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quarta-feira, 29 de abril de 2026

Dia Mundial da Dança assinala-se hoje

imagem in: fpdd.pt


Vamos dançar para a nossa saúde e bem-estar!

domingo, 2 de novembro de 2025

Vitamina D: comemora-se hoje o seu dia! Vantagens: lê-las para as conhecer

Deficiência de Vitamina D - Dra. Sílvia Souza - Endocrinologia e Metabologia
imagem obtida in: https://drasilviasouza.med.br

Com a devida vénia, partilho este artigo sobre a importância da Vitamina D
 nas nossas vidas, mantendo o equilíbrio mineral do nosso organismo.

(A FONTE é referida no final do artigo)


Vitamina D: O que a torna tão importante?

Colaboração


Apesar de Portugal ser um país com bastante sol, cerca de 78% da população apresenta níveis insuficientes de vitamina D.

Trata-se de uma epidemia silenciosa que pode ter consequências para a saúde, uma vez que esta desempenha um papel essencial no sistema imunitário, na saúde dos ossos e até na prevenção de doenças como a depressão.

O que é e para que serve?

A vitamina D é uma vitamina lipossolúvel. Essencial para manter o equilíbrio mineral do organismo, em particular para a regulação dos níveis de cálcio e de fósforo no sangue. As formas mais importantes são a vitamina D3 (colecalciferol) e a vitamina D2 (ergocalciferol). 

As principais funções destes compostos incluem: Absorção intestinal de cálcio e fósforo;
Manutenção do normal funcionamento do sistema imunitário;
Crescimento e normal desenvolvimento dos ossos e dentes;
Diminuição do risco de desenvolver doenças infeciosas.

Inúmeros estudos têm procurado estabelecer o papel desta vitamina na prevenção de doenças como a gripe sazonal e a depressão. Assim como do seu impacto na redução do risco de doenças crónicas como a Diabetes Mellitus tipo 2 e doenças cardíacas.

Quais as principais fontes de Vitamina D?

Uma pessoa saudável necessita de 600 a 800 unidades internacionais (UI) de vitamina D por dia, que podem ser obtidas através da: Exposição Solar 

A principal fonte natural desta vitamina é a síntese dérmica, que ocorre através da exposição da pele à luz solar, levando à formação da vitamina D3 (colecalciferol). Estima-se que uma breve exposição dos braços e do rosto seja equivalente à ingestão de cerca de 200 unidades internacionais (UI) por dia. No entanto, é importante lembrar que apanhar sol de forma prolongada e desprotegida pode ter riscos para a saúde. Por isso, deve ser feita com precaução e com as devidas medidas de proteção. 

Alimentação

A grande maioria dos alimentos não contém Vitamina D, sendo poucos os que são naturalmente ricos neste composto. Alguns que podem contribuir para o seu reforço incluem: 
Óleo de fígado de peixe; 
Peixes gordos (atum, salmão, sardinha, entre outros); 
Carne vermelha; 
Ovos, principalmente a gema;
Alguns cogumelos. 

Atualmente, existem vários alimentos processados fortificados com Vitamina D, como certos produtos lácteos e cereais de pequeno-almoço.

Suplementação

Quando as análises revelam uma deficiência de vitamina D e existem fatores não modificáveis que contribuem para esse défice ou dificultam a sua absorção, o médico poderá recomendar a suplementação. Atualmente, existe uma ampla variedade de suplementos disponíveis no mercado, mas a sua toma deve ser sempre feita sob orientação de um profissional de saúde, que avaliará a solução mais adequada a cada caso.

Cuidados na suplementação:

É importante não exceder a dose recomendada de vitamina D, pois o seu excesso pode levar a efeitos colaterais como hipercalcemia (excesso de cálcio no sangue).
Pessoas com patologias como, insuficiência renal, hipercalcemia e hiperparatireoidismo, devem ter especial cuidado ao tomar suplementos de vitamina D.

Possíveis problemas de saúde associados ao défice de Vitamina D

As manifestações clínicas variam consoante a gravidade e a duração da carência. A maioria dos doentes tem um défice ligeiro a moderado, sendo geralmente assintomáticos. Contudo, quadros mais severos estão associados a alguns problemas, tais como:

Osteomalacia: A osteomalacia no adulto e a osteomalacia e raquitismo na criança são algumas das consequências possíveis, apesar de atualmente serem incomuns. Os sintomas associados incluem dor óssea, fraqueza muscular, fraturas e dificuldade na marcha.

Esclerose Múltipla: Em 2006, nos Estados Unidos da América, um estudo demonstrou que indivíduos com défice de vitamina D têm duas vezes maior probabilidade de desenvolver esta doença.

Doenças coronárias: Tais como a angina de peito, o enfarte do miocárdio, a insuficiência cardíaca e a doença arterial periférica.

Grupos de Risco: As crianças, por estarem em fase de crescimento, são particularmente suscetíveis a doenças esqueléticas associadas à falta de vitamina D. Contudo, condições como a osteomalacia (ossos desmineralizados e mais frágeis) ou o raquitismo, são atualmente raras nos países desenvolvidos. 

Os idosos são particularmente vulneráveis ao défice de vitamina D, devido à diminuição da ingestão diária de alimentos e da exposição solar, à redução da espessura da pele, a dificuldades na absorção intestinal e a alterações do metabolismo. A osteomalacia, associada à fraqueza muscular, leva a um aumento muito significativo do risco de fraturas. 

