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sábado, 20 de setembro de 2025

Pichardo - PARABÉNS ao campeão do mundo de triplo salto

Pedro Pichardo é campeão do mundo de triplo salto - SIC Notícias
imagem em: sicnotícias.pt


Há novidades no desporto mundial e adianto já que Portugal está de parabéns!

O nosso atleta Pedro Pablo Pichardo é o vencedor da prova do triplo salto que ontem teve lugar em Tóquio.

Na sicnotícias.pt podemos ler os feitos deste verdadeiro "herói" do desporto:


Pedro Pichardo é campeão do mundo de triplo salto

Pedro Pablo Pichardo venceu esta sexta-feira a prova do triplo salto, nos Mundiais de atletismo em Tóquio, e tornou-se o primeiro bicampeão mundial português na modalidade.

Pedro Pablo Pichardo venceu esta sexta-feira a prova do triplo salto, nos Mundiais de atletismo em Tóquio, e tornou-se o primeiro bicampeão mundial português no atletismo.

A 25.ª medalha lusa em Campeonatos do Mundo, a segunda na capital japonesa, depois do triunfo de Isaac Nader, nos 1.500 metros, foi assegurada com o sexto salto de Pichardo, a 17,91 metros, a sua melhor marca do ano.

O atleta português ficou a frente do italiano Andrea Dallavalle, vice-campeão europeu em Munique 2022, e do cubano Lázaro Martínez, que foi despromovido da prata de Budapeste 2023 para o bronze, com 17,49.

Conquista histórica”: Marcelo e Montenegro saúdam Pichardo

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, e o primeiro-ministro, Luís Montenegro, felicitaram Pedro Pablo Pichardo pela nova conquista nos Mundiais de atletismo. 

“Grande Pedro Pablo Pichardo! Que salto, que garra do agora bicampeão mundial do triplo salto. Uma conquista histórica no Japão que orgulha todos os Portugueses. Parabéns”, escreveu Montenegro.

Já Marcelo, numa nota da Presidência da República, “saúda vivamente Pedro Pichardo pelo notável triunfo e conquista da medalha de ouro do Triplo Salto (…) em mais uma enorme demonstração da sua dedicação e perseverança desportiva".

Com LUSA

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2024

Artur Jorge - Homenagem a esse grande goleador e selecionador nacional

Morreu antigo selecionador nacional Artur Jorge - Economia - Jornal de  Negócios
imagem obtida in jornaldenegocios.pt

Antigo goleador e selecionador nacional, Artur Jorge foi o primeiro treinador português campeão europeu de clubes, levando o FC Porto à conquista da principal prova de clubes da UEFA em 1987. Morreu na madrugada desta quinta-feira, aos 78 anos, vítima de doença prolongada.

"É com profunda tristeza que a família de Artur Jorge Braga de Melo Teixeira comunica o seu falecimento, esta madrugada, em Lisboa, após doença prolongada. Morreu serenamente, rodeado dos seus familiares mais próximos", lê-se no comunicado enviado pela família às redações.

Natural do Porto, Artur Jorge tornou-se uma das figuras mais proeminentes do futebol português e destacou-se como o primeiro treinador português campeão europeu de clubes, conduzindo o FC Porto à conquista da principal competição de clubes da UEFA, com a vitória frente ao Bayern de Munique, em Viena, em 1987. 

Ao serviço dos azuis e brancos, além da Liga dos Campeões, Artur Jorge arrecadou três campeonatos nacionais, três Supertaças e uma Taça de Portugal. Foi a primeira escolha de Jorge Nuno Pinto da Costa depois de o dirigente assumir a presidência do FC Porto, tendo substituído José Maria Pedroto à frente dos dragões.

Em Portugal, Artur Jorge treinou ainda outros clubes históricos como Benfica, Belenenses e Académica. 

No estrangeiro, Artur Jorge treinou o Paris Saint-Germain, ganhando um campeonato e uma Taça de França. O clube parisiense também reagiu à morte do português nas redes sociais. Artur Jorge foi selecionador nacional em duas ocasiões: primeiro em 1990, e mais tarde, a seguir ao Euro de 1996, prova em que comandou a seleção da Suíça. Orientou ainda a seleção de Camarões.

A Federação Portuguesa de Futebol, tal como a Liga portuguesa, também prestaram tributo a Artur Jorge. Como futebolista, Artur Jorge inicou o percurso no FC Porto, mudando-se de seguida para a Académica antes de se transferir para o Benfica. Foi com a camisola dos encarnados que conheceu maior sucesso. Dos 215 golos apontados na carreira, 104 foram ao serviço do Benfica, clube pelo qual venceu quatro campeonatos e duas Taças de Portugal. 

O "Rei Artur", como ficou conhecido, representou ainda o Belenenses e os norte-americanos do Rochester Lancers. Foi 16 vezes internacional pela Seleção Portuguesa.

O presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, lamentou a morte de Artur Jorge, sublinhando que, em 1989, foi condecorado com as insígnias de Grande-Oficial da Ordem do Mérito.

Referência: pt.euronews.com

segunda-feira, 4 de outubro de 2021

A Seleção Portuguesa de Futsal regressa a casa com a Taça de Campeã do Mundo


in recordeuropa.com


A seleção portuguesa de futsal aterrou no Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, quando faltavam poucos minutos para as 13h00 (hora de Portugal Continental), menos de 24 horas depois de se sagrar campeã do mundo pela primeira vez na história. Largas centenas de adeptos fizeram questão de receber, em clima de festa, os homens de Jorge Braz, que, recorde-se, derrotaram a Argentina, por 2-1, na final da competição, que se disputou na Lituânia.

No entanto, ainda antes de abandonar o avião, a equipa das quinas teve direito a uma surpresa proporcionada por duas carrinhas dos bombeiros, que dispararam os canhões de água sobre a aeronave quando esta chegou à pista.

Ricardinho foi o primeiro elemento a abandonar o avião e mostrou-se aos jornalistas com a taça de campeão do mundo nas mãos, visivelmente feliz com o feito. Seguiu-se o selecionador nacional, Jorge Braz, e toda a restante comitiva.

Do aeroporto, a seleção portuguesa irá seguir viagem rumo ao Palácio de Belém, onde, a partir das 15h00, será recebida pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, que, na véspera enalteceu o que considerou ser "um feito desportivo extraordinário".


Leia Também: As lágrimas de Ricardinho deram o mote para o melhor 'tango' português


in  noticiasaominuto.com

segunda-feira, 24 de agosto de 2020

Miguel Oliveira vence Grande Prémio da Estíria


Histórico: Miguel Oliveira consegue primeira vitória de sempre no Moto GP no Grande Prémio da Estíria 

Miguel Oliveira defendeu sétimo lugar, tinha posição controlada e beneficiou da bandeira vermelha para chegar ao primeiro triunfo de sempre no MotoGP com uma dupla ultrapassagem na última volta

(ler mais em observador.pt texto de Bruno Roseiro, 23 agosto 2020, 
in https://observador.pt/2020/08/23/historico-miguel-oliveira-consegue-primeira-vitoria-de-sempre-no-moto-gp-no-grande-premio-da-estiria/

https://www.oliveira88.com

domingo, 20 de outubro de 2019

Simone Biles - "a grande figura da ginástica da atualidade"...

imagem in https://desporto.sapo.pt

Escrever sobre Nadia Comaneci é escrever sobre perfeição – literalmente. É escrever sobre alguém que aos 15 anos mostrou que os deuses também podem ter pouco mais de metro e meio e menos de 50 quilos. É escrever sobre um destemido desafio ao (im)possível que colocou a partir daí qualquer sonho à distância de uma tentativa (que envolve horas e horas a fio de trabalho). É escrever sobre uma transformação de paradigma na modalidade que desde sempre convidou os predestinados a tornarem-se exemplos mesmo que não tivessem idade para tal. Aquilo que foi uma exceção transformou-se na regra que todos queriam atingir. Larisa Latynina teve até 2012 o recorde de medalhas olímpicas mas ginástica e Jogos na mesma frase sempre obrigaram a remeter para a nota 10 da romena em 1976, na cidade de Montreal. Depois, apareceu Simone Biles. E tudo mudou.
A americana que nos Jogos de 2016 ganhou quatro ouros e um bronze continua a ser a grande figura da ginástica da atualidade e tornou-se em Estugarda, onde Filipa Martins garantiu vaga para Tóquioa atleta com mais medalhas em Mundiais de sempre numa altura onde é também o principal rosto das feridas ainda abertas do caso Larry Nassar que assolou a USA Gymnastics. Mais do que isso, conseguiu como Comaneci mudar um paradigma: hoje não são apenas as adolescentes que desafiam os (im)possíveis e no futuro existirão mais e mais campeãs com uma outra idade mais avançada do que há algumas décadas. Como escreve a Mariana Fernandes, Simone Biles, de 22 anos, é “uma sustentável leveza do ser que é a melhor de sempre a manter o equilíbrio e a aterrar de pé”. Mas pelo que conseguiu, pelo que representa, pelo que defende e pela própria história de vida, é muito mais do que isso.

in Observador - Desporto newsletters@observador.pt 

por Bruno Roseiro, editor de desporto

segunda-feira, 10 de junho de 2019

9 de junho de 2019 - Portugal, campeão na Liga das Nações!

in 24.sapo.pt
in 24.sapo.pt

Liga das Nações. 

Pensada por um português, organizada em Portugal e a colocar o Engenheiro no topo da história

Tiago Craveiro fez o esboço inicial da Liga das Nações, Federação ganhou organização de Final Four e Fernando Santos conquistou o segundo troféu na história da Seleção – com outro recorde à mistura.

