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sexta-feira, 2 de junho de 2023

A Fundação Calouste Gulbenkian presta homenagem a Paula Rego


Como um anjo que vinga e que perdoa | PÚBLICO
imagem obtida in publico.pt
(ANJO)


Turkish Bath [O Banho Turco] - Centro de Arte Moderna
imagem obtida in gulbenkian.pt
Turkish Bath (O Banho Turco)
Centro de Arte Moderna

Com a devida vénia, partilho aqui o momento importante de cultura que a Fundação Calouste Gulbenkian se prepara para apresentar:

EXPOSIÇÃO


8 jun a 24 jul, Zona de Congressos, Entrada livre

A Fundação Gulbenkian homenageia Paula Rego, no primeiro aniversário da sua morte, expondo duas das suas aquisições mais recentes: Anjo e O Banho Turco. Estas pinturas, que vão ficar no espaço público da Fundação, vêm enriquecer o núcleo do CAM dedicado à artista, que conta já com 37 obras, fazendo da Fundação Gulbenkian a instituição privada com a maior e a mais significativa coleção de obras de Paula Rego.

08 jun – 24 jul 2023 10:00 – 18:00 

Local
Zona de Congressos

Fundação Calouste Gulbenkian

Preço
BILHETE  Entrada Livre 
O CAM homenageia uma das artistas portuguesas com maior reconhecimento internacional mostrando duas das aquisições mais recentes – «Angel» e «Turkish Bath».

No primeiro aniversário da morte de Paula Rego (8 de junho de 2022), o CAM homenageia uma das artistas portuguesas com maior reconhecimento internacional: duas das aquisições mais recentes – Angel [Anjo] e Turkish Bath [O Banho Turco] – são mostradas na zona de congressos da Fundação Calouste Gulbenkian. A aquisição destas duas obras faz da Fundação Gulbenkian a instituição privada com a maior e mais significante coleção de obras da artista, reunindo 37 peças, que incluem pintura, desenho e gravura.

TEXTOS DOS CURADORES / ARTISTAS

FONTE: in gulbenkian.pt

terça-feira, 5 de janeiro de 2021

João Cutileiro, o escultor português do mármore

in youtube.com


"Ele incendiou o mundo, incendiava a arte".  

José Pedro Croft recorda Cutileiro 

enquanto Isabel Mota lembra o homem divertido 

O artista tinha 83 anos e era responsável por obras como o Monumento ao 25 de Abril do Parque Eduardo VII, em Lisboa. A causa da morte foram complicações derivadas de um enfisema pulmonar

Morreu o escultor João Cutileiro, de 83 anos. A notícia é avançada pela TSF, a TVI24 e o Público, que afirmam ter confirmado a notícia junto de familiares do artista. A causa da morte terá sido complicações causadas por um enfisema pulmonar. Cutileiro estava internado no Hospital Pulido Valente, em Lisboa.

Entre as inúmeras obras que criou o longo de 60 anos de carreira destacam-se algumas mais polémicas como o Monumento ao 25 de Abril, instalado no Parque Eduardo VII, Lisboa, e o célebre D.Sebastião que apresentou em Lagos, em 1970, em claro desafio aos canons conservadores do Estado Novo. A escultura em mármore de corrente figurativa foi uma das suas imagens de marca.

Pelo seu atelier passaram grandes nomes como José Pedro Croft, Manuel Rosa, António Campos Rosado e Sérgio Taborda. É precisamente Croft que recorda à Rádio Observador aquilo que descreve como uma amizade “muito intensa” que “durou mais de 40 anos”. “Ele incendiou o mundo, incendiava a arte. Defendia que os artistas deviam ser independentes e autónomos. Deviam trabalhar em liberdade. Era um homem de grande consciência política e talento”, afirma ainda.

Entretanto o primeiro-ministro António Costa acaba de utilizar a sua conta oficial no Twitter para destacar o artista cujo trabalho levou a escultura à contemporaneidade. “As suas obras públicas contribuíram para renovar o espaço público em Portugal e dessacralizar a estatuária”,  escreve Costa.

José de Guimarães, por sua vez, não hesita ao afirmar que a morte de João Cutileiro representa “mais uma perda irreparável para a cultura portuguesa”. O também prestigiado artista plástico admite que “foi realmente uma surpresa” saber do desaparecimento do “João” que era “realmente um dos grandes escultores portugueses”. “Éramos amigos. Trabalhámos mais ou menos juntos com uma galeria no Algarve, o Centro Cultural de São Lourenço. Tínhamos uma relação profissional muito cordial.”