Quanto às grávidas, a carência de vitamina D é frequente, sobretudo durante os meses de inverno. Está associada a um aumento do risco de pré-eclampsia, diabetes gestacional e parto prematuro. Os fetos de mulheres com défice desta vitamina podem apresentar atraso no crescimento, baixa estatura, , maior risco de vir a desenvolver asma e um sistema imunitário menos capaz.

REVISÃO CIENTÍFICA: Dra. Sofia Guimarães

FONTE: Hospital Lusíadas Paços de Ferreira 

terça-feira, 28 de outubro de 2025

A nossa saúde é afetada pela mudança da hora?

Horário de inverno: mudança de hora em 2025 e 2026 | 26 de Outubro de 2025  - Calendarr
imagem obtida in: calendarr.com

De um modo geral, todos sentimos a mudança da hora, quer para a de inverno, quer para a de verão. 

Talvez não reflitamos muito no assunto, mas a leitura de um artigo da Euronews (pt.euronews.com), a 24.10.2025, por Theo Farrant, despertou em mim uma certa curiosidade devido ao título e é sempre bom documentarmo-nos em termos de saúde. 

Aqui fica a partilha:

"Não se esqueça, os relógios atrasam uma hora esta noite! Mudar a hora afeta a saúde?"


O atraso do relógio para o inverno é muito menos perturbador do que a mudança para a primavera, que tem sido associada a picos de ataques cardíacos e acidentes de viação.


Todos os anos, quando os relógios são atrasados em outubro, milhões de pessoas celebram uma "hora extra" de sono.

Mas até que ponto é que esta pequena mudança afeta realmente o nosso corpo, o nosso sono e o nosso humor?

De acordo com os especialistas, a transição de outono é muito mais suave do que a mudança da primavera - mas não é totalmente inofensiva. A mudança perturba subtilmente o nosso ritmo circadiano, o relógio interno de 24 horas que regula o sono, a atenção, a produção de hormonas e o humor.

Compreender os ritmos circadianos

Os efeitos da mudança do relógio têm origem nos nossos ritmos circadianos - o relógio interno de 24 horas do corpo que regula o sono, a atenção, a produção de hormonas e o humor."Há um relógio circadiano em cada célula do corpo, mas há também um relógio principal: um grupo de neurónios no cérebro que segue automaticamente a luz, o amanhecer, o anoitecer e a escuridão através de sinais dos olhos", disse Timo Partonen, professor associado de psiquiatria na Universidade de Helsínquia, à Euronews Health.

"O bom funcionamento deste relógio afeta a qualidade do nosso sono e o bom ou mau humor. É por isso que é tão importante", acrescentou.

O que é a hora de verão?

A hora de verão é a prática de adiantar os relógios uma hora na primavera e voltar a adiantá-los no outono para prolongar a luz do dia. A maior parte da Europa, América do Norte, partes de África e Ásia seguem este sistema.

Este ano, os relógios serão atrasados no domingo, 26 de outubro.

Embora muitos se regozijem com a hora extra, a mudança continua a afetar o nosso ritmo interno - e algumas pessoas sentem-no mais do que outras.

"De um modo geral, apesar das queixas sobre o facto de as noites se tornarem mais escuras, o outono é normalmente visto como menos doloroso", disse Malcolm von Schantz, cronobiólogo da Universidade de Northumbria, à Euronews Health.

"As pessoas que não gostam da mudança de outono queixam-se principalmente de que escurece de repente quando saem do trabalho. Mas há dois aspetos a ter em conta. Em primeiro lugar, reflete simplesmente o local onde vivemos: nesta altura do ano, as horas de luz do dia não são suficientes para manter as manhãs e as noites luminosas. Não se trata de uma consequência da mudança de hora, mas apenas da geografia", explicou.

"Em segundo lugar, e de forma menos intuitiva, é o facto de, biológica e fisiologicamente, a luz da manhã ser muito mais importante para nós", afirmou.

Partonen concordou, dizendo que "a mudança de relógio no outono é mais fácil de ajustar porque nos dá uma hora extra ao nosso dia. É mais fácil para o relógio circadiano principal adaptar-se a este novo horário".

No entanto, advertiu que, inicialmente, o sono pode não ser tão revigorante como nos meses de verão.

"Há também o risco de as pessoas não utilizarem a hora extra para dormir - em vez disso, ficam acordadas até mais tarde e continuam a acumular dívidas de sono. A mudança poderia ser uma oportunidade para recuperar o atraso, mas a maioria das pessoas não a utiliza dessa forma", afirmou.

Como a mudança de hora pode afetar o nosso corpo

A mudança de hora na primavera - que rouba uma hora de sono - tem sido associada a picos de curto prazo em acidentes de viação, perda de sono e ataques cardíacos (um estudo citado pela American Heart Foundation concluiu que houve um aumento de 24% nos ataques cardíacos no dia seguinte à mudança para a hora de verão).Mas a mudança de outubro pode ter efeitos mais subtis.

Um estudo realizado em 2025 pela Universidade John Moores de Liverpool e pela Universidade de Oxford revelou que as mulheres eram mais propensas do que os homens a manifestar maior preocupação, confusão e stress nos dias que se seguiram à mudança da hora. As perturbações nas rotinas das crianças, tais como horas de deitar mais tarde e dificuldade em acordar, também contribuíram para o stress nos agregados familiares.

A investigação mais alargada no domínio da saúde sugere que as mudanças frequentes de relógio podem acarretar riscos mais graves a longo prazo.Related

Ficar acordado até tarde ao fim-de-semana pode agravar apneia do sono

Uma análise recente efetuada por cientistas da Stanford Medicine concluiu que as mudanças bianuais de relógio podem conduzir a taxas mais elevadas de AVC e obesidade. O estudo comparou três políticas - hora normal permanente, hora de verão permanente e a atual mudança bianual - e concluiu que as mudanças de hora sazonais são a pior opção.

