quinta-feira, 26 de março de 2026
quarta-feira, 25 de março de 2026
Quaresma: Tema de reflexão na 5ª semana Quaresmal
| imagem: santo.cancaonova.com |
Do Testamento de São Francisco (23)
“O Senhor me revelou que devemos dizer esta saudação: Que o Senhor vos dê a paz!"
Da Lenda dos Três Companheiros (58)
“Era seu desejo ardente que tanto ele quanto os irmãos abundassem nas boas obras pelas quais o Senhor é louvado. E disse-lhes: "A paz que proclamais com os vossos lábios, que ela cresça ainda mais em vossos corações. Não provoqueis a ira ou escândalo a ninguém, mas que todos sejam atraídos à paz, à bondade e à harmonia pela vossa mansidão."
Pensamento:
A paz é um dom de Deus, mas também exige o nosso compromisso. Não basta rezar por ela: devemos buscá-la e construí-la todos os dias.
"Amai os vossos inimigos", diz o Senhor, um mandamento exigente, um caminho estreito, mas nobre, para a paz. Muitas vezes sentimo-nos frágeis, incapazes de amar verdadeiramente. No entanto, como nos lembra Dorothy Day, mesmo quando os nossos corações parecem vazios, mesmo quando acreditamos não ter amor para dar, basta tentar, perseverar, desejar: o amor, da ficção, torna-se realidade. Aqueles que escolhem amar, logo aprendem a amar de verdade.
Hoje, enquanto os nossos olhos contemplam imagens de guerra e dor, queremos erguer o olhar e sonhar com a paz. Queremos acreditar que gestos de bondade e reconciliação podem reconstruir a humanidade ferida.
Ação:
Gesto de paz: ir ter com um colega, um familiar ou um amigo para oferecer perdão ou para pedir desculpa por algo que o magoou.
terça-feira, 24 de março de 2026
"Alfacinhas" - sabemos que os Lisboetas são assim conhecidos! Mas porquê?
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| Professor e escritor João Carlos Brito imagem obtida in: e.cultura.pt |
| Obra do autor: "Em português nos [des] entendemos", de João Carlos Brito |
É uma questão que pode ser colocada por qualquer um de nós: é que a palavra é curiosa e engraçada para apelidar os nascidos em Lisboa.
Segundo a minha pesquisa, a origem interessante deste epíteto apresenta como explicação o que a seguir partilho:
"'Alfacinha' é o nome pelo qual são conhecidos os habitantes de Lisboa ou, se quisermos ser mais rigorosos, os naturais de Lisboa. É um epíteto curioso e engraçado, bem acolhido pelos próprios, que são os primeiros a, com orgulho, afirmarem-se como tal.
Existe várias versões para explicar esta denominação dada a quem nasce na capital, sendo que a história primordial relata um clássico hábito da Lisboa burguesa dos finais do século XIX.
Na transição do Romantismo para o Realismo, as famílias da classe média lisboeta tinham a prática muito regular de, nas tardes soalheiras de domingo, se reunirem em lautas merendas pelas inúmeras hortas que existiam nos arredores da cidade. Aí, acompanhando o tradicional peixe frito, diz-se que se consumiam quantidades gigantescas de salada de alface.
Ora, aos olhos de quem vinha de fora da cidade , este hábito tornava-se tão peculiar como pitoresco. Na verdade, o consumo da alface era então pouco difundido pelo resto do país e esta moda foi considerada estranha e até caricaturada. Daí vem o cariz pejorativo do nome "alfacinha", mas, como se sublinha, atualmente não faz sentido o lisboeta sentir-se ofendido por ser assim apelidado. Antes pelo contrário, deve sentir-se orgulhoso dos seus hábitos tão saudáveis e avançados para a época. "
REFERÊNCIA:
Em Português nos [Des]Entendemos, de *João Carlos Brito, Ideias de Ler, 2020
*professor e escritor
quarta-feira, 18 de março de 2026
Penamacor: origem e história do nome da terra
| imagem: www.youtube.com |
| imagem pt.wikipedia.org |
Pesquisa sobre o concelho de Penamacor:
Viveu neste concelho um salteador muito conhecido, chamado Macor.
Abrigava-se numa caverna que era conhecida por "penha" tal como o monte, que tinha o mesmo nome.
Tal monte/tal penha, ficaram conhecidos por "Penha de Macor", tendo a palavra evoluído para PENAMACOR.
E foi assim que os habitantes da terra, segundo a tradição popular, lhe deram o nome.