Outras esferas da sociedade portuguesa já começam a dar as suas condolências públicas. A candidata a Presidência da República pelo Bloco de Esquerda, Marisa Matias, foi uma das primeiras a fazê-lo, destacando João Cutileiro como um “grande homem” e “anti-fascista”.

A Presidente da Fundação Calouste Gulbenkian, Isabel Mota, disse à Rádio Observador que guarda memórias de “muita gargalhada,  muita brincadeira” da sua convivência com o escultor. “Gostava muito de dizer coisas que às vezes deixava-nos sem perceber o que ele queria dizer”, recorda.

Já Carlos Pinto Sá, Presidente da Câmara Municipal de Évora — região alentejana onde o escultor muito trabalhou –, não hesitou em classificar a morte de João Cutileiro como “uma perda irreparável para o país e para o Alentejo.” O autarca destacou ainda o “trabalho absolutamente impressionante de rutura e polémica” que Cutileiro sempre desenvolveu na sua área.

Exposição com espólio de João Cutileiro será em Vila Nova de Foz Coa

Em declarações à Rádio Observador, a Ministra da Cultura afirma que “hoje é mais um dia triste para a cultura portuguesa Portuguesa: João Cutileiro deixou-nos.” Graça Fonseca destacou o “extraordinário escultor da vida” que tem o seu trabalho “presente em quase todo o país, tanto no espaço público como em coleções privadas”. Falado em direto, via telefone, destacou que João Cutileiro era alguém “muito especial na sua arte e na sua vida” que em 2018 decidiu doar todo o seu espólio ao Estado: “Tive o privilégio de assinar esse ato de doação com o próprio João Cutileiro, em 2018. Foi uma decisão dele. São mais de 900 que podem entrar no domínio publico para que possam ser estudadas, investigadas e divulgadas”, explicou a ministra.

Parte desse espólio será exibido já em maio, “numa exposição em Vila Nova de Foz Coa”, e há planos deixados pelo próprio escultor para que a sua casa e atelier fossem transformados “num museu vivo que permitisse às novas gerações conhecer melhor a sua obra, a forma como trabalhava e esculpia o mármore”, isto para que “novas gerações possam encontrar ali alguma inspiração e formação.”

O presidente da Assembleia da República, Ferro Rodrigues, considerou que João Cutileiro foi um dos nomes maiores da escultura portuguesa e que, com a sua morte, Portugal perdeu uma das suas grandes referências artísticas. “Portugal perdeu hoje uma das suas grandes referências artísticas”, afirmou o presidente da Assembleia da República, numa mensagem enviada à agência Lusa.

Para Ferro Rodrigues, João Cutileiro “foi um dos nomes maiores da escultura portuguesa, sucedendo, na dimensão da sua obra, ao mestre Leopoldo de Almeida – de quem foi aluno, nos anos 50 do século passado, depois de ter colaborado com Jorge Barradas e António Duarte”. Ferro Rodrigues destaca depois uma geração de artistas que, com João Cutileiro e através da escultura, “ajudou a revisitar a identidade portuguesa”.

“Afirmava que o desenho era a origem de tudo, e depois de deixar a sua marca na paisagem portuguesa – merecendo destaque, pela rutura que constituíram, as obras instaladas no centro de Lagos, no Parque Eduardo VII, em Lisboa, mas, igualmente, no Palácio de Mateus, em Vila Real, ou na Assembleia da República, onde se encontra o busto de Natália Correia, de 1999 -, era pelo desenho que se vinha expressando nos últimos anos, na mesma linha figurativa que o caracterizava”, acrescenta o presidente da Assembleia da República.

Nascido em Lisboa, em 1937, Cutileiro entrou em contacto com o mundo da arte pela primeira vez graças a António Pedro, membro do Grupo Surrealista de Lisboa, amigo do seu pai, que o pôs a trabalhar no seu atelier. Desde cedo  Uma visita a Florença durante a década de 1950 fá-lo descobrir a escultura de Miguel Ângelo e isso terá sido a motivação necessária para o fazer querer ingressar na Escola Superior de Belas Artes de Lisboa, de onde sairia dois anos depois rumo a Londres, à Slade School of Arts.