Ao modelar a exposição à luz, o alinhamento circadiano e os resultados de saúde nos Estados Unidos, os investigadores estimaram que a adoção de uma hora normal permanente poderia evitar cerca de 300 000 acidentes vasculares cerebrais por ano e reduzir a obesidade em 2,6 milhões de pessoas. De acordo com a investigação, a adoção permanente da hora de verão permitiria obter cerca de dois terços desse benefício.

Como manter um padrão de sono regular

A manutenção de um padrão de sono consistente é um dos aspetos mais importantes — e muitas vezes negligenciados — da nossa saúde a longo prazo.

"Sabemos que é importante e também sabemos que o nosso corpo consegue lidar com algumas irregularidades. Mas, com base em dados epidemiológicos, sabemos que, para a saúde a longo prazo, é melhor minimizar as flutuações", explicou Schantz.

Schantz descreveu o hábito moderno de recuperar o sono aos fins-de-semana - conhecido como "jet lag social" - como biologicamente perturbador.

"Muitos de nós levantamo-nos cedo durante a semana e dormimos até mais tarde ao fim de semana - essencialmente mudando o nosso horário como se viajássemos para outro fuso horário na sexta-feira e regressássemos na segunda-feira. Este padrão tem os mesmos efeitos negativos a longo prazo que a exposição frequente ao jet lag", afirmou.

Um estudo publicado no Journal of Epidemiology & Community Health revelou que os indivíduos com ciclos irregulares de sono-vigília apresentavam um risco 26% superior de sofrerem eventos cardiovasculares graves, como ataques cardíacos e acidentes vasculares cerebrais, mesmo que obtivessem as 7-9 horas de sono recomendadas por noite.

Precisamos de repensar o horário de verão?

Muitos cientistas e organizações do sono - incluindo a British Sleep Society, que fez uma declaração oficial sobre o assunto no ano passado - apoiam o fim das alterações bianuais do relógio a favor de uma hora normal permanente.

A União Europeia propôs o fim das mudanças sazonais do relógio em 2018 e, embora o Parlamento Europeu tenha apoiado a proposta em princípio, os Estados-membros não conseguiram chegar a acordo sobre a adoção de uma hora normal permanente ou da hora de verão.

Por agora, o relógio continua a andar para trás e para a frente todos os anos.

Os especialistas concordam que utilizar a hora extra para um verdadeiro descanso - em vez de ficar acordado até mais tarde - pode ajudar a suavizar a transição.

"Vá dormir cedo", aconselha Partonen. "Se a mudança de hora ocorrer na noite entre sábado e domingo, deite-se à hora habitual - ou ligeiramente mais cedo - no sábado. Dessa forma, pode utilizar a hora extra para dormir e reduzir a privação de sono".

segunda-feira, 19 de maio de 2025

Dia Mundial do Médico de Família

Médico de Família: na linha da frente, do princípio ao fim | Hospital da Luz
imagem obtida em hospitaldaluz.pt


É bom que saibamos reconhecer o papel dos Médicos de Família (Especialistas em Medicina Geral e Familiar), pois atualmente, no mundo em que vivemos cheio de incertezas, necessitamos muito que eles nos apoiem e nos amparem.

É que a nossa saúde está a deteriorar-se cada vez mais com os obstáculos constantes provocados por desentendimentos entre muitos dos países do mundo e suas graves consequências.

A nossa vida tornou-se em constantes incertezas com dúvidas que nos assaltam, sentindo que essa instabilidade mundial nos afeta a saúde física e mental.

Por isso, a visita semestral ou anual ao Médico de Família é importante para nos ajudar a ultrapassar todas essas contrariedades que tanto nos prejudicam.

A relação entre médico e doente é muito importante para a vida de cada um de nós.

Partilho a minha pesquisa sobre este tema:


Dia Mundial do Médico de Família dedicado à construção da resiliência mental num mundo em transformação

Celebra-se hoje, 19 de maio, o Dia Mundial do Médico de Família, uma data que reconhece o papel essencial dos médicos de família ao serviço das comunidades, em qualquer parte do globo. O tema da campanha deste ano é “Construir Resiliência Mental num Mundo em Transformação”.

No preciso momento em que enfrentamos um clima de incerteza global, os médicos de família continuam a oferecer compaixão, continuidade de cuidados e apoio confiável. A WONCA e todas as associações e colégios que pertencem a esta organização internacional representativa da especialidade de Medicina Geral e Familiar criaram uma campanha que destaca a posição única dos cuidados de saúde primários na promoção da saúde mental, ajudando a construir resiliência nos pacientes, mas também nos profissionais de saúde.

Queremos celebrar a contribuição dos médicos de família para os sistemas de saúde e comunidades, mostrar o poder dos cuidados primários na consolidação da resiliência mental por meio de cuidados contínuos e centrados na pessoa, promover o bem-estar do clínico (reconhecendo que um médico apoiado mais facilmente contribui para resultados positivos para o paciente) e demonstrar o valor das redes de apoio entre pares na Medicina Familiar.