Na pesquisa que efetuei, fiquei ciente de que os historiadores falavam de uma povoação muito importante, do tempo dos romanos, godos, árabes, túrdulos.
O topónimo (nome de uma localidade ou de um lugar), segundo uma outra lenda, é o resultado de grandes lutas entre os habitantes da terra e dos bandos que os assaltavam.
Na sua obra Dicionário do nome das Terras, (Editora Casa das Letras, 2ª edição, maio de 2007) João Fonseca diz, e transcrevo :
"E o sangue que então correu era "de má cor", de tal modo que por "demacor" (depois Penamacor) ficou conhecida a terra."
Uma das povoações tem o nome de "Pena Garcia" (Penha Garcia) e outra é Pena Maior (aproveito para referir, baseada, claro, na pesquisa que já referi, que o autor destaca que para a designação que os antigos pronunciavam à castelhana, magor, com o tempo sugeriu macor e, portanto, "Pena macor" Penamacor."
Um pormenor interessante : a nível de pesquisas efetuadas por investigadores, é reconhecido que, em documentos muito antigos, esta povoação aparece como Pena Macor. Explicam que há a probabilidade (devido ao prefixo pen, que significa elevação), de PENAMACOR ser "de origem céltica".
segunda-feira, 16 de março de 2026
Quaresma: Tema de reflexão na 4ª semana quaresmal
terça-feira, 10 de março de 2026
Quaresma: Tema de reflexão na 3ª semana quaresmal
| in pt.wikipedia.org |
quinta-feira, 5 de março de 2026
António Lobo Antunes: "desaparecimento" de um nome "grande" da Literatura Portuguesa
| imagem obtida in: pt.wikipedia.org |
Homenagem a um nome que se destaca na nossa Literatura Portuguesa Contemporânea:
António Lobo Antunes
Pela manhã de hoje, fomos surpreendidos com a notícia da morte do escritor António Lobo Antunes, um nome da nossa Literatura que nunca será esquecido.
Escreveu durante mais de quatro décadas.
Foi médico militar em Angola durante a guerra colonial e a sua escrita ficou marcada por essa experiência, em que está bem patente a condição humana, um aspeto que o preocupava..
quarta-feira, 4 de março de 2026
Quaresma - Tema de reflexão da 2ª semana quaresmal
| imagem in : franciscanos.pt |
terça-feira, 3 de março de 2026
Vicks - Vick Vaporub - a origem desta pomada
| imagem obtida in: www.auchan.pt |
A maior parte de nós lembra-se bem de, nos anos 50/60/, ao mínimo sinal de resfriado, constipação ou até gripe, os nossos pais nos esfregarem logo o peito com esta "milagrosa pomada", havendo ainda um inalador, também da Vick Vaporub (!!!).
Claro que estou a referir-me mais à minha infância e adolescência, apesar de ainda ter chegado a utilizá-la também nos meus filhos, mas muito esporadicamente.
Os anos foram passando e, como é natural, a pomada andou um pouco esquecida ou pelo menos, não tão conhecida, porque foram aparecendo outras novidades.
Agora parece ter regressado "em força", aparecendo em anúncios televisivos.
Como fui cliente assídua da Livraria Menabel, sita em Costa Cabral (Marquês - Porto) e cujo proprietário senhor Nunes dos Santos, autor de alguns livros que ali estavam também à venda, adquiri alguns e foi n'Uma Mão Cheia de Curiosidades", (Humberto/Porto, 1ª Edição, fevereiro de 2000) que fiquei a conhecer a origem desta "pomada".
Por isso, vou partilhar a sua pesquisa sobre o assunto:
Esta pomada, para quem sofre de problemas respiratórios, é universalmente conhecida.
O que muitos desconhecem é a sua origem, a qual remonta aos primórdios do século XX.
O americano Lunsford Richardson, por não se ter adaptado à vida de professor, decidiu trabalhar como farmacêutico, para cuja profissão sentia particular intuição.
Assim, em 1890, decidiu ir com a família para uma pequena cidade chamada Greensboro, onde comprou uma pequena farmácia, na qual atendia basicamente pessoas humildes, com dificuldades económicas para consultar um médico.
Para essas pessoas, Richardson criou em 1898 um bálsamo chamado Ben-Gay, usado em casos de gota, reumatismo, artrites e sinusites.
