda e polvilham-se com açúcar e canela.

À parte, mistura-se o vinho tinto com o mel, a canela em pó e, se ovinho for verde ou agreste, açúcar. Leva-se ao lume só para levantar fervura e deita-se sobre as rabanadas. Viram-se com cuidado para não se partirem.


Servem-se no dia seguinte.
                                            

E como estamos perto do Natal, vamos às filhoses...


Há várias expressões em português utilizadas com a palavra filhós...
  • aí é que o gato vai às filhós/filhoses (fam.): aí é que está o perigo/a dificuldade/o erro...
  • não é por aí que o gato vai às filhoses (fam.): não é daí que vem o perigo ou o risco...
  • ir o gato às filhós/filhoses: é arriscado...
(filhoses ou velhoses como as que a minha mãe fazia no Natal)

"Lutar contra moinhos de vento", o que significa?

  • moinhos de vento (fig.): projetos que só existem na nossa fantasia, que não se realizam
  • lutar contra moinhos de vento (lit.): lutar contra dificuldades que não existem, luta esgotante a nível físico ou mental, contra adversários imaginários
                         

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Um cão muito habilidoso

 

Calogero - Pomme C Acoustique




Português Correto - Alguns Exercícios de Língua Portuguesa

   
1. Os miúdos vêem televisão.
2. Os miúdos veem televisão.

Qual a forma correta?

A forma correta é veem.

As formas verbais graves terminadas em -eem, deixam de ser acentuadas com o circunflexo. 

Logo:Os miúdos veem televisão.

                   
1. A Inês e o Fábio vêm a Portugal.
2. Eles vem a Portugal.

Destes dois exemplos, a forma correta é vêm, com acento.
A 3ª pessoa do plural do presente do indicativo do verbo vir é acentuada, para que não se confunda com a forma do singular, vem.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Calogero - compositor, músico e cantor francês

Pesquisa sobre um nome famoso no mundo da música francesa:

CALOGERO

                         

"Calogero Maurici, dit Calogero, est un compositeur, musicien et chanteur français d'origine italienne né le 30 juillet 1971 à Échirolles, dans la banlieue de Grenoble (Isère).

Biographie

D’origine italienne, ses parents sont originaires du village de Sommatino, situé dans le sud de la Sicile (entre Licata et Caltanissetta). Il a grandi dans les villages de Saint-Michel-de-Saint-Geoirs et Saint-Étienne-de-Saint-Geoirs en Isère, où ses parents vivent encore aujourd'hui. Il a ensuite été apprenti cuisinier à Grenoble. Il est père de deux filles, appelées Nina et Romy.

Carrière

Début au sein des Charts
Calogero forme le groupe Les Charts en compagnie de son frère Gioacchino et de Francis Maggiulli. Remarqués par France Gall et par le producteur Philippe Gaillard, ils décrochent un contrat discographique en 1988. Les Charts sortent cinq albums entre 1989 et 1997, où Calogero n’affiche pas encore son vrai prénom, mais signe « Charly ». En 1991, un double disque d’or leur est remis pour leur second album, intitulé Notre monde à nous. Les ventes du single Aime-moi encore, tiré de l’album, dépassent les 200 000 exemplaires. Le groupe se sépare en 1997, et chacun des trois membres poursuit sa carrière en solo.

Début en solo et premiers succès
Le premier album solo de Calogero, Au milieu des autres ( 200.000 ventes), est produit en 1999 par le label indépendant RAPAS, distribué par Universal division Mercury, avec le soutien d’artistes comme Pascal Obispo et Zazie (qui lui signe une chanson), dont il assure quelques premières parties sur scène[3].



Il connait la consécration en 2002 avec l’album Calogero (1,3 million d’exemplaires). Grâce au succès du morceau En apesanteur, il enchaîne les tournées, sessions privées et émissions de télévision."
...(...)...

http://fr.wikipedia.org/wiki/Calogero

(vida e obra)
 

domingo, 11 de dezembro de 2011

Phillippe Geluck

Philippe Geluck à l'édition 2010 de la foire du livre de Bruxelles.
 
(informação detalhada sobre a sua vida e obra).
 
Philippe Geluck nasceu em Bruxelas, na Bélgica, a 7 de maio de 1954 e é ator, humorista e desenhador. Foi distinguido com a "Ordre de la Couronne" (Ordem da Coroa) e tornou-se conhecido essencialmente por ser o autor da série de banda desenhada "Le Chat", embora, como cronista, também participe em várias emissões televisivas, colaborando com Laurent Ruquier.
 
Tem um Site oficial : http://www.geluck.com/ 
 
"Le Chat
Le Chat, apparu pour la première fois sous forme de strips en noir et blanc dans le journal Le Soir, connut sa première histoire pleine page — toujours en noir et blanc — dans la revue belge Pour vous, puis évolua une dernière fois avec la collaboration à la revue (À Suivre) en passant à la couleur....(...)...