“A Medicina Geral e Familiar tem um papel primordial na promoção da saúde mental. O Médico de Família acompanha o utente ao longo de todas as fases da sua vida, tendo um conhecimento profundo das suas características, da sua personalidade, da sua vivência, da sua humanidade. Tudo isto permite-lhe reconhecer o sofrimento de quem tem à sua frente de forma precoce, criando uma genuína empatia e permitindo que seja oferecida uma esperança realista a quem procura a sua ajuda”, defende Nuno Jacinto, presidente da APMGF.

Ainda de acordo com o representante dos médicos de família portugueses, “a continuidade de cuidados, centrados na pessoa, bem como a solidez da relação médico-doente são o garante da promoção do bem-estar mental. Para que tal aconteça, o bem-estar do médico também deve estar assegurado, porque dele depende uma melhor prestação de cuidados de saúde e promoção da resiliência das pessoas que são cuidadas”.

FONTE: 
https://apmgf.pt

terça-feira, 4 de março de 2025

"Dia da Obesidade" - uma reflexão para o dia de hoje


Mulher gorda e homem gordo ilustração do vetor. Ilustração de pares -  56929895
imagem in: pt.dreamstime.com

Assinala-se hoje a 04 de maço, o Dia da Obesidade o que nos obriga a refletir essencialmente no estilo de vida que levamos, e na alimentação que praticamos no nosso quotidiano.

É bom fazermos esta reflexão, mas melhor ainda que não seja só hoje, mas a cada dia que passa, sempre que possível! 

Afinal de contas, trata-se da nossa saúde bem-estar!

Deveremos fazê-lo com consciência e não tentar encontrar motivos que nos desculpem pelas "asneiras" que cometemos... E essas, são só de vez em quando?...ou sempre? É difícil para todos nós resistirmos aos bons pratos e sobremesas!

Bem, claro que cada um sabe de si e, por isso, "ausculta" a sua consciência e atua neste plano como melhor entende! Assume a sua própria responsabilidade perante o estilo de vida que escolhe...

Este dia foi criado pela Federação Mundial da Obesidade. 

Segundo o que pesquisei in "https://eurocid.mne.gov.pt  e que partilho neste espaço:

"... (...)...O propósito deste dia é consciencializar a sociedade sobre esta doença, enquanto se promove a mobilização para a elaboração de políticas que a combatamEm 2025 o tema escolhido é «Sistemas em mudança, vidas mais saudáveis». Pretende-se com este tema apelar a uma mudança de foco. É altura de transformar os sistemas que moldam a saúde. Durante demasiado tempo, o mundo colocou a culpa da obesidade nos indivíduos - mas a verdade é que os sistemas deficientes estão a contribuir para o aumento das taxas de obesidade em todo o mundo: 
  • Serviços de saúde que não dão prioridade aos cuidados com a obesidade;
  • Regimes alimentares que fazem das opções pouco saudáveis o padrão;
  • Ambientes de trabalho e de vida que limitam o acesso a opções mais saudáveis e;
  • Os media que alimentam o estigma em vez do apoio.
A obesidade é uma doença complexa e crónica e uma das principais causas de outras doenças como a diabetes, as doenças cardíacas e o cancro. Combater a obesidade significa ter em conta o conjunto dos problemas e garantir soluções reais que resultem para todos."
Fonte: World Obesity Federation
Links relacionados :

sábado, 26 de outubro de 2024

A amizade na nossa saúde física e mental


Amizade - Frases e Mensagens de Amizade para Facebook, Instagram e WhatsApp

imagem obtida in recadosface.com

Os médicos recomendam-nos que tenhamos amigos para vivermos melhor. 

Se tivermos verdadeiros amigos, estes servem para termos alguém que nos ouve, partilhando com eles os nossos problemas, mas também para com eles convivermos em momentos de alegria e boa disposição, o que contribui para a nossa saúde e bem-estar! Também contribuem para lidarmos melhor com o stresss

Esse aspeto faz-nos bem à saúde: a parte física e mental só ganham com isso! O corpo e a alma agradecem! 

Lendo o texto "Projeto Presença Amiga", de Teresa Tomé, uma associada da ASSP (Acção de Solidariedade Social dos Professores), no Boletim Informativo 234/3º trimestre 2024, página 4, devo confessar que o tema aqui tratado me agradou muito, não só pelos benefícios que nos traz física, mas também mentalmente: "O resultado de ter amizades pode ser observado em vários sistemas do organismo, em especial o cardiorrespiratório. Tem efeitos diretos na respiração, na pressão arterial e nos batimentos cardíacos. As emoções da alegria, quando estamos com os outros influenciam o batimento cardíaco no bom sentido. Ter amigos melhora indicadores como o colesterol e a glicose no sangue. Com isso. o sistema imunológico também evolui. Ficarmos mais imunes, tem a ver com a oxitoxina, a chamada hormona do amor, produzida no hipotálamo".

segunda-feira, 5 de agosto de 2024

Saúde e higiene estão interligadas: falando de "piolhos"...: É bom saber como atuar nestas situações

Piolho: trasmissão, sintoma, tratamento, prevenção - Mundo ...
imagem obtida em https://mundoeducacao.uol.com.br

Li na Revista Notícias Magazine, do dia  02 do corrente mês um artigo sobre piolhos: "Piolhos: selfies, mitos e estigma", da autoria de Ana Tulha.

O referido artigo é muito elucidativo porque foca-se num problema que atravessa os tempos, principalmente da nossa infância; e a entrevista que transcrevo, ajuda a perceber melhor este fenómeno e como devemos reagir perante ele.

Então, aqui o temos, para ler com muita atenção:

Piolhos: selfies, mitos e estigma

Sim, as fotos de grupo podem contribuir para a sua proliferação. Mas mais importante é vincar que este parasita nada tem que ver com condição social ou falta de higiene.