A linha de produtos foi crescendo e, em pouco tempo, já eram 21. Até que, em 1905, Richardson criou uma nova pomada à base de mentol e outras essências naturais para o seu filho mais velho que sofria de problemas respiratórios. Foi deste modo que nasceu "Vick Vaporub", cujo nome foi escolhido em homenagem ao seu cunhado, o médico Joshua Vick, um dos seus mentores. E, "Vaporub" foi a palavra que ele criou para dizer "vapor que se esfrega", que é a forma de aplicar a pomada.
Achei esta pesquisa muito interessante!
segunda-feira, 2 de março de 2026
Ruy de Carvalho: homenagem a um "grande senhor" do Teatro Português, que completou 99
| imagem in pt.wikipedia.org |
domingo, 1 de março de 2026
"Peixes": o signo que precisa do mar...
| imagem in portaledicas.com |
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| Caraterísticas do signo Peixes |
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| A lenda do signo Peixes FONTE DA MINHA PESQUISA (ARTIGO E IMAGENS): mariahelena.pt |
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026
domingo, 22 de fevereiro de 2026
Quaresma - Tema de Reflexão na 1ª Semana Quaresmal
| imagem in: https://www.e-cultura.pt |
Para ajudar a refletir
sábado, 21 de fevereiro de 2026
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026
"Contas à moda do Porto" - uma expressão regional da língua portuguesa
| www.ideiasdeler.pt |
Apesar de usada em todo o nosso Portugal, remete-nos mais para uma expressão de que os portuenses se servem, apontando para contas que são liquidadas no momento.
No entanto, o Professor Carlos Brito refere na sua obra ("Em português nos (des) entendemos", da editora Ideias de Ler, 2020), que não tem a ver só com a Invicta, "mas com o porto de pesca ou comercial, onde as pessoas corriam o risco de não se voltarem a encontrar e, como tal, as contas tinham de ficar saldadas na altura".
O certo é que os falantes do Porto "tomaram conta" desta expressão ou idiomatismo; e o professor Carlos Brito explica: "Ou seja: tomar o porto (de pesca) por Porto (cidade) e, considerando que para um nortenho uma palavra vale mais do que qualquer escritura, as contas certas, justas, honestas também, são do Porto-cidade. Só que, nesta segunda tese, o sentido altera-se ligeiramente, já que quer dizer que cada um paga a sua parte - nem mais nem menos".
A nossa língua é maravilhosa, cheia de enigmas que os especialistas na matéria vão desbravando e nos dão a conhecer, partilhando-os nas suas obras!
| www.portoeditora.pt |
terça-feira, 17 de fevereiro de 2026
"É Carnaval, ninguém leva a mal"
| imagem in: www.etsy.com |
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026
domingo, 15 de fevereiro de 2026
Aquarianos: para os nascidos a 15 de fevereiro
| in www.mariahelena.pt |
“Nunca encontrei uma pessoa tão ignorante que não pudesse ter aprendido algo com a sua ignorância.”
Galileu Galilei
Nasceu a 15 de Fevereiro de 1564
Dia 15.02.26
Aquário
Carta do Dia: A Lua, que significa Falsas Ilusões.Amor: As relações devem ser cuidadas todos os dias. Surpreenda o seu amor.
Saúde: Cuide das suas emoções. Mente sã em corpo são.
Dinheiro: Pense bem antes de se comprometer com um crédito. Não caia em falsas ilusões.
Números da Sorte: 36, 41, 15, 3, 37, 20
Carta n. 18
sábado, 14 de fevereiro de 2026
Fernando Pessoa: citação profunda sobre a amizade
| pt.pinterest.com |
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026
Dia Mundial da Rádio comemora-se hoje, 13 de fevereiro
| imagem in: radiolumena.com |
Hoje é sexta-feira e é dia 13 de fevereiro (abençoada sexta-feira, 13 !). Dá sorte...
Comemora-se o Dia Mundial da Rádio com alegria e um grande reconhecimento pelo trabalho incansável de todas as equipas de profissionais que nela trabalham..
Ouvir rádio diariamente tornou-se indispensável nas nossas vidas já há muito, pois os radialistas transmitem-nos tudo o que há de mais importante, que se passa em todo o mundo.
E, neste momento, o mundo não está nada fácil, o que faz com que esses profissionais corram demasiados riscos, noticiando no local, "mesmo em cima dos acontecimentos".
Um GRANDE obrigado a todas as rádios pelas informações "minuto a minuto", "hora a hora" e pela companhia que nos fazem e sem as quais já não passamos.