Tudo terá começado ainda no longínquo ano de 2014, quando Portugal tinha apenas no seu currículo a nível sénior uma final perdida frente à Grécia, no Campeonato da Europa de 2004. Nessa altura, Tiago Craveiro, diretor geral da Federação Portuguesa de Futebol, discutia com o grego Theodore Theodoridis, que era o líder do Comité de Competições de seleções, uma nova prova que pudesse acabar de vez com os particulares que pouco ou nada acrescentavam aos próprios técnicos nacionais e pudesse trazer outro tipo de competitividade de receitas nos anos em que não houvesse fases finais de Europeus ou Mundiais. Tirou notas, num caderno. Uns anos depois, percebe-se que foi daí que nasceu aquilo que hoje se festeja: a Liga das Nações.

Michel Platini, que era à data presidente da UEFA, recebeu de Gianni Infantino esse draft de ideias através de uma fotografia e teve dúvidas sobre a possibilidade. As oportunidades que daí poderiam nascer eram percetíveis mas, como contou o jornal Record, as renitências eram muitas, o que promoveu um encontro com algumas das principais federações europeias. Wolfgang Niersbach, da Alemanha, mostrou-se contra. Michel van Praag, da Holanda, também. Ángel Villar, da Espanha, idem. Quando Tiago Craveiro respondeu às dúvidas existentes, mostrando ainda o impacto financeiro que daí poderia surgir através das próprias transmissões televisivas, percebeu-se que afinal poderia fazer sentido. Com um novo líder na UEFA, o esloveno Aleksander Ceferin, a Liga das Nações avançou mesmo e Portugal conquistou a sua primeira edição, tendo organizado a Final Four da competição no Porto e em Guimarães com Suíça, Holanda e Inglaterra (a isso podemos acrescentar ainda no toque made in Portugal da prova as empresas que estiveram ligadas à criação do logo e do troféu oficial).

Depois do triunfo no Campeonato da Europa de 2016, em França, a Seleção Nacional conquistou mais um grande troféu, quase que apagando também a derrota no jogo decisivo do Europeu de 2004 na Luz, com a Grécia. Ponto comum aos dois sucessos, jogadores à parte: Fernando Santos, o Engenheiro que comandou Portugal às duas maiores páginas de sucesso. Um feito ao nível que tinham conseguido Vicente del Bosque e Joakim Löw por Espanha e Alemanha, respetivamente.

Existem ainda dois fatores adicionais a este feito, um económico e um desportivo. Na soma total do dinheiro que recebeu pela participação na prova (2,25 milhões), pela vitória no grupo A com Polónia e Itália (2,25 milhões) e pelo triunfo na Final Four da competição (seis milhões), os seis jogos de Portugal nesta primeira edição da Liga das Nações – que se realiza apenas nos anos ímpares, para não coincidir com as fases finais de Europeus e Mundiais – acabaram por render 10,5 milhões de euros. Dentro das quatro linhas, existe um maior “conforto”: caso a Seleção Nacional não assegure um dos dois primeiros lugares no grupo de qualificação para o próximo Campeonato da Europa (onde está com Ucrânia, Sérvia, Lituânia e Luxemburgo, com dois empates nas duas partidas iniciais), já tem garantida a presença no playoff seguinte de apuramento.

“Os jogadores têm feito um trabalho fantástico. Não temos tempo para criar rotinas e automatismos, eles acreditam no treinador. Às vezes as coisas não são perfeita, mas não é por falta de empenho. Para este jogo entendi que esta era a melhor forma para ganhar. Mesmo nos momentos maus esta equipa é fortíssima. Não é só a entidade A, B, ou C, são 60 ou 70 pessoas que quando se encontram vêm com um sorriso nos lábios. Para nós é um grande prazer estarmos juntos num estágio, nem que seja só de seis ou sete dias”, destacou o selecionador nacional no final do encontro, já na sala de conferências de imprensa.

“Graças a Deus que vamos atrás dos objetivos, procuramos com toda a capacidade, os jogadores são incansáveis. Isto é fruto do trabalho deles e dos meios que a Federação coloca à nossa disposição. Há cinco anos que somos uma família quase indestrutível, que sabe do que é capaz e o que pode fazer. Sabíamos que podíamos vencer este jogo. Sempre disse isso aos jogadores, eles sabiam que podíamos ganhar. Do outro lado tivemos um grande adversário, a Holanda é uma grande equipa mas Portugal fez um excelente jogo”, tinha salientado antes, a propósito de uma final onde a Seleção conseguiu sempre ser melhor.

Mas esta foi também uma semana especial para Fernando Santos, um técnico sempre avesso aos destaques individuais ao seu trabalho: depois do triunfo com a Suíça, o Engenheiro tornou-se o selecionador com mais vitórias pela equipa portuguesa em jogos oficiais,superando os 25 triunfos de Luiz Felipe Scolari; esta noite, subiu para os 27 e também aí aumentou o seu legado, que poderá ser prolongado agora nas partidas de qualificação para o próximo Europeu.