Reproduzem-se à velocidade da luz, agarram-se ao cabelo como lapas, chegam aos 3,3 milímetros de comprimento (em adultos), dão uma comichão que deixa qualquer um à beira de um ataque de nervos. Falamos, pois, de piolhos, concretamente dos piolhos da cabeça, os Pediculus humanus capitis, parasitas de seis patas e grande afeição pelo couro cabeludo, onde vão beber o sangue que os alimenta. Em troca, deixam um rasto de saliva, impercetível a olho nu mas causador de um prurido insuportável. Existem há milhares de anos e, apesar dos múltiplos produtos que têm vindo a ser desenvolvidos para os eliminar, não é razoável que possamos aspirar à sua extinção. Na verdade, apesar de não haver estudos que permitam estabelecer termos de comparação credíveis, os médicos habituados a lidar com estas questões garantem que a prevalência se tem mantido mais ou menos inalterada, de surto em surto, sem crescendos ou decréscimos significativos a registar. Pelo menos em Portugal.

“Tem sido algo relativamente constante, não há propriamente uma tendência. O que há, de forma muito vincada, é uma faixa etária preferencial, que vai das crianças aos adolescentes e afeta sobretudo as meninas, por terem o cabelo mais comprido”, refere Joana Fernandes, especialista em medicina geral e familiar que trabalha na USF Monsanto, em Lisboa, e no Hospital Trofa Saúde, na Amadora. Vale a pena, a propósito, desconstruir uma ideia errada que persiste. Os piolhos não voam nem saltam. Já os fios de cabelo são para eles verdadeiras autoestradas. Daí que a grande forma de transmissão destes parasitas seja o contacto cabeça com cabeça, fio a fio – ainda que também seja possível apanhar piolhos através da partilha de objetos, como chapéus, gorros ou pentes. Percebe-se, por isso, porque é que as meninas, que habitualmente têm cabelos mais compridos, acabam por ser os alvos preferenciais destes bichinhos que nos acompanham desde sempre. A estimativa avançada por Susana Amendoeira, responsável da Sem Mais Piolhitos Portugal, cadeia de centros de eliminação de piolhos e lêndeas que está já presente em várias cidades do país, é reveladora: dos casos que lhes chegam, 90% são do sexo feminino. O que não quer dizer que os rapazes estejam livres de problemas, particularmente se tiverem cabelos compridos e bastos. E já agora, se forem especialmente dados a abraços – por causa da tal questão do contacto direto.

E as selfies, podem ou não estar a contribuir para adensar o problema? A relação tem sido estabelecida amiúde, apontada por publicações e especialistas internacionais. Federico Galassi, por exemplo, investigador no Pest and Insecticide Research Center (Centro de Investigação em Pesticidas e Inseticidas), em Buenos Aires, que se tem debruçado sobre o tema, garantiu ao americano “The Washington Post” que as selfies são “uma forma significativa de transmissão”. Se nos lembrarmos do que falávamos há pouco, que o piolho não voa nem salta, mas adora o contacto cabeça a cabeça, percebemos que, no mínimo, a teoria não pode ser considerada descabida. Manuel Magalhães, pediatra no Centro Materno-Infantil do Norte (CMIN), no Porto, vinca isso mesmo. “A questão não é propriamente a selfie. A questão é que, entre os adolescentes, as selfies de grupo são comuns e isso implica estarem com as cabeças quase coladas.”
“O piolho é democrático e o estigma também”

Voltemos aos mitos. Sobretudo aos dois maiores equívocos. Um: os piolhos afetam particularmente as classes sociais mais desfavorecidas. Dois: se tem piolhos, é porque se desleixou na higiene. Em ambos os casos, não há nada mais errado. “Os parasitas até preferem os cabelos mais limpos, conseguem aderir melhor do que num cabelo com mais oleosidade”, ressalva Joana Fernandes, médica de família. E sim, afetam pessoas de todos os estratos sociais. Susana Amendoeira, da Sem Mais Piolhitos, partilha, por exemplo, que o centro que lidera tanto é procurado por pessoas que não demonstram ter qualquer dificuldade em pagar o serviço (acima dos 60 euros), como por quem agenda do princípio para o fim do mês, a contar com o salário que há de cair por essa altura. Tudo provas de que o estigma não tem razão de ser.

Mas já terão os portugueses consciência disso? Luiz Cabral, responsável pela Kids & Nits, cadeia que conta com quase uma centena de centros especializados na eliminação de piolhos e lêndeas em toda a Europa (mais de 20 em Portugal), vê o copo meio cheio. “Ainda há algum, mas cada vez menos. Hoje em dia as pessoas já são mais abertas em relação a estas questões, começam a compreender que o piolho não tem nada a ver com a classe social, que não tem nada a ver com o facto de se ser rico ou pobre.” Também Susana Amendoeira sente uma evolução, de 2019 (ano em que abriram o primeiro centro) para agora. “Vemos, por exemplo, nas avaliações online. No início, notávamos que havia alguma resistência a fazê-lo, porque isso implicava assumir que o filho ou filha tinha tido piolhos. Hoje já é algo que acontece com frequência.” Concede, no entanto, que o preconceito ainda resiste. Joana Fernandes também o percebe, no dia a dia profissional. “Ainda tenho pacientes que ficam escandalizados porque o filho tem piolhos. E que dizem coisas como: ‘Como é que é possível? Eu lavo-lhe sempre o cabelo!’.”

