| imagem in: padrepauloricardo.org |
Apresentação do Senhor na Capela Scrovegni, em Pádua. (imagem in pt.wikipedia.org) Relato bíblico |
| imagem in pt.wikipedia.org . Apresentação do Senhor |
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Apresentação do Senhor na Capela Scrovegni, em Pádua. (imagem in pt.wikipedia.org) Relato bíblico |
| imagem in pt.wikipedia.org . Apresentação do Senhor |
Plongez dans l’univers du jazz et de la chanson française avec cette compilation de
grandes chansons romantiques intemporelles, interprétées en version jazz par
Éva Le Noir.
| imagem in: www.ucp.pt |
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Sempre que me surge tempo para investigar o que está por "detrás" das palavras que pronunciamos milhares de vezes durante as nossas vidas, sinto uma grande curiosidade e tento "meter mãos à obra"!
Pesquisando aqui e ali, vou tentando "descodificar" os seus imensos sentidos! Afinal, as palavras são multifacetadas! Elas fazem parte de nós e do nosso dia a dia, portanto, gosto de conhecer a sua origem, a sua história, o seu significado.
Hoje, resolvi debruçar-me sobre a palavra ANO (uma vez que acabámos de entrar num novo). Constatei que tem origem no latim <<annus>>.
Claro que baseando-me na fonte desta pesquisa (uma vez mais no Almanaque da Língua Portuguesa, de Marco Neves), há uma explicação "linguística"; como a linguística é o estudo científico da linguagem humana, então encontramos na palavra ANO o dígrafo 'nn' (de <annus>),. Verificamos que sofreu uma transformação em castelhano para /nh/ Assim, surge o año em espanhol. Mas o <nn> do latim, em galego e em português passou para /n/, daí ter surgido a palavra ANO.
Interessante e apaixonante!
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Janeiro é um dos meses do inverno português e, quando pensamos no mês, lembramo-nos de chuva, granizo, neve.. Mas no hemisfério sul do planeta, onde a língua mais falada é o português, janeiro lembra sol, praia, calor. Se o janeiro português é à volta da lareira; o janeiro brasileiro é em Copacabana.
Já agora, se for ao Rio de Janeiro, repare na baía (que afinal não é rio), descoberta em janeiro por Pedro Álvares Cabral (num janeiro muito estival, claro está).
Repare ainda na pronúncia: ao contrário de outras zonas do Brasil os cariocas pronunciam o <s> nominal das palavras como nós, ou seja, como um /ch/ ou /j/ (se o som seguinte for uma vogal, então sim pronunciam como /z/.
Essa forma peculiar de pronunciar o <s> é tão natural para nós, portugueses, que nem notamos.
Repare bem da próxima vez que pronunciar uma frase...
(Efetuei esta pesquisa em:
"Almanaque da Língua Portuguesa", do Professor Marco Neves, Guerra & Paz e Livros CMtv, fevereiro de 2020) "