Esta alegria é para os portugueses, pelo apoio constante que nos deram, mais uma vez a claque. As claques são fundamentais, houve momentos em que parecia que o jogo estava a acalmar e a claque puxava por eles [jogadores]. A Seleção Nacional é, acima de tudo, a representação do povo. Quando digo o povo digo as pessoas, os portugueses. Hoje é a véspera do Dia de Portugal, amanhã será ainda mais risonho. É assim quando se ganha. Muito obrigado a eles. Divirtam-se que eu também o vou fazer”, comentou. “Gratidão? “Não gosto de falar sobre mim, acho presunção. A apreciação do meu trabalho tem de ser feita por vocês, o que vou levar é este carinho que sinto na rua todos os dias. Este carinho é o ‘obrigado’. Escusam de o dizer, porque foi de muito boa vontade”, concluiu o selecionador nacional ainda no Estádio do Dragão. 

(in observador.pt por Bruno Roseiro 10.06.2019)

Tiago Craveiro
in fpf.pt

quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

Sérgio Conceição confessa ter "mau perder"

O mundo do futebol é complexo.

E o Futebol Clube do Porto que o diga na pessoa do seu treinador...

in abola.pt

O treinador do FC Porto assumiu esta terça-feira ter “mau perder”, mas justificou a ausência da equipa dos festejos da vitória do Sporting na Taça da Liga, no sábado, com o desconforto provocado por condições longe das ideais.
“É mau para a equipa que perde ter de subir uma escadaria enorme onde estão os adeptos adversários. Isso é uma situação a rever. Aos palavrões não vejo grande mal. Agora o insulto gratuito e as cuspidelas já não devem existir e todo o nosso ‘staff’ levou com isso“, afirmou Sérgio Conceição.
Na conferência de imprensa de antevisão à receção ao Belenenses, na quarta-feira, para a 19.ª jornada da I Liga, o treinador ‘azul e branco’ condenou ainda a tentativa de agressão de Diamantino Figueiredo, um dos seus adjuntos, a um adepto do Sporting.
“É condenável o ato do Diamantino Figueiredo? Obviamente que é. Assumimos essa responsabilidade, como sempre fazemos isso de forma interna. Nas situações positivas dividimos os louros e nas situações negativas também. Não digo que haja justificação para isso, mas houve provocação, que o levou a tomar esta atitude nada típica do Figueiredo”, sublinhou Sérgio Conceição.
O incidente com o treinador de guarda-redes ocorreu após a comitiva ‘azul e branca’ ter recebido as medalhas de finalista da Taça da Liga, no Estádio Municipal de Braga, no sábado, na sequência da derrota frente ao Sporting nas grandes penalidades (3-1), após a igualdade 1-1 no tempo regulamentar.
“Vêm falar das medalhas quando há coisas mais importantes para falar. Mas que ‘fair-play’? É como diz o outro, o ‘fair-play’ é uma treta. Tenho mau perder, tenho, assumo isso, muito mau perder, não sei perder. O FC Porto contratou-me para ganhar. Já quando ganho estou maldisposto, imaginem quando perco”, rematou Conceição.
O treinador criticou ainda a arbitragem “defensiva” de João Pinheiro no embate com o Sporting, ironizando sobre a evolução de Bruno Esteves como videoárbitro (VAR).
“Dizem que o árbitro teve uma arbitragem exemplar, eu acho que não foi, achei que foi extremamente defensiva. Apitava tudo e mais alguma coisa. Acho que houve um excelente trabalho do VAR. Pena é que o mesmo VAR, o Bruno Esteves, que na altura foi um ajudante do VAR num jogo na Vila das Aves [em 2017/18], assinalou penálti neste momento [na final] e na Vila das Aves não assinalou. Ainda bem que melhorou”, referiu.
Sobre a receção ao Belenenses, sétimo classificado com 29 pontos, Sérgio Conceição reconheceu como fundamental o regresso às vitórias para alcançar o “objetivo mais importante”, o de revalidar o título de campeão.
“A vitória é sempre importante para toda a gente que trabalha nesta casa. Fora de casa, o Belenenses só perdeu em Alvalade [2-1], é uma equipa bem orientada, com qualidade individual, vai ser um desafio importante para nós, são três pontos da nossa caminhada para o objetivo mais importante”, disse ainda.
O FC Porto, líder do campeonato com 46 pontos, recebe o Belenenses, na quarta-feira, a partir das 21h15, em jogo da 19.ª jornada da I Liga.
(in: observador.pt       Autor Agência Lusa       em 29.01.2019)

domingo, 15 de julho de 2018

A França é campeã mundial 2018 de futebol

20 anos depois a França volta a ser campeã do mundo!

A seleção gaulesa venceu hoje a Croácia por 4-2 no Mundial 2018!