Volta e meia, Manuel Magalhães, do CMIN, vai até sabendo de surtos em contexto escolar que ganham maior expressão porque há pais que evitam avisar na escola que os filhos têm piolhos. “Acredito que seja por vergonha, por não quererem que o filho seja visto como o ‘paciente zero’, quando muitas vezes nem sequer é”, assente. E assim a infestação alastra-se (porque se os outros pais não fazem ideia, não andam particularmente atentos e não eliminam prontamente os piolhos, pelo que a cadeia de transmissão prossegue a ritmo acelerado). Sendo que casos destes – em que os pais resistem a avisar logo que detetam piolhos no couro cabeludo dos filhos – acontecem tanto nos mais reputados colégios privados como nas escolas públicas. Susana Amendoeira resume-o assim. “O piolho é muito democrático e o estigma também.”

Parasitas mais resistentes, infestações mais severas

E afinal, os bichos estão ou não mais resistentes? Há vários estudos que apontam para isso. Pelo menos a nível internacional. Nos Estados Unidos, no Canadá, mais recentemente no Reino Unido, tem dado que falar o surgimento de um “superpiolho”, altamente resistente aos tratamentos feitos até então, à base de inseticidas. Luiz Cabral, da Kids & Nits, garante que também já nota esta resistência crescente neste cantinho da Europa. “Cada vez mais, a maioria dos clientes que nos chegam, tanto em Portugal como em Espanha, já tentou tudo com os produtos da farmácia e nada resultou.” Nestes centros, a remoção da maior parte dos parasitas é feita através de um equipamento térmico que emite tanto ar quente (para desidratar piolhos e lêndeas) como ar aspirado, que vai completar o processo de eliminação de resíduos. Segue-se um exame visual meticuloso, com lentes de aumento e luzes LED, para garantir que nenhum bichinho escapou.

Susana Amendoeira, da Sem Mais Piolhitos Portugal, também nota um crescimento considerável das infestações graves ou severas. “São aqueles casos em que as pessoas têm mesmo muitos piolhos e lêndeas e que demoram mais tempo a resolver. Estes casos representam hoje cerca de 10% dos que nos chegam.” Resistências à parte, há explicações de cariz mais prático que ajudam a percebê-lo. A primeira é que grande parte dos champôs não eliminam as lêndeas, apenas os piolhos, pelo que é importante repetir o procedimento ao fim de uma semana (e já agora, ir verificando o cabelo com regularidade, durante pelo menos três semanas). A segunda é que o champô tem de ser espalhado de forma cuidadosa, de forma a que não haja piolhos a escapar. Por último, a aplicação só será eficaz se for seguida de um processo meticuloso de remoção manual de piolhos e lêndeas, com um pente de dentes finos. Se tal for feito, assegura o pediatra Manuel Magalhães, “a abordagem convencional serve”. Pelo menos, na maior parte dos casos. Importante, realça, é mesmo acabar de vez com a ideia de que “o piolho tem algo que ver com estatuto social”. Não tem. É, pelo contrário, do mais eclético que há.

Quais os melhores tratamentos contra piolhos? - BBC News Brasilin https://www.bbc.com/portuguese/geral-61985456

segunda-feira, 3 de junho de 2024

Hoje é o dia mundial da bicicleta (03.06.)

A melhor forma de fazer uma família feliz? Irem todos dar uma volta de  bicicleta – NiT
imagem obtida in: nit.pt


A Organização Mundial das Nações Unidas (ONU) instituiu este dia como o Dia Mundial da Bicicleta.

Numa época em que o mundo está em grande mudança, é preciso pensar no ambiente e alterar vigorosamente o hábito de andar só de carro.

Com efeito, a poluição e os malefícios que ela provoca, leva-nos a refletir não só na nossa saúde como na dos filhos e na dos netos. E, para isso, também temos de refletir sobre os meios de transporte de que nos servimos para viver o nosso dia-a-dia.

A qualidade de vida impõe-se nas nossas vidas e todos temos de colaborar, isto é, passar das palavras aos atos. 

Pelo que li na Comunicação Social, o setor do fabrico deste meio de transporte, (a bicicleta), sofreu uma grande quebra. Está em grande declínio.

É pena que aquilo que nos faz bem à saúde, que torna a nossa vida muito mais saudável, não nos obrigue a refletir e a tomar uma atitude séria.

Vamos todos colaborar e pensar no nosso planeta, não “magoando” e destruindo constantemente a Mãe Natureza que tanto tem sofrido com os nossos maus tratos.

A minha pesquisa:

A Organização das Nações Unidas (ONU) instituiu o dia 3 de junho como Dia Mundial da Bicicleta. A Federação Portuguesa de Ciclismo desenvolve várias ações de modo a que bicicleta esteja cada vez mais presente na vida quotidiana dos portugueses.

O planeta está a mudar, a dependência coletiva em combustíveis fósseis para alimentar as sociedades causa diversos danos, entre os quais as alterações climáticas, colocando a nossa segurança em risco. É tempo de olhar para a bicicleta como uma nova solução que pode contribuir para assegurar um futuro mais seguro, saudável e sustentável.

O tema deste dia: Promover a saúde, alegria, liberdade e a ligação através do ciclismo. 

O ciclismo é mais do que apenas um meio de transporte; é uma maneira de nos ligarmos ao ambiente, vivenciar aventuras e encontrar alegria nos momentos simples. 