Pour la liste des albums, voir la page Le Chat."

L'APPLI DU CHAT slideshow_h2

 
"Émission de télévision
Une émission de télévision intitulée La minute du Chat passe à partir de 2011 du lundi au vendredi tous les soirs sur La Une et sur France 2. On y trouve des versions animées des gags de Geluck, parfois en 3D, ou même en marionnette."
...(...)

LA MINUTE DU CHAT slideshow_h2

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Sugestão para mini férias: Uma visita ao Castelo de Thoiry, em França


http://www.thoiry.net/

O Château de Thoiry é um palácio Renascentista francês, situado em Thoiry, no departamento de Yvelines, cerca de cinquenta quilómetros a oeste de Paris.

Este palácio atravessou os séculos e acontecimentos como a Revolução, quase intacto. Conservou, desse modo, o seu mobiliário de diferentes épocas, assim como importantes arquivos históricos. http://pt.wikipedia.org/wiki/Castelo_de_Thoiry


O Parc de Thoiry é o zoológico mais interessante da França. Ele possui uma reserva africana onde os animais vivem soltos na natureza enquanto os visitantes se encontram, durante o percurso de 7 km da reserva, enjaulados nos seus carros . Além desta visita, Thoiry oferece um zoológico tradicional, um jardim botânico, um belo castelo mobiliado, o maior jardim labirinto da Europa e um restaurante simpático.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

"Amarrar-se ao Pelourinho" significa...


http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/9/90/Pelourinho_da_Azambuja.jpg

" Substantivo

pe.lou.ri.nho

1. coluna de pedra ou de madeira usada como marco da elevação de um povoado a vila; no local onde estava instalado, costumava-se aplicar castigos exemplares

Fraseologia

•amarrar-se ao pelourinho: pôr-se numa situação de culpado; assumir a culpa.

Etimologia

Do francês pilori.

•justiça

•tronco "

http://dicionariorapido.com.br/pelourinho/#define

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

"Ser uma dúzia de frade": o que significa?


Bonaventura Berlingieri - St Francis of Assisi.jpg
    Bonaventura Berlinghieri:
São Francisco e cenas de sua vida, 1235,
 uma das mais antigas pinturas
representando São Francisco de Assis
(http://pt.wikipedia.org/wiki/Francisco_de_Assis)































"Ser uma dúzia de frade...e bem servido", refere-se a algo que ultrapassa o que se esperava, em relação a uma notícia, a um acontecimento prometedor, ou então...a uma refeição bem servida (uma sorte, uma notícia boa, um prato bem servido).


Apesar de sabermos que uma dúzia corresponde a 12, os dicionários referem a expressão "às dúzias" para indicar "grande quantidade"; e "dúzia de frade" correspondendo a 13 e não 12, porque está ligada aos hábitos dos conventos de outrora que, ao praticarem a caridade, não se preocupavam com o rigor das contas.


É disto exemplo o facto de, em vez de darem uma dúzia de ovos (12), davam 13 - sempre mais do que aquilo que era esperado, ou mais do que a balança marcava.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Reflexões de pensadores célebres


"Inteligência sem ambição é um pássaro sem asas."
 (Salvador Dali)

"A esperança adquire-se. Chega-se à esperança através da verdade, pagando o preço de repetidos esforços e de uma longa paciência. Para encontrar a esperança é necessário ir além do desespero. Quando chegamos ao fim da noite, encontramos a aurora."
(Georges Bernanos)

"A mais fiel de todas as companheiras da alma é a esperança."
 (Pe. António Vieira)

"Ainda que os teus passos pareçam inúteis, vai abrindo caminhos, como a água que desce cantando da montanha. Outros te seguirão..."
(Saint-Exupéry)













"Só há uma diferença entre um louco e eu. O louco pensa que é sadio. Eu sei que sou louco."
(Salvador Dali)

"As leis são sempre úteis aos que têm posses e nocivas aos que nada têm."
(Jean-Jacques Rousseau)

"Coração ao alto! Esperança em Deus, não em ti mesmo." 
(Santo Agostinho, Serm. 229, 3)

"O homem fala sobre o que sabe, a mulher sobre aquilo de que gostaria."
 (Jean-Jacques Rousseau)

"A paciência é a arte de ter esperança."
(Vauvenargues)
"O desespero consiste em imaginar que a vida não tem sentido."
(Chesterton)

"É à noite que é belo acreditar na Luz."
(Edmond Rostand)


"Prefiro ser um homem de paradoxos que um homem de preconceitos."
(Jean-Jacques Rousseau)

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Amizade Verdadeira

A vida une e separa as pessoas

mas nenhuma força é tão grande

para fazer esquecer pessoas

que por algum motivo

um dia nos fizeram felizes.

Chega um momento na vida, em que sabes ,

quem é importante para ti,

quem nunca foi,

quem não é mais e

quem o será sempre.