Em 1961 tem a sua primeira grande oportunidade de dar a conhecer o seu trabalho em Portugal graças à participação na II Exposição de Artes Plásticas da Fundação Calouste Gulbenkian, onde tem a companhia de outro nome grande da cultura portuguesa, a pintora Paula Rego. Regressa a Portugal em 1970 e é por cá que vai consolidado a sua carreira como um dos nomes cimeiros da história da escultura portuguesa. “A sexualidade e as fomes são as forças que me moldaram e que certamente se refletem em todo o traço que faça”, diz o próprio num vídeo da Fundação Gulbenkian quando questionado sobre as suas influências e inspirações.

Foi responsável por dar nova avida a personagens históricas e artistas da história nacional ao recriar, à sua imagem contemporânea, figuras como D. Afonso Henriques, Luís de Camões, e D. Sancho I. Fez exposições obre temáticas tão diferentes como o o retrato, o nu e as flores. Somou distinções e prémios sendo alguns dos mais relevantes o doutoramentos honoris causa pelas universidades de Évora (2013) e Nova de Lisboa (2017), depois de em 1983 ter sido agraciado com o grau de Oficial da Ordem Militar de Sant’Iago da Espada.

(in observador.pt  05 janeiro 2021  texto de Diogo Lopes)

domingo, 8 de abril de 2012

Domingo de Páscoa: coma com a família os nossos pratos tradicionais portugueses!

Cabrito assado no forno

Bola de Carne

Ovos de chocolate
Amêndoas de Páscoa
Pão de Ló de Ovar
                           

sexta-feira, 23 de março de 2012

Herança da arquitetura portuguesa pelo mundo

Um lindo passeio histórico pelos marcos arquitetónicos produzidos pelos nossos ancestrais portugueses.

Uma beleza! Faltou incluir as Fortalezas de Santa Cruz e de São João, no Rio de Janeiro, duas fantásticas obras de engenharia.

sábado, 26 de novembro de 2011

A propósito do FADO...








"Fado representa 20% das vendas de discos de música portuguesa

26 Novembro 2011
16:50

Marlene Carriço - marlenecarrico@negocios.pt

Portugueses já consomem mais música "made in" Portugal do que internacional. Apesar das vendas estarem a cair, repertório nacional é líder.

O fado representa já 20% das vendas de música portuguesa, com mais de 305 mil discos vendidos só em 2010. O sucesso deste género musical junto do público é, aliás, uma das explicações para que a música nacional tenha já destronado a internacional.

O presidente da Associação Fonográfica Portuguesa (AFP), Eduardo Simões, alerta, contudo, para as limitações dos dados sobre o fado, uma vez que há "uma série de empresas que não fazem parte do levantamento", os dados não contemplam os discos "budget" (mais baratos) e a classificação de fado, pop, rock ou outro género é feita por cada empresa.

Ainda assim, Eduardo Simões crê que o peso do fado na música portuguesa não deve fugir muito dos 20%. E mais: "sem a evolução que se registou no fado era muito difícil atingirmos uma quota de 35% [no valor] de vendas no repertório nacional. Durante anos manteve-se abaixo dos 24% e só nos últimos dois anos é que começou a subir para estes níveis. O que foi também um efeito da lei da rádio que introduziu quotas de difusão de música portuguesa", explicou.

O musicólogo Rui Vieira Nery destaca também os efeitos da nova lei da rádio, bem como o aparecimento de uma estação de fado, como impulsionadores deste maior consumo deste género musical. Além disso, continuou, "vivemos numa época de globalização" e os jovens querem, cada vez mais, "afirmar a sua diferença cultural local". Por último, o facto de o fado estar mais disperso por todo o País, por oposição ao que aconteceu "até muito tarde no século XX em que continuava a estar sobretudo enraizado em Lisboa".

Galardões no fado bateram recorde em 2010

Quem está no terreno também atesta o peso do fado nas vendas. O director de marketing e comunicação institucional da FNAC disse ao Negócios que os discos de fado representam "cerca de 25% das vendas de música portuguesa" nas 17 lojas espalhadas pelo País. "Há, de facto, uma nova geração de jovens fadistas que tudo tem feito para catapultar o fado para as luzes da ribalta, o que explica o aumento da procura por parte do público", explicou.

Quanto ao destaque que dão ao fado nas lojas, Viriato Filipe explicou que se limitaram a acompanhar o "início e a ascensão" de artistas como a Mariza, Ana Moura, Camané e Aldina.