Dia Mundial da Bicicleta é uma jornada de celebração da bicicleta, do ciclismo e de um futuro mais sustentável.​

FONTE: turismodeportugal.pt

quinta-feira, 29 de fevereiro de 2024

Os abraços são muito importantes entre as pessoas - vamos cuidar da nossa saúde

Encontrei um artigo muito interessante na NEWSLETTER da ADSE, de fevereiro 2024, sobre a importância dos ABRAÇOS na nossa saúde e bem-estar. 

Os seus efeitos são imediatos na nossa saúde física e mental.
 
Nada melhor que lê-lo!

E, com a devida vénia, passo a transcrevê-lo, aproveitando também a bela imagem nele contida:



Não e melhor começarmos a dar e a receber ABRAÇOS? 

                             😄  💖  💕 💔  💓

quinta-feira, 9 de março de 2023

Chá de HIBISCO e os seus benefícios na nossa saúde

Os chás apresentam benefícios, porque são usados como uma alternativa para 
melhorar a nossa saúde. São uma opção saudável.

Quando somos acometidos por alguns males, "fugimos" muitas vezes de usar certos medicamentos, por conterem químicos; então, tentamos procurar um chá "milagroso", uma infusão, uma tisana... de que já ouvimos alguém falar, como no caso da hipertensão, da diabetes, do colesterol, da pedra no rim... e tantos outros males de que uma ou outra pessoa padece.

É uma tentativa para nos curarmos, embora saibamos que alguns males não desaparecem só com chazinhos...

Escolhi hoje o chá de hibisco porque na verdade, a sua toma é muito agradável e tem inúmeros benefícios.

Depois de ter consultado este tema na Internet (em tuasaude.com), partilho o que li:

Chá de hibisco: 8 benefícios para a saúde e como preparar

Revisão clínica: Tatiana Zanin
Nutricionista
fevereiro 2023

O chá de hibisco é rico em flavonoides, vitamina C e ácidos orgânicos, que proporcionam diversos benefícios para a saúde, como ajudar a controlar a pressão arterial e favorecer a perda de peso, por exemplo.

O chá é preparado com as flores de hibisco, que podem ser encontradas em supermercado, lojas de produtos naturais ou lojas online.

Para garantir os benefícios do chá de hibisco, é recomendado que seu consumo seja regular e, de preferência, orientado por um médico ou nutricionista. Além disso, é importante praticar atividade física regularmente e ter uma alimentação saudável e equilibrada.

imagem em tuasaude.com

Benefícios do chá de hibisco

Os principais benefícios do chá de hibisco são:

1. Diminuir a pressão arterial

O consumo de chá de hibisco poderia ajudar a prevenir e a controlar a hipertensão arterial leve e moderada, já que pode favorecer o relaxamento dos vasos sanguíneos. Acredita-se que esse efeito seja devido à presença de antocianinas em sua composição, o que garante as propriedades antioxidantes e o efeito diurético.

2. Promover a saúde do coração

Além de favorecer a diminuição da pressão arterial, o chá de hibisco também poderia ajudar a diminuir o colesterol "mau", o LDL, e os triglicerídeos, além de promover o aumento do colesterol "bom", o HDL. Essa ação pode ser devido à supressão na síntese de ácidos graxos no fígado, favorecendo a queima de gordura no organismo e a diminuição dos triglicerídeos a nível intestinal.

3. Regular o açúcar no sangue

O chá de hibisco poderia ajudar a regular o açúcar no sangue já que é capaz de inibir a atividade de algumas enzimas pancreática e intestinais que são responsável pela digestão dos carboidratos no intestino delgado, evitando, assim, picos de glicemia e uma excreção excessiva de insulina.

4. Favorecer a perda de peso

Devido à presença de polifenois, principalmente antocianinas, flavonoides e outros compostos fenólicos, como o galoil, o ácido clorogênico, a quercetina e o ácido cafeico, o consumo regular do chá de hibisco poderia favorecer a perda de peso e prevenir a obesidade. Veja mais sobre como o chá de hibisco pode ajudar a emagrecer.

Acredita-se que esse efeito se deva à regulação dos níveis de açúcar no sangue, diminuição da absorção de carboidratos a nível intestinal e melhora do metabolismo das gorduras no organismo, podendo inclusive promover o controle do apetite, pois alguns estudos indicam que o hibisco pode influenciar alguns hormônios, como a grelina e a leptina, que estão relacionados com o controle do apetite.

5. Cuidar da saúde do fígado

O chá de hibisco poderia inibir a produção de ácidos graxos no fígado, o que pode representar melhora do funcionamento do fígado e promover a prevenção do fígado gordo. Além disso, poderia fornecer enzimas responsáveis pela desintoxicação do organismo, reduzindo, assim, o dano hepático.

6. Possui propriedades antioxidantes

O chá de hibisco possui propriedade antioxidante devido ao fato de ser rico em polifenóis, principalmente antocianinas, que inibem o estresse oxidativo e evitam a formação dos radicais livres, assim como o dano que estes podem causar às células, prevenindo, assim, o envelhecimento precoce e o surgimento de doenças crônicas, incluindo o câncer.

7. Ajudar no combate a bactérias

Alguns estudos indicam que o hibisco possui propriedades antimicrobianas, ajudando a inibir a atividade de bactérias como a Escherichia coli, Staphylococcus aureus e Pseudomonas aeruginosa.

8. Prevenir infecções urinárias

O chá de hibisco possui propriedades antimicrobianas e, de acordo com alguns estudos, é capaz de auxiliar no combate das bactérias Escherichia coli e Klebsiella pneumoniae, que são os principais microrganismos associados a infecções urinárias.Além disso, também possui propriedades diuréticas, ajudando a aumentar a quantidade de urina produzida, favorecendo a eliminação dessas bactérias e prevenindo o surgimento de infecções recorrentes. Acredita-se que isso aconteça devido à presença de antioxidantes que ajudam a regular a aldosterona, um hormônio que controla a produção de urina.