Parabéns!

desporto.sapo.pt

Vinte anos depois, a França voltou a ser campeã do mundo. E 20 anos depois, a França ganhou porque foi a equipa que melhor interpretou a evolução do futebol para uma nova era que quebrou mitos e assumiu a robôtização do jogo.
Esta França já não tem um ’10’ como Zidane que está a fazer coisas antes de todos nós estarmos a pensar no movimento seguinte. E aprendeu com a derrota frente a Portugal na final do Europeu de 2016: abandonou aquela postura narcisista de ter obrigatoriamente o controlo do jogo em posse, ganhou pragmatismo no último terço e potenciou o talento dos elementos mais criativos assente numa solidez coletiva que marcou a diferença neste Mundial. Percebeu, sobretudo, aquela velha máxima de Phil Jackson de que os ataques ganham partidas e a defesa conquista campeonatos. Hoje, o futebol é um jogo mais físico e mais tático. Os miúdos com 13 ou 14 anos ouvem palavras como “bascular ou “entre linhas” quando, há 20 anos, andavam apenas entretidos a explorar o talento puro e inato com bola. Estas são as regras do jogo. E Deschamps percebeu isso.
O triunfo por 4-2 da França diante da Croácia, numa final atípica, confirma todas essas mudanças no futebol mundial ao longo de duas décadas e conseguiu coroar uma equipa que jogou sempre com um ‘9’ com características distintas daquele “matador ” a que estávamos habituados e que não fez um único remate enquadrado ao longo deste Mundial (Giroud). Uma equipa que, sem extremos puros, conseguiu sempre dar largura ao seu jogo. Uma equipa que, sem um elemento puro nas costas do avançado, colocava sempre duas ou três unidades em zonas de finalização. Com métodos, ideias e filosofias distintas, foi assim que Portugal foi campeão europeu. E foi aí que a França começou a ser campeã do mundo. Ah, com um pormenor igual a 1998: também aí, com Deschamps como capitão e não no banco, o ‘9’ Guivarc’h era falado por… não marcar.
O encontro começou de forma previsível mas ao mesmo tempo atípica. A França sente-se muito confortável em campo quando dá a iniciativa de jogo ao adversário mas não estaria à espera de uma versão inicial desta Croácia com zonas de pressão e linhas tão subidas como se viu. Este estilo estaria sempre dependente do critério do árbitro Néstor Pitana ao longo do jogo porque algumas faltas feitas por Modric e Rebic (que é avançado mas também o jogador com mais faltas de toda a competição, o que mostra bem essa tendência dos balcânicos), mas foi resultando ao ponto de bloquear por completo a zona de construção de Pogba, Matuidi ou Kanté, o pequeno grande guerreiro que aos 15′ tinha mais bolas perdidas do que recuperadas.
Strinic, numa boa combinação pela esquerda, demorou um segundo a mais a cruzar que foi suficiente para Mbappé conseguir cortar para canto (isso mesmo, o avançado na sua área quando ainda não tinha entrado na contrária). Perisic, após um grande passe longo de Rakitic com aquela precisão de relógio suíço com que pauta o jogo a meio-campo, recebeu mal e deixou fugir uma boa oportunidade para criar perigo. A Croácia tinha mais posse, mais domínio territorial e maior controlo; a França, a jogar pouco ou nada e sem ter sequer feito um remate, acabou por adiantar-se no marcador.
Na primeira vez que Mbappé conseguiu ganhar em velocidade pela direita e entrar na área, o cruzamento até saiu para um corte fácil de Vida, Griezmann ganhou a segunda bola – e é com estes pequenos pormenores que o avançado faz a diferença – e sofreu falta de Brozovic, num daqueles lances que não entra no raio de ação do VAR mas que podia quiçá ter sido anulado. Livre batido pelo jogador do Atl. Madrid em arco, daqueles que pedem apenas um pequeno raspão de cabeça, e desvio infeliz de Mandzukic, futuro companheiro de Ronaldo na Juventus que tinha decidido a meia-final com a Inglaterra, que esteve em dúvida para este encontro e que acabou por marcar o primeiro autogolo numa final… e da carreira (17′).