A comprovar a adesão do público ao fado estão também os galardões conquistados pelos intérpretes portugueses. Em 2010 foram atribuídos 21 discos de platina e cinco de ouro, segundo os dados da AFP. Entre 2005 e o primeiro semestre de 2011 foram atribuídos 77 galardões. Mariza foi a fadista que mais vendeu neste período.

Portugueses ouvem cada vez mais música nacional

Mas não é só o fado que tem conquistado os portugueses. Os discos portugueses estão cada vez mais entre as escolhas dos consumidores. "Apesar de o mercado dos discos ter sofrido uma forte quebra de vendas, a música portuguesa consegue manter uma certa estabilidade. Isto deve-se a um claro aumento da oferta de novidades e novos artistas portugueses", confirmou o director de marketing da FNAC.

Os dados da AFP mostram que entre 2008 e 2010 as vendas de discos caíram mais na música internacional (menos 27%) do que na nacional (menos 4%). Em 2010 o foço de vendas foi de mais de 500 mil discos: 2,2 milhões de discos portugueses vendidas contra 1,6 milhões de unidades de repertório internacional.

Rui Vieira Nery frisa contudo que os dados de vendas não reflectem totalmente o sucesso do artista porque "a pirataria está a destruir a indústria discográfica. Hoje em dia quase ninguém ganha dinheiro com os discos", conclui."

Extraído de:

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Eventos Culturais hoje a amanhã, no São Luiz Teatro Municipal



           

Pedro Burmester, um apaixonado pelos mestres do romantismo alemão, apresentará, durante o ciclo Piano  temas destes mestres, juntamente com o pianista Francisco Reis e o violoncelista José Pereira de Sousa, hoje, às 21h (1 de Julho).

João Paulo Esteves da Silva tocará, a solo, pelas 21.h30, amanhã, 2 de Julho.


quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Lengalenga engraçada

Quantos de nós ainda se lembram desta lengalenga, cantada nos belos tempos de criança?



"Tenho cinco réis
no meu alguidar.
Tenho um macaquinho
de pernas para o ar.
Quando se levanta,
tiro-lhe o boné.
Aperto-lhe a mão
Olarilolé!"

domingo, 25 de julho de 2010

Lengalengas - Tradições populares portuguesas


"Debaixo daquela sebe seca
está uma pega a papar uma fava seca.


 Enquanto a pega papa a fava,
porque é que a fava não papa a pega?"







"Eu tinha um cãozinho
 chamado Loló,

 Fazia-me a cama,
 limpava-me o ."




" - Ó Arnaldo,
    come o caldo.

  - Não o como,
    que me escaldo."



                                                                       



"- Arnaldo,
   come sardinha.

-  Não como,
   que tem espinha."








             
               

                       " - Arnaldo,  come bacalhau.

                          - Isso sim,
               
                                que não é mau!"





domingo, 20 de junho de 2010

Lengalengas - Tradições Populares Portuguesas


"O livrinho das lengalengas", é uma obra da autoria de José Viale Moutinho (selecção e nota)  e Fedra Santos (ilustrações), das Edições Afrontamento e  aconselhável a todos, pelo Plano Nacional de Leitura!

As lengalengas são jogos de palavras com rimas e ritmos de tal modo, que são percepcionadas de modo divertido, tanto pelos mais novos, como pelos mais velhos.

De um modo geral, as palavras apresentam-se numa tal multiplicidade de sentidos, que as frases, no seu todo, se tornam de difícil solução - um verdadeiro enigma, sujeitas a adivinhação!

É importante para os mais novos, "brincar" com as palavras, encadeando-as, dando-lhes ritmo, tornando-as melódicas - isso é o caminho para a poesia, que tem de ser muito desenvolvido, muito trabalhado. Há que ganhar o gosto por esse trabalho de artífice!

Alguns exemplos:

"Debaixo daquela pipa
está uma pita
pinga a pipa, pia a pita."


"Eu tinha um ninho
de malfamagrifma,
que tinha cinco malfamagrifinhos.

Eu queria-los tirar
e a malfamagrifma
queria-me malfamagrifar."


"O tempo perguntou ao tempo
quanto tempo o tempo tem.
O tempo respondeu ao tempo
que o tempo tem tanto tempo
quanto tempo o tempo tem."


 "- Olha, sabes que mais?
  -  Arroz com pardais!"



sábado, 15 de maio de 2010

O Convento de Mafra


O Real Convento de Mafra é um dos mais sumptuosos monumentos portugueses.

D. João V casou com D. Maria Ana de Áustria, mas ao fim de três anos ainda não havia descendência, pelo que, aquele decidiu prometer mandar construir um convento, na Vila de Mafra, se Deus lhe concedesse filhos.