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026
"À tripa forra" - uma curiosa expressão popular portuguesa
"À tripa forra" é uma expressão popular que significa na nossa língua:
- com fartura
- abundantemente
- gratuitamente
- sem se preocupar com o custo ("comer ou viver sem se preocupar - "à tripa forra")
terça-feira, 10 de fevereiro de 2026
Guarda-chuva: festeja-se hoje o seu dia
imagem in: www.amazon.com
Pois é verdade, é bem merecido: o dia do guarda-chuva festeja-se hoje, a 10 de fevereiro.
Tão gasto de ser usado por todos, é justo recordá-lo e homenageá-lo.
Nada mais verdadeiro e bem preciso é termos este fiel companheiro nestes dias chuvosos que não nos abandonam desde setembro.
O pior são as séries de "depressões atmosféricas"... são "umas atrás das outras"...
Cá para mim, a coleção de todas elas que já tivemos de suportar (e ainda as que faltam "visitar-nos"), só passarão se marcarem consulta no médico!
E, por este andar, nós também não escaparemos...
Mas o tratamento, Senhor Doutor, tem mesmo de ser muito intensivo!
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026
terça-feira, 3 de fevereiro de 2026
"Em fevereiro chuva, em agosto uva" - um ditado popular
| in www.calendarr.com |
No mês de fevereiro os dias aumentam.
Em relação ao oráculo: os aquarianos são tímidos e quietos, mas por outro lado eles podem ser energéticos e excêntricos. No entanto, em ambos os casos eles são profundos pensadores e pessoas altamente intelectuais que gostam de ajudar os outros. Eles são capazes de olhar sem preconceitos, o que os torna pessoas que facilmente resolvem problemas.
A 2 de fevereiro festeja-se as Candelárias , com muito simbolismo para os Celtas, uma vez que no calendário deste povo se iniciava a primavera neste mês.
É o dia da Apresentação de Jesus no Templo, por Maria e José.
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026
La Chandeleur - le 02 Février se fête aujourd'hui - La recette des crêpes
| imagem in: ruralea.com |
La fête Imbolc chez les Celtes
La Chandeleur trouve par ailleurs son origine dans la culture celte, où il était de tradition de célébrer la fête païenne Imbolc le 1ᵉʳ février. Rendant hommage à la déesse de la fertilité, Brigit, elle célébrait l’arrivée du printemps et le retour à la lumière.
Les Celtes avaient alors pour habitude de déguster des crêpes.
Quelle est la signification de la Chandeleur aujourd’hui ?
Une tradition populaire devenue centrale.
Au fil des siècles, la dimension religieuse s’estompe dans les pratiques sociales, tandis que s’impose une tradition populaire : faire des crêpes.
Leur forme ronde et leur couleur dorée sont interprétées comme un symbole du soleil, de la lumière retrouvée et de l’abondance à venir.
Une fête conviviale et largement sécularisée
Aujourd’hui, la Chandeleur est avant tout une fête conviviale, vécue comme un moment de partage familial ou amical. Elle s’inscrit dans un calendrier de célébrations culturelles où la référence religieuse n’est plus centrale. La pratique s’est ainsi largement sécularisée, sans pour autant perdre sa dimension symbolique.
Une mémoire culturelle toujours vivante
Derrière le geste apparemment anodin de faire sauter une crêpe se cache en réalité l’ensemble de cette période historique durant laquelle se sont durablement entremêlés rites païens, symbolique chrétienne et pratiques populaires. La Chandeleur illustre ainsi la capacité des traditions à se transformer tout en conservant une mémoire collective.
Le nom Chandeleur trouve son origine dans le mot latin « candela », quisignifie « chandelle » ou « bougie », et qui a donné l’expression « festa candelarum », « fête des chandelles ». Cette étymologie renvoie aux rites de la lumière associés à cette fête et reflète à lui seul la profondeur historique de la célébration..
Du 25 décembre au 2 février : 40 jours.
La date ne varie donc jamais, contrairement à Pâques ou à d’autres fêtes mobiles.
Elle intervient également 27 jours après l’Épiphanie, célébrée le 6 janvier.
Ajoutez trois œufs entiers, une pincée de sel et, pour une version sucrée, deux cuillères à soupe de sucre.
Laissez reposer la pâte au minimum 30 minutes à température ambiante.
Faites chauffer une poêle antiadhésive légèrement graissée.
Versez une louche du mélange, répartissez-le finement, puis laissez cuire environ une minute, le temps que les bords se détachent.
Retournez la crêpe et poursuivez la cuisson 30 à 45 secondes.
Répétez l’opération jusqu’à épuisement de la pâte.