Mesmo para jogadores batidos que já viveram inúmeras experiências melhores ou piores na longa carreira como profissionais de elite, este é do tipo de lances que deixa marca. A Croácia tentou manter-se fiel aos mesmos princípios com que começara o jogo, mas o cérebro de Modric, o coração de Rakitic e o pulmão de Brozovic começaram a funcionar com complicações na ligação às unidades mais avançadas, tanto que, em alguns momentos, Mbappé conseguiu entrar no seu habitat natural com espaço a ser lançado em profundidade e só não fez mais mossa porque Vida, de carrinho, lá conseguiu evitar aquela última mudança que por norma causa acidentes no adversário. Houve pontos no ADN do conjunto de Dalic que falharam, mas nada que o golo do empate não conseguisse recuperar e também de bola parada: livre batido por Modric longo para Vrsaljko, toque de cabeça para Mandzukic que ganha a Pogba no ar, amortecimento meio atabalhoado de Vida para Perisic e trabalho na área para o remate cruzado sem hipóteses para Lloris (28′). Não foi às três tabelas, foi aos quatro toques – e resultou.
Mas esta era mesmo a tarde em que os heróis trocavam a máscara e capa pela de vilões num ápice. Aconteceu com Mandzukic, aconteceu com Perisic: na sequência de nova bola parada, o jogador do Inter cortou a bola com o braço, o jogo esteve interrompido algum tempo depois da indicação do VAR, Pitana foi confirmar à TV no relvado e assinalou mesmo grande penalidade que Griezmann, o homem infalível neste tipo de situações, transformou em 2-1 aos 38′. Pormenor: não foi por acaso que escrevemos no Observador de manhã que o resultado desta final passaria muito pelo jogador colchonero e a verdade é que, posicionamentos, decisões e jogo sem bola à parte, esteve em 13 golos nos últimos dez jogos franceses no Europeu de 2016 e no Mundial de 2018. E tudo começou num pontapé longo de Lloris e num corte para canto…
Desde 1974 que não se via uma final com três golos ao intervalo mas as partes atípicas neste encontro decisivo não ficariam por aí. Aliás, bastaram 20 minutos para cair outra referência olhando para os números das outras finais – as decisões no prolongamento ou mesmo nas grandes penalidades. E tudo porque quando as pernas estão mais pesadas, a cabeça pensa pior.
A Croácia já tinha conseguido inverter desvantagens com a Dinamarca, com a Rússia e com a Inglaterra. E entrou com essa vontade, apostando no tipo de jogo que mais incómodo causava nos sempre seguros defesas franceses: as diagonais das unidades mais avançadas, neste caso com Rebic a sair da direita para o corredor central, a receber bem um passe longo de Rakitic e a rematar forte para grande defesa de Lloris para canto (48′). Dalic fez subir as linhas, deu ainda mais a batuta de jogo a Modric (que tem pormenores de verdadeiro fora de série com a bola nos pés) e arriscou porque sabia que se colocava a jeito para tão depressa fazer o 2-2 como sofrer o 3-1, o 4-1 ou o 5-1. Ficou pelos quatro, mas foi isso que aconteceu.
Aos 59′, Pogba recuperou uma bola a uns dez metros da sua área, descaído sobre a esquerda, e lançou longo na direita para a velocidade de Mbappé (que já tinha obrigado Subasic a defesa apertada numa cavalgada que deixou Vida para trás em poucos metros). O avançado do PSG, face ao posicionamento de Strinic, acabou por temporizar, acelerou num último momento, cruzou para a área, Griezmann amorteceu e de novo Pogba, à segunda, rematou sem hipóteses para o 3-1. Pouco depois, no limite do discernimento que a Croácia ainda procurava ter, Mbappé acabou por aproveitar a passividade da defesa balcânica no ataque ao portador, puxou a culatra atrás e apontou o 4-1 quando faltavam 25 minutos para o final do encontro, tornando-se em paralelo o segundo mais novo de sempre a marcar numa final, apenas atrás de Pelé.
Lloris, com um erro de principiante a tentar fintar Mandzukic e a ver o avançado cortar a bola para dentro da baliza, ainda deu uma pequena esperança à Croácia aos 69′, mas o resultado já estava mais do que feito porque os três prolongamentos, o dia a menos de descanso e os 117 quilómetros a mais percorridos pelos jogadores de Dalic tiveram um peso determinante naquele momento em que a equipa tinha mostrado até agora ser capaz de encontrar forças onde elas já não existiam. Deschamps lançou N’Zonzi e Tolisso, trancou a “casa de máquinas” dos croatas e permitiu que os últimos minutos fossem feitos mais em festa do que outra coisa, apesar da serenidade do técnico gaulês no banco mesmo em período de descontos. Foi também com essa forma de ser que Deschamps se tornou este domingo o terceiro a ganhar o Campeonato do Mundo como jogador e treinador, a par de Zagallo e Beckenbauer. 20 anos depois, a França voltou a ser a melhor.
(in: observador.pt por Bruno Roseiro em 15.07.2018)