A verdade é que, semanas depois, a Rainha conseguiu engravidar e meses depois nasceu uma menina (D. Maria Bárbara) a 4 de Dezembro de 1711, que viria a ser Rainha de Espanha.

O Rei cumpriu o seu voto e a 17 de Novembro de 1717 foi lançada a primeira pedra, dando-se assim, início à construção de tão magnífico monumento. A 22 de Outubro de 1730, quando o rei fez 41 anos, a basílica foi oficializada como templo sagrado.

É considerado o monumento mais importante do barroco português.



"O Palácio-Convento possui uma das mais importantes bibliotecas portuguesas, constituída por cerca de 40 000 livros, e numerosas obras artísticas encomendadas pelo monarca no país, em França, Flandres (de onde procedem os dois carrilhões de 92 sinos) e Itália. Durante o reinado de D. José criou-se a Escola de Escultura de Mafra, dirigida pelo italiano Alessandro Giusti, e por onde passou Machado de Castro.  No reinado de D. João VI, o Palácio foi habitado durante todo o ano de 1807. A maior parte do tempo, todavia, o Palácio-Convento foi visitado apenas esporadicamente e o mesmo se passou depois de regressada a corte a Portugal. Daqui partiu para o exílio o último rei português, D. Manuel II, a 5 de Outubro de 1910, depois de proclamada a República." http://www.malhatlantica.pt/convento_mafra/origem.htm

Contam-se muitas lendas acerca do Palácio de Mafra, de entre elas e uma das mais curiosas é a existência de ratos gigantes que comem pessoas...!!! O local já foi explorado... e de ratos...nem rasto...!!!

Uma curiosidade: um elevador, que ficou conhecido como A Caranguejola, mandado construir por D. Maria Pia, e que é considerado o primeiro que foi construído em Portugal, levava 10 pessoas e ia até ao 3º piso.

Hoje e amanhã o Convento vai estar em festa: os seis órgãos da Basílica tocarão em conjunto, hoje, sábado, e amanhã, domingo; há 203 anos que estavam "em silêncio". Foram restaurados nos últimos onze anos sob a direcção do mestre organeiro Dinarte Machado. Os trabalhos de restauro foram financiados por um banco que neles investiu mais de um milhão de euros.


"Concebidos e construídos para serem tocados em conjunto, os seis órgãos têm um total de 12 mil tubos e o nome de cada um deles está associado à capela onde se encontra instalado: Evangelho, Epístola, Sacramento, S. Pedro de Alcântara, Conceição e St.ª Bárbara. O primeiro concerto realiza-se hoje, sábado 15 de Maio, às 21h00. O segundo será amanhã, domingo 16 de Maio, às 18h00. Os bilhetes para o concerto, que é gratuito, podem ser levantados na bilheteira do Palácio Nacional de Mafra até uma hora antes de cada concerto (Tel. do palácio: 261 817 550)". (http://aeiou.expresso.pt/orgaos-de-mafra-tocam-pela-primeira-vez-em-200-anos=f582591 )



Pesquisas efectuadas em:










domingo, 21 de fevereiro de 2010

Homenagem a Rosa Lobato de Faria (1930-2010)

"Rosinha" foi uma grande escritora, poetisa e compositora. Era uma mulher muito apaixonada pela vida e com um grande sentido de humor.
Reconhecida pelos amigos como sendo de uma enorme transparência, possuía uma rebeldia e independência que fizeram dela uma mulher irreverente, tornando-se ousada ao ponto de fazer um pouco de tudo: além de ter sido actriz na televisão e no cinema, escreveu para teatro, contos infantis, novelas, cantigas, poemas e romances, argumentos para televisão e ainda letras para canções de vários Festivais RTP da Canção... 
Para ela, o mais importante na vida era a família, apesar da grande paixão que tinha pela escrita.
Não posso deixar de citar algumas das suas obras:
Contos infantis: As Quatro Portas do  Céu; A Erva Milagrosa...
Teatro: A Severa; A Hora do Gato...
Poesia: Poemas Escolhidos e Dispersos; A Gaveta de Baixo...
Romances: Os Pássaros de Seda; Romance de Cordélia... 
Argumentos na Televisão: Humor de Perdição; Nem o Pai Morre nem a Gente Almoça...
Letras: Amor de Água Fresca; Chamar a Música...

Bem-haja, Rosinha!