Como preparar o chá de hibisco

Ingredientes: 1 colher de sopa de flores de hibisco desidratadas;
400 mL de água fervente.

Modo de preparo:

Para preparar o chá, basta adicionar as flores de hibisco na água fervente e deixar cerca de 5 minutos. Em seguida, coar e beber morno pelo menos 3 vezes ao dia. Para perda de peso, recomenda-se consumir 1 xícara de chá de hibisco após as refeições.

Para melhorar a pressão arterial, um estudo clínico indicou que tomar diariamente o chá preparado com 1 colher de sopa de hibisco (10 g) em 500 mL de fervendo, 2 vezes por dia após a refeição e durante 4 semanas poderia melhorar a tensão. No entanto, é importante que o médico seja consultado antes de iniciar o uso do hibisco.

Quando não é indicado

O consumo do chá de hibisco é considerado seguro e, até ao momento, não foram reportados efeitos secundários. No entanto o chá de hibisco não deve ser tomado em conjunto com o medicamento hidroclorotiazida ou qualquer outro diurético, pois pode interagir com o medicamento e promover a diminuição do seu efeito. Além disso, não é recomendado o seu consumo sem orientação médica em caso de gravidez, lactância materna, crianças com menos de 12 anos e pessoas com doença renal ou hepática, pois não existem estudos científicos que indiquem se é seguro ou não nesse grupo de pessoas.

No caso de pessoas com hipertensão ou diabéticas que estão fazendo uso de medicação, o ideal é que o médico seja consultado antes de ser iniciado o consumo do hibisco, pois assim é possível prevenir hipoglicemia ou hipotensão.

domingo, 23 de janeiro de 2022

Marmelo - propriedades e benefícios

Este é dos únicos frutos comestíveis que não é consumido cru. Essa situação deve-se ao facto de o marmelo ter uma polpa muito rija e amarga. Assim, normalmente, é comido cozido, assado ou em doces como a marmelada ou geleia.

Uma vez que é riquíssimo em pectina, a geleia de marmelo é muitas vezes usada para solidificar geleias de outros frutos. A sua época é curta – Setembro, Outubro e Novembro – pelo que se for dado a saudades e nostalgia, o melhor é armazenar uma boa quantidade de marmelada e geleia que dure o ano todo.

O marmeleiro é uma árvore de fácil manutenção e resistente à seca, o excesso de água prejudica o seu desenvolvimento.


imagem pingodoce.pt


História

As referências ao marmelo datam de 4000 a.C. e já na Grécia antiga era usado para combater várias infecções, quer do estômago, quer da pele.

Nessa altura, os marmelos eram vistos também como boas oferendas para os deuses, umas vez que eram frutos donos de um perfume único, uma fragrância especial que fazia com que, muitas vezes os marmelos fossem vistos mais como árvores decorativas do que para consumo.

Características do marmelo

O marmeleiro, originário da Ásia Central e do Norte do Irão, é uma árvore de porte médio, que não costuma ir além dos seis metros, e o único membro do género Cydonia, da família das Rosaceae. As variedades mais comuns são a Gamboa e a Gigante de Vranja. 

O fruto contém taninos, pectinas e é uma fonte de vitamina C. Apesar de não ser muito exigente no que toca ao desenvolvimento, o marmeleiro dá-se melhor em invernos longos e verões quentes, mas adapta-se a vários tipos de solo. É uma árvore de fácil manutenção e bastante resistente à seca, pelo que o excesso de água não é benéfico para o seu desenvolvimento.

Sabia que as flores do marmeleiro são totalmente comestíveis? Se quiser dar um sabor e aspecto diferente aos seus pratos, basta apanhar algumas flores desta árvore. As folhas do marmeleiro, apanhadas no Verão e posteriormente secas à sombra, são óptimas para infusões.

Aproveite e veja como fazer uma deliciosa receita de Marmelos Escondidos aqui.

FONTE:  encontrei esta informação em  pingodoce.pt

segunda-feira, 14 de junho de 2021

Consumir sal com moderação...é conveniente!

Atualmente, o sal é considerado um 'vilão' para a saúde. Mas a verdade é que o sal é fundamental, porque os seus minerais exercem funções específicas e importantes dentro do organismo. É tudo uma questão de moderação e de escolhas inteligentes. 


Assim como o sal refinado, o sal marinho é formado por cloreto de sódio e obtido a partir da evaporação da água do mar com a diferença de não passar pelo processo de refinação, o que faz com o tempero mantenha os minerais e os nutrientes. 

Isto significa que o sal marinho é mais saudável que o refinado, já que além de não passar pela refinação, contém menos sódio. O sal refinado perde quase todo o seu valor nutricional, obrigado a ser alterado com uma série de aditivos, como o iodo. 

Benefícios do sal marinho

Reforça o sistema imunitário
É um aliado à perda de peso
Excelente contra doenças de pele (tome um banho de sal)
Ajuda o corpo a lidar com stress
O potássio presente no sal é essencial para o bom funcionamento dos músculos
Ajuda os ossos a manterem-se fortes
Faz com que o corpo mantenha os níveis de açúcar regulares, combatendo a diabetes

in notíciasaominuto.com



https://revista.sociedadedamesa.com.br/2015/10/ingredientes-flor-de-sal/