quarta-feira, 20 de junho de 2018

Portugal no Mundial de Futebol 2018 (Rússia)

in: observador.pt
Portugal jogou hoje, mas podia ter feito melhor. 
Na sequência de um canto, aos 4 minutos de jogo, Ronaldo marcou!
Marrocos teve várias ocasiões para marcar também, mas até ao 
minuto final, não conseguiu marcar nenhum!
Apesar de Portugal ter ganhado o jogo, pelos vistos, os entendidos 

relatam que "suou as estopinhas" (cujo significado é fez um grande

esforço, segundo o Dicionário Infopédia da Língua Portuguesa, em 

linha)
Não há como ler o que diz o dn.pt de hoje:
Cristiano Ronaldo marcou o único golo do encontro, logo aos quatro
minutos. Marrocos sufocou a seleção nacional, que resistiu até ao
apito final e somou os três pontos



A seleção nacional não se livrou de vários sustos, mas venceu Marrocos 
por 1-0 em partida da 2.ª jornada do Grupo B do Campeonato do Mundo 
e colocou um pé nos oitavos de final, etapa que não contará com a 
formação africana, a primeira a ser eliminada do torneio.
Cristiano Ronaldo apontou o único golo do encontro aos quatro minutos, 
na resposta a um cruzamento de João Moutinho, respondendo da melhor 
forma à boa entrada dos marroquinos. CR7 passou a somar 85 golos pela 
equipa das quinas e tornou-se o melhor marcado europeu de sempre 
por seleções, ultrapassando o hispano-húngaro Puskas.
O remate certeiro do capitão não embalou Portugal nem retraiu 
Marrocos, que se mostrou muito pressionante durante os 90 minutos 
e dificultou (e de que maneira!) a vida ao conjunto orientado por 
Fernando Santos, que respirou de alívio após o apito final.
Este resultado permite que o Irão de Carlos Queiroz, em caso de triunfo 
sobre a Espanha ainda esta quarta-feira, possa assegurar o apuramento 
para os oitavos de final.
Onzes iniciais:
Portugal - Rui Patrício; Cédric, Pepe, José Fonte e Raphael Guerreiro; 
William Carvalho; Bernardo Silva, João Moutinho e João Mário; 
Cristiano Ronaldo e Gonçalo Guedes.
Suplentes: Anthony Lopes, Beto, Ricardo, Ruben Dias, Bruno Alves, 
Mário Rui, Adrien Silva, Manuel Fernandes, Bruno Fernandes, Quaresma, 
André Silva e Gelson Martins.
Marrocos - Munir; Dirar, Benatia, Manuel da Costa e Hakimi; 
El Ahmadi e Boussoufa; Noureddine Amrabat, Belhanda e Ziyech; Boutaib.
Suplentes: Bono, Tagnaouti, Mendyl, Saiss, Bennasser, Fajr, Sofyan 
Amrabat, Carcela, Harit, Kaabi, En.Nsyri e Bouhaddouz.
Resultados do dia:
Portugal - Marrocos (1-0, resultado final)


Uruguai - Arábia Saudita (16.00)

Irão - Espanha (19.00)



REFERÊNCIA: in dn.pt 20 junho 2018

terça-feira, 22 de maio de 2018

O Desportivo das Aves não vai à Liga Europa

in: ptjornal.com

No último domingo, o Desportivo das Aves (com sede na freguesia de Vila das Aves, no Concelho de Santo Tirso), "estaria" diretamente apurado para a Liga Europa.
Infelizmente, o clube não cumpre os requisitos que a UEFA exige. Não requereu dentro do prazo estabelecido, o licenciamento para, na próxima época, participar nas competições da UEFA.
Por este motivo, quem vai beneficiar são os clubes Sporting, Sporting de Braga e Rio Ave. Mas que grande desalento para o Desportivo das Aves! 
Cá por mim, continuo a considerar este clube como "ganhador"... foi ele quem venceu o jogo decisivo!
"Desp. das Aves não vai à Liga Europa 
Equipa de José Mota não cumpre todos os requisitos da UEFA
O Desp. Aves não vai jogar na Liga Europa na temporada 2018/19. As primeiras notícias apontavam para a versão de que a equipa de José Mota – que venceu a Taça de Portugal este domingo e estaria diretamente apurada para a prova europeia – não teria entregado a candidatura a tempo na Federação Portuguesa de Futebol (FPF).
Depois, o jornal Record esclareceu que o processo de candidatura ainda estava sob análise. O Desp. Aves iniciou o processo já em dezembro mas ainda não havia recebido aprovação por parte do Órgão de Gestão de Licenciamento: uma entidade inerente à FPF que só no dia 31 de maio revelaria oficialmente quem são os clubes que receberam luz verde por parte da UEFA. Agora, o mesmo jornal avança que o emblema avense não cumpriu mesmo os requisitos exigidos e o respetivo licenciamento não foi aprovado.
Já durante a tarde desta segunda-feira – e face às notícias veiculadas durante a manhã -, a FPF decidiu antecipar a divulgação dos clubes portugueses que estão licenciados pela UEFA e a confirmação de que o Desp. Aves não vai à Liga Europa. Segundo a lista, dez emblemas estão certificados: FC Porto, Benfica, Sporting, Sp. Braga, Rio Ave, Marítimo, Vitória de Guimarães, Estoril, Desportivo de Chaves e Arouca.
De acordo com o Record, as incertezas quanto ao Desp. Aves prendiam-se principalmente com o Estádio do Clube Desportivo das Aves e a necessidade de melhoramentos obrigatórios para que pudesse acolher jogos da Liga Europa. Depois da vitória na Taça de Portugal e confirmação do acesso direto à competição europeia, o clube avense teria já um plano de contingência preparado – com o objetivo de começar todas as obras que fossem exigidas.
Em declarações ao Record, a direção do Desp. Aves garantia que o processo de licenciamento “se encontrava em aberto” e a SAD avense estava “tranquilíssima”, defendendo que não seria por motivos burocráticos que a equipa de José Mota não se iria estrear nas competições europeias.
Com a rejeição da candidatura do Desp. Aves, Sporting, Sp. Braga e Rio Ave são os principais beneficiados. Os leões, que até agora teriam de jogar a 3.ª pré-eliminatória da Liga Europa, estão assim diretamente apurados; a equipa minhota, que teria de jogar a 2.ª pré-eliminatória, joga a terceira; e os vilacondenses, que ficaram em 5.º lugar no campeonato e estavam fora da Europa, estão apurados para a fase eliminatória da competição da UEFA."
(in: jornal online observador.pt  21.05.2018)

domingo, 2 de julho de 2017

Portugal está de parabéns, pois conseguiu o 3º lugar na Taça das Confederações

http://jconline.ne10.uol.com.br
Portugal conseguiu hoje vencer o México por 2-1, garantindo o 3º lugar na Taça das Confederações.

Os nossos jogadores da Seleção receberam as medalhas de bronze no fim do encontro.

Parabéns, Portugal!

sábado, 24 de setembro de 2016

Teresa Almeida - Campeã do Mundo de Bodyboard 2014

in: www.regiaodecister.pt
Teresa Almeida é uma atleta profissional e treinadora de bodyboard, modalidade que pratica há 10 anos! Tem 23 e é licenciada em Ciências do Desporto pela Faculdade de Motricidade Humana. Esta é a sua verdadeira profissão e em 2014, ganhou o título de Campeã do Mundo de Bodyboard.

Para ela, viajar é um grande prazer pois parte em busca de algo novo e de "novas ondas"... e na sua bagagem, como se depreende, a sua amiga indispensável e inseparável é a "prancha"! 

Desloca-se com bastante frequência para destinos variados, tais como: França, Marrocos, Açores, Chile, Porto Rico, Brasil, Havai... e acha que viajar muito nos torna pessoas diferentes: "Sim, torna-nos diferentes, pessoas mais abertas, mais conscientes da realidade, deparamos-ns com realidades muito diferentes das nossas e acabamos por dar outro valor às coisas." 

Parabéns, Teresa! És um orgulho para Portugal!

Referência: texto baseado na leitura de uma entrevista feita pela Revista Máxima (nº 333, junho 2016) a Teresa Almeida.

in: vert-mag.com

quarta-feira, 11 de março de 2015

Parabéns, Nelson Évora!

Nelson Évora sagrou-se campeão europeu de triplo salto, no último domingo.

O nosso atleta português nunca desistiu nem parou de lutar contra as lesões físicas que o atormentaram durante bastante tempo, conseguindo, assim, superar os seus problemas.

Força, Nelson! Muitos parabéns por esta magnífica vitória!

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foto in: transparencias - handlewithcare.blogspot.com

sábado, 15 de junho de 2013

segunda-feira, 16 de julho de 2012

SURF: Stéphanie Gilmore conquistou o título mundial pela 5ª vez...

                          

"Surf: Circuito Mundial -- Stephanie Gilmore conquista título mundial pela quinta vez

Lusa - Esta notícia foi escrita nos termos do Acordo Ortográfico

17:57 Sábado, 14 de Julho de 2012
Biarritz, França, 14 jul (Lusa) -- A australiana conquistou hoje pela quinta vez o título mundial de surf, ao vencer o Roxy Pro Biarritz, em França, da sexta e penúltima etapa do Circuito Mundial ASP feminino, sucedendo à havaiana Carissa Moore.

Na final da prova gaulesa, Gilmore, de 24 anos, somou 18,53 pontos e superou a compatriota Tyler Wright, que não foi além dos 13,10, e totalizou 48.400 pontos no "ranking", agora inalcançáveis para a também compatriota Sally Fitzgibbons (42.100).

Gilmore, que conquistou os títulos mundiais em 2007, 2008, 2009 e 2010, recuperou o seu "cetro", depois de a havaiana Moore se ter tornado em 2011 na mais nova surfista de sempre a vencer o circuito e de a australiana ter recuperado de um pulso partido e vários ferimentos na cabeça, na sequência de uma agressão que foi alvo em dezembro de 2010."
Ler mais:
                                                                                                                            
esta imagem foi conseguida em:
http://surfinsantos.com.br/wt-feminino-stephanie-gilmore-vence-tsb-bank-nz-surf-festival- 
2012/